Energia Eolica

Março 31 2012
Além das eólicas em vários estados da região, uma termelétrica começa a operar à base de gás natural no Maranhão

O Ministério de Minas e Energia (MME) autorizou sete Centrais Geradoras Eólicas e uma Central Geradora Termelétrica a estabelecerem-se como Produtores Independentes de Energia Elétrica. Das portarias que foram publicadas no Diário Oficial da União, quatro aprovam Eols nos municípios de Igaporã e Caetité, no estado da Bahia. As empresas são, respectivamente, Enel Green Power Joana Eólica S.A., Centrais Elétricas Serra do Espinhaço Ltda., Centrais Eólicas Espigão Ltda. e Enel Green Power Emiliana Eólica S.A.

No estado do Rio Grande do Norte, a autorização foi para a empresa Usina de Energia Eólica São João a produzir energia elétrica no Município de São Miguel do Gostoso. A Eol São João possui dezoito Unidades Geradoras de 1.600 kW, totalizando 28.800 kW de capacidade instalada e 14.300 kW médios de garantia física de energia.

Também produzirão energia eólica as empresas Enel Green Power Pau Ferro S.A. e a Enel Green Power Pedra do Gerônimo Eólica S.A, no município de Tacaratu, em Pernambuco.

No setor de termelétrica, começa a operar a empresa UTE Parnaíba II Geração de Energia S.A, produzindo energia elétrica no Maranhão, mediante a implantação e exploração da Central Geradora Termelétrica UTE Maranhão III, no município de Santo Antônio dos Lopes. A UTE possui duas Unidades Geradoras de 167.846 kW e uma Unidade Geradora de 163.530 kW, em ciclo Combinado, totalizando 499.222 kW de capacidade instalada e 470.700 kW médios de garantia física de energia, utilizando gás natural como combustível.

fonte:http://myhabitat.me/

publicado por adm às 23:59
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Março 29 2012

A Dinamarca aprovou esta semana um dos mais ambiciosos planos globais de energia verde, que tem o seu ponto alto no compromisso de gerar 50% de toda a electricidade consumida no País a partir de energia eólica já em 2020. Ou seja, dentro de apenas oito anos.

Apresentado pelo ministro do Clima, Energia e Edifícios dinamarquês, Martin Lidegaard, o plano prevê várias medidas para acabar com a dependência de petróleo daquele País. Em 2020, cerca de 35% de toda a energia consumida no País deverá ser proveniente de renováveis – e 50% de toda a electricidade a partir de parques eólicos.

O plano prevê ainda investimentos em aquecimento renovável, redes inteligentes, biogás e outras tecnologias verdes. “A Dinamarca será novamente líder global na transição para a energia verde. Isto vai preparar-nos para um futuro onde os preços do petróleo e carvão serão cada vez mais altos. E criará empregos, algo que também precisamos desesperadamente. Agora e nos próximos anos”, explicou Lidegaard.

Em 2020, a Dinamarca espera reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 34%, tendo em conta os níveis de 1990. E diminuir o consumo de energia em mais de 12%, quando comparado com os níveis de 2006.

Em 2050, o país nórdico espera que 100% da sua energia provenha de renováveis: electricidade, aquecimento, indústria e transportes.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 00:23

Março 22 2012

Quatro empresas foram autorizadas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) a se tornarem produtoras independentes de energia elétrica. A autorização envolve duas usinas do Ceará. A oficialização se deu por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira, 20 de março.

 

A empresa Nova Ventos de Santa Rosa Energia Renováveis S.A. será responsável pela exploração e implantação da EOL Ventos de Santa Rosa, que possui 15 unidades com capacidade de 2 megawatts (MW), capacidade instalada de 30 MW e 13,5 MW de garantia física, segundo informações da Agência Canal Energia.

 

A Nova Ventos de São Geraldo Energia Renováveis S.A. vai explorar e implantar a EOL Ventos de São Geraldo, com 15 unidades geradoras de 2 MW, capacidade instalada de 30 MW e uma garantia física de 14,6 MW.

 

As duas usinas estão situadas no Ceará e têm até 1º de março de 2013 para obter a Licença de Instalação, concedida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). O início da operação comercial deverá ocorrer até o dia 15 de junho de 2014.

 

As outras duas usinas estão localizadas em Santa Catarina. A Eólica Cerro Chato IV vai explorar e implantar a EOL Cerro Chato IV, que tem cinco unidades geradoras de 2 MW, 10 MW de capacidade instalada e uma garantia física de 3,3 MW.

 

A Eólica Cerro Chato V também foi autorizada a atuar como produtora independente mediante a exploração e implantação da EOL Cerro Chato V, que tem cinco unidades geradoras de 2 MW, 12 MW de capacidade geradora e uma garantia física de 4 MW. O início da concretagem das unidades geradoras está previsto para 6 de abril de 2012, já o início da operação comercial deverá ocorrer até o dia 30 de junho de 2013.

 

Importação

 

O setor de energia eólica começa a retomar o fôlego no Ceará. Após um forte início e uma tendência de baixa, a geração de energia alternativa começa a se aperfeiçoar no Estado.

 

Nos resultados da balança comercial do Ceará - divulgada em 8 de fevereiro pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) -, o quite de importação é composto, principalmente por produtos metalúrgicos, com 26,8% de participação.

 

Na sequência, com 23% de participação, máquinas, aparelho e material elétrico, com destaque para equipamentos que formam o aerogerador das torres de energia eólica.

 

E agora

ENTENDA A NOTÍCIA

 

Ceará é um dos pioneiros na exploração comercial de eólicas no Brasil. É visado por grandes empresas do ramo, mas sofre com o gargalo da falta de mão de obra capacitada.

fonte:http://www.opovo.com.br/

publicado por adm às 23:18
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Março 21 2012

A Alstom inaugurou o maior aerogerador offshore do mundo. O Haliade 150, com capacidade de 6 MW, foi desenvolvido para ganhar uma concorrência lançada pelo governo francês. A cerimônia de inauguração do aerogerador, que foi instalado no parque de Carnet, próximo à cidade cde Saint-Nazare, na França, contou com a presença do ministro francês Eric Besson, e do CEO da companhia, Patrick Kron.

O objetivo da Alstom, com o novo gerador, é instalar 3 GW de energia eólica na costa francesa até 2015. Para ser produzido em maiores quantidades, o Haliade 150 passará por diversos testes de campo ao longo deste ano. A produção em pré-série deverá começar em 2013, com a produção efetivamente em série estimada para 2014.

A Alstom é fornecedora do consórcio vencedor da licitação do governo francês para energia eólica. Também participam a EDF Energies Nouvelles e a Dong Energy, especialista em parques eólicos offshore. O projeto oferece uma oportunidade de desenvolver um aerogerador totalmente francês, desde a tecnologia até a montagem, além de envolver cerca de 200 fornecedores e gerar um alto número de empregos.

Caso o aerogerador passe nos testes, a Alstom planeja montar até quatro fábricas de componentes para o Haliade 150, que gerariam 5 mil empregos permanentes. Caso sejam construídas, as fábricas seriam as primeiras instalações da Alstom dedicadas exclusivamente à energia eólica offshore, e terão uma capacidade de produção de 100 unidades por ano. O investimento da companhia no projeto deve chegar aos € 100 milhões.

fonte:http://www.petronoticias.com.br/

publicado por adm às 22:35

Março 17 2012

Em outubro deste ano, a Turquia começará as construções do parque eólico Sincik. O local terá onze turbinas grandes, feitas para locais com velocidade média de ventos.

 

O projeto é da Tektuğ Elektrik Group, uma empresa especializada em energia renovável. O parque ficará em uma das montanhas da província turca de Adiyaman, com uma altitude de 1500 metros. A região escolhida para que seja feita a instalação das turbinas tem ventos com uma velocidade média anual de 6,9 m/s. Isso significa que elas vão conseguir gerar um rendimento anual de 60 GWh (gigawatts-hora).

 

O parque faz parte de uma série de projetos relacionados à energia eólica que serão financiados na Turquia ainda em 2012. Os novos projetos serão feitos em parceria com um dos maiores conglomerados industriais na Turquia, a Borusan Holding.

 

Os investimentos em projetos de energia eólica cresceram muito nos últimos anos. Em grande parte, isso se deve ao aumento do "Sistema Nacional de Energia Eólica", um mecanismo político feito para acelerar o investimento em tecnologias verdes de energia eólica para 0.073 dólares por KWh em dezembro de 2010.

 

Em 2008, por exemplo, foi concluído o primeiro projeto da empresa alemã Nordex, fabricante de turbinas, na Turquia. Ele consistia em um parque eólico de 42,5 MW. Depois, a companhia foi abordada para construir mais três parques eólicos e totalizar 125 MW de capacidade instalada. No início deste ano, também foi feito mais um contrato para a construção de um parque eólico de 50 MW na Província Izmir.

 

fonte_http://info.abril.com.br/

publicado por adm às 23:09

Março 14 2012

Empresa indiana vende os parques eólicos em construção no município de Trairi (CE) por R$ 540 milhões. O comprador foi o consórcio formado por Fundo de Investimento do Banco do Brasil-Grupo Votorantim Energia Sustentável e Enerplan (RS)

 

A divisão brasileira da companhia indiana Suzlon, quinta maior fabricante de aerogeradores do mundo, vendeu seus cinco parques eólicos que estão em construção no município de Trairi (a 24,5 quilômetros de Fortaleza). O negócio, de R$ 540 milhões, foi fechado entre a Suzlon e Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura (FIP) IE BB (Banco do Brasil) Votorantim Energia Sustentável e para Enerplan, empresa de energia do grupo gaúcho Oleoplan, segundo informações do Valor Econômico. 

 

A operação, concluída na sexta-feira (9), foi estruturada pelo Banco Pine. O FIP IE BB Votorantim Energia Sustentável vai ficar com 60% do projeto e o grupo gaúcho com os 40% restantes. Os cinco parques têm capacidade para produzir 136,5 megawatts (MW) que foram contratados no leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de 2009, para início do fornecimento em 2013.


Com este negócio, a Votorantim ingressa no mercado de energia eólica em parceria com o FIP/BB, já que, atualmente, o braço energético da companhia só compreende energia oriunda de hidrelétricas e de cogeração.


Adão Linhares, presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica, acha interessante a transferência feita pela Suzlon, pois, segundo ele, a empresa indiana está se posicionando como fabricante e fornecedora de equipamentos. Esta, inclusive, deverá ser a participação da empresa, já que se mantém no projeto como fornecedora dos equipamentos.


Com relação a possíveis atrasos, Linhares diz que segundo a Aneel, todos os projetos eólicos em território cearense estão dentro do cronograma. “Acredito que este seja o caso dos parques eólicos de Trairi. Não acredito que um grupo como o Votorantim tenha assumido esses parques sem que estejam dentro do prazo. Um atraso no início do fornecimento de energia, conforme contratado, gera multas enormes que poderiam até inviabilizar todo o projeto”.


Linhares também ressalta que se isso (atraso) ocorresse, poderia até mesmo impedir que a empresa (ou o grupo) voltasse a investir em outros projetos similares no País.

 

Silêncio


O POVO entrou em contato com o presidente da Suzlon no Brasil, Arthur Lavieri, mas ele disse que não se manifestaria sobre o assunto. Argumentou, apenas, que a assessoria de comunicação da empresa estaria elaborando um press-release a ser divulgado à imprensa até o final desta semana.


O diretor de operações estruturadas do banco Pine, Orestes Gonçalves Júnior, diz que a entrada de companhias novas no setor de energia é bem-vinda, uma vez que os atuais investidores são tradicionais nesse mercado e que o banco já atua como adviser em operações de fusões e aquisições no setor de infraestrutura.

 

Quem


ENTENDA A NOTÍCIA


No Brasil, a Suzlon mantém operações desde 2006 e hoje é um dos principais fornecedores de turbinas eólicas do País. A empresa tem instalada 185 turbinas em 11 projetos de exploração. O potencial eólico a ser instalado no País é estimado em 7 mil megawatts (MW)

 

Números


540

milhões de reais é o valor da transferência para consórcio entre Fundo de Investimentos do BB/Votorantim e Enerplan

 

60%

do controle dos parques ficará com o consórcio formado pelo FIP BB/Votorantim e o restante com grupo gaúcho

 

136,5

megawatts será a capacidade de produção dos parques eólicos, em Trairi, que foi contratada no leilão de 2009

  

Serviço

 

Acesse o Banco de Informações de Geração da Aneel:http://www.aneel.gov.br/

aplicacoes/capacidadebrasil/GeracaoTipo Fase.asp? tipo =7&fase=1

 

fonte:http://www.opovo.com.br/

publicado por adm às 22:51
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Março 05 2012

Da Agência Ambiente Energia -  O Brasil ocupa a liderança do mercado de energia eólica na América Latina, segundo apontaram os números apresentados no Comitê Latino-Americano do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) durante encontro realizado no México. O país foi responsável por 50% das instalações efetuadas na América Latina em 2011, com 582,6 gigawatts (GW), e também se destaca quanto à capacidade total investida em energia eólica.

Na segunda posição do ranking, está o México, com 31%; seguido por Honduras, que responde por 9%; Argentina, com 7%; e Chile, com 3%. No levantamento, o Brasil também se destaca no aspecto da potência instalada acumulada por país, de 2008 a 2012, alcançando um volume de 1.509 MW.

Analisando as perspectivas de crescimento até 2020, a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) , instituição que congrega e representa o setor eólico no país, continua atuando para garantir asustentabilidade da indústria eólica, que apresentou crescimento notável nos últimos anos. “Nossa previsão é que o Brasil atinja o potencial de 20.000 MW instalados até 2020 e esse número é muito plausível. Para sustentar essa indústria, basta vender, pelo menos, 2 GW por ano, somando-se o mercado regulado e mercado livre”, destaca Pedro Perrelli, diretor executivo da Associação de Energia Eólica (ABEEólica), que participou do encontro.

Segundo dados disponibilizados pelo GWEC, a previsão é de que América Latina e Caribe atinjam 30.000 MW de capacidade cumulativa até 2020. O Conselho também disponibilizou estatísticas quanto à participação dos fabricantes de turbinas eólicas nos três principais mercados latino-americanos. No Brasil, a Enercon tem 43%, Suzlon 24%, Impsa 22% e Vestas 10%. No México, a Acciona WP tem 63%, Gamesa 23% e Clipper 14%. Já no Chile, Vestas detém 57%, Acciona 30%, Dewind 10% e Siemens 2%.

fonte:http://www.ambienteenergia.com.br/i

publicado por adm às 11:47
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Março 01 2012

O presidente da Associação de Energias Renováveis (APREN), António Sá da Costa, defende que «há espaço para mais projetos de energia eólica em Portugal», considerando que congelar a atribuição de novas licenças vai sair caro ao país.

«Devíamos, neste período, abrandar [o investimento em eólicas], subir com um ritmo mais lento, mas o que se está a fazer é parar», criticou Sá da Costa, considerando que assim se «está a matar o único setor da economia portuguesa que funcionava bem».

Em entrevista à Lusa, o presidente da APREN admitiu que, nos últimos dois anos, o consumo de eletricidade baixou em Portugal, mas, alertou, que as estatísticas revelam que, depois de uma quebra, a retoma acontece duas vezes mais depressa.

Segundo Sá da Costa, «a tendência da evolução do consumo de eletricidade mostra que, em tempos de crise, o consumo baixa, mas o que se verifica é que, se a duração da quebra do consumo demora x anos, a subida demora metade desse tempo».

«Este défice [resultante da suspensão de atribuição de novas licenças] vai-nos custar língua de palmo e está-se a matar o único setor da economia portuguesa que funcionava bem», declarou.

Além dos custos do congelamento de novos investimentos, o presidente da APREN crítica a forma como o processo foi conduzido, com a atribuição de novas licenças a ser sucessivamente congelada, «criando falsas expetativas».

«Devia ter sido feito um despacho a dizer que, durante x anos, não havia pedidos de informação prévia [PIP], mas, desde 2002, os sucessivos diretores gerais de energia fizeram três despachos por ano a dizer que não havia», disse.

Em janeiro passado, o Governo voltou a suspender, em Conselho de Ministros, a atribuição de potências de injeção na Rede Elétrica de Serviço Público, decisão que foi justificada com a política de reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:48

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