Energia Eolica

Setembro 14 2011

A aposta da EDP na energia eólica no Brasil "é para ficar", apesar do adiamento do leilão promovido pelo governo. A informação é do presidente-executivo da companhia de energia portuguesa, António Mexia. "O nosso envolvimento no regime e no domínio eólico no Brasil é para ficar", garantiu Mexia à Agência Lusa, à margem do seminário “Energia Ibero-Americana 2050 – Inovação para um Futuro Sustentável”, em 26 de novembro, em Lisboa. O presidente-executivo da EDP disse que o leilão para a aquisição de energia eólica no Brasil, no qual a EDP Renováveis está interessada, foi adiado para 17 de dezembro.

Além disso, ele destacou o resultado da oferta pública de ações próprias da EDP – Energias do Brasil, uma operação que captou R$ 441,8 milhões, o que, segundo Mexia, "a demanda foi muito maior do que a oferta". "Isto demonstra mais uma vez que a estratégia [da EDP] para o Brasil está bem definida, bem clara e bem recebida pelo mercado", concluiu.

Prêmio no Brasil para projeto no setor Já no dia 25, a EDP lançou um prêmio para estimular o desenvolvimento de projetos inovadores no setor energético brasileiro, com a presença do sueco Kjell Nordström, um dos maiores especialistas mundiais no assunto.

O prêmio EDP 2020 distribuirá R$ 100 mil por ano, pela próxima década, em um investimento total de R$ 1 milhão, o maior valor da área de inovação no Brasil. A intenção é que as propostas sejam dirigidas a projetos inovadores na área de energias renováveis, redes inteligentes, eficiência energética, mobilidade elétrica, cidades sustentáveis e outros.

As principais ideias distinguidas pelo prêmio poderão ser implementadas, com a possibilidade de a EDP "vir a colaborar ativamente nos novos projetos", informou o grupo português.

A iniciativa da empresa terá a chancela da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que será responsável pela seleção e apoio dos premiados. As regras serão lançadas oficialmente no primeiro trimestre de 2010, com anúncio dos vencedores nas edições de um fórum sobre inovação que o grupo promoverá anualmente, no Brasil.

"Máquinas, programas e equipamentos deixaram de ter vantagens competitivas, uma vez que qualquer empresa tem acesso igual, o que faz a diferença são as pessoas e seus talentos", disse o especialista sueco Kjell Nordström.

No Brasil, a EDP controla empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

fonte:http://www.mundolusiada.com.br

publicado por adm às 22:43
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