Energia Eolica

Janeiro 12 2016

O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou, na última publicação anual, dados sobre a geração de energia eólica no Brasil nos últimos anos (2012/13/14). O país produziu 12,2 terawatt/hora v (TWh) em 2014 e agora ocupa o décimo lugar no Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia, ganhando cinco posições e ultrapassando Portugal, Suécia e outras nações que estavam à frente em 2013.

Em eficiência, o Brasil aparece no topo da lista. O fator capacidade foi de 37%, estando uma vez e meia à frente da média mundial. São 16,6 Gigawatts (GW) de energia eólica contratada em leilões, sendo 1,4 GW do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa). Do valor total, 6,9 GW já operam, 3,6 GW estão em construção e 6,2 GW em preparação.

O estado que mais produz energia renovável é o Ceará, com 30,9% da geração brasileira, seguido por Rio Grande do Norte e Bahia, com 30,8% e 15,4%, respectivamente. O fator de capacidade no CE, em 2014, foi de 43,5%.

No mundo, a maior geração eólica é da Dinamarca. São 41,4% em relação à produção total do país. Portugal tem uma proporção de 23,3%, na Irlanda são 20% e na Espanha 19,1%. No restante do planeta, a quantidade é abaixo de dez por cento.

O ranking mostra os 15 primeiros países, numa lista de 142. Trinta e oito indicadores são levados em conta, entre eles as áreas de energia, emissões de CO2, população e economia.

Avanço renovável


De acordo com previsões do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), o Brasil será capaz de gerar 24 GW em 2024. O Nordeste do país terá 45% de sua capacidade energética gerada pelos ventos, produzindo 21 GW. As energias eólica e solar, juntas, garantem 50% da produção.  A expectativa é que em dez anos a região se torne um exportador elétrico.

fonte:http://www.amda.org.br/?

publicado por adm às 21:02
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Julho 26 2015

O primeiro parque eólico inaugurado na Bahia tem apenas três anos de funcionamento e localiza-se em Brotas de Macaúbas, no sudoeste do estado. Ele fez com que o estado alcançasse a segunda posição em maior geração de energia eólica do Brasil.

Dados do CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) mostram que o Rio Grande do Norte lidera, com uma produção de 720 megawatss mensais. O Ceará e o Rio Grande do Sul ocupam o terceiro e o quarto lugar, respectivamente, com 380 e 328 megawalts.

A Bahia, no mês de maio, registrou a produção de 463 megawatts superando os demais estados do país. Caso o ritmo seja mantido, é previsto que até 2021 a Bahia torne-se a maior fonte de matriz energética pela força dos ventos. O estado possui 168 projetos relacionados à energia eólica espalhados em 21 municípios, destes, 37 parques já estão em operação, 31 em construção e os outros aguardam por autorização de licenciamento ambiental. A expectativa é grande, os investimentos pretendem atingir a marca de um gigawatt até 2016, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

A equipe do POP procurou saber quantos watts são gastos em média em alguns dos eletrodomésticos mais utilizados nos lares brasileiros. Com isso, é possível ter uma noção da produção de energia por estado com o quanto você gasta em sua rotina.

Primeiro é preciso entender os valores:

1Kw = 1000 watts

1Mw= 100.000 watss

Então, 1 MegaWatt tem Mil Kilowatts.

Tabela Energia

Tabela produzida de acordo com os dados da Eletrobrás. (Arte: POP/Ana Beatriz Alves)

Para saber o consumo exato em quilowatts/hora de seus eletrodomésticos verifique qual a potencia de cada um deles em watts(W), divida por 1.000 e multiplique pelo número de dias e pelo tempo médio de uso diário.

 

fonte:http://deixaqueeumanjo.pop.com.br/

publicado por adm às 11:22
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Julho 12 2015

A produção de energia eólica da Dinamarca atingiu a marca de 140% em relação à demanda energética nacional, na última sexta-feira (10). Com isso, o país pôde exportar energia para a Alemanha, para a Suécia e para a Noruega. 

Os 140% representam um valor acima da média de um dia com muito vento, que é de 116%. O novo recorde foi atingido quando a demanda energética do país baixou, por volta das 3 horas da manhã de sexta-feira.

“Isso mostra que um mundo que funciona 100% com energia renovável não é uma fantasia”, informou Oliver Joy, da Associação de Energia Eólica da Europa, segundo o The Guardian. “A energia proveniente do vento e de fontes renováveis podem ser a solução para a descarbonização – e também para a segurança do suprimento em tempos de alta demanda.”

Líder no segmento de energia renovável, a Dinamarca, que tem 5,6 milhões de habitantes (menos da metade da população de São Paulo), tem a meta de produzir metade de sua demanda energética com a força do vento até 2020. Outro objetivo do país é acabar completamente com o uso de combustíveis fósseis, não só na geração de energia doméstica, mas também nos carros, até 2050.

Neste site é possível acompanhar a geração de energia eólica da Dinamarca. Nos últimos horários de pico do país, as fazendas de vento nem estavam operando com a sua capacidade total (4,8GW) para atender a demanda energética. 

Aproximadamente três quartos da capacidade eólica do país vêm de parques eólicos onshore, que têm forte apoio do governo.

A marca histórica de geração de energia da Dinamarca aconteceu na mesma semana em que o Facebook anunciou um novo data center nos Estados Unidos que funcionará com energia eólica.

Fonte: The Guardian

publicado por adm às 09:01
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Maio 28 2014

Com investimento de R$ 130 milhões a Bahia terá o primeiro complexo híbrido de geração de energia do País. O empreendimento será construído na cidade de Caetité, no sudoeste baiano, e contará com captação eólica com capacidade de 21,6 megawatts (MW) e solar com 4,8 MW.

O complexo será construído pela Renova Energia, que já recebeu a primeira parcela de R$ 6 milhões do financiamento de R$ 108 milhões firmado com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para iniciar a construção da usina, que está prevista para entrar em operação em 2016.

A usina prevê a instalação de cerca de 20 mil placas fotovoltaicas, que serão ligadas a quatro inversores e, em seguida, a uma subestação. A estação também receberá a energia que será produzida pelos parques eólicos.

De acordo com a Renova Energia o objetivo é encontrar uma forma economicamente viável de explorar a energia solar no Brasil. As duas fontes são complementares, a produção de energia eólica é maior no período noturno, quando a geração de energia solar é praticamente nula. A combinação das duas fontes garante o fornecimento contínuo de energia do projeto e reduz o custo da fonte solar, que separadamente ainda é elevado.

fonte:http://atarde.uol.com.br/

publicado por adm às 20:31
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Maio 28 2014

A capacidade instalada das usinas eólicas em operação no Brasil passou de 2.250 MW para 2.758 MW entre fevereiro e março de 2014 – um crescimento de 22,6% em apenas um mês. O incremento se deve à entrada de novas usinas que estavam prontas, mas aguardavam a conexão ao sistema de transmissão/distribuição para iniciar a produção. Em um ano, o salto foi de 36% frente aos 2.027 MW instalados em março de 2013. Os dados constam do Boletim das Usinas Eólicas, publicado mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE.

A geração desse parque gerador eólico em março foi de 630 MW médios, montante 2,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. A pequena elevação se deve à entrada em operação de novas usinas neste ano apenas no final do mês. 

Na comparação trimestral, houve alta de 19,9% na produção frente aos três primeiros meses de 2013.  A capacidade instalada das usinas eólicas associada à energia comercializada nos leilões do ambiente regulado correspondeu a 49% do total (1.364MW), enquanto os montantes associados à energia comercializada no PROINFA (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas – 965 MW) e no mercado livre de energia (430 MW) representaram 35% e 16%, respectivamente.

O Nordeste é a região do país que concentra a maior capacidade instalada de geração eólica, com a marca de 1.899 MW em março – uma expansão de 45,4% frente ao verificado no mesmo período de 2013.  São atualmente 78 as usinas na região, sendo que este mês houve acréscimo de 18 empreendimentos, sendo 6 no Ceará e 12 no Rio Grande do Norte.  O parque nordestino corresponde a 69% da capacidade total de usinas eólicas no Brasil.

O Sul também apresentou capacidade significativa, de 832 MW (30,1% do total) em um universo de 33 usinas, com salto de 19,9% em relação a março de 2013. Já o Sudeste possui uma única usina dentro de todo o período avaliado, com capacidade de 28 MW.

Destaques

Segundo o Boletim das Eólicas, os Estados com maior participação na geração média no período foram Ceará (241 MW médios), Rio Grande do Norte (146 MW médios), Rio Grande do Sul (146 MW médios), Bahia (97 MW médios) e Santa Catarina (54 MW médios), que totalizam 94% do total gerado.

Vale ressaltar que o Boletim de Usinas Eólicas não leva em consideração um total de 429,01 MW médios de garantia física  (associados  a  930 MW decapacidade  instalada) de usinas que a Agência Nacional de Energia Elétrica–  Aneel considera em condições de entrar em operação comercial, mas que se encontram  com  restrição até a interligação efetiva dos parques ao sistema de  distribuição/transmissão. Esses empreendimentos são provenientes do 2º Leilão de Fontes Alternativas e do 2º e 3º Leilão de Energia de Reserva.

Sobre a CCEE

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE (www.ccee.org.br) é responsávelpor  viabilizar  e  gerenciar  a  comercialização  de  energiaelétrica  no  país,  garantindo a segurança e o equilíbrio financeiro destemercado.  A CCEE é uma associação civil sem fins lucrativos, mantida pelasempresas que comprame  vendem  energia  no  Brasil.  

O  papel da CCEE éfortalecer o ambiente de comercialização de energia - no ambiente regulado,no  ambiente  livre  e  no  mercado  de  curto prazo - por meio de regras emecanismos  que promovam relações comerciais sólidas e justas para todos ossegmentos  do  setor  (geração, distribuição, comercialização e consumo). A CCEE atua  em conjunto com outras instituições e órgãos governamentais que compõem  a  governança  do  setor  para  assegurar um modelo sustentável de energia  no país, capaz de estimular o crescimento da economia do Brasil e,ao mesmo tempo, garantir um preço acessível ao consumidor.

 

fonte:http://www.segs.com.br/d

publicado por adm às 20:30

Fevereiro 20 2014

Os dados são do primeiro Boletim das Usinas Eólicas, que passa a ser divulgado mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O número de usinas em funcionamento passou de 76 para 90 no ano passado e, segundo a CCEE, a geração eólica no Brasil em 2013 resultou em fatores de capacidade superiores aos registrados em países como Estados Unidos, Espanha e Alemanha, por exemplo.

Em dezembro de 2013, o fator de capacidade médio das eólicas brasileiras - que mede a eficiência na produção de energia dos parques - foi de 36%, sendo que tal fator variou de um mínimo de 24 por cento em abril a um máximo de 47% em outubro.

O Boletim da CCEE não leva em consideração os cerca de 594 MW de capacidade instalada de usinas que já estavam em condições de entrar em operação comercial no ano passado, mas que dependiam de sistemas de transmissão atrasados para fazê-lo.

fonte:http://www.midianews.com.br/

publicado por adm às 20:01
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Janeiro 27 2014

A Indonésia poderá estar interessada na capacidade de Portugal na produção de energia eólica, revelou hoje o ministro indonésio dos Negócios Estrangeiros, em visita a Lisboa para reforçar as relações económicas entre os dois países.

"Estou informado sobre a capacidade de Portugal nas energias renováveis, incluindo a energia produzida pelo vento, algo em que podemos estar interessados", disse Marty Natalegawa, numa conferência de imprensa após um encontro com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete.

As energias renováveis são uma das áreas de oportunidade para as empresas portuguesas na Indonésia, mas Rui Machete apresentou muitas outras, como as tecnologias da informação, os produtos alimentares, os têxteis, o calçado, o imobiliário, o turismo e maquinaria de tecnologia média e mais desenvolvida.

Este encontro foi, segundo o chefe da diplomacia portuguesa, um "passo muito importante no aprofundamento das relações entre Portugal e Indonésia, que são muitíssimo boas".

Se as relações políticas entre os dois países são "excelentes", Rui Machete reconheceu que há ainda "muito caminho a percorrer no âmbito do relacionamento, sobretudo económico e comercial", faltando realizar "um esforço muito grande para explorar as oportunidades que existem".

"O dinamismo das economias emergentes da Ásia-Pacífico tornou aquela região prioritária para as empresas portuguesas e para a diplomacia económica de Portugal", sublinhou, admitindo que os portugueses começaram "relativamente tarde a dar a devida atenção a esta região da Ásia, mas hoje as empresas portuguesas estão plenamente convencidas da sua importância e há que lançar as iniciativas necessárias para esse aproveitamento".

A Indonésia, acrescentou, é o segundo país do G-20 com maior crescimento económico desde 2010, sendo superado apenas pela China.

O ministro revelou ter acordado, com o seu homólogo indonésio, a realização de "pelo menos uma reunião anual" para rever "as atividades em comum ou lançar novas iniciativas".

"Isso não tem sido feito nestes anos, apesar de as relações serem boas e de terem havido visitas de caráter empresarial, designadamente por parte de empresários portugueses à Indonésia. Não houve a cooperação toda que podia ter sido potenciada pelos acordos já estabelecidos", salientou Rui Machete.

O ministro indonésio salientou que as relações entre os dois países têm vindo a intensificar-se nos últimos anos, em particular com a deslocação do Presidente da República, Cavaco Silva, à Indonésia em 2012, naquela que foi a primeira visita de Estado de Portugal àquele país, após o reatar de relações em 1999.

A relação entre os dois países "está a tornar-se cada vez mais substancial na área económica e no investimento", declarou Marty Natalegawa, que referiu que a sua visita a Portugal pretende garantir que esta cooperação "vai manter-se e até ser incentivada" e que "está a ser feito progresso nas diferentes áreas de cooperação, em particular na economia e cultura".

 

fonte:http://dinheirodigital.sapo.pt/

publicado por adm às 22:30

Janeiro 09 2014

Os chineses deram início ao maior impulso que as energias renováveis já receberam em todo o mundo, prometendo - entre outras coisas - dobrar o número de turbinas eólicas no país ao longo dos próximos seis anos.

 

Já ocupando o posto de o maior gerador de energia pelo vento do mundo, a China agora planeja intensificar massivamente esse setor.

 

Com uma capacidade instalada de energia eólica de cerca de 75 gigawatts (GW), o país pretende atingir a marca de 200 GW até 2020.

Os países da União Europeia, em comparação, têm juntos um total de 90 GW de capacidade instalada de energia eólica. Apesar de ser visto como um dos países de maior potencial na geração de energia eólica no mundo, o Brasil possui uma capacidade instalada de energia eólica de apenas 2,2 GW, segundo cálculo do Ministério de Minas e Energia.

Desafios

Novos parques eólicos estão sendo criados em ritmo acelerado na China.

"Há sete anos, conseguíamos produzir uma turbina a cada dois dias. Agora conseguíamos fazer duas em um dia", diz Jiang Bo, engenheiro da empresa Goldwind, que produz turbinas.

No entanto, um dos principais desafios é integrar a cadeia produtiva da energia eólica. As regiões onde há mais vento, como Xinjiang, costumam ser muito distantes das cidades grandes, onde a demanda por energia elétrica é maior.

E o valor da construção de campos eólicos costuma exceder a das conexões necessárias para ligar as turbinas na rede de distribuição.

Também há problemas nas linhas de distribuição, pouco acostumadas à intermitência da energia gerada pelo vento.

Mas uma questão ainda mais fundamental recai sobre a contribuição da energia eólica para a insaciável demanda de energia chinesa.

 

Dados recentes, de 2012, indicam que enquanto o carvão gera 75% da eletricidade do país, a eólica produz 2% (no Brasil, essa participação é de 1,7%).

No entanto, em números absolutos, a geração total de energia eólica na China é mais do que o produzido em toda a União Europeia.

"Dois por cento parece pouco, mas quando você considera o total de eletricidade usado no país, você percebe que não é pouco", diz Liming Qiao, diretor para a China do Global Wind Energy Council (GWEC).

"Na verdade, no ano passado, a eólica superou a nuclear e se tornou a terceira matriz energética do país, após as termoelétricas a carvão e as hidrelétricas."

Impacto internacional

A escala do mercado eólico chinês vem ajudando na redução de preços de produção e incentivando a inovação no setor.

Antes, os chineses obtinham licenças para produzir turbinas de países ocidentais. Agora, o boom do setor levou a uma enxurrada de novos – e mais modernos - modelos nacionais.

O desenvolvimento dessa indústria na China também vem puxando os preços para baixo em outros países, segundo Paolo Frankl, da Agência Internacional de Energia.

Ele acredita que os chineses ampliem as exportações no setor para mercados na Ásia, América Latina e África.

Subsídios

O governo chinês vê as energias renováveis como estratégia prioritária, liberando uma série de subsídios.

A altíssima poluição do ar em muitas cidades do país também vem incentivando o uso desse tipo de energia.

Mas ainda precisa ser respondida a questão quanto a se o custo da energia eólica poderá ser reduzido a ponto de ficar abaixo do das termoelétricas a carvão.

Ma Jinru, vice-presidente da Goldwind, acredita que sim.

"No futuro, quando os recursos ficarem ainda mais limitados, os preços subirem mais e a poluição piorar, a sociedade vai cobrar o custo social disso. Então, a longo prazo, o custo da energia eólica vai ficar abaixo do de carvão. O custo da eólica também vai cair por conta da inovação tecnológica, e o setor vai ter um imenso crescimento."

E se algum país pode produzir energia a partir do vendo em níveis industriais e fazer disso algo rentável, esse país e a China.

Uma prévia desse cenário futuro pode ser encontrada em Xinjiang, próxima à antiga rota da seda, onde há florestas de turbinas metálicas brancas – algumas prontas, outras aguardando para receber hélices e muitas mais prestes a sair do papel.

 

fonte:http://www.bbc.co.uk/po

publicado por adm às 19:33
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Janeiro 08 2014
A Rede Elétrica da Espanha (REE), a distribuidora de energia do país, informou que, em 2013, pela primeira vez, a energia eólica foi a fonte energética que mais contribuiu para a geração de eletricidade espanhola.

 

De acordo com o relatório da REE, as fazendas eólicas da Espanha atingiram 21,1% da demanda total de eletricidade do país, um pouco mais do que a energia nuclear, que foi responsável po 21% da demanda, seguida pelo carvão (14,6%), grandes hidrelétricas (14,4%), solar fotovoltaica (3,1%) e solar térmica (1,8%).

 

A Associação Empresarial Eólica (AEE), o órgão nacional de energia eólica, está verificando os dados para confirmar se o país será a primeira nação a atingir essa marca.

 

No total, estima-se que os parques eólicos espanhóis tenham gerado 53.926 gigawatts-hora (GWh) de eletricidade, 12% a mais do que em 2012. Em seis de fevereiro de 2013, a produção eólica instantânea da Espanha chegou ao seu recorde, atingindo a marca de 17.056MW às 15h49.

 

O recorde de geração de eletricidade por hora também foi atingido no mesmo dia, com 16.918 MWh. Os meses de janeiro, fevereiro, março e novembro foram os que registraram a maior contribuição da produção de energia eólica para o sistema.

 

Em 2011, a energia eólica forneceu 17,1% da geração de eletricidade no país, e 18,1% em 2012. A Espanha, que possui vários subsídios para as energias renováveis, é pioneira dentro do setor eólico, figurando como o quarto país do mundo em se tratando de potência eólica instalada.

 

Além disso, uma precipitação maior do que o normal fez com que a energia hidrelétrica fornecesse 32.205 GWh em 2013, 16% a mais de energia do que a sua produção média. Com isso, até o final do último ano as energias renováveis corresponderam a 49,1% do total de capacidade instalada na Espanha, e foram responsáveis por 42,4% da demanda de eletricidade em 2013, 14,2% a mais do que em 2012.

 

Segundo o relatório, o aumento da produção de energia renovável no país e uma queda na demanda de energia na Espanha de 2,3% – levando em conta as temperaturas, a queda é de 2,1% – para 246.166 GWh sugerem que a dependência da energia carbonífera e de gás natural, bem como da energia nuclear, está diminuindo.

 

A produção de energia de usinas a gás em ciclos combinados caiu 34%, a geração de usinas carboníferas caiu 27,3%, e a produção de energia nuclear diminuiu 8,3%.

 

Com tudo isso, a REE acredita que as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) do setor de eletricidade da Espanha tenham diminuído 61,4 milhões de toneladas, ou 23,1%, em 2013, principalmente devido ao aumento da geração da energia eólica e hidrelétrica.


fonte:http://jornalggn.com.br/n
publicado por adm às 22:21
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Janeiro 08 2014

Dezembro foi um excelente mês para a energia eólica no Reino Unido, de acordo com a Renewable UK, que coordena as estatísticas da energia eólica e eólicas offshore do país.

Aproveitando uma tendência que é também recorrente em vários dos países que têm reforçado o investimento nestas renováveis, o Reino Unido gerou um total de 2,841,090 megawatts/hora (MWh) por via da energia eólica, cerca de 10% das necessidades de energia do País.

Esta energia seria suficiente para electrificar 5,7 milhões de casas, de acordo com a Renewable UK.

A 21 de Dezembro, um sábado, as eólicas geraram 132,81 2 MWh e forneceram 13% da procura total de electricidade desse dia – o que foi um recorde diário.

Até então, o melhor mês de sempre tinha sido Outubro de 2013, com 1,956,437 MWh, que representou cerca de 8% das necessidades energéticas britânicas desse mês.

fonte:http://greensavers.sapo.pt/2

publicado por adm às 22:20

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