Energia Eolica

Julho 27 2011

Os estaleiros navais de Gdansk, na Polónia, estão a fazer uma revolução, ao tornarem-se a primeira estrutura de construção naval a transformar-se para fazer uma aposta num segmento de mercado que se quer emergente - a energia eólica offshore.

 

Há trinta anos os estaleiros navais de Gdansk, na Polónia, foram palco de um movimento histórico que permitiu o aparecimento do primeiro sindicato independente do bloco soviético, o emblemático Solidariedade. Agora, estão a apostar em fazer uma nova revolução. 

O processo de readaptação que devem sofrer os estaleiros navais de toda a Europa têm sido alvo de estudo por parte da União Europeia, havendo muitos especialistas a apontar para a indústria eólica como uma das portas de saída para esta indústria, que tem enfrentado a concorrência asiática. 

É o caso de Sérgio da Fonseca, que foi conselheiro para a indústria da representação permanente de Portugal (Reper) na UE, que defendeu ao PÚBLICO ser essa uma das soluções para os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), o único estaleiro de construção de navios oceânicos do país. O ministro da Defesa adiou para Setembro as decisões sobre a reestruturação dos ENVC, que fecharam 2010 com prejuízos de 40 milhões de euros e acumulam um passivo que quase chega aos 200 milhões. Hoje mesmo o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, deve reunir-se com o secretário de Estado da Defesa para transmitir a "preocupação" da comunidade com a situação dos estaleiros da cidade e propor alternativas de negócio. 

Enquanto que em Viana todas as hipóteses poderão estar ainda em estudo, os primeiros passos daquilo que pode ser uma "revolução" estão, de novo, a ser dados na Polónia e nos estaleiros de Gdansk. Já foi criada uma nova empresa, a GSG Towers, detida pelo Estado polaco e por investidores ucranianos, que já está a dar resposta a algumas encomendas. 

O vice-presidente desta empresa, Thomas Gaardbom, disse acreditar estarem reunidas muitas das condições necessárias para que o desafio que enfrentam venha a conduzir a uma aposta bem-sucedida. Para além das metas europeias de produção de energia limpa, agendadas para 2020, existe já a saturação do mercado alemão nas eólicas onshore, e que o único desenvolvimento que pode acontecer nesta área é a energia offshore. "Estamos a tentar posicionar-nos para esse mercado de offshore", assumiu Gaardbom. Os estaleiros de Gdansk beneficiam de uma localização privilegiada no acesso às rotas marítimas através do Báltico.

fonte:http://economia.publico.pt/N

publicado por adm às 21:36

Julho 24 2011

O preço dos aerogeradores no mercado internacional está no nível mais baixo dos últimos oito anos e tende a subir, afirma o presidente da Gestamp Wind, Dionisio Auray. Segundo o executivo, o cenário irá mudar em dois anos com a recuperação da economia norte-americana e europeia.

“Estamos pagando por um aerogerador o mesmo que pagávamos em 2003”, afirma Auray. “Os preços estão muito apertados. Não é sustentável. É só ver os resultados das fabricantes nos últimos trimestres, todos negativos.”

De acordo com o executivo, o teto foi alcançado em 2007, antes da crise econômica mundial. Desde então, o custo das turbinas teria caído de 15% a 20% por conta da redução da demanda.

O preço médio de um aerogerador no Brasil segue o do mercado externo e varia de R$ 5 milhões a R$ 8 milhões, dependendo do fabricante e da potência. Os modelos atualmente em operação e instalação no país variam de 1,5 MW a 3 MW.

A empresa espanhola vai participar do leilão de energia A-3 com 260 MW e pretende instalar mais 400 MW em cinco anos no Brasil. Para Auray, os preços no mercado nacional estão no limite e a tendência é que subam nos próximos leilões. 

fonte:http://www.energiahoje.com.br/

publicado por adm às 22:00

Julho 22 2011

Os dois últimos estudos da Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, na sigla em inglês) afirmam o crescimento do uso de energia eólica no mundo. Os trabalhos, que avaliaram os anos de 2010 e o primeiro semestre de 2011, revelam que, ao todo, 86 países já utilizam essa fonte renovável para a produção de energia elétrica. Entre eles, destaca-se a China, que se tornou o país com maior capacidade instalada, acrescentando 18.928 Megawatt (MW) em sua matriz, em um ano, bem como o centro da indústria eólica internacional.

Somando todas as turbinas eólicas que foram instaladas até o final de 2010, tem-se a capacidade mundial de gerar 430 Terawatt-hora (TWh) anuais, mais que o total da demanda de eletricidade do Reino Unido, sexta economia do mundo. “Esse aumento da participação da eólica no mundo está relacionado a diversos fatores. Entre eles está a necessidade de os países poderem contar com uma fonte de energia segura. Além disso, o seu custo de instalação está diminuindo e ela é livre de emissão de CO2 e outros gases poluentes, além dos menores impactos sobre o meio ambiente”, afirma Stefan Gsänger, secretário geral da WWEA.

No Brasil, dados da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica mostram que em maio deste ano o país atingiu pela primeira vez 1 gigawatt-hora (GWh) de energia eólica e sua capacidade instalada só vem crescendo nos útlimos anos. Atualmente, os ventos estão produzindo 1,073 GWh, potencial que pode abastecer uma cidade de 1,5 milhão de habitantes, e a eólica já corresponde a 1% da matriz energética brasileira. 

Um dos destaques nacionais na produção de energia a partir dos ventos, este ano, foi os Parques Eólicos de Osório, no Rio Grande do Sul. O forte vento Sul que soprou na região, no mês de junho, porporcionou o recorde histórico de produção de energia nos Parques, desde a sua entrada em operação em janeiro de 2007. Foram gerados 3560 MWh e das 24 horas do dia, 98,9% do tempo a usina esteve em produção máxima. 

fonte:http://www.oeco.com.br/

publicado por adm às 22:50

Julho 20 2011

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema/RN) emitiu 82 licenças prévias para empreendedores que pretendem participar do leilão de energia promovido pelo Ministério das Minas e Energias (MME), previsto para acontecer nos dias 17 e 18 de agosto. Segundo o diretor geral do Idema, Marcelo Toscano, dos 96 projetos apresentados, 14 não obtiveram a licença. "Três projetos foram reprovados e 11 não apresentaram em tempo hábil as providências solicitadas para complementar a documentação", explicou.

 

Segundo ele, a maior parte das empresas que apresentou projetos e obteve a licença prévia do Idema para participar do leilão de energia é de capital estrangeiro e com experiência em energia renovável. Dentre os municípios com maior número de projetos Marcelo Toscano citou João Câmara, Parazinho, São Miguel do Gostoso, e Macau.

O Rio Grande do Norte foi o estado com maior quantidade de projetos aprovados nos dois últimos leilões de energia (2009 e 2010). A expectativa dos empresários do setor é que sejam contratados de 600 a 800 megawatts (MW) de energia, o que levaria o estado a sair dos atuais 1,6 gigawatts de capacidade instalada para 2,4 gigawatts de potência.

A licença prévia do órgão ambiental é um dos pré-requisitos para o projeto participar do leilão de energia. Para a emissão desta licença é analisada a concepção do projeto. "Para a emissão da licença prévia nós analisamos a viabilidade ambiental para a implantação do projeto", explicou Marcelo Toscano. 

Segundo ele, quando a empresa vence o leilão ela requer a licença de instalação do parque eólico. "É improvável que uma empresa vencedora tenha a licença de instalação negada porque o projeto passou por uma análise inicial para a emissão da licença prévia. Pode acontecer, mas é difícil porque o projeto já foi avaliado", disse.

A licença de instalação libera a construção do empreendimento, no caso o parque eólico. Para começar a funcionar o empreendimento precisa de uma terceira licença, a de operação. "É um processo rigoroso e o Idema é criterioso nessas análises", informou Marcelo Toscano. O Idema já concedeu três licenças de operação para parques eólicos no Rio Grande do Norte: um em Rio do Fogo e dois em Guamaré. "Além disso, já foram emitidas 48 licenças de instalação e 12 projetos estão em processo de análise ambiental para licenciamento", disse o diretor do Idema.

Aumento da demanda

O aumento na demanda de projetos de energia eólica fez com o diretor do Idema instalasse em fevereiro deste ano o Núcleo de Análise e Licenciamento Ambiental para Parques Eólicos. Atualmente seis servidores atuam no núcleo, mas a pretensão do diretor do órgão é deslocar mais oito servidores para o núcleo. "Estamos investindo na capacitação e treinamento desse pessoal, porque a demanda de projetos na área de energia eólica só tende a crescer. Mais uma vez o Rio Grande do Norte deverá ser o campeão do leilão pelo seu potencial de ventos e o Idema estará preparado para analisar e conceder todas as licenças necessárias", disse. 

fonte:http://www.diariodenatal.com.br

publicado por adm às 22:08
Tags:

Julho 17 2011

Almodôvar continua a apostar nas energias renováveis, “tornando-se num Concelho totalmente sustentável face às suas necessidades energéticas”, revela a Câmara. Neste momento, está em pleno funcionamento o novo aerogerador no parque eólico do Mú, que se somou aos 13 já existentes, passando o parque a produzir um total de 28 megawatts de potência. 
Para breve está prevista a instalação de um novo parque eólico na freguesa de Santa Cruz, que contará com mais 13 aerogeradores. Num futuro breve, o Concelho de Almodôvar terá no total 27 aerogeradores em pleno funcionamento, “tornando-se o principal produtor de energia eólica do Alentejo”, segundo a autarquia.

fonte:http://www.radiopax.com/

publicado por adm às 09:33

Julho 10 2011

Para concorrer no leilão de energia eólica da Aneel, o Ceará terá 103 projetos inscritos. O processo será realizado próximo mês com interessados do mundo todo. O objetivo é manter a liderança no setor

 

No último leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para contratação de energia gerada por fontes alternativas em 2010, o Ceará conseguiu aprovar apenas cinco projetos. A nova edição do leilão, em agosto deste ano, é a chance de se recuperar. Serão lançados 103 projetos somando 2,42 mil megawatts (MW) de capacidade instalada.

 

No ano passado, o Rio Grande do Norte levou a melhor e o Ceará espera recuperar os investimentos perdidos. Impasses ambientais foram considerados o maior motivo para a queda de projetos cearenses. A participação do estado em leilões do setor caiu 88,57% entre 2004 e 2010. O Ceará respondia por 63,9% dos contratos assinados e no ano passado, o percentual caiu para 7,3%.

 

Os projetos inscritos no leilão este ano somam 27,56 mil mw de capacidade instalada, entre térmicas a gás natural e a biomassa, usinas eólicas, pequenas centrais hidrelétricas (PCH) em duas categorias: A-3 e energia de reserva (LER). O primeiro leilão (A-3) será aberto a todas as fontes de energia para empreendimentos que entrarem em operação a partir de 2014. O LER será destinada exclusivamente para a energia eólica e a biomassa.

 

Reunião

Secretários estaduais ligados ao setor de energias do Ceará e Piauí se reuniram ontem com representantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A reunião, que contou com representantes do Ministério das Minas e Energia, da Coelce, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Agência Reguladora dos Serviços públicos Delegados do Ceará (Arce) e representantes da classe empresarial decidiu a criação de grupos de trabalho para analisar a situação da energia no nordeste.

 

Adail Fontenele, secretário estadual da Infraestrutura, disse que os principais problemas levantados foram a deficiência em alimentação de energia, problemas de ordem ambiental e limitações de algumas empresas.

 

Para Adail, o cenário atual de engenharia no Nordeste é de progresso acelerado, com novas linhas de transmissão de energia.

 

Entre os projetos futuros, está a intenção de criar pequenas centrais hidrelétricas (PCH). O diretor-geral do ONS, Hermes Chipp disse que a previsão é de que reuniões como essa aconteçam a cada três meses para discutir assuntos pontuais e propostas a longo prazo.

 

Em relação ao andamento dos grupos de trabalho para a Copa 2014, Adail disse que o ministério de Minas e Energia encomendou oito relatórios, um para cada capital-sede. O diagnóstico está concluído e as sedes devem apresentar o resultado ao Ministério em agosto. “O Ceará não tem grandes problemas”, garantiu o secretário.

 

Em maio deste ano, foi realizada uma reunião envolvendo Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

 

Quando

 

ENTENDA A NOTÍCIA

 

Nos dias 17 e 18 de agosto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza leilão para contratação de energia gerada por diversos tipos de fontes alternativas. O Ceará participa com 103 projetos de energia eólica.

fonte:http://www.opovo.com.br/

publicado por adm às 09:09
Tags: ,

Julho 10 2011

O Brasil alcançou pela primeira vez, em junho, a potência de 1 gigawatt (GW) de energia elétrica gerada nos parques eólicos instalados, principalmente, nas regiões Nordeste e Sul do país.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o potencial, suficiente para abastecer uma cidade com população com 1,5 milhão de habitantes, é proveniente do funcionamento de 51 parques eólicos, distribuídos por nove estados.

Mas o potencial nacional para energia limpa vinda dos ventos poderia ser bem maior se os custos para instalação das torres e do sistema de distribuição fossem menores e houvesse ainda mais incentivos públicos.

A expectativa da ABEEólica é de que, até 2013, a matriz energética brasileira receba 5,3 GW gerados por turbinas movidas por ventos. Os investimentos devem ultrapassar os R$ 25 bilhões e serão feitos pela iniciativa privada, através de incentivos dados pelo governo federal pelo Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica). Estão em construção  atualmente outras 36 usinas eólicas, com capacidade de gerar mais 1 GW, e que devem operar ainda este ano.

Atraso
Porém, o número ainda é baixo se comparado a outros países emergentes como China e Índia, que desde 2010 estão entre as cinco nações que mais detêm este tipo de tecnologia, segundo o Conselho Internacional de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês).

“O Brasil ainda tem um megapotencial para energia hidrelétrica e facilidade para energia térmica. Além disso, a exploração é feita pelas fontes consideradas mais baratas”, disse Pedro Perrelli, diretor-executivo da ABEEólica.

O preço do MWh proveniente de usinas eólicas tem registrado constante queda. O valor estava em torno de R$ 148, mas já caiu para R$ 135 o MWh em 2011, segundo a ABEEólica. Entretanto, não se equipara ao custo da energia elétrica gerada por hidrelétricas (R$ 115 por MWh).

Mapa
Muitas regiões do país ainda são pouco exploradas quando se trata da questão eólica. De acordo com a ABBEólica, apenas nove estados brasileiros têm uma ou mais usinas com turbinas eólicas (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí).

Entretanto, de acordo com o mapa abaixo, estados como Mato Grosso do Sul, Roraima e São Paulo têm potencial para fornecer este tipo de energia.

O governo de São Paulo já reconheceu o potencial elétrico dos ventos e encomendou estudo à Secretaria de Energia para verificar quais regiões do estado podem receber torres eólicas.

fonte:http://www.atribunanews.com

publicado por adm às 09:08
Tags:

Julho 10 2011

A Light e a Renova Energia anunciaram na noite de sexta-feira um acordo estratégico com o objetivo de desenvolver a Renova e torná-la um veículo para o crescimento da Light em fontes alternativas de energia, principalmente eólica.

 

Pelo acordo, haverá a subscrição de ações ordinárias, por meio de emissão primária, da Renova pela Light no valor de 360 milhões de reais.

 

Segundo comunicado, a Light irá se juntar à RR Participações no bloco de controle da Renova e terá uma participação equivalente a 35,1 por cento do capital votante e 26,2 por cento capital total da Renova.

 

Juntas, Light e RR Participações passarão a deter 70,2 por cento do capital votante da companhia de geração de energia alternativa.

 

A Light já havia informado anteriormente que negociava um possível investimento na Renova.

 

Em comunicado, a Light afirmou que a parceria também envolve sinergias com a Cemig, que, por sua vez, anunciou no final da quinta-feira que passou a deter 39 por cento das ações da Light . A estatal mineira informara anteriormente que utilizaria tanto a empresa fluminense quanto a transmissora Taesa como veículos de crescimento.

 

Primeira empresa brasileira dedicada à geração de energia por fontes alternativas listada na Bovespa, a Renova está implementando o maior parque eólico do Brasil, com capacidade instalada de 456 MW.

fonte:http://info.abril.com.br/

publicado por adm às 09:07
Tags: ,

Julho 08 2011

O governador Jaques Wagner inaugurou nesta sexta-feira (8), no Polo Petroquímico de Camaçari, a primeira fábrica de aerogeradores da Bahia. A espanhola Gamesa investiu inicialmente R$ 50 milhões na unidade baiana, que vai produzir motores com capacidade para 300 megawatts por ano, em um total de 150 unidades. A princípio, a companhia vai gerar 60 postos de trabalho diretos, mas a meta é chegar a 100 empregos em dois anos. “A Bahia vem se consolidando como potencial eólico e, portanto, não tenho dúvida de que logo os empresários da Gamesa vão sentir necessidade de ampliar essa unidade para poder atender à grande demanda do estado”, afirmou Wagner durante a inauguração. Segundo ele, os projetos de energia eólica desenvolvidos na Bahia representam investimentos de R$ 4 bilhões, com previsão previsão de investimentos que pode chegar a R$ 42 bilhões nos próximos anos. Com os investimentos, o governo estima a criação de quatro mil empregos diretos e indiretos nas diversas fases dos empreendimentos.

fonte:http://www.bahianoticias.com.br/

publicado por adm às 22:46

Julho 03 2011

A Siemens vai investir, ao longo dos próximos dois anos mais, de 150 milhões de euros na expansão e desenvolvimento do seu negócio na energia eólica, nomeadamente com a criação, na Dinamarca, de dois centros de Investigação & Desenvolvimento (I&D) para soluções e produtos para este mercado.

Nos últimos 20 anos, a Siemens instalou em águas europeias mais de 600 turbinas eólicas offshore com uma capacidade combinada de mais de 1.800 MW, tendo assegurado para os próximos anos uma carteira de projetos offshore que totalizam 3.600 MW. A empresa acaba de instalar o protótipo da próxima geração de aerogeradores offshore em Høvsøre, na Dinamarca. A nova turbina eólica SWT-6.0-120, com uma potência de 6 MW e um rotor de 120 metros de diâmetro, utiliza a inovadora tecnologia de accionamento directo. Além disso, estabelece um novo padrão de baixo peso (menos de 350 toneladas) para aerogeradores offshorede grandes dimensões, o que irá contribuir para uma significativa redução do custo da energia nos parques eólicos offshore, como também nas torres e estruturas de apoio.

Neste momento, a empresa está a realizar testes exaustivos para validar o desempenho do novo aerogerador antes de o produto ser oficialmente lançado no mercado. Durante este ano ainda, a Siemens irá instalar protótipos adicionais de aerogeradores SWT-6.0-120 para teste e validação. Alguns aerogeradores de 6MW da pré-serie serão instalados durante 2012 e 2013, para mais testes e otimização do desempenho da turbina. A produção em série está prevista para 2014.

A energia eólica faz parte integrante do Portefólio Ambiental da Siemens. No ano fiscal de 2010, as receitas do Portefólio cifraram-se em cerca de 28 mil milhões de euros, tornando a Siemens no maior fornecedor do mundo de tecnologias amigas do ambiente. Durante o mesmo período, os produtos e soluções da empresa permitiram aos seus clientes uma redução das suas emissões de CO2 em 270 milhões de toneladas. Este montante é igual ao volume de emissões de CO2 por ano de megacidades como Hongkong, Londres, Nova Iorque, Tóquio, Deli e Singapura juntos.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 10:26

pesquisar
 
links
subscrever feeds