Energia Eolica

Outubro 27 2010

A Eneop, empresa produtora de energia eólica, anunciou hoje que vai concluir o projeto de instalação de 1.200 milhões de megawatts (MW) de potência eólica em Portugal no final de 2012, um ano antes do prazo previsto.

 

«Estamos a fazer um percurso mais rápido do que inicialmente estava previsto. Neste momento, já temos 400 MW ligados à rede e a funcionar e temos a previsão de mais 100 MW [que estão em construção e na fase de finalização] e pensamos instalar mais 150 milhões em 2011», disse à agência Lusa o presidente executivo da Eneop, que falava à margem da conferência «APREN -- Electricidade Renovável 2010/2011», que decorre no Museu do Oriente, em Lisboa.

 

Com esta evolução, «mais rápida do que a [inicialmente] esperada», a Eneop vai ter uma capacidade instalada de 1.200 MW no final de 2012 e vai investir no total 1,7 mil milhões de euros, garantiu à Lusa o responsável da empresa.

Diário Digital / Lusa

publicado por adm às 22:14

Outubro 20 2010

A energia eólica constitui, sem dúvida, uma das áreas de investimento mais susceptíveis de gerar riqueza e apresentar viabilidade, sob o ponto de vista financeiro, para eventuais promotores e, simultaneamente, um contributo importante para a dinamização e melhoria da qualidade de vida das populações…

…locais sendo o aproveitamento das energias renováveis uma das prioridades do país em termos de energia. Por todo o Concelho de Murça, existem alguns pontos que, segundo os técnicos, têm um elevado potencial para a geração de energia eólica. Contudo, nos últimos anos, se por falta de incentivos por parte da autarquia, se por falta de dinamismo do tecido empresarial, não se tem assistido à implantação de qualquer aerogerador no concelho, contrariamente ao que observamos nos concelhos vizinhos.

A instalação de um parque eólico obrigará à contratação de pessoal técnico e outro, o qual terá de, necessariamente, desenvolver parte da sua actividade no concelho. Adicionalmente, o arrendamento dos terrenos onde os geradores ficarão implantados constituirá uma fonte de receita adicional significativa para as Juntas de Freguesia ou outros proprietários.

Por outro lado, este investimento constituirá também um importante contributo na protecção de pessoas e bens na medida em que em cada aerogerador poderá ser colocado, pela empresa, um sistema de detecção de incêndios, o que em muito contribuirá para a melhoria das condições de prevenção e combate aos fogos florestais.

Por tudo isto, é opinião dos Vereadores do PSD de Murça que a Autarquia deveria tudo fazer junto do tecido empresarial para que se estudasse as potencialidades da instalação de um parque eólico pelo Concelho, avaliando os seus benefícios e custos, sem nunca menosprezar os eventuais impactos ambientais.

fonte:noticiasdevilareal

publicado por adm às 22:51

Outubro 16 2010

Energia eólica sem turbinas

 

 

Empresa de design cria nova maneira de captar energia eólica: hastes que balançam ao vento e produzem a mesma quantidade de eletricidade das tradicionais turbinas.

 

A grande vantagem das Windstalks, no entanto, é que elas são silenciosas e ocupam menos espaço.

Além disso, por não possuírem pás, elas não oferecem risco a pássaros ou outros animais que possam voar.

 

O projeto é de uma empresa de Nova York chamada Atelier DNA e foi feito para a cidade planejada de Masdar, uma região construída próxima a Abu Dhabi. As Windstaçks ficaram em segundo lugar no concurso Land Art Generator, uma competição patrocinada por Madsar para identificar a melhor obra de arte que gerasse energia renovável.

 

O projeto constitui de 1203 “hastes” de fibra de carbono, reforçadas com resina; elas possuem 0,3 metros de largura, 54 metros de altura e estão fixadas em bases de concreto com diâmetros entre 10 e 20 metros.

 

Cada haste contém camadas de eletrodos e discos de cerâmica alternados, feitos de materiais piezelétricos (que geram correntes quando colocados sob pressão). No caso das hastes, os discos irão ser comprimidos quando elas forem balançadas ao vento.

 

A espessura da haste no topo é de apenas 2,5 cm e, lá em cima, fica presa uma lâmpada de LED que fica acesa quando venta. Há ainda um sistema de armazenamento de energia, uma bateria, para os momentos em que o vento for pouco.

fonte:info.abril

publicado por adm às 20:20

Outubro 14 2010

maior fabricante português de torres eólicas, a Tegopi, abre esta sexta-feira a sua unidade na Turquia, apostando num mercado em forte crescimento.

 

O projeto da empresa portuguesa vai representar um investimento luso de três milhões de euros, o terceiro maior investimento português no país, integrado numa parceria com a Alkeg, empresa turca do sector. A Alkeg-Tegopi produzirá torres eólicas para o mercado turco e regiões vizinhas.

No final do ano passado a Turquia tinha apenas 800 megawats de capacidade eólica instalada, longe dos 3,500 MW registados em Portugal, ou dos 25 mil MW na Alemanha. Mas o sector está em crescimento acentuado.

Em 2009, a Turquia foi o segundo país do mundo com maior crescimento na energia eólica , só ultrapassado pela China.  "É precisamente este mercado em expansão que queremos explorar. As torres eólicas são muito grandes e pesadas, e o seu transporte é bastante caro, pelo que não conseguíamos colocar torres fabricadas em Portugal a um preço competitivo nesta região.

A partir de agora poderemos explorar o mercado turco, bem como o dos países vizinhos", diz ao Expresso Manuel Pedro Quintas, vice-presidente da empresa na Turquia. A Tegopi tem também previstos novos investimentos em Portugal. "Iremos construir uma nova unidade em Vila Nova de Gaia, que deverá estar concluída no final do próximo ano, num investimento que ronda os  21,5 milhões de euros", refere Manuel Pedro Quintas.

fonte:expresso

publicado por adm às 22:57

Outubro 13 2010

Uma empresa do Colorado está introduzindo um sistema que permitirá que as turbinas eólicas consigam gerar energia mesmo quando o vento não está soprando. O SmartGen turbina eólica de gás híbrido permite que as turbinas eólicas produzam energia em períodos de vento fraco, girando uma turbina de ar comprimido na base da torre de um turbo-compressor que funciona a base de gás natural ou biogás.

UM fato também interessante desta nova tecnologia é que ele poderá ser instalado em turbinas eólicas já construídas, permitindo que as instalações existentes para aumentem o seu desempenho. Isto é particularmente atraente para as instalações que procuram alargar a sua produção, mantendo livre de combustíveis fósseis. Em áreas onde a produção de biogás também está disponível nas proximidades, uma instalação de energia eólica híbrida (eólica e a gás) poderá ser bem vantajosa para gerar uma energia 100% de fontes renováveis

 

Grandes turbinas eólicas, mesmo em áreas de grande fluxo de vento normalmente geram energia em apenas 30% do tempo, porque o vento sopra intermitente ou a uma velocidade de vento de baixo”, segundo a empresa. Utilizando outros combustíveis para manter as turbinas geradoras de energia significa que o sistema utiliza melhor o investimento em equipamentos, em vez de ter que ficar ociosa durante a maior parte do tempo o que torno o retorno deste investimento muito mais rápido pois a turbina irá gerar energia 24 horas.

Fonte:dicasverdes

publicado por adm às 23:39

Outubro 13 2010

O estudo Global Wind Energy Outlook 2010 (GWEO2010), elaborado pela Greenpeace e pela Global Wind Energy Council,aponta para uma tendência de crescimento da eólica que levará a que, já daqui a 10 anos, a energia do vento consiga responder a 12 por cento das necessidades energéticas globais.

Num cenário a 20 anos, o documento admite ainda que a eólica possa fornecer 22 por cento da electricidade. Estes valores, resultantes do cenário mais optimista avaliado, apontam para uma produção de 5400 TWh, que variará entre 18,8 e 21,8 por cento da procura mundial.

O cenário médio, por exemplo, estabelece que a energia eólica seja responsável por 9,5 por cento da energia total, em 2020. Na perspectiva mais conservadora, esse valor desce até aos 4,8 por cento. A referência dada pelo GWEO2010 para 2010 é de 185 258 MW de capacidade eólica cumulativa.

O documento realça ainda que a energia eólica já está a ser produzida em 75 países, apesar da China continuar a representar o mercado de maior dimensão para este tipo de energia renovável.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:32

Outubro 12 2010

O vento poderá fornecer 22 por cento da electricidade consumida no mundo em 2030, revela um estudo do Global Wind Energy Council e da organização ecologista internacional Greenpeace, divulgado hoje em Pequim.

Já em 2020, o vento poderá responder a 12 por cento das necessidades, avança o Global Wind Energy Outlook 2010 (GWEO 2010), que apresenta três cenários. 

No melhor cenário possível, a capacidade total das eólicas instalada em 2020 será de 2600 terawats/hora (TWh), ou seja, entre 11,5 e 12,3 por cento da procura mundial de electricidade. Em 2030, esta forma de energia poderá produzir 5400 TWh, ou seja, entre 18,8 e 21,8 por cento da procura mundial.

Um outro cenário mais conservador, baseado nas projecções da Agência Internacional de Energia da ONU, refere que 4,8 por cento da electricidade mundial seja produzida através do vento em 2020, correspondendo ao triplo da produção actual.

O cenário médio prevê que a energia eólica forneça 9,5 por cento de electricidade até ao fim da próxima década.

O mercado mundial para a energia eólica teve um crescimento de 41,7 por cento em 2009 e um aumento médio de 28,6 por cento ao ano nos últimos 13 anos, salientou Steve Sawyer, secretário-geral do Global Wind Energy Council. Sawyer acredita no primeiro cenário porque, “há mais de dez anos que aquilo que a indústria eólica conseguiu tem ultrapassado sempre as nossas previsões optimistas”.

De acordo com o primeiro cenário, seria evitada a emissão de cerca de 1,6 mil milhões de toneladas de CO2 por ano, em 2020. Em 2030, seriam 3,3 mil milhões de toneladas.

“A energia eólica pode dar um contributo massivo para a produção mundial de electricidade e para descarbonizar o sector energético. Mas precisamos do compromisso político para que isto aconteça”, advertiu Sawyer.

Tanto mais que, como salienta o relatório, a energia eólica também cria empregos. Actualmente gera 600 mil postos de trabalho directos e indirectos; em 2030, esse número deverá chegar aos três milhões. “Em 2010, os 600 mil trabalhadores da indústria eólica instalam uma nova turbina em cada 30 minutos, uma em cada três na China”, disse Sven Teske, especialista em Energia na Greenpeace Internacional. “O nosso objectivo é conseguir uma nova turbina em cada sete minutos”.

Actualmente, a China é o maior mercado de energia eólica do mundo e tem a maior indústria de produção de turbinas. Mas a energia do vento já está hoje em 75 países. “É interessante que grande parte do crescimento desta energia está a acontecer fora do mundo industrializado”, lembrou Klaus Rave, do Global Wind Energy Council. “Estimamos que em 2030 cerca de metade dos parques eólicos do mundo estejam instalados nos países em desenvolvimento e nas economias emergentes”, acrescentou.

fonte:publico

publicado por adm às 23:10

Outubro 11 2010

O Banco Europeu de Investimentos (BEI) e o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) vão conceder a Cabo Verde um empréstimo de 45 milhões de euros para a construção de quatro parques eólicos.

Os parques serão construídos nas ilhas de Santiago, São Vicente, Boavista e Sal.

O BEI e BAD consideram "modelar" o programa de energias renováveis de Cabo Verde, a primeira produção em larga escala de energia eólica de África, segundo noticia hoje a edição online do jornal cabo-verdiano A Semana.

Num comunicado, o BEI comunica que, em parceria com o BAD, vai ajudar a financiar o parque eólico de Cabo Verde.

A colaboração entre o BEI, que emprestará 30 milhões de euros, e o BAD, 15 milhões, é fruto de um acordo assinado em Washington por Plutarchos Sakellaris (BEI), representantes do BAD e Cristina Duarte, ministra das Finanças de Cabo Verde, que participa naquela cidade na assembleia anual do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O custo global do projecto está orçado em 60 milhões de euros e a verba a disponibilizar destina-se à construção dos quatro parques eólicos nas ilhas de Santiago, São Vicente, Boa Vista e Sal.

fonte:diariodigital

publicado por adm às 22:49

Outubro 10 2010

A Câmara de Mirandela vai canalizar as contrapartidas financeiras a que tem direito pela instalação no concelho de um parque eólico para um fundo financeiro destinado a apoiar projectos de eficiência energética de iniciativa pública ou privada.

O protocolo para a criação do Fundo de Desenvolvimento Regional da Terra Quente vai se formalizado hoje, em Mirandela.

Segundo explicou o presidente da Câmara, José Silvano, qualquer habitante da região que queira investir nas energias renováveis pode aceder a este novo instrumento financeiro.

De acordo com o autarca, o fundo financiará a parte que não é comparticipada pelos mecanismos legais já existentes numa modalidade idêntica a um empréstimo reembolsável, mas sem juros.

Este fundo irá ser aprovisionado pelas receitas da produção de energia do parque eólico com uma potência de 25 megawatt que irá ser instalado nas serras de Franco, Orelhão e Passos, no concelho de Mirandela.

A vencedora do concurso de exploração foi a Perform 3, empresa que vai dar ao município 2,5 por cento do valor anual da facturação da produção elétrica como uma das contrapartidas pela instalação.

«Em vez de ficarmos com o dinheiro, decidimos constituir um fundo com uma valor inicial de um milhão de euros disponibilizado pela empresa a que acrescerão os 2, 5 por cento anuais», disse o autarca.

Segundo José Silvano, em breve, o «fundo pode chegar aos dez milhões de euros para financiar projectos na região».

O autarca acredita que será «um incentivo importante à aposta na eficiência energética até porque nem sempre as pessoas dispõem da parte (financeira) que lhes corresponde na compartição destes projectos».

O fundo facilitará o acesso a esses montantes em forma de empréstimo sem juros para investimentos em projectos que podem ir da modernização de instalações elétricas a sistemas de aproveitamento das energias renováveis.

 

fonte:Sol/Lusa

publicado por adm às 22:09

Outubro 04 2010

 

O ano de 2010 vai chegar ao final com 40.000MW em novos parques eólicos instalados em todo o mundo. Com essas usinas recém construídas, a potência global da fonte vai chegar a 200GW. A previsão é do Conselho Mundial de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês), que prepara um documento com os dados relativos à energia gerada através do vento neste ano e previsões para o futuro.

O Wind Energy Outloog 2010 será apresentado na segunda semana de outubro em Beijing, na China, durante uma conferência mundial para debater o horizonte para a geração eólica.

O secretário geral do GWEC, Steve Sawyer, destaca que as usinas da fonte seguem como "um mercado em crescimento, que está aguentando a crise econômica muito melhor do que os analistas haviam previsto".

O executivo, porém, destaca que o bom desempenho do mercado não é comum a todos os países. Nos Estados Unidos a tendência é de desaceleração, devido ao baixo nível de pedidos realizados durante o ápice da crise financeira. Ao mesmo tempo, Sawyer espera que essa queda seja compensada pela China, que apresentou um crescimento forte na área nos últimos anos.

A expectativa do secretário é de que a geração de energia através do vento apresente uma expansão de 100% nos próximos quatro anos. Com isso, a capacidade instalada no mundo chegaria a 400GW em 2014. "Esse crescimento será liderado por China, Estados Unidos e Europa", aponta Sawyer.

O executivo do GWEC ainda ressalta que "novos países estão entrando no mapa-mundi eólico". Entre as novas potências do mercado, Sawyer aponta especialmente países latino americanos "incluídos aí Brasil, México, e Chile", e o continente africano. "Aproximadamente metade do novo crescimento atual está acontecendo nas economias emergentes e nos países em desenvolvimento", assinala.

fonte:jornaldaenergia

publicado por adm às 20:50

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