Energia Eolica

Julho 12 2015

A produção de energia eólica da Dinamarca atingiu a marca de 140% em relação à demanda energética nacional, na última sexta-feira (10). Com isso, o país pôde exportar energia para a Alemanha, para a Suécia e para a Noruega. 

Os 140% representam um valor acima da média de um dia com muito vento, que é de 116%. O novo recorde foi atingido quando a demanda energética do país baixou, por volta das 3 horas da manhã de sexta-feira.

“Isso mostra que um mundo que funciona 100% com energia renovável não é uma fantasia”, informou Oliver Joy, da Associação de Energia Eólica da Europa, segundo o The Guardian. “A energia proveniente do vento e de fontes renováveis podem ser a solução para a descarbonização – e também para a segurança do suprimento em tempos de alta demanda.”

Líder no segmento de energia renovável, a Dinamarca, que tem 5,6 milhões de habitantes (menos da metade da população de São Paulo), tem a meta de produzir metade de sua demanda energética com a força do vento até 2020. Outro objetivo do país é acabar completamente com o uso de combustíveis fósseis, não só na geração de energia doméstica, mas também nos carros, até 2050.

Neste site é possível acompanhar a geração de energia eólica da Dinamarca. Nos últimos horários de pico do país, as fazendas de vento nem estavam operando com a sua capacidade total (4,8GW) para atender a demanda energética. 

Aproximadamente três quartos da capacidade eólica do país vêm de parques eólicos onshore, que têm forte apoio do governo.

A marca histórica de geração de energia da Dinamarca aconteceu na mesma semana em que o Facebook anunciou um novo data center nos Estados Unidos que funcionará com energia eólica.

Fonte: The Guardian

publicado por adm às 09:01
Tags:

Março 29 2012

A Dinamarca aprovou esta semana um dos mais ambiciosos planos globais de energia verde, que tem o seu ponto alto no compromisso de gerar 50% de toda a electricidade consumida no País a partir de energia eólica já em 2020. Ou seja, dentro de apenas oito anos.

Apresentado pelo ministro do Clima, Energia e Edifícios dinamarquês, Martin Lidegaard, o plano prevê várias medidas para acabar com a dependência de petróleo daquele País. Em 2020, cerca de 35% de toda a energia consumida no País deverá ser proveniente de renováveis – e 50% de toda a electricidade a partir de parques eólicos.

O plano prevê ainda investimentos em aquecimento renovável, redes inteligentes, biogás e outras tecnologias verdes. “A Dinamarca será novamente líder global na transição para a energia verde. Isto vai preparar-nos para um futuro onde os preços do petróleo e carvão serão cada vez mais altos. E criará empregos, algo que também precisamos desesperadamente. Agora e nos próximos anos”, explicou Lidegaard.

Em 2020, a Dinamarca espera reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 34%, tendo em conta os níveis de 1990. E diminuir o consumo de energia em mais de 12%, quando comparado com os níveis de 2006.

Em 2050, o país nórdico espera que 100% da sua energia provenha de renováveis: electricidade, aquecimento, indústria e transportes.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 00:23

Novembro 26 2011

O governo anunciou que planeja negociar com partidos políticos de forma que o programa não tenha que ser modificado quando um novo governo assumir o poder.

 

A Dinamarca visa a transformar a energia eólica em 50% da fonte de eletricidade do país em 2020, segundo um novo programa apresentado esta sexta-feira pelo ministro de Clima e Energia, Martin Lidegaard.

"A Dinamarca precisa usar muito mais energia renovável e teremos que nos tornar muito melhores no uso eficiente de energia", disse Lidegaard à imprensa.

O país tem como meta se tornar 100% livre de combustíveis fósseis em 2050, dependendo da energia eólica, na biomassa e no biogás para obter energia, informou o governo em seu site na internet, no qual apresentou seu novo programa "Nossa Energia".

O governo de esquerda, que assumiu o poder em setembro, superou amplamente o programa da administração anterior de centro-direita, "estabelecendo metas mais elevadas", afirmou o ministro.

O plano do governo anterior previa um aumento no uso da energia eólica, dos atuais 20% para 42% em 2020.

O novo governo planeja investir 5,6 bilhões de coroas (US$ 996 milhões) em seu programa de energia contra US$ 3,6 bilhões comprometidos pelo antecessor.

Os investimentos serão financiados por companhias públicas e privadas através de tarifas mais altas de energia e do incentivo para que os dinamarqueses isolem melhor suas casas e edifícios para economizar energia.

O governo espera que as residências reduzam seu consumo médio de energia de 8% para 10% em 2020.

O governo anunciou que planeja negociar com partidos políticos de forma que o programa não tenha que ser modificado quando um novo governo assumir o poder.

fonte:http://acritica.uol.com.br/

publicado por adm às 17:42
Tags:

Junho 24 2010

O Setor Energy da Siemens assinou pedido da Dong Energy para fornecer 111 turbinas eólicas para o parque Anholt, que será a maior usina de energia eólica em alto mar da Dinamarca. Com 400 megawatts (MW), Anholt terá uma capacidade que é quase o dobro do Horns Ver 2 – atualmente o maior parque eólico marítimo do mundo em funcionamento com capacidade para 209 MW. Quando estiver em pleno funcionamento, o projeto do Parque Eólico Marítimo Anholt fornecerá energia limpa para aproximadamente 400 mil domicílios, o que é equivalente a cerca de quatro por cento do consumo total de energia da Dinamarca.

 

“Esse pedido fortalece ainda mais nossa posição como líder global em energia eólica oceânica”, comentou Wolfgang Dehen, CEO do Setor Energy da Siemens. “Estamos muito orgulhosos de trabalhar novamente com a Dong Energy em outro projeto de energia renovável, de alta visibilidade”.

A Siemens fornecerá as 111 turbinas eólicas com capacidade para 3,6 MW cada e diâmetro de rotor de 120 metros. As turbinas eólicas serão produzidas pela fábrica da Siemens em Brande, na Dinamarca, e instaladas ao longo da costa leste daquele país, a 20 km do litoral nordeste da península da Jutlândia. O parque eólico deverá ser comissionado em 2013. O fornecimento da Siemens inclui fabricação, instalação e comissionamento das turbinas eólicas. A companhia também assinou contrato de serviços e manutenção durante os primeiros cinco anos, com opção de determinados serviços durante o segundo qüinqüênio.

 

A Siemens é a fornecedora líder de turbinas eólicas marítimas com mais de 50 por cento das instalações oceânicas mundiais. A turbina eólica de 3,6 MW da companhia é a mais popular entre as instaladas fora da costa em todo o mundo. Mais de 150 unidades foram instaladas em projetos na Europa até agora, e já foram vendidas outras 1.100 unidades.~

 

As turbinas eólicas fazem parte do portfólio ambiental da Siemens. No exercício de 2009, a receita do portfólio alcançou aproximadamente € 23 bilhões, tornando a empresa a maior fornecedora do mundo em tecnologias que respeitam o meio ambiente. No mesmo período, os produtos e soluções da empresa possibilitaram aos clientes uma redução de 210 milhões de toneladas de emissões de CO2. Este volume é equivalente as emissões conjuntas de CO2 de Nova York, Tóquio, Londres e Berlim.

fonte:www.revistafator.com.br/

publicado por adm às 20:47

Junho 24 2010

O parlamento dinamarquês aprovou, por maioria, a concessão do maior parque eólico offshore (no mar) do país, que custará 1,9 mil milhões de euros, à empresa pública Dong Energy, segundo uma fonte oficial.
O parque, localizado perto da ilha de Anholt, no mar de Kattegat, terá uma capacidade de 400 megawatts e será um dos maiores do mundo.

Em 2012/2013, quando entrar em funcionamento, esta instalação cobrirá as necessidades anuais de electricidade de 400.000 famílias, segundo um comunicado da ministra do Clima e Energia, Lykke Friis. A Dong Energy foi a única empresa a candidatar-se ao concurso internacional lançado para este projecto, sublinhou a mesma responsável.

fonte:Diario digital

publicado por adm às 13:19

Maio 02 2010

Mais de 800 turbinas eólicas gigantes giram nos mares da Dinamarca, Grã-Bretanha e sete outros países europeus, gerando eletricidade dos fortes ventos oceânicos para centenas de milhares de lares. A primeira fazenda eólica na costa da China, uma empreitada de 102 mW nas proximidades de Xangai, entra em funcionamento neste mês, com outras ainda a caminho.

Mas, apesar de décadas de esforço, nenhuma turbina marítima foi construída nos Estados Unidos.

Segundo especialistas, o progresso foi atrasado por uma variedade de fatores, que incluem uma economia ruim, incerteza no marco regulatório e oposição local.

Quando o governo Obama anunciar esta semana sua decisão a respeito de um projeto de grande destaque - Cape Wind, na costa de Massachusetts -, as implicações podem se estender de Long Island ao lago Erie. Um aval do secretário do Interior Ken Salazar pode dar o empurrão definitivo para o que seria a primeira fazenda eólica na costa americana. Por outro lado, algumas empreiteiras afirmam que, se a resposta for negativa, a decisão vai enterrar o setor éolico marítimo antes de ele ter sequer começado nos EUA.

"É imperativo que Cape Wind seja concluído - precisamos desse impulso", disse Peter Giller, chefe-executivo da OffShoreMW, nova empreiteira com ambições de atuar em dois projetos de 700 mW nas costas de Nova Jersey e Massachusetts.

Pelo menos meia dúzia de projetos eólicos costeiros que poderiam fornecer energia a centenas de milhares de consumidores já foram propostos nas águas rasas da costa leste americana e nos Grande Lagos. Muitos outros estão nos estágios iniciais de concepção, como um projeto que instalaria turbinas a cerca de 20 km da península de Rockaway, em Nova York.

Embora fazendas eólicas no mar custem quase duas vezes mais do que em terra, empreiteiras e defensores afirmam que os projetos costeiros têm várias vantagens. A ventania de mares e lagos é normalmente mais forte, regular e confiável do que o vento sobre a terra. Turbinas marítimas também podem ser alocadas perto das populações que consomem muita energia nas costas, eliminando a necessidade de novas linhas de transmissão terrestres. E, se as turbinas forem construídas a distância suficiente, elas não alteram a paisagem - a principal objeção de oponentes locais.

O Laboratório Nacional de Energia Renovável estima que quase 90 mil mW podem ser extraídos dos ventos costeiros nas águas rasas americanas com menos de 30 metros, que é a profundidade na qual a produção fica mais fácil e tem melhor custo-benefício. Grande parte desse potencial fica em New England, na costa atlântica central e nos Grandes Lagos.

Se alguns projetos americanos atualmente na prancheta forem construídos conforme planejado, eles produziriam quase 2,5 mil mW, de acordo com a Associação Americana de Energia Eólica, ou o equivalente a duas usinas nucleares médias.

O projeto Cape Wind instalaria 130 turbinas, cada uma com 134 metros de altura, ao longo de 62 km² de Nantucket Sound a um custo estimado em mais de US$ 1 bilhão.

Opositores argumentam que o empreendimento é caro demais e interferiria na pesca local, violaria rituais sagrados de duas tribos indígenas e submergiria seus cemitérios, além de destruir a paisagem.

"Os custos exagerados de Cape Wind não representam um retorno razoável ao investimento público", escreveu Joseph P. Kennedy II, ex-congressista e hoje presidente do Citizens Energy Corp., um grupo sem fins lucrativos de Boston, em uma carta ao jornal The Cape Cod Times em fevereiro. A família de Kennedy é dona de terras com vista para a área em que seria construída a fazenda eólica proposta.

Tradução: Amy Traduções fonte:http://noticias.terra.com.br

publicado por adm às 19:41

pesquisar
 
links