Energia Eolica

Junho 29 2010

Marrocos já tem aquele que é considerado pelas autoridades o maior parque eólico do continente africano, criado no âmbito de um programa que visa conseguir que 42 por cento da energia do país tenha origem renovável em 2020.

O parque Tanger I «Dahr Saadane», inaugurado na segunda feira, tem uma potência instalada total de 140 megawatts e uma produtividade média anual de 536 gigawatts por hora, o que equivale a 2,5 por cento do consumo energético nacional.

Durante a inauguração, presidida pelo rei Mohamed VI, foi assinada a convenção de um plano integrado de energia eólica que, como parte de um programa de desenvolvimento de energias renováveis, projecta que 14% da energia produzida em Marrocos seja de proveniência eólica dentro de uma década.

Diário Digital / Lusa

publicado por adm às 23:04

Junho 24 2010

O Setor Energy da Siemens assinou pedido da Dong Energy para fornecer 111 turbinas eólicas para o parque Anholt, que será a maior usina de energia eólica em alto mar da Dinamarca. Com 400 megawatts (MW), Anholt terá uma capacidade que é quase o dobro do Horns Ver 2 – atualmente o maior parque eólico marítimo do mundo em funcionamento com capacidade para 209 MW. Quando estiver em pleno funcionamento, o projeto do Parque Eólico Marítimo Anholt fornecerá energia limpa para aproximadamente 400 mil domicílios, o que é equivalente a cerca de quatro por cento do consumo total de energia da Dinamarca.

 

“Esse pedido fortalece ainda mais nossa posição como líder global em energia eólica oceânica”, comentou Wolfgang Dehen, CEO do Setor Energy da Siemens. “Estamos muito orgulhosos de trabalhar novamente com a Dong Energy em outro projeto de energia renovável, de alta visibilidade”.

A Siemens fornecerá as 111 turbinas eólicas com capacidade para 3,6 MW cada e diâmetro de rotor de 120 metros. As turbinas eólicas serão produzidas pela fábrica da Siemens em Brande, na Dinamarca, e instaladas ao longo da costa leste daquele país, a 20 km do litoral nordeste da península da Jutlândia. O parque eólico deverá ser comissionado em 2013. O fornecimento da Siemens inclui fabricação, instalação e comissionamento das turbinas eólicas. A companhia também assinou contrato de serviços e manutenção durante os primeiros cinco anos, com opção de determinados serviços durante o segundo qüinqüênio.

 

A Siemens é a fornecedora líder de turbinas eólicas marítimas com mais de 50 por cento das instalações oceânicas mundiais. A turbina eólica de 3,6 MW da companhia é a mais popular entre as instaladas fora da costa em todo o mundo. Mais de 150 unidades foram instaladas em projetos na Europa até agora, e já foram vendidas outras 1.100 unidades.~

 

As turbinas eólicas fazem parte do portfólio ambiental da Siemens. No exercício de 2009, a receita do portfólio alcançou aproximadamente € 23 bilhões, tornando a empresa a maior fornecedora do mundo em tecnologias que respeitam o meio ambiente. No mesmo período, os produtos e soluções da empresa possibilitaram aos clientes uma redução de 210 milhões de toneladas de emissões de CO2. Este volume é equivalente as emissões conjuntas de CO2 de Nova York, Tóquio, Londres e Berlim.

fonte:www.revistafator.com.br/

publicado por adm às 20:47

Junho 24 2010

O parlamento dinamarquês aprovou, por maioria, a concessão do maior parque eólico offshore (no mar) do país, que custará 1,9 mil milhões de euros, à empresa pública Dong Energy, segundo uma fonte oficial.
O parque, localizado perto da ilha de Anholt, no mar de Kattegat, terá uma capacidade de 400 megawatts e será um dos maiores do mundo.

Em 2012/2013, quando entrar em funcionamento, esta instalação cobrirá as necessidades anuais de electricidade de 400.000 famílias, segundo um comunicado da ministra do Clima e Energia, Lykke Friis. A Dong Energy foi a única empresa a candidatar-se ao concurso internacional lançado para este projecto, sublinhou a mesma responsável.

fonte:Diario digital

publicado por adm às 13:19

Junho 10 2010

Um apartamento, uma fábrica e esculturas sustentáveis, tudo no mesmo pacote. Esta é a proposta da Asas Incorporações e da Habitat para o primeiro empreendimento residencial com produção a energia eólica no Brasil. Baptizado de Neo, o condomínio contará com duas torres nas quais serão instaladas turbinas de vento para o aquecimento das águas dos 24 apartamentos. Conhecido como Next Generation e executado pela Seleta Engenharia, o projecto está a ser implementado próximo da Lagoa da Conceição, na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina.

De acordo com Jacques Suchodolski, sócio-proprietário da Asas, os geradores serão capazes de produzir 100% da energia necessária para o aquecimento da água consumida pelos condóminos, o que representará cerca de 50% da procura total de energia dos edifícios que compõem o condomínio. "Este será o primeiro de uma série de empreendimentos. Já estamos à procura de novas áreas e vamos procurar outras fontes de sustentabilidade, mesmo em lugares que não tenham vento", afirma Suchodolski.

O ‘design' dos geradores é um alento para aqueles que se assustam ao imaginar enormes torres de energia eólica cortando a paisagem da capital catarinense. O formato das turbinas é vertical e tem um forte apelo estético que, a princípio, as faz parecer esculturas modernas de uma coluna helicoidal. As peças com 1,20 metros de diâmetro e seis de altura são capazes de gerar cerca de cinco quilowatts cada - e, outra das vantagens, sem ruído.

O miniparque eólico, que teve como principal fornecedor a americana Hilux Wind, não é o único equipamento sustentável do projecto. A energia gerada para o aquecimento da água será complementada pela captação feita por painéis solares. Outro atractivo será a adopção de um sistema de tratamento de efluentes que promove a reutilização da água consumida, para uso nos jardins e áreas comuns, além do uso inteligente dos sanitários. Durante a construção, o empreendimento contará ainda com uma estação própria de tratamento de esgoto, que depois poderá ser transferida para outras obras.

As vendas dos apartamentos do Neo foram iniciadas na última semana e a entrega da obra está prevista para Fevereiro de 2012.
Atractivo para o imobiliário

Novos ventos começam a soprar no sector imobiliário. Segundo Suchodolski, a Asas chega ao mercado para consolidar os loteamentos com o contributo ambiental. Para o arquitecto, o uso racional dos recursos naturais é hoje um atractivo substancial num empreendimento imobiliário de alto padrão. Para executar estes projectos, procurou a cidade de Florianópolis por considerar que os habitantes estão à procura de mais qualidade de vida, a partir do contacto com a natureza.

O proprietário da Asas também se incluiu nesse grupo, após ter percorrido uma longa trajectória profissional, em grande parte vivenciada em São Paulo. Suchodolski passou pelos escritórios dos arquitectos Paulo Mendes da Rocha e Joaquim Guedes, além de ter sido responsável pela coordenação de desenho urbano para o PICCED-Pratt Institute de Nova York.

Para levar este projecto de sustentabilidade adiante, o arquitecto mudou-se com a família para Santa Catarina em 2007, onde fundou a promotora. Pretende continuar fiel aos empreendimentos com propostas diferenciadas que não agridam o meio ambiente. "A Asas não é só uma linha imobiliária. É um conceito. Eu não faria nada que não perseguisse metas sustentáveis", afirma. Assim como o Next Generation, os projectos futuros também devem ser direccionados às classes A e B.

Fonte:economico.sapo.pt

publicado por adm às 17:55

Junho 04 2010

'Papagaios' vão captar energia

 

Um novo aparelho promete ser o futuro da captação de energia. Irá recolher o dobro do que conseguem as ventoinhas eólicas

 

"O vento global é uma fonte imensa de energia, gerando cerca de 870 terawatts [biliões de watts] na zona da troposfera." Este argumento serviu a JoeBen Bevrit, da empresa norte-americana Joby Energy, para iniciar o desenvolvimento de um novo sistema de captação de energia eólica: um aparelho inspirado no funcionamento dos papagaios de papel, que pode voar até aos 10 600 metros de altitude. O movimento do aparelho produz a energia numa turbina que poderá ser distribuída pela rede eléctrica, produzindo o dobro da electricidade de um aerogerador convencional.

 

A ideia de captar vento a grandes altitudes vem já dos anos 1970, mas só agora temos tecnologia para a por em prática. O inventor está actualmente a dar os últimos retoques numa série de grandes "papagaios" que, segundo ele, irão flutuar a uma altitude de 600 metros, gerando energia que poderá ser transferida para a terra por meio de um cabo. "Em comparação, a necessidade mundial de energia é de 17 terawatts. Captar uma pequena porção disso pode alterar a forma como alimentamos de energia a nossa civilização", diz JoeBen Beverit.

 

O "papagaio" da Joby Energy é constituído por estruturas autónomas controladas por computador. Estas levantam voo verticalmente, enquanto se deslocam até à altitude permitida. O voo é controlado por um sistema computorizado avançado e a electricidade captada é enviada para o solo por um cabo até uma subestação, onde a corrente contínua (DC) é convertida em corrente alterna (AC). Aí já será possível liga-la a uma rede eléctrica.

 

Os criadores desta tecnologia explicam que os aparelhos são portáteis e de construção barata, quando comparados com as turbinas eólicas convencionais. Além disso, conseguem gerar o dobro da quantidade de energia. "Como funciona a altitudes cinco vezes superiores às turbinas convencionais, a velocidade e consistência do vento resultam numa maior quantidade de energia obtida regularmente", diz o inventor. Quanto mais alto fosse lançado o papagaio, mais energia se iria recolher, mas as linhas aéreas impedem que seja colocada à sua máxima altitude: 10 600 metros.

fonte:http://dn.sapo.pt

publicado por adm às 22:39

Junho 01 2010

Está já em construção o terceiro parque eólico no concelho de Seia. As obras, que tiveram início no final do mês de Março e se prolongam até Novembro, estão a decorrer nas freguesias de Teixeira e Vide para, no denominado “Parque Eólico de Balocas”, serem instalados 14 aerogeradores com a potência unitária de 2000 kW (quilowatt), distribuídos ao longo de duas linhas de cumeada, os quais convergem entre as cotas 850 e 1200 da serra do Açôr.


A entidade responsável pelo projecto é a ENEOP2, empresa resultante do consórcio constituído pelos quatro maiores promotores de energia eólica em Portugal: ENERNOVA, Termoeléctrica Portuguesa, GENERG, FINERGE e ENERCON, adjudicatária do concurso de potência eólica lançado pelo Governo em 2005.


Os aerogeradores a instalar, com torres em betão, têm 85 metros de altura e um diâmetro de rotor de 82 metros. As máquinas são modelos de última geração, salientando-se o facto de todo o equipamento e tecnologia ser totalmente produzido em Portugal, sublinhou Lobo Gonçalves, administrador da empresa, durante uma visita ao parque na passada quinta-feira. «É um parque de tecnologia portuguesa e incorporação nacional, uma vez que o grupo vai deixar de usar torres metálicas – cuja chapa é importada – e efectuar uma inovação enorme, que é construir torres de betão», salientou.


Lobo Gonçalves congratulou-se com o facto de a construção do parque de Balocas já ter iniciado porque a Câmara de Seia «teve uma atitude que raramente se encontra nos outros municípios, que é licenciar quando é devido licenciar». «Aqui, os procedimentos foram os que são normais e expectáveis, mas que poucas vezes se consegue», estando satisfeito com o facto de o parque ter iniciado a sua construção no prazo previsto.
António Pinto Moreira, responsável pela obra, adiantou que a obra teve início nos finais de Março e já estão duas fundações concluídas e betonadas e duas já com a armadura pronta. Para breve, está previsto o início da montagem das torres, às quais se segue a montagem da parte mecânica.


Os 14 aerogeradores serão ligados entre si, ao nível dos respectivos postes de transformação, colocados no interior das torres, e o edifício de comando e a subestação, através de uma rede subterrânea de média tensão. Por via aérea será apenas a linha de transporte até à subestação de Folques (Arganil), local onde depois será feito o escoamento da energia produzida através da rede eléctrica nacional. A linha eléctrica, com 24,5 km de extensão, vai ter início no Parque Eólico de Pedras Lavradas II e vai servir, além do parque de Balocas, os parques eólicos da Senhora das Necessidades e do Açor II.


Com uma potência máxima de 28 MW, o parque vai ter um investimento de 38 milhões de euros e, em ano médio, a estimativa de produção anual é de 70 mil MWh, equivalente para alimentar todos os aglomerados populacionais do concelho de Seia, até ao total de 35 mil habitantes.
O Parque Eólico de Balocas, o terceiro a ser instalado no concelho de Seia, vai gerar receitas para o Município de 2,5 por cento, correspondendo a cerca de 130 mil euros por ano, que se juntarão à renda anual de 100 mil euros dos parques eólicos da Serra da Alvoaça e das Pedras Lavradas.


ENEOP2 instala mais dois parques na zona

Na zona, a ENEOP2 também prevê arrancar brevemente a construção dos parques eólicos de Pedras Lavradas II, que abrange as freguesias de Teixeira (Seia), Erada e Sobral de S. Miguel (Covilhã) e da Senhora das Necessidades, na freguesia de Piódão (Arganil).
Para os Parques Eólicos de Pedras Lavradas II e Senhora das Necessidades prevê-se a instalação de, respectivamente, dez e quatro aerogeradores de 2000 kW, ao longo dos troços das cumeadas. Na envolvente destes parques eólicos, a empresa está também a construir os parques eólicos de Açor II e Cadafaz II, com um total de uma potência de 90 MW.


Refira-se que os parques eólicos de Balocas, Pedras Lavradas II e Senhora das Necessidades têm por objectivo, a produção de energia eléctrica a partir da força do vento, fonte de energia não poluente e renovável, contribuindo para a prossecução do cumprimento dos compromissos internacionalmente assumidos por Portugal, relativamente às emissões atmosféricas e no âmbito da Directiva Comunitária das Fontes Renováveis de Energia, aprovada em Setembro de 2001.

fonte:www.portadaestrela.com

publicado por adm às 22:26

Junho 01 2010

A energia eólica marítima é estimado para ser convertido em um dos mais rentáveis de energia no futuro. Este tipo de energia (o nome é internacional "offshore"), há alguns anos é executado com sucesso em alguns países europeus como a Grã-Bretanha e Dinamarca (pioneiro, construiu o primeiro parque eólico offshore em 1991 no Mar Báltico).

 

Esses são os benefícios para os aumentos, que os grupos ambientais apoiá-lo totalmente. Entre eles está o Greenpeace , que o relatório "A energia eólica offshore na Europa", que encomendou a consultoria Garrad Hassan, disse que essa energia pode tornar-se "o pilar do poder europeu."

 

 

Um dos maiores benefícios da energia eólica é de que os oceanos são capazes de reduzir a concentração de C02 na atmos para, uma vez que eles agem como sumidouros. Assim alcançados, de acordo com a World : "amortecer o impacto dessas emissões e ajudar a frear os efeitos da mudança climática".

 

No entanto, o artigo continua, "se continuar a emissão de C02 na atmosfera no ritmo atual, a química do oceano serão afetados, com graves consequências para as espécies marinhas. "

 

Para a energia eólica offshore, bem como energia eólica, e é produzida pelo vento, embora, neste caso, as turbinas de vento (moinhos) estão localizados no mar. Além disso, o custo de instalação é muito maior do que as áreas de terra, embora sua vida útil é maior.

 

Especialistas dizem que a energia eólica "offshore" tem um futuro promissor, especialmente em países altamente povoada, pois é difícil encontrar um espaço adequado no terreno. A grande vantagem de estar no mar é que há variações na velocidade do vento, como acontece na Terra.

 

Hoje, os parques eólicos offshore estão localizados em águas rasas, longe das rotas comerciais das instalações militares e áreas de interesse natural. É recomendável que a distância do litoral deve ser pelo menos duas milhas, e assim fazer melhor uso dos padrões de vento.

Além disso, é evidente que as turbinas de energia eólica offshore não impacto tão negativo na vida das aves aquáticas que encontraram vários estudos na Dinamarca. No momento, em Espanha há apenas um projecto de instalar estes tipos de parques eólicos.

fonte:http://pt.wikinoticia.com

 

 

 

publicado por adm às 22:23

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