Energia Eolica

Setembro 07 2013

Até ao final de 2014 já deve estar em funcionamento o parque eólico de Torre de Moncorvo, concelho onde a empresa irlandesa Island, quer instalar uma infraestrutura do género na linha Lousa - Castedo, apanhando ainda uma parte do concelho de Carrazeda de Ansiães. A firma assinou ontem um acordo com o município que receberá como contrapartida 3,75 milhões de euros pela instalação do equipamento no seu território, até ao final de 2014.
O presidente da câmara, Aires Ferreira, explicou que o município até estava disposto a prescindir de parte da verba, mas tal não é possível por imposição da Direção-Geral de Energia. “Desta forma 1,25 milhões vão ser descontados na percentagem (2,5%) da produção de energia durante 10 anos, a que o município tem direito”, explicou o autarca, que há muito aguardava que o parque saísse do papel.
A Island, através de Paulo Amante, um dos diretores, considera “o projecto importante por ser o primeiro em Portugal" e tem esperança que dê bons resultados, mesmo em tempo de crise.
O concurso público para a exploração da energia eólica em Moncorvo foi lançado em 2008, atribuindo uma potência a explorar de 50 MW. Na altura a concessão foi ganha por um consórcio internacional, que pretendia instalar o parque na serra de Reboredo até 2011, mas nunca avançou porque emperrou nas objeções criadas pela empresa MTI que pretendia explorar o minério de ferro na zona do Carvalhal . O município já perdeu 4,5 milhões de euros por causa desse projeto que nunca chegou a avançar. 
 fonte:http://www.mdb.pt/n

publicado por adm às 23:52
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Setembro 06 2013
Portugal está a produzir muito mais energia eólica do que há dez anos: mais 23 vezes, em concreto. Desde 2005 o vento ganhou um ritmo galopante na matriz eléctrica portuguesa. Na retrospectiva do Negócios, António Sá da Costa e Henrique Gomes dizem o que pensam desta aposta.

A produção de energia eólica em Portugal tem crescido na última década a um ritmo que nenhuma outra fonte de electricidade conseguiu. Em Junho, a produção anualizada de electricidade a partir do vento atingiu 11,5 terawatts hora (TWh), mais de 22% de toda a energia eléctrica consumida no País. Olhar para trás permite ver que há um antes e um depois de Sócrates no que se refere à exploração do potencial eólico nacional. Entre os apoiantes indefectíveis desta aposta e os seus críticos, há um espaço quase interminável de argumentos.

 

Os números atestam o disparo que a energia eólica teve em Portugal na última década. Em 2003, indicam as estatísticas da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o País produziu 494 gigawatts hora (GWh), o que nesse ano correspondeu a 1% da produção eléctrica nacional. Nesse ano o vento estava longe de ser um aliado de peso na matriz de energias limpas. Com mais de 16.000 GWh (ou 16 TWh), a energia hidroeléctrica era a rainha desse campeonato. E a biomassa contribuía com mais do triplo da eólica.

 

Em 2005, ano da chegada de José Sócrates a primeiro-ministro, acontece o ponto de viragem. Nesse ano a produção eólica atinge 1,77 TWh, quase 4% do consumo eléctrico nacional. E a partir daí o crescimento foi galopante. Em 2008 o vento já representava mais de 10% da produção de electricidade do País. Somente em 2011 a ascensão eólica sofre uma ligeira travagem, para retomar o crescimento pujante em 2012, quando a produção de energia a partir do vento bate a marca dos 10 TWh. No período de 12 meses terminado em Junho de 2013, revela a DGEG, a produção eólica já estava em 11,5 TWh, mais de 23 vezes o registado no longínquo ano de 2003.

 

Foi Sócrates o responsável?

 

Embora os números mostrem que há um antes e um depois de Sócrates na trajectória da indústria eólica em Portugal, a verdade é que o “boom” de 2005 não se explica unicamente pela chegada de José Sócrates à chefia do Governo, apoiado por Manuel Pinho na Economia.

 

Em 2005, concede António Sá da Costa, presidente da Apren – Associação de Energias Renováveis, “houve um salto”. Mas, realça Sá da Costa, o trabalho vem de trás. A construção deste Portugal amigo do vento teve também outros arquitectos. “Era Sócrates ministro do Ambiente, com Braga da Cruz na Economia e o Eduardo Oliveira Fernandes como secretário da Estado da Energia, quando foi publicado o programa E4 e saíram os decretos-lei de 2001 que fixaram as regras e remuneração tarifária”, recorda o presidente da Apren, em declarações ao Negócios.

 

A partir daí cresceu o interesse de diversos investidores privados em construir parques eólicos pelo País fora. O Governo de então, liderado por António Guterres, abriu períodos trimestrais para a apresentação de “Pedidos de informação prévia”, procedimentos que sinalizavam a intenção de avanço com novos projectos. “Na primeira dessas candidaturas, em Janeiro de 2002, houve pedidos que totalizavam 7.000 megawatts (MW)”, aponta Sá da Costa.

 

Sucede que em Abril de 2002 o Governo de Guterres cai, vindo depois dois governos incompletos de Durão Barroso e Santana Lopes. Em 2005 o Partido Socialista regressa ao poder e na agenda de José Sócrates estavam as renováveis. Aproveitando o trabalho feito previamente com o programa E4, o Executivo acelera a partir de 2005 o licenciamento eólico, a que se seguiria um plano de aproveitamento do potencial hidroeléctrico, que levaria a concurso licenças para uma dezena de novas barragens.

 

António Sá da Costa reconhece o relançamento eólico de 2005. “Sócrates e Manuel Pinho aproveitaram a onda”, descreve o presidente da Apren. Mas a onda acabou por se transformar em “tsunami”, agitando, anos mais tarde, o debate público sobre a sustentabilidade dos custos da electricidade em Portugal. Ganhou o País com a “descarbonização” da sua matriz energética? Perderam os consumidores com o agravamento da factura da electricidade?

 

“Houve excessos”

 

O ex-secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, ficou conhecido por ter questionado publicamente o poder da EDP no sector eléctrico nacional. Tomou posições firmes face ao que encontrou no panorama energético, mas acabou por sair a meio da legislatura. Henrique Gomes não contesta o interesse da aposta nas energias limpas. “A aposta nas renováveis e nomeadamente na eólica é correcta”, começa por afirmar. “Temos abrandado progressivamente o peso exagerado dos combustíveis fósseis”, prossegue. “Mas houve excessos”, sentencia.

 

“Na energia eólica avançámos depressa demais. Hoje temos um “mix” energético desequilibrado”, avalia Henrique Gomes, que aponta ao Negócios alguns erros que foram cometidos no passado e que se traduziram hoje em repercussões menos agradáveis na factura dos consumidores de electricidade.

 

Por um lado, nota o antigo governante, “não tivemos o cuidado de ir acompanhando mais prudentemente a curva de experiência dos investimentos”. Que é como quem diz: o País aceitou instalar uma quantidade enorme de potência eólica antes de a tecnologia amadurecer o suficiente para tornar os investimentos mais baratos e a respectiva remuneração baixar. “Estamos a pagar a energia eólica demasiado cara”, considera Henrique Gomes. Por outro lado, houve uma falta de atenção do Estado na gestão do andamento dos projectos, que permitiu que muitos parques eólicos demorassem anos a ser instalados, beneficiando, ainda assim, das tarifas mais elevadas concedidas anos antes.

 

“O que devia ter havido em Portugal era uma correcção relativamente à remuneração, que é, aliás, o que se está a verificar agora por toda a Europa”, sugere Henrique Gomes.

 

No âmbito do combate às rendas da energia o actual Governo procurou diminuir os custos futuros da energia eólica, firmando com os produtores um acordo mediante o qual eles pagarão uma contribuição anual (que será utilizada para diminuir o custo das eólicas para os consumidores), obtendo, em contrapartida, um período adicional de produção com tarifas protegidas (num intervalo de preço mínimo e máximo), além do prazo de 15 anos que cada parque tinha de remuneração garantida.

 

Custos… e proveitos

 

O debate sobre os benefícios e problemas da aposta nas eólicas não é de hoje. E entre quem comenta o tema os argumentos são recorrentes. A favor: as eólicas ajudam a reduzir as importações de combustíveis fósseis utilizados na produção de electricidade (carvão e gás natural), reduzem as emissões de dióxido de carbono do País e criam emprego (na construção dos parques eólicos mas, sobretudo, nas fábricas de componentes entretanto instaladas no País). Contra: as eólicas são intermitentes e não garantem segurança de abastecimento, grande parte dos equipamentos hoje instalados no País já foram importados e não produzidos cá, e, principalmente, são remuneradas com tarifas elevadas, numa factura a pagar pelo consumidor.

 

António Sá da Costa conhece bem os argumentos contra a aposta eólica em Portugal. “Apesar disso, acho positivo para a economia, porque passámos a emitir menos para a atmosfera, diminuímos as importações de combustíveis fósseis e criámos emprego”, comenta o presidente da Apren, num debate que dá pano para mangas.

 

A contabilização dos custos e proveitos das eólicas em Portugal é um exercício difícil. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) anualmente publica a sua estimativa do sobrecusto ligado à produção do regime especial (PRE), onde se incluem as eólicas. Mas esse sobrecusto é o diferencial face a um preço de referência previsto para a electricidade transaccionada em mercado. Porém, se o preço da electricidade transaccionada em mercado é influenciado pela quantidade de energia que previamente satisfaz a procura (como sucede com a eólica, que tem garantida a injecção na rede), será a estimativa do regulador o indicador mais fiável para o que anda a custar aos portugueses a aposta na energia eólica?

 

Num debate tão polarizado quanto o da aposta nas renováveis, as questões têm sido levantadas pelos defensores e críticos quase ao mesmo ritmo a que a produção eólica vem crescendo na última década. O mais próximo da certeza, nesta história, acabam por ser as estatísticas (e mesmo essas não estão a salvo de reparos): segundo a REN – Redes Energéticas Nacionais, até ao passado dia 2 de Setembro, Portugal teve 60% da sua electricidade gerada a partir de fontes renováveis (sobretudo hídrica e eólica), contra 34% no ano passado. Quase uma década depois, a bandeira de José Sócrates transformou-se numa etiqueta verde: Portugal é hoje um País movido a electricidade amiga do ambiente. A que custo? O debate promete não terminar.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

publicado por adm às 23:11

Julho 23 2013

O presidente do consórcio Eólicas de Portugal (ENEOP), responsável pela instalação de 1.200 Mega Watt (MW) de potência eólica, admitiu hoje que existem condições para atribuição de mais de 500 MW para produção daquela renovável em Portugal.

Segundo Aníbal Fernandes, a análise ao mercado da electricidade em Portugal, numa altura em que o consórcio ENEOP já instalou 1.000 MW da licença de que dispõe, permite concluir que "há espaço" para mais cerca de 500 MW de potência eólica em terra.

Questionado pela Lusa, o responsável admitiu que o consórcio ENEOP estaria disposto a analisar esse cenário, caso venha a ser equacionado pelo Governo. Até porque, além da "necessidade" que identifica, as fábricas daquele cluster eólico instaladas em Portugal, que empregam directamente cerca de 1.850 pessoas, "têm capacidade para dar resposta" a essa eventual procura.

"Estou convencido que os accionistas [da ENEOP] olhariam para isto com muita satisfação", admitiu Aníbal Fernandes, à margem da visita do Comissário Europeu da Energia, Günther Oettinger, às fábricas do consórcio em Viana do Castelo.

Em Abril de 2013, segundo números da Direcção-Geral de Energia e Geologia, estavam licenciados em Portugal 4.460 MW de potência eólica, em 224 parques de várias concessões.

O presidente da ENEOP recorda que, há dois anos, que a atribuição de novos pontos de ligação de potência renovável "está congelada".

No entanto, para que todo o projecto industrial que aquele cluster instalou em Portugal desde 2005 seja sustentável, será necessário garantir a componente da procura interna a partir de 2014, ou seja para 40% da produção actual.

"O facto de não haver uma política clara de continuidade na instalação de energia eólica em Portugal é mais um entrave, como aqueles que já superamos. Não estou a dizer que os postos de trabalho estão em risco, estou a dizer é que não ajuda nada a manter os postos de trabalho", sublinhou.

"O projecto em si poderá estar comprometido. Estamos é determinados a encontrar todas as soluções para, através da exportação, superar esta falha interna", disse ainda Aníbal Fernandes.

Em Portugal, o consórcio ENEOP já investiu 1,3 mil milhões de euros, dos quais 188 milhões em novas unidades industriais, lideradas pela alemã Enercon, um dos gigantes mundiais na produção de aerogeradores.

Aquele consórcio junta ainda empresas como a EDP e a Finerge, tendo criado mais de 5.000 empregos indirectos e um total de 19 fábricas.

Da licença atribuída em 2005, cerca de 1.000 MW já estão ligados à rede eléctrica nacional, em 41 parques eólicos.

Só em Viana do Castelo, representa actualmente cerca de 1.400 postos de trabalho nas cinco fábricas da Enercon.

Por este volume de investimento, o consórcio ENEOP recebe 70 euros por cada Mega Watt hora produzido nos respectivos parques, a mais baixa tarifa da Europa, sublinha Aníbal Fernandes.

Os restantes 200 MW a instalar até final de 2014 em todo o país representam um investimento de 350 milhões de euros, cujo financiamento ainda não está totalmente garantido neste momento.

"Esta é a maneira mais competitiva, tirando as grandes hídricas que estão amortizadas, de fazer energia eléctrica em Portugal. É um projecto sustentável, não há motivo racional nenhum para que não seja apoiado com a abertura de novos concursos de potência", rematou.

fonte:Lusa/SOL

publicado por adm às 23:05

Janeiro 26 2013

A torres eólicas instaladas em Portugal produziram mais de metade da eletricidade consumida no passado dia 19 de janeiro.

A produção de energia elétrica a partir do vento suprimiu mais de metade das necessidades durante todo o dia 19 de janeiro, que ficou marcado pelo enorme vendaval que deixou um rasto de destruição em várias zonas do país.

Segundo dados fornecidos pela REN - Redes Energéticas Nacionais, dos 6.640 megawatts (MW) consumidos naquele dia, 3.446 foram gerados pelas eólicas.

No seu conjunto, as renováveis (eólicas, hidráulica/barragens e fotovoltaica) garantiram 4.532 MW do total consumido em Portugal a 19 de janeiro.

Houve três picos de produção eólica durante a madrugada daquele dia, um entre as 00h00 e a 01h00, outro por volta das cinco da manhã e ainda outro pelas 21h00.



fonte: http://expresso.sapo.pt/ 

publicado por adm às 19:16
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Dezembro 17 2012

Pico diário foi atingido na passada sexta-feira e representou 54% do consumo nacional desse dia

A produção eólica atingiu em Portugal um novo máximo histórico diário, de 85 Gigawatt/hora (GWh), na passada sexta-feira, representando 54% do consumo nacional desse dia, de acordo com os dados da REN citados pela Lusa. 

Segundo os dados da gestora da rede elétrica nacional, o pico da produção eólica, de 3.765 Megawatt (MW), aconteceu às 14:45, representando 51% do consumo nacional aquela hora. 

Os máximos anteriores, de 81 GWh e 3.702 MW, respetivamente, datavam de novembro de 2011.

Em média, a produção eólica representa atualmente 20% do consumo nacional, sendo que no passado mês de novembro representou quase 30% do consumo de energia em Portugal. 

Como a Lusa noticiou, o consumo de energia de origem renovável atingiu os 56%, em novembro, o valor mais elevado do ano. 

No acumulado entre janeiro e novembro, o consumo de energia em Portugal foi abastecido maioritariamente com produção a carvão (25%), seguido do gás natural (21%) e energia eólica (20%). O consumo de energia hídrica contribuiu com 10%, a biomassa com 5% e a fotovoltaica apenas 1%. Já a importação abasteceu 16% do consumo.

Num ano marcado pela seca, a afluência aos aproveitamentos hidroelétricos (barragens) atingiu em novembro 85% dos valores normais para a época, sendo os mais elevados de 2012.

Quanto ao consumo de energia, em novembro, continuou a contrair, mas segundo os dados da REN de forma menos acentuada do que nos outros meses, numa redução de 0,9% face ao período homólogo.

Também no acumulado dos 11 meses do ano caiu, neste caso 2,9%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:51
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Novembro 27 2012

O sub-parque eólico de Proença-a-Nova, que tem 15 aerogeradores para produção de electricidade já licenciados, vai ser alargado com a construção de mais oito máquinas, actualmente em fase de consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA).

Os oito aerogeradores, num total de 16 megawatts (MW), serão instalados no concelho de Proença-a-Nova (seis unidades) e no concelho de Oleiros (duas unidades). Cada aerogerador terá dois MW de potência, torres com 78 metros de altura e pás de cerca de 41 metros de comprimento.

A duração das obras – promovidas pela Generventos do Pinhal Interior, Energias Renováveis, empresa do grupo Generg - tem um prazo previsto de seis meses, representando um investimento de 16 milhões de euros.

O resumo não técnico do Estudo de Impacte Ambiental aponta, entre outros aspectos, o facto de os Planos Directores Municipais (PDM) de Proença-a-Nova e de Oleiros (aprovados, respectivamente, em 1994 e 1995) não contemplarem a construção deste tipo de infra-estruturas.

As áreas em causa estão classificadas, segundo o EIA, "na sua quase totalidade em espaço florestal". Apesar disso, o estudo sustenta que, em termos de ordenamento do território, "não se prevê a ocorrência de impactes significativos".

Confrontada com a questão dos PDM, fonte da Generg afirmou que "o único incompatível" é o de Proença-a-Nova e garantiu que o mesmo irá ser alvo de suspensão parcial para permitir a construção do parque eólico.

No entanto, o presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Paulo Catarino, admitiu que não existe qualquer proposta camarária de suspensão parcial do PDM para aquela área. "O PDM de Proença não prevê indústria fora dos perímetros urbanos. Mas há quem entenda que aquela actividade é industrial, há quem entenda que não é".

João Paulo Catarino disse que, no presente caso, a Câmara e a Assembleia Municipal entenderam "por deliberação" que a construção do parque eólico "era de interesse municipal".

Quando estiver concluído, o Parque Eólico do Pinhal Interior representará a instalação na região de 65 aerogeradores para uma potência instalada de 148 MW e um investimento total de 150 milhões de euros.

fonte:http://publico.pt/

publicado por adm às 23:26
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Outubro 23 2012

Dados agora revelados pela World Wind Energy Association indicam que no final do primeiro semestre de 2012 Portugal era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica. Uma tabela liderada pela China, logo seguida pelos Estados Unidos.




No final do primeiro semestre deste ano, Portugal era o 10º país do mundo com mais capacidade eólica instalada (4.398 megawatts).

Segundo dados agora revelados pela World Wind Energy Association (WWEA), a China lidera destacadamente o ranking, com os Estados Unidos na segunda posição e a Alemanha no terceiro lugar (ver gráfico).

A capacidade eólica mundial atingiu 254.000 MW até o final de junho de 2012, dos quais 16.546 MW foram adicionados nos primeiros seis meses de 2012. Contudo, este aumento representa 10% a menos do que no mesmo período de 2011 - quando foram instalados 18.405 novos MW a nível mundial.

Portugal já tem eólica offshore 


Portugal passou a integrar o grupo de países que investem na eólica offshore (em mar aberto). O projeto pioneiro da eólica flutuante - inovadora a nível mundial -, instalada pela EDP ao largo da Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, já está a injetar energia na rede e, por isso, já conta para as estatísticas mundiais do setor.

"A tecnologia do vento tornou-se um dos pilares do sistema de fornecimento de energia elétrica de muitos países. Este sucesso da energia eólica tornou-se possível por causa da sábias políticas de apoio por parte dos governos, por um lado, e ainda por causa da inovação e redução de custos pela indústria eólica, por outro lado. Hoje, a energia eólica pode competir com qualquer outra fonte de energia, sem causar problemas ambientais. A WWEA apela a todos os governos para não reduzir, mas para fortalecer seus esforços para que mais investimentos em energia eólica pode ser feito", sublinha He Dexin, presidente da WWEA. 



fonte: http://expresso.sapo.pt 

publicado por adm às 22:41

Junho 16 2012

A multinacional alemã Enercon, instalada em Viana do Castelo desde 2006 e principal empregador privado do distrito, já instalou em Portugal cerca de 1500 aerogeradores, numa potência total de 2500 MW.

Os números foram avançados hoje à agência Lusa pelo administrador da Enercon em Portugal, Francisco Laranjeira, acrescentando que a produção integral destes equipamentos é feita a partir das cinco fábricas com que o grupo opera em Viana do Castelo, onde criou 1400 postos de trabalho diretos.

Amanhã, a empresa vai assinalar o Dia Mundial do Vento com uma visita às fábricas por alunos do ensino superior, para "dar a conhecer mais e melhor informação sobre energia eólica".

Em plena cidade de Viana do Castelo, esta multinacional instalou ainda o aerogerador número 1300, que, desde maio, fornece eletricidade à rede e assegura as necessidades de 10% dos habitantes daquela zona urbana, através de um investimento de cinco milhões de euros.

Desde julho que a empresa está a apostar na exportação de componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local, existindo a expetativa de aumentar esse volume agora que estão concluídas as dragagens na entrada da foz do rio Lima, realizadas para aumentar a competitividade da operação.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

publicado por adm às 00:11

Maio 19 2012

O Governo aprovou hoje "um pacote de medidas com vista à redução do peso das remunerações do sector elétrico" e "em prole do interesse nacional", anunciou hoje o ministro da Economia.

No final do Conselho de Ministros, Álvaro Santos Pereira disse que "o Estado está, pela primeira vez, a reduzir os custos do sector elétrico", realçando que os cortes hoje decididos representam "1800 milhões de euros até 2020".

O governante explicou que o pacote de medidas inclui a cogeração, os Contratos de Aquisição de Energia (CAE) e os custos de manutenção do equilíbrio contratual (CMEC) e ainda a eliminação do mecanismo de garantia de potência, conseguindo uma poupança anual entre "os 170 e os 190 milhões de euros".

De notar que não são apresentados cortes nas rendas pagas ao sector da energia eólica, área que tanta polémica alimentou nos últimos meses. Esta foi uma das grandes apostas do governo de José Sócrates, que em 2010 conseguiu colocar Portugal no top 10 mundial do sector eólico.


fonte:http://expresso.sapo.pt/

publicado por adm às 20:29
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Maio 08 2012
A potência eólica instalada em Portugal atingiu em Janeiro deste ano os 4.301 MegaWatts (MW), distribuídos por 218 parques.

A potência eólica instalada em Portugal atingiu em Janeiro deste ano os 4.301 MegaWatts (MW), distribuídos por 218 parques, mas desde 2010 foram licenciados apenas mais 19 MW, segundo dados da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).

De acordo com os dados mais recentes da DGEG, a produção eólica contava em Janeiro de 2012 com uma potência instalada de 4.301 MW e licenciada (autorizada mas ainda não ligada à rede) de 4.562MW.

O relatório da DGEG refere que a potência eólica instalada em Portugal no final de 2004 era de 2.221 MW e que entre 2005 e 2010 o licenciamento médio anual rondou os 390 MW.

No final de 2010, o país contava com uma potência eólica instalada de 4.543 MW, distribuída por 208 parques e 2.034 aerogeradores. Em Janeiro de 2012, estavam licenciados 4.562 MW, ou seja, apenas mais cerca de 19 MW do que no final de 2010, ano em que tinham sido licenciados mais 293,6 MW de potência eólica. 

Em todo o ano de 2011, apenas foram licenciados 11,6 MW de potência eólica no país (o equivalente a cerca de cinco aerogeradores).

Actualmente, acrescenta o documento, Portugal conta com 2.250 aerogeradores (4.301 MW) instalados e face ao reduzido licenciamento de novos projectos, tem apenas 261 MW por instalar.

A DGEG acrescenta que em 2011 a produção dos parques com potência instalada estabilizada situou-se nas 2.205 horas equivalentes por MW, o que corresponde a uma quebra de 11 por cento face a 2010 (2.476 horas equivalentes por MW). 

Os distritos com maior potência instalada, em Janeiro de 2012, eram Viseu (883 MW), Castelo Branco (564 MW), Coimbra (510 MW), Vila Real (496 MW), Viana do Castelo (339 MW) e Lisboa (338 MW), representando estes distritos 73 por cento do total instalado. 



O total da potência instalada para a produção de energias renováveis atingiu este ano os 10.344 MW, dos quais 5.280 MW eram assegurados pela produção hídrica. 

Mas em 2012 apenas a produção fotovoltaica sofreu um incremento da potência instalada, que passou de 149,3 para 155,3 MW, estando praticamente concentrada no distrito de Beja.

A DGEG indica ainda que a incorporação de Fontes de Energia de Renováveis (FER) no consumo bruto de energia eléctrica em Portugal chegou aos 43,7 por cento em 2011, considerando apenas o território Continental.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
publicado por adm às 22:45

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