Energia Eolica

Julho 26 2015

O primeiro parque eólico inaugurado na Bahia tem apenas três anos de funcionamento e localiza-se em Brotas de Macaúbas, no sudoeste do estado. Ele fez com que o estado alcançasse a segunda posição em maior geração de energia eólica do Brasil.

Dados do CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) mostram que o Rio Grande do Norte lidera, com uma produção de 720 megawatss mensais. O Ceará e o Rio Grande do Sul ocupam o terceiro e o quarto lugar, respectivamente, com 380 e 328 megawalts.

A Bahia, no mês de maio, registrou a produção de 463 megawatts superando os demais estados do país. Caso o ritmo seja mantido, é previsto que até 2021 a Bahia torne-se a maior fonte de matriz energética pela força dos ventos. O estado possui 168 projetos relacionados à energia eólica espalhados em 21 municípios, destes, 37 parques já estão em operação, 31 em construção e os outros aguardam por autorização de licenciamento ambiental. A expectativa é grande, os investimentos pretendem atingir a marca de um gigawatt até 2016, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

A equipe do POP procurou saber quantos watts são gastos em média em alguns dos eletrodomésticos mais utilizados nos lares brasileiros. Com isso, é possível ter uma noção da produção de energia por estado com o quanto você gasta em sua rotina.

Primeiro é preciso entender os valores:

1Kw = 1000 watts

1Mw= 100.000 watss

Então, 1 MegaWatt tem Mil Kilowatts.

Tabela Energia

Tabela produzida de acordo com os dados da Eletrobrás. (Arte: POP/Ana Beatriz Alves)

Para saber o consumo exato em quilowatts/hora de seus eletrodomésticos verifique qual a potencia de cada um deles em watts(W), divida por 1.000 e multiplique pelo número de dias e pelo tempo médio de uso diário.

 

fonte:http://deixaqueeumanjo.pop.com.br/

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Junho 16 2013

Até março de 2014 a Bahia terá 29 parques eólicos, segundo informou na sexta-feira (14), o diretor de Sustentabilidade da Renova Energia, Ney Maron. Líder na geração de energia eólica contratada do Brasil, a empresa já construiu 14 parques nas cidades de Igaporã, Caetité e Guanambi, que ficaram prontos em julho de 2012. Os parques ainda não estão funcionam porque dependem da construção da linha de transmissão da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), que não deu prazo para fazer o serviço. “Os outros parques nessa mesma região ficarão prontos em março de 2014. No total, quando estiver em funcionamento, os parques conseguem fornecer energia para cerca de 1.6 milhões de residências”, explica Maron. 

O diretor da Renova Energia ressalta que os ventos brasileiros são excelentes para a produção desse tipo de energia. “Ao contrário de alguns lugares do mundo que tem ventos fortes em rajadas na Bahia os ventos são constantes na maioria do tempo ao longo do ano”, destaca. Os projetos dos parques da Renova Energia na Bahia - Alto Sertão 1 (construido) e Alto Sertão 2 (emconstrução) – seguem o padrão de sustentabilidade. “A produção de energia nessas regiões são feitas em áreas arrendadas pela Renova. Ou seja, é possível para o dono do terreno que vai abrigar o parque manter suas atividades como agricultura da mesma maneira. Isso torna o processo de produção da energia ainda mais sustentável para o país”, completa Maron.

fonte:http://www.ibahia.com

publicado por adm às 00:25
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Junho 11 2012

O BNDES anunciou nesta segunda-feira financiamento de R$ 378 milhões para a construção de cinco parques de geração de energiaeólica, na Bahia e no Rio Grande do Norte.

Os recursos serão destinados à Força Eólica do Brasil, empresa controlada pela Neoenergia e pela Iberdrola.

A companhia investirá, ao todo, R$ 594,5 milhões no projeto, cuja capacidade instalada total será de 150 MW. O empréstimo contará com repasse do Banco do Brasil.

Diante da redução dos preços da energia eólica no país graças ao incentivo do governo e aos subsídios em leilões de concessão, cresce o interesse de investidores essa fonte alternativa. As usinas eólicas hoje já têm custo inferior ao das termelétricas a gás natural e só é mais cara do que as hidrelétricas.

A carteira atual do banco estatal (incluindo as diversas etapas pelas quais os projetos tramitam na instituição) soma 107 parques eólicos, que correspondem a investimentos de R$ 12,4 bilhões e financiamentos do BNDES no valor de R$ 8,4 bilhões.

Somente em em 2011 os empréstimos do banco para projetos do setor totalizaram R$ 3,4 bilhões, a empreendimentos que vão gerar 1.160 MW de capacidade.

Segundo o BNDES, os cinco novos parques eólicos demandarão 1,8 mil empregos entre diretos e indiretos durante as obras.

fonte:http://www.tribunadabahia.com.br

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Janeiro 24 2012
A Bahia licenciou, na última semana 133 projetos para implantação de complexos de energia eólica no estado. Juntos, os projetos somam cerca de 3.200 MW de potência. As Licenças de Localização (LL) foram publicadas no Diário Oficial do Estado no último fim de semana (21 e 22 de janeiro) e se referem à análise da viabilidade ambiental de competência do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).
 
Com a LL, as empresas cumprem um dos requisitos para a participação no leilão de energia A-3, que será realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em março deste ano. Somando as novas licenças a uma carteira de projetos já habilitados, a Bahia pode superar 4.000 MW no próximo leilão, quando será contratada energia com suprimento previsto para 2015.
 
Hoje a Bahia tem 57 projetos de energia eólica previstos para se instalar no estado. Os empreendimentos somam aproximadamente R$ 6,5 bilhões em investimentos e têm previsão de gerar entre 400 e 600 empregos na fase de operação. Quando os parques estiverem operando vão acrescentar aproximadamente 1.418 MW à rede elétrica.
 
A previsão é que até setembro de 2012, 18 parques estejam em pleno funcionamento. As usinas eólicas foram contratadas nos Leilões de Fontes Alternativas e no Leilão de Energia de Reserva, realizados pelo Governo Federal nos anos de 2009, 2010 e 2011.
fonte:http://www.aratuonline.com.br/n
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Outubro 04 2011

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 297,4 milhões para instalação de cinco parques eólicos no interior da Bahia.

As unidades fazem parte do complexo de 14 centrais eólicas vencedoras do 2º Leilão de Energia de Reserva, em 2009, controladas pela Renova Energia, e nove já haviam obtido financiamento do BNDES em 2010. 

As novas usinas, instaladas nos municípios de Igaporã e Guanambi, terão potência total de 98,8 megawatt (MW).

O apoio do BNDES responderá por 70% do valor total do projeto, de R$ 423,3 milhões, e contribuirá para a criação de 1.468 empregos, diretos e indiretos, durante a fase de construção e operação do empreendimento.

Ao todo, o Grupo Renova está realizando investimentos que levarão à instalação de um total de 294,4 MW, com entrada em operação programada para julho de 2012 naquela região da Bahia.

Os investimentos em energia eólica têm sido crescentes nos últimos anos. Considerando-se os cinco novos parques baianos, o BNDES já aprovou projetos para 70 parques eólicos, no valor de R$ 4,5 bilhões e capacidade instalada de 1,5 mil MW.

fonte:http://www.brasileconomico.com.br/

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Setembro 22 2011

No final de novembro, o primeiro parque eólico da Bahia, instalado em Brotas de Macaúbas, na Chapada Diamantina, vai entrar em operação. A estrutura principal já está montada e resta apenas a conclusão da subestação, que vai levar a energia à rede nacional.

 

Cada um dos 57 cata-ventos gigantes que formam o parque tem 80 metros de altura. Eles vão aproveitar a força dos ventos e produzir eletricidade suficiente para abastecer uma cidade maior do que Vitória da Conquista.

 

No local onde está instalado o parque, no alto da Serra da Mangabeira, o vento tem velocidade média de 25 km/h. O engenheiro Eduardo Bottacin afirma que, para começar a produzir energia, o aerogerador precisa de vento de pelo menos 11 km/h.

 

“O potencial de geração aqui é de 90 megawatts. Esta é uma das melhores áreas do estado”. Com a entrada em operação do primeiro parque eólico, o estado se prepara para instalar outros 51. No país, a Bahia lidera o número de projetos neste setor.

 

A previsão é de que 18 novos empreendimentos entrem em operação até o final de 2012 e formem o principal polo eólico do Brasil. Além dos parques, o estado começa a receber fábricas de torres e aerogeradores.

 

A Gamesa, espanhola especializada na construção de turbinas geradoras, já inaugurou uma unidade em Camaçari, e a francesa Alston inaugura outra até o final deste ano.

fonte:http://www2.uol.com.br/

publicado por adm às 22:54
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Agosto 25 2011

A Magnesita, fabricante brasileira de materiais refratários para indústrias de aço, cimento, cerâmica, vidreira e outras, vai iniciar estudos para aproveitar o potencial de geração de energia eólica no país. O objetivo é usar a energia só para atender suas necessidades do insumo nas operações em Brumado, na Bahia.

“Por enquanto, é apenas uma ideia”, disse Flávio Rezende Barbosa, diretor financeiro e de relações com investidores nesta manhã durante reunião com analistas de mercado. O encontro é realizado trimestralmente, dias depois de a empresa divulgar seus resultados financeiros.

Rezende informou que nas próximas semanas será contratada uma empresa especializada, já com atuação no negócio de energia eólica na região de Brumado, para fazer um estudo de viabilidade econômica. Esse estudo deverá durar um ano, já com realização de medições dos ventos em duas estações na área da Serra das Éguas, onde está a grande mina da Magnesita.

“Nosso plano, que é ainda muito preliminar, é vir a substituir energia cara que compramos hoje por energia limpa a custo bem mais competitivo. No último leilão do governo, energia eólica foi vendida a R$ 99 o MWhora”, comentou o executivo.

Segundo ele, um projeto com esse tipo de energia, depois de pago o investimento, tem custo de produção final de US$ 25 o MWhora. A energia brasileira está custando na faixa de US$ 100 o MWhora.

Atualmente, a demanda da empresa em Brumado chega a 6 MW de potência. Mas deve crescer com instalação de novos fornos. Um projeto, para ter escala e atender aumentos de consumo da empresa no futuro seria em torno de 50 MW firmes (90 MW de potência instalada, com rendimento de 55%).

A empresa não tem ainda nenhum orçamento de valor de investimento no projeto, pois vai depender do estudo. Atualmente, o custo de instalação, entre a infraestrutura e a compra de turbinas aerogeradoras, está em torno de R$ 3,5 milhões a R$ 4 milhões  por MW no país. “O preços dos equipamentos, todavia, estão caindo drasticamente com a crise na Europa e EUA”, observou o diretor.

Caso se concretize a geração própria de energia a partir dos ventos, a Magnesita avalia fazer a expansão de sua unidade de eletrofusão de sínter (cristal de magnesita), um produto de alto valor agregado. Hoje, tem de importar cerca de 50 mil toneladas por ano, a maioria da China, pois só produz 24 mil toneladas em Brumado. “Assim, ficaremos autossuficiente nessa matéria-prima”, destacou Rezende.

Segundo o executivo, há financiamentos de bancos de fomento, como o Banco do Nordeste (BNB), com custos atrativos e até 20 anos de amortização para projetos de geração de energias renováveis, como eólica.

A Magnesita, que tem como principal controlador a GP Investiments, é a terceira maior empresa no mundo no setor de materiais refratários. No primeiro semestre, a empresa teve receita líquida de R$ 1,15 bilhão, com lucro líquido de R$ 52 milhões e Ebtida de R$ 197 milhões.    

fonte:http://www.valor.com.br/

publicado por adm às 11:27
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