Energia Eolica

Abril 28 2010

A EDP Renováveis e a Vestas Wind Systems (Dinamarca) assinaram hoje um contrato global para o fornecimento de aerogeradores relativos a um máximo de 2,1GW de capacidade eólica.

O que está em causa é um contrato de fornecimento em larga escala de turbinas eólicas, com uma encomenda inicial de 1500MW para fornecimento, instalação e comissionamento em 2011 e 2012. Para o mesmo período de tempo, existe ainda uma opção de encomenda de capacidade adicional até 600MW.

Entre as duas empresas está ainda acordada a flexibilidade de entrega de turbinas na América do Norte, América do Sul e Europa, bem como a «flexibilidade na escolha, para cada projecto, de modelos e classes de turbinas eólicas comercialmente disponíveis, sob aviso prévio».

O contrato prevê ainda um serviço de operação e manutenção durante dois anos, prolongável a cinco ou dez anos, com acordo de assistência técnica subsequente (dependendo do projecto em questão).

Segundo a EDP, «a Vestas destacou-se entre os principais fabricantes de turbinas eólicas, como o concorrente com a oferta de maior valor global, tendo em conta o pipeline de curto prazo da EDPR, assim como as perspectivas de flexibilidade no crescimento e os objectivos estratégicos da empresa».

Através deste contrato, a eléctrica nacional encomenda à Vestas a tecnologia eólica que permite «optimizar os factores de produtividade do seu pipeline e o custo global do activo», possibilitando à EDPR obter uma «vantagem competitiva na indústria de produção de energia eólica».

Este acordo representa ainda o maior contrato para o fornecimento de turbinas anunciado a nível mundial nos últimos dois anos. «A escala e a diversificação geográfica de ambas as empresas permitiram a celebração de um contracto que oferece à EDPR visibilidade na execução dos seus objectivos de crescimento, melhorando ao mesmo tempo a gestão de risco da empresa no que respeita aos diferentes cenários de mercado, regulação e ritmos de crescimento».

A EDPR considera que o sucesso na combinação entre as opções de curto-prazo do seu pipeline, com a flexibilidade na posição de compra de turbinas pós-2010 e o efeito de escala na indústria, foram «factores-chave» para alcançar um acordo de «elevada importância estratégica».

Com mais de quarenta mil turbinas instaladas em 65 países, a Vestas tem quatro fábricas em Espanha e garante que instala uma turbina a cada três horas e que a potência que tem activa chega aos 60 milhões de MW/h por ano.

Fonte:http://revistame.wordpress.com

publicado por adm às 23:23

Abril 28 2010

A Alemanha abriu um novo capítulo no abastecimento de energia do país.

O ministro da Energia alemão, Norbert Roettgen, inaugurou um parque eólico com 12 aerogeradores de grande potência no mar do Norte.

Considerado pelo porta-voz da Federação de Energia Eólica como o “último grito da modernidade”, o “Alpha Ventus” custou 250 milhões de euros e foi instalado a 45 quilómetros ao largo da ilha de Borkum.

Os aerogeradores têm 150 metros de altura, uma altura muito superior à normal dos parque eólicos situados em alto mar e estão instalados a 30 metros de profundidade.

Cada turbina tem uma capacidade de cinco megawatts, o que perfaz um total de 60 megawatts.

Este parque experimental deve fornecer energia eléctrica suficiente para 50 mil residências e vai servir de laboratório de pesquisa sobre a energia eólico e o ambiente e o impacto dos aerogeradores na vida de várias espécies marinhas e de pássaros.

A Alemanha já anunciou que vai investir 40 milhões de euros em mais quatro parques eólicos que vão ser instalados em Cabo Verde.


Fonte:euronews

publicado por adm às 23:19

Abril 26 2010

A Alemanha vai investir 40 milhões de euros em quatro parques eólicos em algumas ilhas do arquipélago de Cabo Verde, disse hoje (segunda-feira) à Agência Lusa a ministra do Turismo e Energia cabo-verdiana.


Fátima Fialho, que falava à Lusa no final de um encontro, no aeroporto do Sal, com o seu homólogo alemão, Rainer Bruberle, adiantou que os parques, a concluir até meados de 2011, terão uma capacidade total de 28 megawatts - 10 mgw na ilha de Santiago e na do Sal, cinco na de São Vicente e três na da Boavista.


"Actualmente, estamos com cerca de três porcento de capacidade nas energias
renováveis, mas estamos em condições de chegar aos 20 porcento, já este
ano, e cumprir os 25 porcento a que nos comprometemos até ao final de 2011",
disse Fátima Fialho, a caminho dos 50 porcento até 2010.


Por seu lado, o ministro do Turismo e Energia alemão disse que todo o equipamento vai ser montado pela empresa alemã Vestas e que, além das energias renováveis, onde a Alemanha tem uma das maiores experiências e "know how" a nível mundial.


Rainer Bruberle, que hoje escalou o Sal procedente do Brasil, onde efectuou uma visita oficial, lembrou que a Alemanha tem uma experiência de mais de 20 anos nesse domínio, sendo líder mundial na produção dos equipamentos tecnológicos, e que Cabo Verde tem condições "ideais" para a instalação de parques eólicos e de centrais solares.


"São perspectivas gigantescas, que se podem enquadrar mesmo no DESERTEC, um projeto de construção de centrais solares na África do Norte que prevê a instalação de energia solar nos próximos 40 anos que cubra 15 porcento das necessidades", disse.


O ministro alemão confirmou também o interesse de Bona em aumentar o fluxo turístico para Cabo Verde - 12 porcento dos turistas são alemães -, salientando que virá, "talvez em Maio" próximo, uma missão empresarial do sector ao arquipélago visando encontrar parcerias locais.


"Queremos ampliar os nossos destinos e apostar no turismo de qualidade, ecológico. Isso é o futuro. Não o turismo de massas. Cabo Verde, aliás, tem uma grande potencialidade turística", salientou Bruberle, salientando que as parcerias com empresas cabo-verdianas "fazem todo o sentido".


"Temos o potencial tecnológico e Cabo Verde o conhecimento do mercado", salientou Bruberle, que foi convidado por Fátima Fialho a visitar oficialmente Cabo Verde numa data a definir, convite retribuído pelo seu homólogo alemão.


Os dois ministros acordaram também a instalação, no Mindelo (ilha de São Vicente), de um Centro de Investigação Científica, para apoio de navios científicas que demandem o Atlântico Sul, projecto que deverá estar concluído até ao final deste ano.


A nível político, Fátima Fialho reafirmou o apoio de Cabo Verde à candidatura alemã para um assento não permanente no Conselho de Segurança da ONU, para o biénio 2010/2011, já demonstrado durante a visita oficial que o presidente cabo-verdiano, Pedro Pires, efectuou à Alemanha em 2009.

Fonte:www.portalangop.co.ao

publicado por adm às 23:27

Abril 26 2010

Segundo o comunicado enviado pela empresa liderada por Ana Maria Fernandes à CMVM, a Vestas foi escolhida através de “um processo de selecção competitivo para a celebração de um contrato de fornecimento em larga escala de turbinas eólicas”.

Segundo a mesma fonte, a Vestas apresentou “a oferta de maior valor global, tendo em conta o pipeline de curto prazo da EDPR, assim como as perspectivas de flexibilidade no crescimento e os objectivos estratégicos da empresa”.

Os responsáveis da EDP Renováveis referem ainda que, através deste contrato, a empresa poderá “obter uma vantagem competitiva na indústria de produção de energia eólica”.

Fonte:Construir

publicado por adm às 23:22

Abril 24 2010

 

FotoFotoFoto

Duas torres estão prontas e mais três bem adiantadas


Aos poucos e dentro de um planejamento anunciado antecipadamente, o Parque de energia eólica que esta sendo construído pela GESA - Gargaú Energética, na praia de Gargaú em São Francisco de Itabapoana (SFI) vai ganhando forma. Nos últimos dias duas torres foram montadas e mais três estão bem adiantadas.

No dia 06 de janeiro a população de São Francisco assistiu as primeiras carretas chegando na cidade com as primeiras torres e equipamentos pesados.

Parte dos equipamentos saíram do Rio de Janeiro e atravessaram a BR-101. Já as torres metálicas saíram de Recife até SFI.

Com investimento em torno de R$ 130 milhões, São Francisco Itabapoana vai sediar o primeiro parque de energia eólica da região Sudeste. O parque terá 17 aerogeradores de 1,65 MW cada, somando uma potência total de 28 MW, o suficiente para abastecer uma cidade de 80 mil habitantes. O empreendimento é da empresa brasileira Ecopart Ltda.

Cada aerogerador tem 120 metros: 80 metros de altura da torre, mais 40 metros da pá da hélice, altura equivalente a um prédio de 40 andares. Para que o projeto fosse implantado, um estudo de aproximadamente um ano e meio foi realizado para verificação da capacidade e do perfil dos ventos em todas as estações. Os especialistas chegaram à conclusão que o litoral de São Francisco é propício para geração de energia eólica devido à existência de vento constante durante todo ano.

Fonte:Ururau

publicado por adm às 15:55

Abril 22 2010

Apesar da crise financeira mundial, a implantação de usinas eólicas deu um salto no ano passado, com a implantação de mais 37.500 MW de energia elétrica no mundo, o que equivale a 2,6 vezes a capacidade da usina hidrelétrica de Itaipu, que é de 14 mil MW e um acréscimo de 42% sobre o ano anterior, segundo se informou na Feira Industrial de Hannover. E a projeção do presidente da entidade nacional de produtores da Alemanha, Hermann Albers, é de que haja um crescimento anual de 20%, elevando os investimentos dos atuais 50 bilhões de euros por ano para 200 bilhões. O destaque é mais uma vez a China, que mais do que dobrou sua capacidade em 2009, atingindo agora 25.800 MW.

Fonte:http://jcrs.uol.com.br

publicado por adm às 23:42

Abril 20 2010

A EDP Renováveis Brasil, empresa do Grupo EDP, lançou hoje, em Tramandaí, Rio Grande do Sul, a "primeira pedra" para construção do seu terceiro parque eólico no país.

Segundo o comunicado da EDP Renováveis Brasil, o novo parque eólico vai ampliar os 70 MegaWatts (MW) que tem actualmente, para quase 84 MW a capacidade da empresa gerir energia a partir do vento.

O Parque Eólico Tramandaí reforça a aposta do Grupo EDP em energia eólica, aliada à energia hídrica e térmica.

A EDP Renováveis Brasil é participada em 55% pela EDP Renováveis e 45% pela EDP - Energias do Brasil

Fonte:www.jornaldenegocios.pt

publicado por adm às 23:44

Abril 19 2010
Está em fase avançada de construção a segunda fase do parque eólico nas freguesias de Carreço e Outeiro, um dos projectos da ENEOP2, que tem como accionistas os promotores eólicos a Enercon, Enernova – Novas Energias, Generg Expansão, Finerge – Gestão de Projectos Eólicos e TP – Sociedade Térmica Portuguesa.

O novo parque eólico surge no âmbito do contrato de atribuição de capacidade de injecção de potência na rede do sistema eléctrico de serviço público para energia eléctrica produzida em centrais eólicas, celebrado em 27 de Outubro de 2006, entre a Direcção Geral de Geologia e Energia e a ENEOP – Eólicas de Portugal SA.

O projecto, que vai ter seis aerogeradores com dois MW de potência, integra a instalação de uma subestação e edifício de comando, postos de transformação, rede interna de cabos, faixas envolventes de protecção e implica ainda a construção de acessos viários.

A empresa já arrendou os necessários terrenos a privados e às juntas de freguesia, tendo a Câmara Municipal de Viana do Castelo declarado a sua concordância com a localização do parque eólico e com a afectação dos terrenos necessários à sua concretização ainda em 2009.
Fonte:www.ambienteonline.pt/
publicado por adm às 23:43

Abril 19 2010

De acordo com a informação fornecida pela Alstom, este novo parque será composto por 61 turbinas eólicas Alstom ECO, que totalizam mais de 100 megawatts de energia renovável.

À Alstom caberá assegurar o fornecimento, instalação e comissionamento do parque eólico, bem como a responsabilidade pela operação e manutenção nos primeiros cinco anos.

O novo contrato estabelece o compromisso marroquino em alcançar a meta de gerar 42% da sua electricidade a partir de fontes renováveis, até 2020.

“A Alstom orgulha-se de ter assinado este contrato, em Marrocos, que permite que o grupo e os seus clientes possam reforçar ainda mais a indústria deste país a nível eólico, em sintonia com as suas políticas ambientais”, referiu o vice-presidente da Alstom, Philippe Cochet.

Por sua vez, Mohamed Sebti, director da Nareva Energia afirmou estar muito animado “por desempenhar um papel importante no desenvolvimento da capacidade de geração de energia eólica de Marrocos”.

Fonte:www.construir.pt

publicado por adm às 23:33

Abril 14 2010

A Ásia deverá ultrapassar a Europa como maior produtor mundial de energia eólica em 2014, fruto das instalações de nova potência que já estão a ser feitas, sobretudo na China, revelam as mais recentes previsões do Global Wind Energy Council (GWEC).

Em 2009 a Ásia já foi a região com maior potência eólica adicionada, tendo os seus 15,4 gigawatts (GW) de nova capacidade superado os 10,5 GW da Europa e os 10,9 GW da América do Norte.

Ora, nas previsões a cinco anos, o GWEC aponta para 2013 o momento em que a Ásia alcançará a potência instalada na Europa, prevista para 122 GW. E em 2014 o continente asiático deverá atingir uma potência eólica acumulada de 148,8 GW, ultrapassando os 136,5 GW estimados para a Europa.

Os parques eólicos asiáticos darão o maior contributo para o crescimento deste negócio à escala global. A associação eólica mundial prevê que a capacidade total do planeta de geração de energia a partir do vento poderá passar dos 158,5 GW instalados no final de 2009 para 409 GW em 2014.

No “ranking” mundial de potência eólica a República Popular da China lidera as novas instalações feitas em 2009, com 13,8 GW estimados, seguida dos Estados Unidos da América (EUA), com 9,9 GW. Espanha e Alemanha vêm logo a seguir, com 2,5 e 1,9 GW, respectivamente.

Portugal no top 10

Portugal figura como o décimo mercado mundial que no ano passado mais potência eólica adicionou: o GWEC indica que em território luso foram acrescentados à rede parques com 673 megawatts (MW). Da lista dos dez mercados com maiores potências adicionadas em 2009 fazem parte também a Índia, Itália, França, Reino Unido e Canadá.

O GWEC indica que em termos acumulados os EUA lideram o mapa mundial de aerogeradores em operação, com 35 GW de potência, seguidos pela China, com 25,8 GW, e só depois pela Alemanha, com 25,7 GW. Portugal ocupa a nona posição entre os países com maior potência eólica instalada, atrás de Espanha, Itália, França, Índia e Reino Unido, mas à frente da Dinamarca, país que tem uma forte tradição no fabrico de aerogeradores.

Entre os dez maiores mercados de energia eólica do mundo a EDP Renováveis já está presente (ou anunciou que marcará presença) em seis, nomeadamente Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido e EUA. Mas para a Ásia, o mercado com maior crescimento previsto para os próximos anos, a empresa do grupo EDP ainda não avançou.

Fonte:www.jornaldenegocios.pt

publicado por adm às 23:24

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