Energia Eolica

Novembro 30 2011

A eléctrica portuguesa anunciou hoje que colocou com êxito a primeira torre eólica do mundo em alto mar.

A EDP, a InovCapital e a Principle Power informaram que conseguiram colocar com êxito a primeira torre eólica no alto mar, o primeiro projecto deste tipo a nível mundial

Em comunicado, a EDP disse que este sistema, denominado 'Windfloat', está equipado com um aerogerador de dois 'megawatts' ao largo da costa da Aguçadoura, em Portugal e que esta instalação "representa o início de um novo sector na indústria eólica 'offshore' (no mar)" .

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 23:00

Novembro 30 2011

A Goldwind, empresa participada pela China Three Gorges, concorrente à privatização da EDP, anunciou hoje que prevê instalar uma fábrica de turbinas eólicas em Portugal, que contribuirá para as exportações portuguesas em 500 milhões de euros.

Em comunicado, a Goldwind - um dos maiores produtores mundiais de turbinas eólicas e a segunda maior empresa do sector da China - adiantou que a fábrica avançará "até ao verão de 2013" e que prevê começar os trabalhos de instalação da nova unidade já no início de 2012, "com a contratação de uma equipa local".

Segundo a empresa chinesa, a nova unidade "produzirá 800 turbinas eólicas por ano ocupando uma área de cerca de oito hectares e terá um forte impacto na criação de postos de trabalho especializados em Portugal", sendo que a nova fábrica "terá ainda um impacto positivo no sector da construção civil, estando prevista a entrega da empreitada da nova fábrica a empresas locais".

Os responsáveis da Goldwind indicam que a produção da unidade portuguesa "será essencialmente direccionada para o mercado de exportação".

Para além da potencial entrada da China Three Gorges no capital da EDP, o interesse da Goldwind em Portugal "resulta das excelentes condições naturais para a produção de energia eólica, da sua localização estratégica para fornecimento dos principais mercados ocidentais e de uma política energética ambiciosa e vanguardista, baseada nos objectivos globais definidos pela União Europeia", refere o comunicado.

A Goldwind Science & Technology contribui anualmente para a instalação de cerca de 4 mil 'megawatts' de potência eólica, um valor equivalente à totalidade da potência eólica até hoje instalada em Portugal.

A empresa subsidiária da China Three tem como objectivo, segundo o comunicado, que, até 2014, 30 por cento da sua receita seja gerada fora da China.

Cotada na Hong Kong Stock Exchange (HKSE) desde 2010, a Goldwind está presente em mercados como o alemão, norte-americano, australiano e outros.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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Novembro 29 2011
A francesa Alstom dá início nesta quarta-feira (30) à produção de aerogeradores no Polo Industrial de Camaçari, na região metropolitana de Salvador. A companhia inicia suas atividades após investimentos de R$ 50 milhões e será a segunda na Bahia a produzir maquinário para converter vento em energia elétrica. A espanhola Gamesa está instalada desde julho no Polo, depois de ter realizado investimento semelhante, e uma série de companhias demonstram interesse no estado. É o caso da americana GE Energy, que já assinou um protocolo de intenções com o governo da Bahia para se tornar a terceira a fabricar aerogeradores no estado, com investimento inicial projetado de R$ 45 milhões. Além dela, a dinamarquesa Vestas, a maior do mundo no setor, também negocia com o governo. E a Torrebras, subsidiária brasileira da espanhola Windar Renovables, quer ser a primeira fábrica de torres eólicas da Bahia.
 
Uma das principais características que diferenciam o maior estado nordestino dos demais, em especial os vizinhos de região, é que os melhores ventos para a geração de energia não são registrados no litoral, mas sim, na área mais pobre do território, o semi-árido. A região tem como vantagem a frequência dos ventos, que se tornam mais fortes em épocas de seca, período este que dura entre oito e dez meses por ano. Por conta disso, a produção da energia eólica no estado ganhou o apelido de “pré-sal do sertão” entre os mais entusiasmados. Inicialmente, o principal obstáculo para a disseminação da tecnologia pela Bahia era o custo de produção desse tipo de energia, porém, com o aumento no volume de contratos e a oferta cada vez maior de componentes para torres eólicas derrubaram os custos, fazendo com que o cenário melhorasse e tornasse a alternativa uma das mais baratas.
 
Entre 2009 e 2011, o governo federal realizou três leilões para a exploração de áreas. Desse total, 52 estão localizadas na Bahia, que concentra 20% do total de potencial energético comercializado no país, chegando a 1,4 mil megawatts (MW) dos 7 mil MW envolvidos nos leilões. O montante equivale a mais de 10% do total de energia produzida nas hidrelétricas e termelétricas no estado hoje, cerca de 11 mil MW. Ao todo, os investimentos confirmados pelas empresas na Bahia chegam a R$ 6 bilhões, porém a projeção é que alcance dez vezes esse montante nos próximos anos, tornando o estado o principal produtor desse tipo de energia no Brasil. Ao se considerar o potencial energético do tipo de tecnologia disponível, com o uso de torres de 100 m de altura no lugar das de 60 m, as mais comuns atualmente, por exemplo, chega a 29 mil MW. Isso equivale a mais de duas usinas de Itaipu, operando na capacidade máxima, ou 20% do potencial total de produção de energia eólica do país. Com informações do Estadão.
fonte:http://bahianoticias.com.br
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Novembro 26 2011

O governo anunciou que planeja negociar com partidos políticos de forma que o programa não tenha que ser modificado quando um novo governo assumir o poder.

 

A Dinamarca visa a transformar a energia eólica em 50% da fonte de eletricidade do país em 2020, segundo um novo programa apresentado esta sexta-feira pelo ministro de Clima e Energia, Martin Lidegaard.

"A Dinamarca precisa usar muito mais energia renovável e teremos que nos tornar muito melhores no uso eficiente de energia", disse Lidegaard à imprensa.

O país tem como meta se tornar 100% livre de combustíveis fósseis em 2050, dependendo da energia eólica, na biomassa e no biogás para obter energia, informou o governo em seu site na internet, no qual apresentou seu novo programa "Nossa Energia".

O governo de esquerda, que assumiu o poder em setembro, superou amplamente o programa da administração anterior de centro-direita, "estabelecendo metas mais elevadas", afirmou o ministro.

O plano do governo anterior previa um aumento no uso da energia eólica, dos atuais 20% para 42% em 2020.

O novo governo planeja investir 5,6 bilhões de coroas (US$ 996 milhões) em seu programa de energia contra US$ 3,6 bilhões comprometidos pelo antecessor.

Os investimentos serão financiados por companhias públicas e privadas através de tarifas mais altas de energia e do incentivo para que os dinamarqueses isolem melhor suas casas e edifícios para economizar energia.

O governo espera que as residências reduzam seu consumo médio de energia de 8% para 10% em 2020.

O governo anunciou que planeja negociar com partidos políticos de forma que o programa não tenha que ser modificado quando um novo governo assumir o poder.

fonte:http://acritica.uol.com.br/

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Novembro 24 2011

O Brasil é o País que produz a energia eólica mais barata do mundo – cerca de €40 por kWh (R$99,64 por kWh), de acordo com Elbia Melo, directora e presidente executiva da Abeeolica, a Associação Brasileira de Energia Eólica. A responsável, que se baseou em dados do Ministério de Minas e Energia (MME) do Brasil, afirmou inclusive que os preços podem ainda baixar mais em Dezembro.

Nos últimos três anos, no Brasil, a energia eólica aumentou a sua competitividade, sobretudo devido ao crescimento da produtividade e diminuição dos custos de geração. É hoje também a segunda fonte de energia mais barata do país, a seguir à hídrica.

“Todo este crescimento do sector não aconteceu por magia” – explicou Elbia ao Planeta Sustentável. “O Brasil investiu muito na aprendizagem tecnológica desde 2004, com o Programa Nacional de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Eléctrica, o Proinfa. Como consequência, conseguiu progredir do ponto de vista técnico e aumentar a sua capacidade de gerar energia eólica”.

Há ainda duas outras razões para o preço barato desta energia. Em primeiro lugar, o modelo de leilão promovido pelo Governo estimula a competição entre as empresas do sector, colocando-as frente a frente para expôr os seus custos de produção; em segundo, a crise económica inibiu os investimentos globais em energia eólica, dando ao Brasil o título de terceiro país que mais produz esta electricidade, a seguir à China e Índia.

“Em Dezembro temos um novo leilão e todos se estão a perguntar se o preço da produção poderá baixar ainda mais. Muitos duvidam, mas o mercado é imprevisível e várias empresas ainda querem entrar neste sector. Então sim, há grandes chances de baratear ainda mais o process”, concluiu Elbia Melo.

fonte:http://www.greensavers.pt/20

publicado por adm às 23:17
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Novembro 23 2011

O Rio Grande do Norte deve receber mais 14 parques eólicos, um investimento superior a R$ 1,15 bilhão. A informação foi dada ontem pelo vice-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), João Carlos Ferraz, durante entrevista coletiva com jornalistas de cidades-sede da Copa de 2014 no Nordeste, participantes de um workshop promovido pelo banco, no Rio de Janeiro.

Ontem a diretoria do BNDES autorizou o financiamento de R$ 839 milhões a dois grupos de investidores vencedores do último leilão de energia eólica. Os recursos serão utilizados para a compra de equipamentos nacionais entre aerogerados e torres. O grupo Soares Penido irá instalar dez parques nos municípios de Pedra Grande e São Miguel do Gostoso. O investimento chega a R$ 754,6 milhões, dos quais 557,1 milhões (73,8%) serão financiados pelo BNDES. O banco também irá financiar a instalação do sistema de transmissão de energia. Ao todo os parques terão 169,6 megawatts (MW) de potência instalada.

Outro município beneficiado pela eólica será São Bento do Norte, que receberá quatro parques do grupo Galvão Energia. O investimento será de R$ 401,4 milhões para a geração de 94 MW - o banco de desenvolvimento irá financiar R$ 282 milhões, o que representa 70,7% do montante.

Em 2010, o BNDES liberou R$ 805 milhões em financiamentos para o Rio Grande do Norte. Apesar do volume, o valor representa apenas 5% dos desembolsos do banco para o Nordeste - ainda assim proporcional ao peso do estado no PIB nordestino, com participação de 6,4% da geração de riquezas.

João Carlos Ferraz sugeriu que uma parte da produção dos equipamentos necessários ao funcionamento do parque poderia se localizar próximo a eles, alterando o entorno dos parques. "Se há no RN uma demanda tão importante, por que não localizar a produção de alguns componentes das torres no estado, no Nordeste?", incita.

fonte:http://www.diariodenatal.com.br/2

publicado por adm às 23:10
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Novembro 19 2011
Com investimentos de R$ 65 milhões e 14,4 MW, Miassaba II no Rio Grande do Norte foi desenvolvido pela Bioenergy
 

 
 
 

O Operador Nacional do Sistema (ONS) e a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) acabam de autorizar a entrada em operação em teste do primeiro parque eólico destinado exclusivamente ao mercado livre no Brasil. O parque de Miassaba II conta com nove aerogeradores da GE, os primeiros a serem instalados no País,  capazes de gerar 14,4 MW, com investimentos de R$ 65 milhões.

A nova operação eólica será oficialmente inaugurada no dia 9 de dezembro deste ano, junto com o parque de Aratuá I, destinado ao mercado cativo, que conta também com nove aerogeradores GE, com potência e investimentos iguais ao do parque no Ambiente de Comercialização Livre (ACL). “Somos a primeira empresa a entregar megawatts de energia eólica nessa modalidade, o que, por si só, assegura a nossa credibilidade”, explica Sérgio Marques, presidente da Bioenergy.

Marques é um dos pioneiros em energia eólica no Brasil. Começou como executivo da ABB Energy Ventures, para depois arrematar a operação da multinacional em 2002 e fundar a Bioenergy.

Os projetos da Bioenergy vão alem do Rio Grande do Norte. A empresa vai participar ainda do Leilão A-5, com 15 projetos de usinas eólicas no Maranhão. As iniciativas deverão movimentar investimentos da ordem de R$ 2 bilhões. A companhia já está há mais de dois anos realizando estudos de medição de vento no estado, e constatou que o potencial da região é forte. “Temos, no total, 50 projetos previstos nessa unidade da federação”, complementa. “Estamos bastante otimistas com o avanço da energia verde no Brasil”, conclui.

A Bionergy, fundada em 2002, foi uma das pioneiras no Brasil em energia eólica. Conta, atualmente, com seis empreendimentos contratados nos leilões de 2009, 2010 e 2011, assim como no mercado livre, os quais totalizam 144 MW de potência instalada e demanda investimentos de cerca de R$ 570 milhões, todos localizados no Rio Grande do Norte. No total, a empresa soma projetos de mais de 1,5 mil MW de potência instalada, incluindo as iniciativas no estado do Maranhão. 

fonte:http://www.ogirassol.com.br/p

publicado por adm às 19:14
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Novembro 17 2011
O nosso país registou a maior produção diária de energia eólica de sempre no último domingo, devido ao vento forte que se fez sentir durante todo o dia.

De acordo com a REN -  Redes Energéticas Nacionais, “o muito vento registado em Portugal no fim-de-semana passado levou a que a produção diária de eólica ultrapassasse os 81 GWh no domingo, o que corresponde a 70% do consumo verificado nesse dia e uma utilização de 84 % da potência eólica ligada à rede".
A nota de imprensa esclarece ainda que “no domingo, às 04.30 horas, o valor da produção eólica atingiu 93% do consumo de energia elétrica", sendo que a “forte produção eólica fez com que durante a madrugada de domingo, entre a 01.30 horas e as 08.00 horas, a produção em regime especial fosse superior ao consumo verificado em Portugal Continental".
fonte:http://www.viva-porto.pt/i
publicado por adm às 23:52
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Novembro 16 2011

Um relatório da Bloomberg New Energy Finance revela que o preço da eletricidade gerada a partir da energia eólica vai descer 12% nos próximos 5 anos como consequência de uma combinação de equipamentos mais baratos e ganhos na eficiência do que diz respeito à produção, o que fará com que a média dos Parques Eólicos compita ao mesmo nível com a produção das centrais a carvão, gás natural e nucleares.

Foram recentemente apresentados em Londres e Nova Iorque os resultados do mais recente estudo da Bloomberg News Energy Finance, que concluiu que a produção de eletricidade a partir de energia eólica tem vindo a tornar-se cada vez mais competitiva, aproximando-se da geração de energia elétrica a partir de combustíveis fósseis.

Esta evolução está a acontecer de tal forma que, nos próximos 5 anos, o preço da eletricidade proveniente do aproveitamento da energia elétrica diminuirá 12%, colocando-se ao nível da eletricidade gerada pelas centrais a carvão, gás natural, e nucleares.

Isto será possível graças à combinação de dois fatores: a “experience-curve” de 7%, que consiste numa redução de 7% do custo da produção de energia a cada duplicação da potência instalada, e a melhoria da eficiência na produção de energia elétrica, associada ao aumento do “capacity factor”, possível devido aos avanços tecnológicos que têm permitido construir turbinas maiores e mais altas, com uma melhor aerodinâmica, etc.

O preço da energia elétrica produzida a partir da energia eólica tem vindo a diminuir passando de 200 euros por MWh em 1984 para 52 euros por MWh em 2011. Por outro lado, a diminuição dos custos das turbinas devido à competição no mercado e à redução das despesas de manutenção fará com que o preço das turbinas, e consequentemente, o preço da energia que produzem, se torne ainda mais baixo.

Desta forma, em 2016, a produção de energia elétrica a partir da energia eólica em qualquer região com condições razoáveis para o aproveitamento da energia do vento, será tão competitiva como a geração de eletricidade recorrendo aos combustíveis fósseis. 

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

publicado por adm às 00:06

Novembro 14 2011

Viana do Castelo será a primeira cidade portuguesa com um aerogerador a funcionar no perímetro urbano, um investimento de cinco milhões de euros e que será inaugurado em Abril de 2012.

Esta torre terá 78 metros de altura e será um dos mais modernos aerogeradores do mundo. “Será um marco na própria cidade, um sinal de modernidade da região”, explicou Fernando Laranjeira, administrador da Enercon, empresa responsável por este investimento. A empresa, que já é o maior empregador privado do distrito de Viana do Castelo, com 1400 postos de trabalho, começou a instalar este aerogerador na terça-feira, na sua fábrica.

Com uma potência de 2MW, este será o aerogerador número 1300 da Enercon Portugal e elevará para 2500 MW a potência já instalada em Portugal.

O aerogerador irá fornecer energia à própria fábrica da Enercon e servirá, também, para testes. A infra-estrutura será totalmente produzida em Viana do Castelo.

Desde Julho que a empresa está a exportar componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local. Por outro lado, e depois de realizadas dragagens na entrada da foz do rio Lima, será aumentado o volume destas exportações.

fonte:http://www.greensavers.pt/2

publicado por adm às 21:55

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