Energia Eolica

Dezembro 30 2011

O Ministério da Economia declarou que o futuro parque eólico da Tocha tem um “relevante interesse público” e, como consequência, o projecto tem luz verde para avançar. Ao todo, serão instalados cinco aerogeradores para produção de energia eléctrica, numa área de 22.700 metros quadrados.

O projecto será liderado pela EDP e obteve também parecer favorável da ANACOM, ICNB, o Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade, e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro.

“[Este projecto] dá reposta às crescentes preocupações globais em termos ambientais e energéticos”, explicaram, no despacho que deu o aval ao projecto, Henrique Gomes e Pedro Afonso Paulo, respectivamente secretário de Estado da Energia e secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território.

Os cinco aerogeradores, de 1.800 KW, correspondem à instalação de uma potência total de 9MW e uma produção de energia eléctrica anual estimada de 19,1 GWh. O projecto inclui ainda a construção de uma subestação e de um edifício de comando, uma rede eléctrica de cabos subterrâneos entre os aerogeradores e a construção de acessos.

Segundo o Diário de Coimbra, esta é uma área considerada REN (Reserva Ecológica Nacional), pelo que a palavra final coube ao Governo. Em meados de Dezembro, o executivo considerou que o projecto se insere no âmbito da execução da Estratégia Nacional de Energias 2020.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 23:56
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Dezembro 30 2011

Um parque de energia eólica com capacidade de 49,5 megawatts foi construído no distrito de Mouding, Província de Yunnan, sudoeste chinês, informou o departamento local de comunicação nesta quinta-feira.

A Companhia de Energia Nuclear de Guangdong da China construiu a usina de geração eólica com um investimento de 483 milhões de yuans (US$ 76,7 milhões) durante os últimos 15 meses. A usina eólica, com sede em Fengtun no monte Dajianfeng, fica a 2 a 2,5 mil metros acima do nível do mar no Planalto Yunan-Guizhou.

O desenvolvimento de parques eólicos em grandes altitudes se tornou uma prioridade para as companhias chinesas de energia e os fabricantes de turbinas de vento, já que ambos os grupos procuram explorar recursos eólicos nas planícies do país.

Os dois principais desenvolvedores nacionais de fazendas de energia eólica, a Longyuan Power e a Huaneng Renewables, visam a Província de Guizhou, no sudoeste da China, para desenvolver seus projetos. A província tem como meta uma capacidade de 9 gigawatts de energia eólica em 2020.

A energia eólica desenvolveu-se a grandes saltos na China nos últimos anos, uma vez que desempenha um papel crucial para cumprir a meta do governo chinês de aumentar para 15% a proporção da energia não fóssil no consumo primário de energia do país até 2020. Até o final de 2010, a China possuía 44,7 gigawatts de capacidade acumulada de energia eólica, superando os Estados Unidos como o maior desenvolvedor mundial desta energia. A China planeja integrar 100 gigawatts de energia eólica a sua rede até 2015.

fonte:http://portuguese.cri.cn/5

publicado por adm às 23:52
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Dezembro 22 2011

O consórcio formado por Furnas (49%) e Alupar Investimento S.A. (51%) vendeu no dia 20 de dezembro (terça-feira), no leilão de geração da Aneel 07/2011, 204 MW de energia eólica para entrega a partir de janeiro de 2016. O preço vencedor foi equivalente a R$ 110,00 MW/h, um deságio de cerca de 5% sobre o inicial. As empresas construirão em parceria dez parques eólicos no município de Aracati, no Ceará, com investimentos da ordem de R$ 800 milhões.

“Estamos investindo mais de R$ 1 bilhão em geração eólica e temos todo interesse em avaliar novas oportunidades. Essa vitória firma a parceria com a Alupar e dá continuidade à política de Furnas de diversificar suas formas de geração de energia limpa”, afirma Olga Simbalista, diretora de Planejamento, Gestão de Negócios e de Participações de Furnas.

“A Alupar vem trabalhando no desenvolvimento de parques eólicos com o objetivo de fortalecer as fontes renováveis do Grupo. A parceria com Furnas foi fundamental para o sucesso neste Leilão”, declara Enio Nucci, diretor de Novos Negócios da Alupar.

Furnas e Alupar selecionaram para os empreendimentos aerogeradores fabricados pela alemã Fuhrländer. Os equipamentos contam com potência de 2,5 MW; altura de 141 metros – os mais altos no Brasil, onde os ventos são menos sujeitos a interferências; e torres treliçadas que não comprometem a dinâmica do aerogerador, ao invés das estruturas tubulares mais comuns no mercado.

Perfil-Furnas possui um complexo de empreendimentos responsável por quase 10% da geração do Brasil. São 15 usinas hidrelétricas, duas termelétricas, aproximadamente 20 mil quilômetros de linhas de transmissão e 52 subestações. De toda a energia consumida no País, mais de 40% passam pelo Sistema Furnas.

Atualmente, Furnas constroi, em parceria com grupos empresariais, os parques eólicos Miassaba III e Rei dos Ventos I e III, que vão entrar em operação no início de 2012. Em 2014 será a vez dos parques Famosa I, Rosada, Pau Brasil e São Paulo, cujas construções foram asseguradas com a venda de energia no Leilão LER 03/2011. Concentrados na Região Nordeste, os sete empreendimentos somam 487,6 MW/h de potência instalada, energia para 1,2 milhão de pessoas.

No plano de expansão de Furnas também está a construção de três usinas hidrelétricas - Santo Antonio (RO), Simplício (RJ/MG) e Batalha (GO/MG), além de 26 novas linhas de transmissão e 14 subestações, sendo construídas com recursos próprios e em parceria com a iniciativa privada. Além disso, a empresa também participa com 49% da UHE Teles Pires (MT/PA), arrematada no final de 2010 em parceria com a Neoenergia e com a Odebrecht e em fase de estudos de viabilidade.

Perfil-A Alupar diversificou sua matriz energética investindo em geração de médio e pequeno porte como UHEs e PCHs. Atualmente a Companhia detém 459 MW de capacidade instalada, sendo 179,4 MW implantados e outros 280 MW em implantação. Os empreendimentos de geração da Companhia estão distribuídos em três usinas hidrelétricas, a UHE São José (51 MW), no Rio Grande do Sul, a UHE Foz do Rio Claro (68,4 MW), em Goiás, e a UHE Ferreira Gomes (252 MW), no Amapá, e em cinco pequenas centrais hidrelétricas, a PCH Queluz (30 MW) e a PCH Lavrinhas (30 MW), localizadas no estado de São Paulo, e as PCHs Guática I (4 MW) , Guática II (8 MW) e Morro Azul (16 MW), localizadas na Colômbia.

No segmento de transmissão, a Alupar detém a concessão de 19 sistemas de transmissão, sendo 715 Km de linhas em implantação na região Norte, nos estados do Amazonas e Roraima, e outros 4.750 Km de linhas em operação localizados na região Norte e Nordeste do país, nos estados do Pará, Maranhão, Piauí e Ceará, na região Sul, no estado de Santa Catarina, na região Sudeste, nos estados de Minas 

fonte:http://www.revistafator.com.br/

publicado por adm às 11:48
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Dezembro 21 2011

A filial brasileira da EDP Renováveis ganhou quatro contratos, durante um leilão promovido na terça-feira pela Agência Nacional de Energia Eléctrica (Aneel), que prevêem o fornecimento de 57,2 megawatts (MW) médios de energia eólica a partir de 2016.

Os contratos referem-se aos projectos dos parques Baixa do Feijão I, II, III e IV, no Rio Grande do Norte. No total, respeitam a uma capacidade instalada de 120 MW, nota a Lusa. A imprensa brasileira adianta que o investimento associado a estes projectos se situa entre 350 milhões e 400 milhões de reais (cerca de 145 milhões de euros e 165 milhões de euros, respectivamente).

Informação da Aneel revela que a energia proveniente dos parques da EDP foi a mais barata contratada durante o leilão, com um custo de 97 reais/MW/hora.

Durante o leilão, porém, a EDP não recebeu propostas para poder ampliar em 70 MW a capacidade de produção da hidrelétrica de Santo António do Jari, no Estado do Amapá.

O leilão de energia teve por objectivo satisfazer a necessidade projectada das empresas distribuidoras para o ano de 2016. As distribuidoras contrataram 42 projectos de geração de electricidade, com uma capacidade instalada total de 1.211,5 MW.

Além do Rio Grande do Norte, foram contratados projectos na Bahia, no Ceará, em Goiás, no Maranhão, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em São Paulo.

O investimento total está estimado em 4,3 mil milhões de reais (1,8 mil milhões de euros). Entre os projectos contratados há uma hidrelétrica, 39 eólicas e duas termelétricas movidas a biomassa. 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, classificou o leilão como muito bem sucedido, pois toda a necessidade energética das distribuidoras foi satisfeita integralmente por fontes renováveis.

O responsável realçou que isso permitirá que o Brasil mantenha cerca de 90 por cento da sua produção energética proveniente de fontes renováveis. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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Dezembro 20 2011

O preço da energia eólica no Brasil pode alcançar o valor da energia gerada pelas grandes hidrelétricas, como Belo Monte, Jirau ou Santo Antônio. O fato, histórico, pode ocorrer hoje, em São Paulo, informa reportagem deAgnaldo Brito publicada na Folha desta terça-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A Aneel (agência reguladora do setor de energia elétrica no Brasil) promove logo mais o leilão A-5 (lê-se, A menos cinco) --quando as distribuidoras irão contratar energia de que necessitam para atender seus mercados a partir de 2016.

O preço médio da geração eólica no último leilão R$ 99 por MWh (megawatt-hora) pode baixar mais e se aproximar dos preços mais competitivos de hidrelétricas, entre R$ 80 e R$ 90/MWh. A despeito disso, eólica já é a 2ª fonte mais barata do país.

Seis fábricas estão instaladas ou em fase de instalação. O resultado é uma superoferta de projetos.

Dos 6.286 MW habilitados pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética) para o leilão de hoje, 5.149 MW são de fonte eólica. No total, 205 empreendimentos disputarão o leilão. Investidores aproveitaram a ausência de grandes hidrelétricas (por falta de licença ambiental) e de térmicas (por falta de gás natural) e prometem dominar a disputa por contratos para 2016.

fonte:http://www1.folha.uol.com.br/m

publicado por adm às 11:37
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Dezembro 17 2011

Pesquisadores da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, desenvolveram uma hélicepara turbinas de usinas eólicas muito mais leve e resistente. Normalmente, as hélices chegam a diâmetros de 60 m. Por isso, construir um elemento deste tamanho capaz de resistir à pressão de ventos fortes sem pesar muito é um desafio.


O protótipo usa um composto a partir de poliuretano e nanotubos de carbono. As hélices já foram testadas com sucesso em turbinas de 400 watts. Mais leves, elas aproveitam melhor os ventos, uma vez que sopros mais fracos já são suficientes para fazê-las girar.

Mas ainda há um problema nisso tudo. É o custo da tecnologia, já que a manufatura de nanoestruturas de carbono ainda é um processo complexo e caro, sobretudo para a confecção das enormes hélices necessárias para um planta de produção de energia. A esperança dos pesquisadores é que, conforme amadureça, a indústria da energia eólica barateie os custos de pesquisa e desenvolvimento.

fonte:http://www.techtudo.com.br

publicado por adm às 20:23

Dezembro 17 2011

A companhia de energia brasileira Eletrobras, uma das concorrentes à aquisição de 21,35 por cento do capital da EDP, afirmou hoje que a sua proposta permitirá à empresa portuguesa tornar-se a «maior geradora de energia eólica do mundo».

 

«A proposta apresentada pela Eletrobras é composta por um projeto estratégico que tem como objetivo fortalecer as duas empresas. No caso da EDP, permite que a empresa venha a ser a maior geradora de energia eólica do mundo e tenha ainda fortalecida sua posição estratégica na Península Ibérica e na Europa», diz o comunicado oficial divulgado há pouco pela empresa brasileira.

 

Em contrapartida, a Eletrobras acredita que a parceria com a EDP a ajudaria a atingir a sua meta de se tornar no maior sistema empresarial internacional de energia limpa, até 2020.

fonte:Diário Digital / Lusa 

publicado por adm às 20:21
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Dezembro 13 2011

Desde o final do passado mês de Agosto, a fábrica britânica da Ford em Dagenham é alimentada exclusivamente a energia eólica, graças a uma nova turbina geradora de electricidade

A fábrica da Ford que alberga a linha de montagem de veículos diesel em Dagenham, no Reino Unido, passou, no final do passado mês de Agosto, a ser alimentada exclusivamente a energia eólica, graças à construção de uma terceira turbina geradora de electricidade. Esta nova adição irá duplicar a economia anual de dióxido de carbono (CO2) de 2.500 para 5.000 toneladas por ano.

As turbinas na propriedade da Ford em Dagenham convertem energia eólica em electricidade para a produção de energia no Dagenham Diesel Center (DDC). O aumento de produção da linha de montagem de motores, devido à instalação de uma nova linha de produção de motores Ford 1.4/1.6-litros Duratorq TDCi diesel, exigiu a construção desta terceira turbina por forma a manter os 100% de alimentação por electricidade gerada através de energia eólica. A localização das instalações na margem do rio Tamisa torna o local ideal para utilizar esta tecnologia amiga do ambiente.

As primeiras duas turbinas geravam 5.92 milhões de kWh de electricidade por ano, o equivalente a alimentar 1.794 residências. Com a adição da terceira turbina, a total de electricidade gerada atinge os 11.4 milhões de kWh por ano, suficiente para abastecer duas vezes o número de casas. O trabalho no terreno e construção da estrutura começou em Maio, tendo ficado operacional em Agosto último.

"Desde 2000 que temos vindo a reduzir o nosso consumo global de energia operacional em 30% e as emissões de CO2 provenientes das nossas instalações em 39% ", afirmou Ken Macfarlane, vice-presidente de Produção da Ford Europa, acrescentando: "Globalmente, a Ford está empenhada em continuar a liderança em matéria de responsabilidade ambiental, quer seja com os veículos e motores que fazemos, quer através dos processos que usamos para fazê-los".

Energia verde
em toda a Europa

A nova turbina é a última das Green Energy Initiatives da Ford em curso, entre as quais a energia eólica assume um papel importante. No final de 2009, duas turbinas eólicas gigantes, cada uma com uma altura de 150 metros, entraram em acção produzindo electricidade "verde" para a fábrica da Ford em Genk, na Bélgica.

Cada uma das duas turbinas com megawatts de capacidade, instaladas pela empresa local de energia Electrabel, em Genk, produz energia suficiente para abastecer 2.300 residências. Estas fornecem actualmente uma quantidade significativa da energia necessária à fábrica onde são produzidos os Mondeo, S-MAX e Galaxy, juntamente com outras fontes de energia renováveis  que compõem o restante. Juntas, essas fontes de energia ajudam a fábrica a poupar cerca de 40 mil toneladas de emissões de CO2 por ano.

Em outros locais onde a Ford está presente na Europa, fontes de energia renováveis são também empregues, ajudando a empresa a reduzir ainda mais a sua pegada de carbono. O Centro Técnico Ford em Dunton, no Reino Unido, tem sido alimentado por 100% de energia renovável desde a Primavera de 2008, substituindo as fontes tradicionais que teriam gerado 35 mil toneladas de emissões de CO2 anualmente.

Nas instalações de produção da Ford em Niehl, na Alemanha, no Centro Técnico em Merkenich e nos escritórios da sede da Ford Europa, também em Colónia-Niehl, a electricidade provém de três centrais hidroeléctricas na Noruega e Suécia. O Centro Técnico de Merkenich utiliza também o vapor gerado como um sub-produto proveniente de uma co-geração de energia do fornecedor local, RheinEnergie, para abastecer o seu aquecimento. Estas medidas combinadas reduzem as emissões anuais de CO2 em 190 mil toneladas.

O sol desempenha também o seu papel no local talvez mais improvável, na fábrica da Ford em Bridgend, no País de Gales. A energia solar proveniente dos painéis fotovoltaicos montados no telhado ajuda a reduzir as emissões de CO2 das instalações desde há alguns anos a esta parte.

“De acordo com as características individuais, procuramos melhorar a pegada de CO2 das nossas fábricas em toda a Europa, não há uma solução única que sirva a todas. Todas as fábricas têm configurações e oportunidades diferentes de adoptar a energia verde, tais como factores externos como o vento ou horas de sol por dia, bem como os regulamentos locais. Levamos as nossas responsabilidades ambientais a sério e vamos continuar a fazê-lo à medida que lutamos constantemente para reduzir a nossa pegada de carbono", afirmou Richard Douthwaite, gestor de Eficiência Energética e Sustentabilidade da Ford Europa.

fonte:http://www.lusomotores.com/

publicado por adm às 23:34

Dezembro 06 2011

A Escócia aprovou nesta semana a implantação de uma turbina eólica offshore gigante - tecnologia responsável por gerar energia usando os ventos que sopram sobre mares e oceanos. A turbina de 6MW será construída no Fife Energy Park, em Methil, costa leste escocesa.


Elaborado pela companhia holandesa 2-B Energy, fundada em 2007 e já referência no ramo, o projeto terá duas lâminas horizontais (diferentemente dos tradicionais modelos com três lâminas verticais) e ficará a uma altura de 27,4 metros do nível do mar.

 

O protótipo prevê um heliponto no topo para facilitar a manutenção e fazer reparos do equipamento. Apresentada em abril de 2010, a nova tecnologia de duas lâminas é um dos grandes desafios relacionados aos parques eólicos offshore.

 

Isso porque muitos dos projetos eram baseados no sistema onshore (em superfície terrestre), o que não fazia sentido dadas as limitações de ruídos e a diferença de tamanho entre um campo no mar e um na terra.

 

Por essa razão, a 2-B Energy teve de começar do zero e criar algo inovador capaz de reduzir custos e aumentar a produtividade. O atual projeto prevê menos manutenção, devido ao número reduzido de peças, e maior acessibilidade.

 

De acordo com o Ministro da Energia escocês, Fergus Ewing, o objetivo é alcançar 100% de energia renovável e, no futuro, transformar o local em um centro internacional de energia verde para toda a Europa.

 

A ideia é ambiciosa, já que os 6MW propostos são suficientes para abastecer cerca de 6.000 de casas. Se concretizada, no entanto, a Escócia será a primeira nação com energia totalmente autossustentável.

 

"A energia eólica é considerada uma das principais soluções para o aquecimento global. Além de ser renovável, não é poluente e pode substituir fontes de combustíveis fósseis, o que auxilia na redução do efeito estufa", explica Luiz Antonio Rossi, pesquisador do Nipe (Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético) da Unicamp, onde desenvolve pesquisas na área de fontes renováveis. Segundo ele, a energia eólica é bastante promissora por ser mais barata do que qualquer outra.

 

Alguns especialistas no tema consideram a tecnologia offshore mais eficiente do que a onshore, embora a instalação seja mais complexa. O motivo seria a maior quantidade de ventos provenientes do litoral e a redução dos problemas causados pelos ruídos das lâminas, já que estão afastadas dos grandes centros populacionais.

 

Um dos fatores cruciais para o desenvolvimento da eólica offshore foi a disponibilidade de novos materiais, como as fibras de vidro e carbono. Por não sofrer com a corrosão provocada pelo ambiente marinho, as pás podem ser maiores, mais fortes e leves.

 

Turbinas eólicas brasileiras


Comum em países europeus e nos Estados Unidos, a turbina offshore, como a que será instalada na Escócia, não é vantagem para o Brasil, de acordo com o pesquisador da Unicamp (Universidade de Campinas).

 

"Ainda temos um grande campo de pesquisa em terra. E a exploração offshore é mais cara do que a onshore, pois exige tecnologia específica, como, por exemplo, a construção de cabos subterrâneos do oceano para a terra", explica Rossi.

 

Para o pesquisador do Nipe, a Escócia está cerca de 20 anos à frente do Brasil no que diz respeito à energia eólica.

 

Como os recursos em terra já estavam esgotados, o país europeu partirá para a captação no mar, o que não deixa de ser uma vantagem, já que os ventos são constantes e os equipamentos --maiores e mais modernos-- geram uma grande quantidade de energia.

 

Segundo Rossi, a capacidade atual de geração de energia eólica no Brasil é de 835 MW. Embora possua o maior parque gerador da América Latina, o país é o 21º no ranking mundial da World Wind Energy Association.

 

O grande impedimento para o avanço da produção nacional é o fato de que ainda há um grande potencial de recursos hídricos para esse fim.

 

 

Fonte: Folha online

publicado por adm às 23:38
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Dezembro 05 2011

Três por cento da eletricidade anual da China em 2015 procederá da energia eólica, o dobro em relação a agora, informou nesta segunda-feira o jornal Shanghai Daily.

 

 

 

Segundo dados da Comissão Estatal Reguladora da Eletricidade, a energia produzida por aerogeradores na China alcançará 190 bilhões de quilowatts/hora anuais em 2015.

 

 

 

Entre janeiro e outubro de 2011, o crescente setor eólico chinês já gerou 58,3 bilhões de quilowatts/hora, quase 1,5% da eletricidade utilizada no país nesse período, assinalou o vice-presidente do organismo, Shi Yubo.

 

 

 

O mercado eólico chinês multiplicou por dois sua capacidade de geração anual instalada entre 2005 e 2009, e só em 2010 acrescentou outros 18,9 gigavolts de capacidade, o que na atualidade representa um total de 44,7 gigavolts, de modo que a China já supera os Estados Unidos com maior capacidade eólica instalada do mundo

fonte:http://not.economia.terra.com.br/

publicado por adm às 23:06
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