Energia Eolica

Maio 23 2012

Viana do Castelo foi a primeira cidade portuguesa a receber um aerogerador. O aparelho entrou em funcionamento, está ligado à rede e assegura as necessidades de 10 por cento dos habitantes daquela zona urbana.

De acordo com dados da Enercon, o aerogerador de dois MegaWatts (MW) é capaz de assegurar os consumos de quatro mil pessoas e cerca de duas mil habitações, ou seja, 10 por cento dos 40 mil habitantes de Viana do Castelo. Com o aerogerador poupa-se 2.500 toneladas de emissões de CO2 por ano. Um investimento que ascende a cinco milhões de euros

A instalação da torre pela Enercon foi concluída há cerca de dois meses e passou ainda pela delicada tarefa de colocar, no topo, o aerogerador de dois megawatts, com um peso de 54 toneladas e cinco metros de diâmetro, a 78 metros de altura.

fonte:http://www.verportugal.net/

publicado por adm às 23:33
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Maio 23 2012

A instalação de mais cinco aerogeradores no Parque Eólico dos Candeeiros, na freguesia de Alcobertas (Rio Maior), apresenta-se como “claramente positivo e com viabilidade ambiental”, não se prevendo consequências nefastas para o meio envolvente. Essas são as principais conclusões do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) referente ao projecto, que se encontra em fase de consulta pública até 8 de Junho nas sedes da Agência Portuguesa do Ambiente (Amadora) e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (Lisboa), bem como na Câmara Municipal de Rio Maior.

Em causa está a instalação de mais cinco torres eólicas, a juntar às 37 já existentes, que vão permitir aumentar a potência instalada e de produção de energia eléctrica. “Os impactes induzidos são inferiores àqueles que seriam expectáveis no caso da construção de um parque eólico de raiz”, lê-se no resumo não técnico do EIA, onde se acrescenta “não ser previsível a ocorrência de qualquer impacte negativo sobre o ambiente de tal modo gravoso que possa, de alguma maneira, colocar em questão a viabilidade ambiental do projecto”.

Para além da instalação de mais cinco aerogeradores na serra, a intervenção compreende a abertura de uma vala, ao longo do acesso, para colocação de cabos enterrados para o transporte da energia eléctrica produzida por cada um dos aerogeradores até ao edifício de comando, bem como a construção de pequenos troços de novos acessos. Já na fase de exploração prevêem-se impactes positivos devido à produção de energia eléctrica com recurso a fontes renováveis.

 

fonte:;http://semanal.omirante.pt/

publicado por adm às 23:27

Maio 19 2012

O Governo aprovou hoje "um pacote de medidas com vista à redução do peso das remunerações do sector elétrico" e "em prole do interesse nacional", anunciou hoje o ministro da Economia.

No final do Conselho de Ministros, Álvaro Santos Pereira disse que "o Estado está, pela primeira vez, a reduzir os custos do sector elétrico", realçando que os cortes hoje decididos representam "1800 milhões de euros até 2020".

O governante explicou que o pacote de medidas inclui a cogeração, os Contratos de Aquisição de Energia (CAE) e os custos de manutenção do equilíbrio contratual (CMEC) e ainda a eliminação do mecanismo de garantia de potência, conseguindo uma poupança anual entre "os 170 e os 190 milhões de euros".

De notar que não são apresentados cortes nas rendas pagas ao sector da energia eólica, área que tanta polémica alimentou nos últimos meses. Esta foi uma das grandes apostas do governo de José Sócrates, que em 2010 conseguiu colocar Portugal no top 10 mundial do sector eólico.


fonte:http://expresso.sapo.pt/

publicado por adm às 20:29
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Maio 19 2012

Boom da energia eólica

O maior potencial brasileiro de geração de energia eólica localiza-se próximo ao litoral das regiões Nordeste e Sul.

Atualmente o país detém uma capacidade de geração eólica de 1,4 GW (gigawatts) e 57 novos parques eólicos em construção, que vão gerar uma energia adicional de aproximadamente 1,5 GW.

Esse boom da energia eólica já motivou a instalação de oito fabricantes de equipamentos no Brasil.

O assunto foi tema de um encontro promovido em Brasília Centro de Gestão e Estudo Estratégicos (CGEE).

Durante o evento, foram apresentados os primeiros resultados da prospecção tecnológica sobre o setor, iniciada em janeiro deste ano.

Estratégia eólica

O encontro objetivou produzir subsídios para a formulação de políticas públicas para a cadeia produtiva de energia eólica no Brasil, com foco em atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Segundo Ceres Cavalcanti, responsável pelo projeto do CGEE, foi detectada a necessidade de capacitação de recursos humanos, de infraestrutura laboratorial, bem como de alavancar a pesquisa na cadeia de energia eólica em todas as suas dimensões e tecnologias.

"É importante termos esse suporte científico e tecnológico para que a indústria eólica possa ter o seu conteúdo local aumentado com tecnologias desenvolvidas especificamente para as condições brasileiras," disse Eduardo Soriano, responsável pela área de energia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Segundo ele, os resultados dessa prospecção realizada pelo CGEE vão orientar e subsidiar as ações no âmbito da Estratégica Nacional de Ciência Tecnologia (Encti), para o período de 2012 a 2015.

Certificação de equipamentos eólicos

Na avaliação dos participantes do evento, há necessidade de um laboratório nacional para certificação de equipamentos eólicos.

Já existe um esforço de PD&I em universidades e centros de pesquisa, com foco em peças e componentes para grandes aerogeradores, em aerogeradores de pequeno e médio porte, em eventos extremos no Sul do país, em previsão de ventos, entre outras áreas.

Soriano observou que, desde 2007, por meio dos editais de subvenção da Finep, o Ministério apoiou projetos de empresas no valor total de R$ 42 milhões, para o desenvolvimento de aerogeradores, conversores, analisadores, torres e transformadores, entre outros.

O superintendente de P&D da Aneel, Máximo Pompmayer, informou que está em estudo a realização de chamada de projetos estratégicos em energia eólica, semelhante à chamada de energia solar fotovoltaica que recebeu cerca de R$ 400 milhões de propostas das concessionárias de energia elétrica.

Lado antiquado das energias renováveis

Apesar de as previsões indicarem que a energia eólica no Brasil vai crescer sete vezes até 2014, um relatório recente de uma agência da ONU disse que o Brasil não investe o suficiente em energias renováveis modernas.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), por exemplo, a agência estadual mais forte do país, está fortemente centrada nos biocombustíveis, o que seria, a julgar pelo discurso da Unctad, uma energia renovável "antiquada".

De fato, a produção de biocombustíveis no Brasil já foi associada a denúncias de trabalho escravo, poluição, mau uso da terra e destruição da agricultura familiar, além de ser altamente concentradora de renda.

A tentativa do governo federal de usar o programa do biodiesel para atingir metas sociais, por exemplo, não produziu os resultados inicialmente apregoados, aparentemente porque a política atropelou a tecnologia.

Fora desse lado nefasto dos biocombustíveis, a FAPESP tem apoiado pesquisas do chamado etanol de segunda geração, mas não se espera resultados práticos antes de 10 anos.

 

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 20:23
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Maio 08 2012
A potência eólica instalada em Portugal atingiu em Janeiro deste ano os 4.301 MegaWatts (MW), distribuídos por 218 parques.

A potência eólica instalada em Portugal atingiu em Janeiro deste ano os 4.301 MegaWatts (MW), distribuídos por 218 parques, mas desde 2010 foram licenciados apenas mais 19 MW, segundo dados da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

De acordo com os dados mais recentes da DGEG, a produção eólica contava em Janeiro de 2012 com uma potência instalada de 4.301 MW e licenciada (autorizada mas ainda não ligada à rede) de 4.562MW.

O relatório da DGEG refere que a potência eólica instalada em Portugal no final de 2004 era de 2.221 MW e que entre 2005 e 2010 o licenciamento médio anual rondou os 390 MW.

No final de 2010, o país contava com uma potência eólica instalada de 4.543 MW, distribuída por 208 parques e 2.034 aerogeradores. Em Janeiro de 2012, estavam licenciados 4.562 MW, ou seja, apenas mais cerca de 19 MW do que no final de 2010, ano em que tinham sido licenciados mais 293,6 MW de potência eólica. 

Em todo o ano de 2011, apenas foram licenciados 11,6 MW de potência eólica no país (o equivalente a cerca de cinco aerogeradores).

Actualmente, acrescenta o documento, Portugal conta com 2.250 aerogeradores (4.301 MW) instalados e face ao reduzido licenciamento de novos projectos, tem apenas 261 MW por instalar.

A DGEG acrescenta que em 2011 a produção dos parques com potência instalada estabilizada situou-se nas 2.205 horas equivalentes por MW, o que corresponde a uma quebra de 11 por cento face a 2010 (2.476 horas equivalentes por MW). 

Os distritos com maior potência instalada, em Janeiro de 2012, eram Viseu (883 MW), Castelo Branco (564 MW), Coimbra (510 MW), Vila Real (496 MW), Viana do Castelo (339 MW) e Lisboa (338 MW), representando estes distritos 73 por cento do total instalado. 



O total da potência instalada para a produção de energias renováveis atingiu este ano os 10.344 MW, dos quais 5.280 MW eram assegurados pela produção hídrica. 

Mas em 2012 apenas a produção fotovoltaica sofreu um incremento da potência instalada, que passou de 149,3 para 155,3 MW, estando praticamente concentrada no distrito de Beja.

A DGEG indica ainda que a incorporação de Fontes de Energia de Renováveis (FER) no consumo bruto de energia eléctrica em Portugal chegou aos 43,7 por cento em 2011, considerando apenas o território Continental.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
publicado por adm às 22:45

Maio 06 2012

O ritmo de construção de novos parques eólicos pode cair 80% nos Estados Unidos em 2013. A previsão é da Associação Americana de Energia Eólica (AWEA, na sigla em inglês), que considera o baque que deve atingir o setor a partir de 31 de dezembro deste ano, quando vence o Production Tax Credit (PTC). A lei, que tem como meta o incentivo à geração a partir dos ventos, oferece créditos no imposto de renda nos dez primeiros anos de operação de turbinas de grande escala.

O gerente de programas técnicos da AWEA, John Dulop, afirma que a preocupação em torno da demora do Congresso em aprovar a prorrogação da lei agitou o mercado durante um evento realizado na Alemanha na última semana. Ele lembra que os parlamentares americanos já deixaram o incentivo expirar temporariamente em outras três ocasiões, mas aponta que o impacto desta vez pode ser muito maior.

A associação trabalha com a previsão de que cerca de 10GW em parques eólicos entrarão em operação nos EUA em 2012. No próximo ano, o número pode ser de apenas 2GW caso o benefício caia. A retração é semelhante, percentualmente, à registrada nas outras ocasiões em que a lei não foi renovada. Mas, agora, a indústria eólica tem muito mais peso do que em 2004, último ano em que o incentivo venceu.

Enquanto, de 2003 para 2004, os investimentos em usinas da fonte caíram de US$3,6 bilhões para US$1 bilhão, a expectativa agora é de uma redução de US$14,4 bilhões - com o mercado encolhendo de US$18 bilhões neste ano para US$3,6 bilhões em 2013.

O pessimismo tem feito com que investidores acelerem os projetos em andamento, o que já se reflete em números. No primeiro trimestre deste ano, os EUA colocaram quase 1,7GW em usinas a vento para gerar energia. O montante é 52% maior do que no mesmo período de 2011.

"Em suma, o notável sucesso do PTC em criar uma indústria americana com dez mil novos empregos no país aumentou dramaticamente a necessidade de uma séria e urgente ação do Congresso para providenciar políticas de impostos estáveis para o setor eólico", cobra a AWEA.

fonte:http://www.jornalmeioambiente.com/

publicado por adm às 23:41
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Maio 06 2012

O governador do Ceará, Cid Gomes, anunciou nessa semana que até 2016 o estado planeja ser autossuficiente em energia elétrica consumindo apenas o que for gerado de fontes eólicas. Até 2007, o Ceará era totalmente dependente de fornecedores de outros estados. Nos últimos cinco anos, no entanto, o governo desenvolveu programas de incentivo e se tornou um dos maiores investidores em energias verdes. Os parques eólicos que já estão em construção garantem a previsão de Gomes, que prevê para os próximos quatro anos a independência energética apenas com energia eólica.

 

“Já produzimos 519MW de energia eólica, o que corresponde a 56% da produção nacional. Com os 18 parques e 69 usinas já contratadas produziremos 1818MW até 2016. Esse valor atende a todas as demandas de nosso estado”, disse o governador. Na opinião de Gomes, a autossuficiência energética é importante para o desenvolvimento de todo o Nordeste. “Toda região que pretenda crescer tem que possuir um suprimento seguro de energia. E não há forma melhor de se resolver esse problema, senão pelo investimento em energias alternativas”, diz. A prática serve de exemplo para todo o País, e, além disso, ainda é importante lembrar que o estado do Ceará é pioneiro em investimentos e pesquisas relativas à extração de energia da luz do Sol e da movimentação das marés.

Fonte: http://eolicastrairi.com.br/

publicado por adm às 23:40
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