Energia Eolica

Setembro 04 2012
Seis grandes empresas do Japão planeiam investir até 120 mil milhões de ienes (1217 milhões de euros) num projecto de energia eólica marinha ao longo dos próximos dez anos, informou o diário Nikkei.

A Toshiba, a Hitachi Zosen, a par da JFE Steel, Sumimoto Electric, Toa e Toyo Construction, planeiam construir turbinas de vento em alto mar para produzir até 300 megawatts de electricidade.

A Associação Japonesa de Meteorologia participará no projecto, segundo o jornal Nikkei, ficando responsável pela elaboração dos estudos do vento.

Numa primeira fase, as empresas planeiam construir até 2015 uma instalação-piloto com capacidade para gerar sete megawatts, com a qual esperam analisar variáveis como o vento, corrosão causada pelo sal do mar e a rentabilidade da mesma.

Funcionamento pleno em 2020

O objectivo é que o parque esteja a funcionar em pleno em 2020, depois de as empresas seleccionarem a localização final, estando a ser ponderada a ilha de Kyushu, no Sul do Japão, por ser uma área muito ventosa.

A energia eólica marinha será depois vendida às eléctricas do Japão, afectadas pela crise nuclear de Fukushima, que fez com que estejam apenas activos dois dos 54 reactores nucleares do país. O Japão dependia em 30% da energia nuclear antes do acidente de Fukushima, em 2011, na sequência do tsunami.

O Governo nipónico apoia o projecto de geração de energia eólica marinha, tendo anunciado o objectivo de se produzir desta forma até 8,03 milhões de quilowatts em 2030.

A 1 de Julho, o Japão deu um importante passo no sentido das energias renováveis e da menor dependência do nuclear, com a entrada em vigor de uma lei que premeia a produção de electricidade através de fontes renováveis.

A aprovação desta lei fez aumentar o número de empresas interessadas em desenvolver o negócio das energias renováveis no Japão, onde estão em construção 110 parques fotovoltaicos e 20 eólicos.

fonte:http://economia.publico.pt/N

publicado por adm às 11:07

Setembro 13 2011

 Afastar-se da energia nuclear e substituí-la por energia solar ou eólica custaria ao Japão cerca de 280 bilhões de dólares em novos investimentos até 2020, disse o Greenpeace nesta segunda-feira, pedindo a Tóquio que garanta a segurança para a futura geração de energia.

 

O estudo foi apresentado enquanto o Japão debate o futuro da energia nuclear depois que o terremoto e o tsunami de março provocaram a pior crise nuclear do mundo em 25 anos, na usina de Fukushima Daiichi.

 

Cerca de 70 por cento da população japonesa se opõe à energia nuclear e acham necessário buscar fontes alternativas de energia apesar do custo potencial.

 

Atualmente, apenas 11 dos 54 reatores estão operando no Japão após verificações de manutenção devido à preocupação da população. Isso significa que apenas 20 por cento da capacidade nuclear total do país está sendo utilizado. A energia solar e a eólica é responsável por cerca de 1 por cento da eletricidade do país.

 

Em um cenário de energia verde, que inclui um aumento pequeno da energia gerada por gás, o lobby ambiental propôs aumentar a capacidade geradora de turbinas eólicas dos atuais 2,1 gigawatts para 56 gigawatts e a dos painéis solares de 3,6 GW para 57 GW.

 

O Greenpeace também diz que o custo da eletricidade proveniente da energia solar, que agora é mais alto do que os dos combustíveis fósseis, deveria cair para níveis competitivos conforme a tecnologia avança.

 

"O preço (da energia solar) caiu mais de 50 por cento no último ano na Europa e vai cair outros 20 por cento nos próximos 12 meses", disse Sven Teske, especialista sênior em energia do Greenpeace International.

 

O Greenpeace quer que o Japão reduza sua capacidade por energia de carvão em 60 por cento, para 19,3 GW dentro de 10 anos. O Japão também deveria reduzir a capacidade de usinas de energia abastecidas por petróleo em 16 por cento, enquanto aumenta a capacidade de energia gerada por gás natural, acrescentou.

fonte:http://info.abril.com.br/n

publicado por adm às 22:46
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