Energia Eolica

Novembro 12 2013

Foi um momento simbólico, esta segunda-feira, quando o Japão colocou em funcionamento a primeira turbina do parque eólico marítimo que está a ser construído ao largo da acidentada central nuclear de Fukushima.

Até 2016, está prevista a instalação de mais de 140 turbinas eólicas flutuantes ao largo de uma região dizimada pelo tsunami e o acidente nuclear em março de 2011.

Coube ao vice-ministro da Economia, Comércio e Indústria, a honra de colocar a primeira turbina em marcha. Na cerimónia, após recordar as vítimas do acidente nuclear, o governante nipónico realçou o lado simbólico de lançar “uma nova fonte de energia, uma energia renovável” com base em Fukushima e garantiu que “o governo tem por missão garantir que o projeto é um sucesso”.

Desde a catástrofe de 2011 que o Japão tem encerrados os 54 reatores nucleares que produziam 30% da energia nipónica. O Império do Sol volta-se agora para as renováveis, consciente que estas energias verdes estão ainda longe de ter capacidade para responder às necessidades energéticas do país.

fonte:http://pt.euronews.com/

publicado por adm às 21:42

Novembro 03 2013

A multinacional Siemens acaba de apresentar uma mega turbina eólica, em Inglaterra, que consegue produzir mais eletricidade com menos vento. Destina-se em exclusivo a parques eólicos off-shore (no mar).

O maior avião de passageiros do mundo parece quase um inseto ao lado do círculo descrito pelas pás desta mega turbina eólica. Impressiona pela dimensão mas é também um passo à frente nesta tecnologia que continua a transformar as correntes de ar em energia elétrica.

Este novo aerogerador construído pela multinacional alemã Siemens, tem seis megawatts de capacidade instalada (a maioria das que existem espalhadas pelas serranias têm 2 MW).

O que se vê na imagem que aqui mostramos é uma infografia, mas a Siemens apresentou esta semana a primeira torre desta dimensão em Inglaterra, na zona costeira de Hunterston. O grande trunfo da nova turbina SWT-6.0-154 de 6 MW é que vai produzir mais energia com menos vento.

fontes: http://expresso.sapo.pt

publicado por adm às 22:02

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