Energia Eolica

Setembro 05 2011

O Parque Eólico do Loiral II (Calheta), promovido pela Enerrem, do grupo Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), é inaugurado esta segunda-feira. O novo parque eólico vai permitir, na sua máxima potência, fornecer energia eléctrica para o consumo de todo o concelho de Porto Moniz.

A infra-estrutura é composta por dois aerogeradores com potência total de 6 MW, atingindo as duas unidades a altura de 80 metros e o rotor com um diâmetro de 90 metros. A produção prevista para o novo parque é de 15,4 GWh/ano, permitindo também evitar a emissão anual de 10,6 kton de CO2 e a importação de 3,4 kton de fuel.

O investimento financeiro realizado neste parque é de cerca de 6,5 milhões de euros.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/
publicado por adm às 22:32

Agosto 09 2011

Os cardumes de peixe ajudaram uma equipa de engenheiros a maximizar a produção de energia eólica. Este novo tipo de parque eólico contém turbinas numa disposição inovadora que segundo os cientistas, produzirá mais energia por área do que os parques tradicionais.

Os aerogeradores tradicionais quando estão inseridos num parque eólico têm que estar distantes o suficiente das turbinas vizinhas para evitar a turbulência gerada. Esta limitação condiciona a quantidade de energia produzida por área da instalação.

Uma equipa de investigadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) está a testar, no deserto da Califórnia, um novo tipo de parques eólicos que tenta contornar o problema. Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Journal of Renewable and Sustainable Energy.

Estes parques em vez das turbinas tradicionais, apresentam turbinas de eixo vertical em contra-rotação, que se assemelham a batedeiras. Apesar de individualmente serem menos eficientes que os aerogeradores tradicionais são capazes de utilizar ventos turbulentos oriundos de diferentes direcções.

Outra grande inovação relativamente aos parques eólicos tradicionais é a forma como estas turbinas estão colocadas no terreno. Estão dispostas em pares, com pouco espaço entre si, de forma a encaminharem o ar para os seus vizinhos.

Para além dos aerogeradores vizinhos beneficiarem, ocorre também um efeito de afunilamento importante. Através dos testes realizados verificou-se que uma turbina que está localizada cinco linhas para o interior ainda gera 95% da energia comparativamente com uma que está na primeira fila.

Esta disposição foi estabelecida tendo por base a dinâmica de fluidos de um cardume de peixe. De acordo com Robert Whittlesey, engenheiro aeronáutico do Caltech, “os peixes tentam alinhar-se para optimizar a sua propulsão, o que pode ser adaptado numa matriz com turbinas para maximizar a extracção de energia.”

John Dabiri, autor do estudo, refere: “A conexão entre os cardumes de peixe e os parques eólicos pode não ser imediata, mas é de facto uma inferência lógica da física de fluxos.”

Um parque eólico com este desenho compacto pode produzir 10 vezes mais energia do que os parques eólicos convencionais. Mas as vantagens não terminam aqui. Estas turbinas são “bastante mais robustas e provavelmente mais baratas. Apesar de existirem alguns problemas por resolver merecem alguma atenção”, comentou Charles Meneveau, da Universidade de Johns Hopkins, investigador que não esteve envolvido no estudo.

A grande questão agora é se o desenho funciona num parque eólico a grande escala. O autor do estudo refere que foram recolhidos “dados do vento numa matriz com 18 turbinas. Os resultados sugerem que as taxas de fluxo de vento necessárias para um melhor desempenho, relativamente às turbinas em hélice foram, na generalidade, atingidas.”

Fonte:http://naturlink.sapo.pt/

publicado por adm às 22:21

Junho 11 2011

O Parque Eólico de Monte São Filipe, na Cidade da Praia, com uma potência instalada de 10 «megawatts» (MW), deverá começar a funcionar em agosto, anunciou hoje o diretor-geral da Energia de Cabo Verde.

Segundo Abraão Lopes, as ferramentas essenciais para a montagem do parque no Monte de São Filipe, que representa um investimento de 16 milhões de euros já estão no país, acrescentando que o parque, representará cerca de 25 por cento do total da produção do país.

Abraão Lopes, que falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Porto da Cidade da Praia para receber os 11 novos aerogeradores, salientou que o parque vai produzir cerca de 110 «gigawatts» (GW) de energia por ano.

"Os aerogeradores vão instalar cerca de 10 «megawatts» (MW) de potência nominal na cidade, o que significa uma composição muito grande em termos de capacidade instalada", referiu, lembrando que o projeto prevê a construção de parques idênticos nas ilhas de São Vicente (6 MW), Sal (8 MW) e Boavista (2,4 MW).

O Parque Eólico a ser instalado na Praia é cofinanciado pelo Governo de Cabo Verde, Electra, InfraCo, Finnfund, BAD e BEI.

O custo do projeto global a ser instalado nas ilhas de Santiago, São Vicente, Sal e Boavista ronda os 63 milhões de euros, e contribuirá, segundo os responsáveis, para uma potência a ser instalada à volta de 28 MW, o que significa uma taxa de penetração das energias renováveis na rede elétrica nacional de mais de 25 por cento.

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/L

publicado por adm às 21:28

Maio 12 2011

Junto a aldeia de Barão de São João, no barlavento algarvio, um parque eólico foi pioneiro na estratégia de conciliação entre produção de energia e respeito pela avifauna local. Em plena rota europeia de aves com estatuto protegido, o funcionamento do parque eólico só foi autorizado porque a promotora E.ON se uniu à consultora ambiental Strix para desenvolverem uma aplicação pioneira a nível mundial. A tecnologia, assente em dois radares e na aplicação informática da Strix, permite que os aerogeradores sejam “avisados” da presença de aves, com a consequente paragem das pás.

O parque foi inaugurado no ano passado e, por isso, 2010 tornou-se a “prova-de-fogo” no funcionamento da tecnologia. Os resultados, apresentados recentemente no relatório anual da Strix a que o AmbienteOnline teve acesso, ficaram acima das expectativas iniciais da consultora. Tanto a nível ambiental, como nos impactes na produção eléctrica do parque.

O documento dá conta de que, no período de monitorização de aves migradoras, os aerogeradores pararam em 36 dias (33 por cento do total), o que se traduz em 140 horas de paragem total ou parcial dos aerogeradores, um valor abaixo das 150 horas anuais previstas pela Strix. Em termos de paragens totais, as pás do parque de Barão de São João imobilizaram-se durante 80 horas, distribuídas em 27 dos dias de monitorização.

O director executivo da Strix, Miguel Repas, adianta ainda que não houve mortalidade monitorizada de aves migradoras no parque eólico. O feito representa uma vitória para a empresa, que conseguiu comprovar que a tecnologia pode contribuir na resolução dos conflitos ambientais entre biodiversidade e infra-estruturas de enegia renovável. Mesmo assim, esta vitória não deixa de ter um gosto a “esforço inglório”. «Por vezes, algumas aves que vemos passar por aqui, depois de desligarmos as torres eólicas, acabam por colidir no parque eólico mais próximo», lamenta o responsável.

Isto porque os parques eólicos vizinhos nesta região algarvia, entre Lagos e Sagres, não são obrigados a implementar estas medidas de minimização do impacte ambiental das infra-estruturas, o que acaba por comprometer os esforços do parque de Barão de São João. O próprio Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) está sensibilizado para a importância de um programa regional que possa englobar todos os parques vizinhos sob um mesmo sistema de radares. Segundo a Strix, têm sido promovidos esforços junto dos vários promotores dos parques eólicos da região para que se chegue a um acordo quanto a um programa deste tipo.

 

O olho cego do radar e o discernimento humano

A tecnologia de radares do parque de Barão de São João, instalada a dois quilómetros do parque durante os três meses em que há presença de aves migratórias, é complementada pelo olho humano. Além da aplicação desenvolvida totalmente pela Strix, que permite diagnosticar os alertas do radar e despistar “falsos positivos”, são nove os ornitólogos da Strix em postos de observação que determinam o risco real de uma colisão de aves com as pás do aerogeradores. Desta forma, evitam-se paragens desnecessárias do parque e os consequentes custos para o promotor.

Em paralelo com o sistema de paragem das pás, o parque eólico possui também dispositivos BDF (Bird Deflector Device) nas linhas eléctricas de alta tensão. As estruturas helicoidais instaladas permitem que as linhas eléctricas se tornem mais visíveis para as aves, com uma maior noção do espaço atravessado.

Foto: Nadine Pires/Strix

publicado por adm às 22:24

Maio 05 2011

A capacidade instalada de energia eólica no mundo aumentou em 23% no primeiro trimestre de 2009, quando comparado com o mesmo período de 2008, refletindo uma desaceleração na expansão desta tecnologia, anunciou a Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, sigla em inglês) durante a 8ª Conferência Mundial da Energia Eólica, realizada na Coreia do Sul. O dado foi baseado nos números disponibilizados por 11 países, que representam 80% do mercado mundial de energia eólica. Segundo a entidade, a redução se deu por questões burocráticas e legais, surgidas em nível local e regional, que emperraram os novos projetos. A WWEA disse ainda que apesar da crise financeira internacional, a disponibilidade de financiamento para o setor não diminuiu. A associação calculou um aumento de 5.374MW na capacidade instalada no mundo, nos primeiros três meses de 2009, o que levou a WWEA a manter a projeção de expansão do mercado em 25% no ano de 2009. Isto é inferior ao crescimento de 2008 comparado com 2007, que tinha sido de 30%.

fonte:http://www.revistasustentabilidade.com.br/

publicado por adm às 22:44

Abril 12 2011

O consórcio ENEOP está com dificuldades em conseguir fechar uma tranche de 450 milhões de euros para o financiamento de novos parques eólicos a serem instalados este ano. A notícia é avançada hoje pelo Jornal de Negócios, que afirma que a verba necessária está a ser suportada com capitais próprios dos accionistas.

A crise económica do país está a dificultar o financiamento bancário dos projectos, depois da ENEOP ter conseguido, em 2009, o segundo maior “project finance” do sector energético, com um financiamento de 510 milhões de euros.

Os capitais dos accionistas – EDP Renováveis, Enel Green Power, Generg e Sonae Capital – estão a permitir que a instalação de parques continue. No total, o consórcio pretende instalar 1 200 megawatts (MW) de potência eólica em Portugal, que correspondem a um investimento de 1,6 mil milhões de euros. Desse valor, 1,2 mil milhões de euros deveriam ser financiados pela banca. Não obstante, a Eneop quer fechar o ano com uma produção de electricidade de mais de 800 MW.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:31

Abril 07 2011

Os projetos receberam dos órgãos de proteção ao meio ambiente apenas o Relatório Ambiental Simplificado (RAS)

Concorrendo ao leilão de energia eólica, previsto para julho próximo, cinco projetos cearenses têm a instalação de seu parque projetado sobre as dunas de Paracuru, no litoral oeste do Estado. A informação foi dada pelo presidente do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam) do Ceará, Paulo Henrique Lustosa ontem, em almoço promovido pelos membros do Centro Industrial do Ceará (CIC). "Eu acho muito pouco provável que todas as cinco empresas ganhem o leilão, mas é bom alertar", declarou o presidente do Conpam ressaltando que "são cerca de 50 aerogeradores nas dunas de Paracuru". Na ocasião, também estava presente o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Francisco Zuza de Oliveira, que, segundo o próprio Paulo Henrique, fez a mediação entre os órgãos reguladores do meio ambiente e os componentes da Câmara Setorial de Energia Eólica cearense.

Agilidade x preocupação

Para Zuza, "a Semace está dando uma reposta muito boa" no que ele diz respeito à agilidade dos licenciamentos e no diálogo com os vários setores que investem no Estado, além de possuir uma "capacidade muito grande de interagir com o setor privado". Mas a preocupação do presidente do Conpam se deve por conta de todos os cinco projetos concorrentes receberam dos órgãos de proteção ao Meio Ambiente estaduais o Relatório Ambiental Simplificado (RAS) e, caso ganhem, inferirão suas ações diretamente sobre as dunas de Paracuru, que são área de proteção ambiental.

Precavendo a conquista de todos empreendimentos cearenses no leilão, Paulo Henrique garantiu que "irão levar as licenças somente os que tiverem o menor impacto ambiental". No entanto, admitiu a questão ambiental como "mais um uso alternativo de valor econômico, de mercado, para o Estado". Já o presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica do Estado, Adão Linhares, afirmou que, independentemente da quantidade, "se um empreendimento cumprir as exigências previstas, ele será liberado".

"A energia é um bem de utilidade pública, se ele cumprir as exigências não há porque impedir a instalação", defendeu e ainda ressaltou o RAS como um estudo tão completo como o EIA/Rima. "É uma simplificação de não haver o posicionamento do órgão de licenciamento para fazer as coisas mais rápido", salientou Linhares. A queixa principal do setor, segundo ele, é a criação de "um clima de impedimentos dos investimentos no Estado". "Então, quando a gente cria dificuldade, o dinheiro some", disse.

Em todo o Estado

Também foi anunciada pelo presidente do Conpam a reestruturação das unidades da Semace no Crato e a construção de uma unidade em Sobral. A capacitação de secretarias municipais de meio ambiente objetivando um futuro licenciamento em patamar municipal também fizeram parte das novidades apresentadas.

Semace na Fiec

Já a presidente do CIC, Roseane Oliveira, informou de negociações entre a Semace e a Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) para manter um membro da Superintendência nas instalações da federação.

ARMANDO DE OLIVEIRA LIMA
REPÓRTER

fonte:http://diariodonordeste.globo.com

publicado por adm às 13:16

Fevereiro 17 2011

O Parque Eólico da Serra do Cume, na Terceira, foi o que produziu mais energia a nível mundial em 2010 entre os parques eólicos que possuem aerogeradores do tipo E44, revelou hoje a Eletricidade dos Açores (EDA).

 

«No ano de 2010, a produção do Parque Eólico da Serra do Cume atingiu valores que o colocam no primeiro lugar a nível mundial, tendo por base uma listagem referente a aerogeradores do tipo E44», refere a EDA, citando dados do fabricante para este tipo de equipamentos.

Este primeiro lugar a nível mundial correspondeu a 4.268 horas equivalentes de plena produção, sendo este valor para cada aerogerador obtido pelo quociente entre a produção anual desse equipamento e a sua potência nominal.

fonte:Diário Digital / Lusa

 

publicado por adm às 22:10

Janeiro 21 2011

A EDP Renováveis inaugurou esta sexta-feira o parque eólico de Terra Fria, Montalegre, materializando um investimento de 126 milhões de euros. Com uma capacidade instalada de 96 MW, espera-se que o parque produza 50 GWh por ano, energia suficiente para abastecer 140 mil habitantes. Com início de construção em Abril de 2009, este parque conta actualmente com 48 aerogeradores E82 da Enercon.

«O Parque Eólico de Terra Fria – Montalegre reforça a nossa aposta na energia eólica na Península Ibérica, concretamente no Norte de Portugal. Pouco a pouco, e graças a projectos como este, contribuimos significativamente para a redução da dependência energética do exterior», afirmou Ana Maria Fernandes, CEO da EDP Renováveis.

José Sócrates, que também marcou presença, sublinhou que a reforma portuguesa da área energética «foi uma das reformas mais bem conseguidas em todo o mundo num curto espaço de tempo», o que mostra «que é possível fazer mudanças, e mudanças muito significativas, nas áreas críticas».

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:41

Novembro 02 2010

Além de ser o país com a maior produção de energia solar no momento, a China anunciou a construção da maior fazenda eólica offshore do mundo. A obra irá desbancar a maior instalação atual, que se enconra no Reino Unido e conta com uma capacidade de 300MW. A fazenda chinesa, que fica na baía de Bohai e tem prazo de entrega previsto para 2020, produzirá inicialmente até 1000MW de energia.

O projeto é financiado por uma companhia petrolífera nacional e conta com 2,2 bilhões de dólares disponibilizados pelo governo. Desde 2005, quando a China aprovou a legislação com padrões obrigatórios para utilização de recursos energéticos renováveis, o governo e companhias privadas começaram a investir massivamente em usinas eólicas e solares.

fonte:naturaekos

publicado por adm às 22:20

Pesquisar
 
Links