Energia Eolica

Novembro 21 2010

A China construirá uma usina de energia eólica de 10,8 milhões de quilowatts em Hami, na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, no extremo oeste do país, nos próximos cinco anos, informou quinta-feira um funcionário local.

A capacidade instalada da usina em Hami era de apenas 100 mil quilowatts no ano passado, segundo Guan Baili, vice-secretário-geral do Comitê do Partido Comunista da China da Liga de Hami.

Um projeto de energia eólica de 200 mil quilowatts da China Huadian Corporation já passou por revisão preliminar do Departamento de Proteção Ambiental local, que constitui parte da usina com capacidade de 2 milhões de quilowatts que será construída por 10 empresas de eletricidade no sudeste de Hami.

A capacidade potencial da usina de eletricidade ficará em 75 milhões de quilowatts, isto é, aproximadamente 60% do total de Xinjiang.

O crescimento do uso de energia eólica está diretamente ligado aos esforços do governo chinês para usar mais energias limpas, com o objetivo de reduzir a dependência da energia gerada por carvão que é poluente

A China também planeja construir outras plantas de energia eólica de 10 milhões de quilowatts até 2020. As sete bases, incluindo Hami, terão capacidade combinada de 90 milhões de quilowatts até 2020, 60% do total do país.

fonte:portuguese

publicado por adm às 00:35

Novembro 21 2010

Eléctrica ganhou 30 megawatts em Aragão mas só três na Galiza, onde foi uma das derrotadas.

Três semanas depois de ter perdido o concurso eólico da Catalunha, não conseguindo vencer nenhum dos sete lotes que estavam em disputa, a EDP Renováveis foi ontem um dos grandes derrotados do concurso de 2.325 megawatts (MW) lançado pela Junta da Galiza. Abaixo da eléctrica portuguesa só mesmo a Iberdrola que arrecadou dois MW.

Melhores foram os resultados em Aragão, na região da Catalunha, em que a empresa liderada por Ana Maria Fernandes conquistou um total de 33 MW. Ao que o Diário Económico apurou, a EDP Renováveis poderá investir, a preços de mercado, cerca de 46,2 milhões de euros em Aragão.

fonte:economico

publicado por adm às 00:32

Novembro 11 2010

O primeiro protótipo nacional de eólica offshore vai ser testado na Aguçadoura, no início do próximo ano. O projecto WindFloat, da EDP, tem sido testado num tanque de ondas desde Maio de 2009, e conta com tecnologia da Principle Power. João Maciel, responsável pelo Desenvolvimento Tecnológico da EDP Inovação, anunciou ontem na conferência Energias Renováveis, Energias do Futuro, que decorreu no âmbito da 5ª Expo Energia, que «este local foi seleccionado por ser mais próximo das condições reais de mar profundo, apesar do LNEG ter sugerido uma região do Algarve – onde o mar é mais calmo – para a primeira fase de testes do protótipo».

O WindFloat é uma tecnologia semi submersível, em tudo semelhante a uma plataforma petrolífera com três pilares. Num desses pilares é instalada a torre eólica, com uma turbina de 2MW. Esta tecnologia tem a vantagem de poder ser totalmente montada em terra, e posteriormente rebocada até ao local onde produzirá energia.

Na Aguçadoura os testes poderão durar entre 12 a 24 meses, dependendo das vicissitudes que forem surgindo, explicou João Maciel. O projecto conta com um orçamento na ordem dos 18,4 milhões de euros, como protótipo de demonstração. A fase seguinte, pré-comercial, deverá passar pela instalação de três a cinco torres com turbinas de 5 MW, num custo estimado de 4,3 milhões de euros por MW. A fase comercial prevê a instalação de 25 equipamentos deste género, com turbinas de 5MW, com um custo de cerca de três milhões de euros por MW.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 22:38

Novembro 02 2010

Além de ser o país com a maior produção de energia solar no momento, a China anunciou a construção da maior fazenda eólica offshore do mundo. A obra irá desbancar a maior instalação atual, que se enconra no Reino Unido e conta com uma capacidade de 300MW. A fazenda chinesa, que fica na baía de Bohai e tem prazo de entrega previsto para 2020, produzirá inicialmente até 1000MW de energia.

O projeto é financiado por uma companhia petrolífera nacional e conta com 2,2 bilhões de dólares disponibilizados pelo governo. Desde 2005, quando a China aprovou a legislação com padrões obrigatórios para utilização de recursos energéticos renováveis, o governo e companhias privadas começaram a investir massivamente em usinas eólicas e solares.

fonte:naturaekos

publicado por adm às 22:20

Novembro 01 2010

Brasil terá 161 fazendas eólicas até 2013

 

 

O potencial eólico brasileiro é inegável. Há quase um ano, os olhos do mundo se voltaram à grande oportunidade de investimento e obtenção de energia limpa no país. As chances de que o mercado se desenvolva ainda mais são imensas e o prazo para isso é bem pequeno.

 

No início dos anos 90, quando poucos se interessavam pela busca de fontes de energia renovável, entre elas a eólica, um alemão chamado Aloy Wobben visualizou a primeira usina deste tipo no Brasil. O local escolhido foi a praia de Taíba, próximo à capital do Ceará, Fortaleza. O engenheiro brasileiro Pedro Vial ficou encarregado de analisar o local, que anos mais tarde daria origem à primeira usina eólica do Brasil.

As hastes colocadas por ele, enquanto percorria a praia em um buggy, marcavam o lugar onde seriam instaladas dez turbinas, com mais de 40 metros de altura e capazes de gerar cinco megawatts por hora. A usina de Taíba começou a funcionar em janeiro de 1999, produzindo energia suficiente para abastecer cem mil residências.

Desde então, o investimento da empresa alemã, Wobben Windpower só aumentou no Brasil, chegando a construir 16 usinas em todo o território. Por muito tempo, ela praticamente monopolizou este mercado brasileiro, mas agora, com o potencial do país praticamente exposto em uma vitrine, diversas multinacionais do setor de energia entraram na briga por um lugar “ao vento” brasileiro.

Alguns destaques internacionais que buscam seu espaço no Brasil ficam por conta da americana GE, da espanhola Gamesa, a indiana Suzlon, a alemã Siemens, a francesa Alstom, que vai inaugurar uma unidade na Bahia, em 2011, entre outras, chinesas, dinamarquesas e coreanas.

O grande interesse por esse tipo de energia se expandiu há pouco mais de um ano. Prova disso são os preços das energias no leilão brasileiro. A grande procura fez com que os custos que antes eram de R$ 200 caíssem para R$ 130 o megawatts/hora. Se o Brasil possui hoje somente 45 usinas eólicas, as negociações garantem que até 2013, teremos, pelo menos, 161 delas espalhadas pelas terras tupiniquins. A produção passará de 700 megawatts para 5.250 megawatts, graças aos R$ 18 bilhões investidos.

A intenção brasileira é realizar leilões deste tipo com mais periodicidade, para que até 2020, tenhamos ao menos 20% de toda a nossa energia proveniente da força dos ventos. Arthur Laviere, representante da indiana Suzlon, coloca o Brasil como um dos três melhores mercados do mundo neste quesito, ao lado de Índia e China.

O movimento na economia não está ligado somente à produção de energia, mas envolve todo o processo, desde a fabricação dos itens necessários para a construção de uma hélice ou uma pá, até a utilização final da energia produzida pela usina. A importação e exportação desses produtos também elevam a economia do país e aos poucos tornam-se sinônimos de qualidade e reconhecimento. Além de demonstrar preocupação em alcançar de fato um desenvolvimento sustentável, que seja capaz de produzir e também lucrar, sem afetar a natureza. Com informações do Estadão.

fonte:exame

publicado por adm às 17:03

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