Energia Eolica

Maio 05 2010

A través do sector Energy, a Siemens anunciou que o novo aerogerador de accionamento directo SWT-3.0-101 está pronto a ser comercializado. Com uma potência nominal de 3 megawatts, este novo equipamento distingue-se pelo graças ao “conceito de accionamento directo com gerador de íman permanente”.

 

Segundo o comunicado da Siemens, este novo aerogerador, “com apenas metade das peças de uma turbina eólica convencional e ainda menos de metade das partes rotativas, necessita de menos manutenção e permite “aumentar a rentabilidade dos clientes”.

A nova turbina eólica de accionamento directo caracteriza-se por um rotor com um diâmetro de 101 metros, que está agora disponível a nível mundial, tanto para projectos em terra, como no mar.

“O novo SWT-3.0-101 oferecerá mais 25% de energia que o nosso aerogerador actual de 2,3 megawatts, mas terá menos peso e apenas metade das peças”, referiu o CTO da Siemens Wind Power Business Unit, Henrik Stiestal.

“Este aerogerador foi concebido com o nosso objectivo de reduzir a complexidade, a fim de aumentar tanto a fiabilidade como a rentabilidade”, explicou o mesmo responsável, revelando que, no futuro, acredita que este “aerogerador de accionamento directo será um investimento fiável a realizar na área de produção energética”.

Este equipamento contém um accionamento sem caixa redutora, com gerador síncrono compacto com excitação permanente. A principal vantagem dos geradores com íman permanente reside “no seu design simples e robusto, que dispensa qualquer energia de excitação, anéis colectores ou sistemas de comando da excitação”. Desta forma, é possível alcançar uma “elevada eficiência, mesmo em períodos de carga baixa”.

fonte:www.construir.pt

publicado por adm às 23:10

Maio 04 2010
SÃO PAULO – Na sexta-feira da semana passada, a gigante das buscas online Google anunciou seu primeiro investimento direto em um projeto de energia renovável. Por meio de seu blog, a empresa disse ter injetado US$38,8 milhões em duas fazendas eólicas. As 113 turbinas de 80 metros de altura foram instaladas em Dakota do Norte, nos Estados Unidos, e poderão gerar 169.5 megawatts - o suficiente para abastecer 55 mil casas. A energia produzida por essas instalações não será utilizada para abastecer diretamente os data centers do Google. A produção está dividida entre as fazendas Ashtabula 2, no condado Barnes, com produção de 120-megawatts, e Wilton Wind 2, com 49.5-megawatts no condado Burleigh. Desenvolvidas pela NextEra Energy Resources, as turbinas podem ter seus ângulos individuais ajustados para que cada pá atinja sua eficiência máxima. Por meio de seu braço filantrópico Google.org, a empresa já vinha investindo em fontes de energia renováveis, trabalhando em parceria com empresas pequenas, que estavam começando seus trabalhos com energia solar – caso da BrightSource Energy e eSolar. fonte:http://info.abril.com.br
publicado por adm às 23:11

Maio 02 2010

Mais de 800 turbinas eólicas gigantes giram nos mares da Dinamarca, Grã-Bretanha e sete outros países europeus, gerando eletricidade dos fortes ventos oceânicos para centenas de milhares de lares. A primeira fazenda eólica na costa da China, uma empreitada de 102 mW nas proximidades de Xangai, entra em funcionamento neste mês, com outras ainda a caminho.

Mas, apesar de décadas de esforço, nenhuma turbina marítima foi construída nos Estados Unidos.

Segundo especialistas, o progresso foi atrasado por uma variedade de fatores, que incluem uma economia ruim, incerteza no marco regulatório e oposição local.

Quando o governo Obama anunciar esta semana sua decisão a respeito de um projeto de grande destaque - Cape Wind, na costa de Massachusetts -, as implicações podem se estender de Long Island ao lago Erie. Um aval do secretário do Interior Ken Salazar pode dar o empurrão definitivo para o que seria a primeira fazenda eólica na costa americana. Por outro lado, algumas empreiteiras afirmam que, se a resposta for negativa, a decisão vai enterrar o setor éolico marítimo antes de ele ter sequer começado nos EUA.

"É imperativo que Cape Wind seja concluído - precisamos desse impulso", disse Peter Giller, chefe-executivo da OffShoreMW, nova empreiteira com ambições de atuar em dois projetos de 700 mW nas costas de Nova Jersey e Massachusetts.

Pelo menos meia dúzia de projetos eólicos costeiros que poderiam fornecer energia a centenas de milhares de consumidores já foram propostos nas águas rasas da costa leste americana e nos Grande Lagos. Muitos outros estão nos estágios iniciais de concepção, como um projeto que instalaria turbinas a cerca de 20 km da península de Rockaway, em Nova York.

Embora fazendas eólicas no mar custem quase duas vezes mais do que em terra, empreiteiras e defensores afirmam que os projetos costeiros têm várias vantagens. A ventania de mares e lagos é normalmente mais forte, regular e confiável do que o vento sobre a terra. Turbinas marítimas também podem ser alocadas perto das populações que consomem muita energia nas costas, eliminando a necessidade de novas linhas de transmissão terrestres. E, se as turbinas forem construídas a distância suficiente, elas não alteram a paisagem - a principal objeção de oponentes locais.

O Laboratório Nacional de Energia Renovável estima que quase 90 mil mW podem ser extraídos dos ventos costeiros nas águas rasas americanas com menos de 30 metros, que é a profundidade na qual a produção fica mais fácil e tem melhor custo-benefício. Grande parte desse potencial fica em New England, na costa atlântica central e nos Grandes Lagos.

Se alguns projetos americanos atualmente na prancheta forem construídos conforme planejado, eles produziriam quase 2,5 mil mW, de acordo com a Associação Americana de Energia Eólica, ou o equivalente a duas usinas nucleares médias.

O projeto Cape Wind instalaria 130 turbinas, cada uma com 134 metros de altura, ao longo de 62 km² de Nantucket Sound a um custo estimado em mais de US$ 1 bilhão.

Opositores argumentam que o empreendimento é caro demais e interferiria na pesca local, violaria rituais sagrados de duas tribos indígenas e submergiria seus cemitérios, além de destruir a paisagem.

"Os custos exagerados de Cape Wind não representam um retorno razoável ao investimento público", escreveu Joseph P. Kennedy II, ex-congressista e hoje presidente do Citizens Energy Corp., um grupo sem fins lucrativos de Boston, em uma carta ao jornal The Cape Cod Times em fevereiro. A família de Kennedy é dona de terras com vista para a área em que seria construída a fazenda eólica proposta.

Tradução: Amy Traduções fonte:http://noticias.terra.com.br

publicado por adm às 19:41

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