Energia Eolica

Outubro 23 2012

Dados agora revelados pela World Wind Energy Association indicam que no final do primeiro semestre de 2012 Portugal era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica. Uma tabela liderada pela China, logo seguida pelos Estados Unidos.




No final do primeiro semestre deste ano, Portugal era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica instalada (4.398 megawatts).

Segundo dados agora revelados pela World Wind Energy Association (WWEA), a China lidera destacadamente o ranking, com os Estados Unidos na segunda posição e a Alemanha no terceiro lugar (ver gráfico).

A capacidade eólica mundial atingiu 254.000 MW até o final de junho de 2012, dos quais 16.546 MW foram adicionados nos primeiros seis meses de 2012. Contudo, este aumento representa 10% a menos do que no mesmo período de 2011 - quando foram instalados 18.405 novos MW a nível mundial.

Portugal já tem eólica offshore 


Portugal passou a integrar o grupo de países que investem na eólica offshore (em mar aberto). O projeto pioneiro da eólica flutuante - inovadora a nível mundial -, instalada pela EDP ao largo da Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, já está a injetar energia na rede e, por isso, já conta para as estatísticas mundiais do setor.

"A tecnologia do vento tornou-se um dos pilares do sistema de fornecimento de energia elétrica de muitos países. Este sucesso da energia eólica tornou-se possível por causa da sábias políticas de apoio por parte dos governos, por um lado, e ainda por causa da inovação e redução de custos pela indústria eólica, por outro lado. Hoje, a energia eólica pode competir com qualquer outra fonte de energia, sem causar problemas ambientais. A WWEA apela a todos os governos para não reduzir, mas para fortalecer seus esforços para que mais investimentos em energia eólica pode ser feito", sublinha He Dexin, presidente da WWEA. 



fonte: http://expresso.sapo.pt 

publicado por adm às 22:41

Agosto 03 2012
Maior turbina eólica do mundo
As turbinas eólicas vêm evoluindo dramaticamente ao longo das últimas décadas, não apenas em tamanho, mas também em aerodinâmica e nas técnicas de fabricação.[Imagem: Siemens]

Aerogerador

Está quase tudo pronto para a montagem da maior turbina eólica do mundo.

Cada uma das pás mede 75 metros de comprimento.

Três delas formarão o rotor de 154 metros de uma usina-protótipo que está sendo construído pela Siemens no campo de Osterild, na Dinamarca.

A área total coberta pelo rotor alcançará 18.600 metros quadrados, equivalente a quase 2,5 campos de futebol - o diâmetro é quase suficiente para acomodar dois jatos Airbus A380 lado a lado.

Peso do ar

Quando em operação, a super turbina eólica, girando a 10 metros por segundo, extrairá energia de 200 toneladas de ar por segundo.

Devido às forças a que a turbina estará sujeita, cada pá teve que ser feita em um molde único - é o maior componente individual de fibra de vidro já produzido.

As pás incorporam avanços no material utilizado, no projeto aerodinâmico e na técnica de fabricação.

Tudo junto representou uma diminuição de 20% no peso, por sua vez reduzindo as exigências sobre as fundações, a torre e a nacele.

Maior turbina eólica do mundo
A área total coberta pelo rotor da maior turbina eólica do mundo alcançará 18.600 metros quadrados, equivalente a quase 2,5 campos de futebol. [Imagem: Siemens]

Evolução eólica

As turbinas eólicas vêm evoluindo dramaticamente ao longo das últimas décadas, não apenas em tamanho, mas também em aerodinâmica, nos materiais utilizados em sua construção e nas técnicas de fabricação.

Há 30 anos, uma turbina eólica típica tinha um rotor de 10 metros (cada pá media 5 metros de comprimento) e eram capazes de gerar 30 kW.

A maior turbina do mundo agora terá um rotor de 154 metros (cada pá com 75 metros de comprimento) e deverá produzir 6 MW, uma capacidade 200 vezes maior

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 23:51

Junho 18 2012

A ‘joint venture’ WindPlus junta a Repsol e a EDP, ambas com 31% do projecto.

A EDP está pronta para avançar com a construção do primeiro parque eólico flutuante. A ideia é replicar a Windfloat, a torre eólica flutuante em alto mar, que está instalada ao largo da Póvoa do Varzim e que foi inaugurada este fim-de-semana, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da República, Cavaco Silva.

Para António Vidigal, presidente da EDP Inovação, se tudo correr bem com este protótipo, a próxima fase é "a construção de um parque eólico com cinco turbinas e uma potência cinco vezes superior à actual".

O Windfloat envolveu um investimento de 23 milhões de euros e promete colocar Portugal na liderança mundial dos sistemas eólicos em ‘offshore'. Com um peso de duas mil toneladas, colocado a seis quilómetros da costa, o Windfloat tem um aerogerador de dois megawatts, o suficiente para fornecer energia a 1.300 habitações. O protótipo está em fase de testes há seis meses e deverá manter-se assim mais ano e meio.

Para António Mexia, presidente da EDP, esta nova tecnologia representa "mais um passo no aproveitamento dos recursos endógenos, na diminuição da dependência externa e no potencial aproveitamento do ‘cluster' marítimo português, com impactos positivos ao nível do emprego e das exportações". Mexia salientou ainda que para além do aproveitamento dos "recursos próprios, em particular do mar e dos estaleiros navais, o Windfloat incentivou o trabalho de equipa num projecto que envolveu mais de 60 empresas, sendo 40 portuguesas e destaca ainda o valor da imaginação em cima do puro conhecimento".

fonte:http://economico.sapo.pt/no

publicado por adm às 08:21

Maio 08 2012
A potência eólica instalada em Portugal atingiu em Janeiro deste ano os 4.301 MegaWatts (MW), distribuídos por 218 parques.

A potência eólica instalada em Portugal atingiu em Janeiro deste ano os 4.301 MegaWatts (MW), distribuídos por 218 parques, mas desde 2010 foram licenciados apenas mais 19 MW, segundo dados da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

De acordo com os dados mais recentes da DGEG, a produção eólica contava em Janeiro de 2012 com uma potência instalada de 4.301 MW e licenciada (autorizada mas ainda não ligada à rede) de 4.562MW.

O relatório da DGEG refere que a potência eólica instalada em Portugal no final de 2004 era de 2.221 MW e que entre 2005 e 2010 o licenciamento médio anual rondou os 390 MW.

No final de 2010, o país contava com uma potência eólica instalada de 4.543 MW, distribuída por 208 parques e 2.034 aerogeradores. Em Janeiro de 2012, estavam licenciados 4.562 MW, ou seja, apenas mais cerca de 19 MW do que no final de 2010, ano em que tinham sido licenciados mais 293,6 MW de potência eólica. 

Em todo o ano de 2011, apenas foram licenciados 11,6 MW de potência eólica no país (o equivalente a cerca de cinco aerogeradores).

Actualmente, acrescenta o documento, Portugal conta com 2.250 aerogeradores (4.301 MW) instalados e face ao reduzido licenciamento de novos projectos, tem apenas 261 MW por instalar.

A DGEG acrescenta que em 2011 a produção dos parques com potência instalada estabilizada situou-se nas 2.205 horas equivalentes por MW, o que corresponde a uma quebra de 11 por cento face a 2010 (2.476 horas equivalentes por MW). 

Os distritos com maior potência instalada, em Janeiro de 2012, eram Viseu (883 MW), Castelo Branco (564 MW), Coimbra (510 MW), Vila Real (496 MW), Viana do Castelo (339 MW) e Lisboa (338 MW), representando estes distritos 73 por cento do total instalado. 



O total da potência instalada para a produção de energias renováveis atingiu este ano os 10.344 MW, dos quais 5.280 MW eram assegurados pela produção hídrica. 

Mas em 2012 apenas a produção fotovoltaica sofreu um incremento da potência instalada, que passou de 149,3 para 155,3 MW, estando praticamente concentrada no distrito de Beja.

A DGEG indica ainda que a incorporação de Fontes de Energia de Renováveis (FER) no consumo bruto de energia eléctrica em Portugal chegou aos 43,7 por cento em 2011, considerando apenas o território Continental.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
publicado por adm às 22:45

Março 29 2012

A Dinamarca aprovou esta semana um dos mais ambiciosos planos globais de energia verde, que tem o seu ponto alto no compromisso de gerar 50% de toda a electricidade consumida no País a partir de energia eólica já em 2020. Ou seja, dentro de apenas oito anos.

Apresentado pelo ministro do Clima, Energia e Edifícios dinamarquês, Martin Lidegaard, o plano prevê várias medidas para acabar com a dependência de petróleo daquele País. Em 2020, cerca de 35% de toda a energia consumida no País deverá ser proveniente de renováveis – e 50% de toda a electricidade a partir de parques eólicos.

O plano prevê ainda investimentos em aquecimento renovável, redes inteligentes, biogás e outras tecnologias verdes. “A Dinamarca será novamente líder global na transição para a energia verde. Isto vai preparar-nos para um futuro onde os preços do petróleo e carvão serão cada vez mais altos. E criará empregos, algo que também precisamos desesperadamente. Agora e nos próximos anos”, explicou Lidegaard.

Em 2020, a Dinamarca espera reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 34%, tendo em conta os níveis de 1990. E diminuir o consumo de energia em mais de 12%, quando comparado com os níveis de 2006.

Em 2050, o país nórdico espera que 100% da sua energia provenha de renováveis: electricidade, aquecimento, indústria e transportes.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 00:23

Março 21 2012

A Alstom inaugurou o maior aerogerador offshore do mundo. O Haliade 150, com capacidade de 6 MW, foi desenvolvido para ganhar uma concorrência lançada pelo governo francês. A cerimônia de inauguração do aerogerador, que foi instalado no parque de Carnet, próximo à cidade cde Saint-Nazare, na França, contou com a presença do ministro francês Eric Besson, e do CEO da companhia, Patrick Kron.

O objetivo da Alstom, com o novo gerador, é instalar 3 GW de energia eólica na costa francesa até 2015. Para ser produzido em maiores quantidades, o Haliade 150 passará por diversos testes de campo ao longo deste ano. A produção em pré-série deverá começar em 2013, com a produção efetivamente em série estimada para 2014.

A Alstom é fornecedora do consórcio vencedor da licitação do governo francês para energia eólica. Também participam a EDF Energies Nouvelles e a Dong Energy, especialista em parques eólicos offshore. O projeto oferece uma oportunidade de desenvolver um aerogerador totalmente francês, desde a tecnologia até a montagem, além de envolver cerca de 200 fornecedores e gerar um alto número de empregos.

Caso o aerogerador passe nos testes, a Alstom planeja montar até quatro fábricas de componentes para o Haliade 150, que gerariam 5 mil empregos permanentes. Caso sejam construídas, as fábricas seriam as primeiras instalações da Alstom dedicadas exclusivamente à energia eólica offshore, e terão uma capacidade de produção de 100 unidades por ano. O investimento da companhia no projeto deve chegar aos € 100 milhões.

fonte:http://www.petronoticias.com.br/

publicado por adm às 22:35

Fevereiro 13 2012

O Brasil apresentou a maior taxa de crescimento na produção de energia eólica em 2011 – 63% – de acordo com dados do GWEC (Conselho Global de Energia Eólica), publicados na semana passada. Com este registo, o Brasil entra no top 20 dos maiores produtores de energia eólica do mundo, uma lista que continua a ser liderada pela China, com um total de 62 mil MW em parques eólicos – e um crescimento de 47% em 2011.

De acordo com a GWEC, a produção de energia eólica continua a subir globalmente a um bom ritmo, apesar da crise económica. A grande diferença é que o crescimento, antes puxado pela França, é agora conduzido sobretudo pelos países emergentes da Ásia e América Latina.

Para além da China, o Brasil subiu dos 927 MW para os 1.509 MW em 2011, praticamente metade da energia eólica instalada da América Latina.

Segundo o estudo, o sector da energia eólica instalou 41 mil MW de energia limpa e confiável em 2011, elevando a capacidade total instalada globalmente para os 238 mil MW – um aumento de 21%. A energia eólica representa 6% do mercado global de energia, sendo que há hoje 80 países com instalações de eólicas – e 22% destes já passaram dos 1 GW.

“Apesar do estado actual da economia global, a energia eólica continua a ser a tecnologia de geração de energia renovável mais escolhida”, explicou Steve Sawyer, secretário geral da GWEC. “2011 foi um ano difícil, e 2012 não será diferente, mas as bases do setor permanecerão sólidas em longo prazo. Há dois anos seguidos que a maioria das novas instalações estão a ser feitas fora do OCDE – e os novos mercados na América Latina, África e Ásia estão a impulsionar o crescimento do sector.”

Para além de China e Brasil, destaque ainda para a Índia. No BRIC, as  instalações de 2011 elevaram a capacidade total do país para um pouco mais de 16 mil MW. “A Índia alcançou outro marco acrescentando mais de 3 mil MW de energia eólica instalados em 2011. Este número possivelmente chegará a 5 mil MW por ano até 2015”, disse Sawyer.

No Brasil, este crescimento deve-se, principalmente, ao Proinfa, programa federal de incentivo às fontes renováveis de energia, que se iniciou em 2004 e finalmente cumpriu sua meta de instalação de parques eólicos. No entanto, o grande boom de eólica ainda está por vir; entre 2009 e 2011, o custo da geração eólica no Brasil caiu vertiginosamente – hoje é o mais baixo no mundo – e leilões contrataram mais de 7 mil MW da fonte, o que deve posicionar o país entre os dez maiores geradores até 2015.

Leia o relatório na íntegra (em inglês).

Portugal continua no top 10: é o décimo maior produtor de energia eólica, com 4.083 MW e 1,7% de quota de mercado global.

Veja o ranking (top 10).

China: 62 MW – 26,3%

Estados Unidos: 46 MW – 18,7%

Alemanha: 29 MW – 12,2%

Espanha: 21 MW – 9,1%

Índia: 16 MW – 6,7%

França: 6,8 MW – 2,9%

Itália: 6,7 MW – 2,8%

Reino Unido: 6,5 – 2,7%

Canadá: 5,2 MW – 2,2%

Portugal: 4 MW – 1,7%

Resto do Mundo: 32 MW – 13,6%

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:25

Janeiro 05 2012

O Governo vai reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

O Governo decidiu hoje congelar a atribuição de novas licenças para a instalação de parques eólicos, uma decisão que decorre da política do Governo de reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

O comunicado do Conselho de Ministros refere que "o Governo decidiu suspender, com efeitos imediatos, a atribuição de potências de injecção na Rede Elétrica de Serviço Público", prevendo ainda regulamentar as situações de excepção em "casos de relevante interesse público".

Esta decisão suspende a atribuição de pedidos de informação prévia, a primeira fase do processo para a atribuição de potência para a produção de energia elétrica a partir de energias renováveis ou de resíduos industriais, agrícolas ou urbanos, com exceção da energia hídrica, bem como em instalações de cogeração.

No entanto, fonte do ministério da Economia explicou à Lusa que os processos em curso não serão afectados. "Esta decisão decorre das orientações de política energética previstas no Programa do Governo e que apontam para a necessidade de ponderar e reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial", explica ainda o Governo no comunicado.

O Governo comprometeu-se na segunda revisão do memorando de entendimento com a 'troika' a analisar a eficiência dos regimes de apoio aos produtores de energia em regime especial até ao final do mês de janeiro, um mês após a data definida em setembro na primeira revisão do acordo. Na segunda revisão do memorando de entendimento, os prazos para a análise da eficácia dos regimes de apoio à cogeração e possíveis reduções na tarifa, uma redução implícita da subvenção, também foram prolongados até ao final deste mês, face ao final de 2011, anteriormente previsto.

Agora, no início do ano, o Governo tem ainda que rever o apoio aos produtores em regime especial, que inclui a energia eólica, cogeração, biomassa e microgeração, analisando a eficiência dos subsídios.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 23:20

Novembro 14 2011

Viana do Castelo será a primeira cidade portuguesa com um aerogerador a funcionar no perímetro urbano, um investimento de cinco milhões de euros e que será inaugurado em Abril de 2012.

Esta torre terá 78 metros de altura e será um dos mais modernos aerogeradores do mundo. “Será um marco na própria cidade, um sinal de modernidade da região”, explicou Fernando Laranjeira, administrador da Enercon, empresa responsável por este investimento. A empresa, que já é o maior empregador privado do distrito de Viana do Castelo, com 1400 postos de trabalho, começou a instalar este aerogerador na terça-feira, na sua fábrica.

Com uma potência de 2MW, este será o aerogerador número 1300 da Enercon Portugal e elevará para 2500 MW a potência já instalada em Portugal.

O aerogerador irá fornecer energia à própria fábrica da Enercon e servirá, também, para testes. A infra-estrutura será totalmente produzida em Viana do Castelo.

Desde Julho que a empresa está a exportar componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local. Por outro lado, e depois de realizadas dragagens na entrada da foz do rio Lima, será aumentado o volume destas exportações.

fonte:http://www.greensavers.pt/2

publicado por adm às 21:55

Novembro 06 2011

A Enercon vai lançar na terça-feira a primeira pedra da instalação de um aerogerador próprio nas fábricas da multinacional alemã na cidade de Viana do Castelo, representando um investimento de cinco milhões de euros.

Trata-se de um aerogerador de 2 MegaWatts (MW) de potência e cuja implementação deverá estar terminada em abril de 2012, admitiu à Agência Lusa o administrar da Enercon em Portugal.

Segundo Francisco Laranjeira, este aerogerador será ligado à Rede Eléctrica Nacional e servirá também para 'testes' do modelo totalmente produzido em Viana do Castelo.

O lançamento da obra acontece na terça-feira, pelas 16:00, e deverá contar com a presença do secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques.

O aerogerador será instalado no complexo fabril da Enercon no Parque Empresarial da Praia Norte, no litoral da cidade de Viana do Castelo.

'Será uma turbina emblemática para Viana do Castelo, um sinal de modernidade da região', sublinhou Francisco Laranjeira.

O lançamento deste investimento acontece durante o 'Enercon Fórum', iniciativa que reúne, até quarta-feira, especialistas e clientes do grupo, entre cerca de 200 convidados oriundos de todo o mundo e que pela segunda vez se realiza em Portugal.

Atualmente, a Enercon é já o maior empregador do distrito de Viana do Castelo, tendo criado desde 2006 mais de 1.400 postos de trabalho através da instalação, na cidade e no Parque Empresarial de Lanheses, de cinco fábricas onde são integralmente produzidos todos os componentes eólicos.

Desde julho que a empresa está a incrementar a exportação de componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local, existindo a expetativa de aumentar esse volume depois de realizadas dragagens na entrada da foz do rio Lima para aumentar a competitividade da operação.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 23:30

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