Energia Eolica

Dezembro 28 2010

A Martifer Renováveis estabeleceu uma joint venture (JV) com o Banco Santander Brasil para o desenvolvimento de quatro parques eólicos, que totalizam 90,3 MW, no Nordeste do país, anunciou o grupo português em comunicado.

Dois dos quatro parques serão instalados no Ceará (em Trairí e Amontada) e os restantes no Rio Grande do Norte (em Areia Branca). A construção dos parques está já em fase de arranque estando previsto iniciar a produção de energia até Julho de 2012.

Os 90,3 MW fazem parte do lote de parques eólicos assegurados no leitão de energia no Brasil (Energia Eólica A-3) de Dezembro de 2009.

«A Martifer tem acumulado experiência no desenvolvimento de parques eólicos (97 MW) em vários países, incluindo o Brasil onde tem já 14 MW de capacidade instalada», sublinha o comunicado.

fonte:agenciafinanceira

publicado por adm às 00:46

Dezembro 21 2010

A empresa espanhola UNCETA ecosolutions, em conjunto com a portuguesa Plurienergia, implementou a maior instalação ibérica de mini-aerogeradores sobre telhado num ambiente urbano, neste caso no terraço das Amoreiras.

Trata-se da instalação de oito aerogeradores urbanos donQi de potência nominal 1,75KW, que produzirão cerca de 38.000KWh ao ano, o que equivale à energia consumida anualmente por onze famílias portuguesas.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:55

Dezembro 19 2010

Em Pipestone, Minnesota, estão as três únicas turbinas eólicas de fabricação chinesa em operação nos EUA. Mas isso pode mudar quando a Goldwind USA e outras empresas sob controle chinês implementarem seus planos para um forte avanço no mercado norte-americano, nos próximos meses. Alguns afirmam que os chineses devem ser recebidos de modo positivo, devido aos empregos ecológicos que criarão e a aceleração que seu equipamento propiciará na adoção de fontes renováveis de energia pelos EUA. Outros consideram que a presença deles será uma ameaça ao emprego e aos lucros do setor nos EUA.

 

- Não podemos ficar inertes enquanto a China toma a liderança na produção de energia limpa -  disse o senador democrata Sherrod Brown, durante debate sobre subsídios federais à energia eólica, alguns meses atrás. 

Sentimentos como esse ajudam a explicar por que a Goldwind dá uma fachada norte-americana aos seus esforços e divulga planos que envolvem mais que a simples importação de equipamentos chineses de baixo custo. "A abordagem da Goldwind é a de que vamos construir uma estrutura orgânica norte-americana", disse o texano Scott Rowland, vice-presidente de engenharia da empresa e antigo funcionário da First Wind, uma companhia de criação de centrais eólicas de Boston. 

Ao entrar no mercado norte-americano, a indústria chinesa chega a um líder mundial em capacidade de geração de energia eólica, com cerca de 41 gigawatts. Apenas a China gera mais, cerca de 43 gigawatts, ainda que para uma população mais de quatro vezes superior à dos Estados Unidos. 

Os problemas na economia dos Estados Unidos, os preços baixíssimos do gás natural e as questões persistentes sobre a política federal de energia eólica vêm bloqueando o avanço do setor nos EUA. No momento, ele responde por apenas 85 mil empregos. Até mesmo a líder do mercado norte-americano, a General Electric, reportou queda acentuada em suas vendas de turbinas no terceiro trimestre, ante o mesmo período do ano passado. 

Tudo isso parece indicar que as perspectivas de mercado para as chinesas são modestas. Mas essas companhias podem jogar na espera, porque contam com grande apoio do governo chinês, na forma de empréstimos a juros baixos e outras vantagens. A Goldwind é a divisão norte-americana de uma estatal chinesa que se tornou a quinta maior fabricante mundial de turbinas: a Xinjiang Goldwind Science and Technology Company. 

Para ajudar a financiar seus esforços internacionais, a Xinjiang Goldwind levantou cerca de US$ 1 bilhão em capital com uma oferta pública inicial de ações em Hong Kong, em outubro. Também dispõe de linha de crédito a juros baixos de US$ 6 bilhões oferecida pelo Banco de Desenvolvimento da China. 

As turbinas eólicas fabricadas por empresas chinesas custam em média US$ 600 mil por megawatt, ante US$ 800 mil ou mais para os modelos ocidentais feitos com componentes chineses. Os preços são ainda mais altos para as máquinas europeias e norte-americanas. No entanto, bancos ocidentais vêm hesitando em fazer empréstimos para projetos eólicos que adquiram equipamento chinês devido a preocupações quanto à confiabilidade deles, de acordo com Robert Todd, diretor do grupo de energia renovável, recursos naturais e energia do banco HSBC, em Hong Kong. 

Mas há poucos outros projetos de grande porte em curso. A Associação Americana de Energia Eólica estima que neste ano apenas 5.500 megawatts de capacidade nova venham a ser instalados nos Estados Unidos. Isso equivale a apenas metade do total de 2009 e fica bem abaixo dos 17,6 mil megawatts, ou mais, que estão sendo instalados na China. 

Os defensores da entrada dos fabricantes chineses afirmam que a disponibilidade de turbinas chinesas de baixo custo e o financiamento generoso que os bancos estatais chineses oferecem aos compradores podem recolocar o setor eólico no caminho do crescimento. "A energia eólica nos Estados Unidos está em estado desordenado devido à falta de recursos", disse Andrew Hang Chen, presidente da Usfor Energy, uma consultoria de Pittsburgh que assessora o governo da China e as estatais de energia eólica.

(Fonte/Jornal da Ciência (SBPC e The New York Times)

publicado por adm às 20:33

Dezembro 13 2010

A portuguesa Solidal vai contribuir para a instalação de quatro parques eólicos em Cabo Verde, através do fornecimento de 180 quilómetros de cabos eléctricos. O contrato, no valor de um milhão de euros, foi assinado com a empresa dinamarquesa Vestas, que ganhou o concurso chave-na-mão para a construção dos parques eólicos.

Os cabos isolados de média tensão estão destinados às redes de média tensão dos parques e respectiva interligação às subestações. «Com este fornecimento, estaremos associados a um dos maiores projectos de investimento no sector energético em Cabo Verde, que desempenhará um papel de extrema importância na redução da dependência energética daquele país», sublinha o presidente da Solidal, Pedro Lima.

O fornecimento dos cabos eléctricos para os quatro parques eólicos de Cabo Verde deverá estar concluído durante o primeiro semestre de 2011, adianta ainda a empresa. As quatro infra-estruturas, adjudicadas pelo Governo cabo-verdiano por 45 milhões de euros, representam uma potência de 28 MW, distribuídos pelas ilhas de Santiago (10 MW), do Sal (8 MW), de São Vicente (6 MW) e de Boavista (4 MW).

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 23:00

Dezembro 08 2010

A EDP Renováveis estima que as alterações regulatórias aprovadas em Espanha tenham um "impacto económico limitado", dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas.

 

Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa revela que o governo espanhol aprovou uma nova regulação para as tarifas da produção eléctrica a partir de parques eólicos e centrais solares térmicas. 

As regras, negociadas com o sector privado, incluem um corte de 35% nos subsídios dados à energia eólica nos próximos dois anos, mas o balanço final para a EDP Renováveis poderá ser positivo, uma vez que o Governo vem garantir tarifas a todos os projectos licenciados até final de 2012, dando aos promotores maior previsibilidade de receitas. 

A EDP Renováveis tem em Espanha 34% da sua capacidade instalada globalmente (os Estados Unidos estão à frente, representando 48% da potência total). Por isso, o fim da incerteza tarifária em Espanha é um balão de oxigénio com um peso significativo para a empresa liderada por Ana Maria Fernandes. 

A legislação aprovada sexta-feira pelo Executivo espanhol corta em 35% o subsídio dado às eólicas até 31 de Dezembro de 2012 (após essa data as instalações irão recuperar o valor anterior de subsídios). Mas o efeito deste corte para empresas como a EDP Renováveis, além de temporário, será limitado, já que permanece um sistema misto (que junta o subsídio a um preço negociado livremente em mercado), que garante limites mínimo e máximo do preço a que os parques eólicos podem vender a electricidade. 


O preço mínimo garantido na venda de electricidade à rede é de 75,4 euros por megawatt hora (MWh). Poderá ser tomado como exemplo um parque eólico que vende a sua energia a 76 euros por megawatt hora (MWh), vindo 45 euros da venda numa "pool" em mercado e outros 31 euros por via do subsídio. Mantendo-se os preços de mercado nos 45 euros, e caindo o subsídio para 20 euros por MWh, a tarifa dada aos parques eólicos cairia para 65 euros. Contudo, como se mantém a garantia de 75,4 euros, este parque eólico sofreria apenas uma redução marginal da sua remuneração. A diferença entre o preço resultante da queda do subsídio e a tarifa efectiva será suportado futuramente pelo sistema eléctrico espanhol (pelos consumidores). 

Os promotores eólicos sairão a ganhar porque sabem que a partir de Janeiro de 2013 contarão (para os parques construídos ou licenciados até essa data) com o sistema tarifário já estabelecido em 2007 (pelo Real Decreto 661/2007), sem o corte de 35%. 

O Governo espanhol estima uma poupança de 1.100 milhões de euros nos próximos dois anos. 

“A EDPR estima que as alterações regulatórias aprovadas tenham um impacto económico limitado, dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas”, sublinha a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).

A mesma fonte conclui que, “assim, com a aprovação do RD 1614/2010, a EDPR tem uma maior visibilidade na remuneração a receber ao longo dos 20 anos de vida útil dos activos já instalados e da capacidade inscrita no pré-registro e a instalar até 2012. O novo RD reforça a estabilidade regulatória a longo prazo do sector eólico”.

fonte:

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<p>A EDP Renováveis estima que as alterações regulatórias aprovadas em Espanha tenham um "impacto económico limitado", dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas.</p> <p> </p> <p>Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa revela que o governo espanhol aprovou uma nova regulação para as tarifas da produção eléctrica a partir de parques eólicos e centrais solares térmicas. <br /><br />As regras, negociadas com o sector privado, incluem um corte de 35% nos subsídios dados à energia eólica nos próximos dois anos, mas o balanço final para a EDP Renováveis poderá ser positivo, uma vez que o Governo vem garantir tarifas a todos os projectos licenciados até final de 2012, dando aos promotores maior previsibilidade de receitas. <br /><br />A EDP Renováveis tem em Espanha 34% da sua capacidade instalada globalmente (os Estados Unidos estão à frente, representando 48% da potência total). Por isso, o fim da incerteza tarifária em Espanha é um balão de oxigénio com um peso significativo para a empresa liderada por Ana Maria Fernandes. <br /><br />A legislação aprovada sexta-feira pelo Executivo espanhol corta em 35% o subsídio dado às eólicas até 31 de Dezembro de 2012 (após essa data as instalações irão recuperar o valor anterior de subsídios). Mas o efeito deste corte para empresas como a EDP Renováveis, além de temporário, será limitado, já que permanece um sistema misto (que junta o subsídio a um preço negociado livremente em mercado), que garante limites mínimo e máximo do preço a que os parques eólicos podem vender a electricidade. <br /><br /><br />O preço mínimo garantido na venda de electricidade à rede é de 75,4 euros por megawatt hora (MWh). Poderá ser tomado como exemplo um parque eólico que vende a sua energia a 76 euros por megawatt hora (MWh), vindo 45 euros da venda numa "pool" em mercado e outros 31 euros por via do subsídio. Mantendo-se os preços de mercado nos 45 euros, e caindo o subsídio para 20 euros por MWh, a tarifa dada aos parques eólicos cairia para 65 euros. Contudo, como se mantém a garantia de 75,4 euros, este parque eólico sofreria apenas uma redução marginal da sua remuneração. A diferença entre o preço resultante da queda do subsídio e a tarifa efectiva será suportado futuramente pelo sistema eléctrico espanhol (pelos consumidores). <br /><br />Os promotores eólicos sairão a ganhar porque sabem que a partir de Janeiro de 2013 contarão (para os parques construídos ou licenciados até essa data) com o sistema tarifário já estabelecido em 2007 (pelo Real Decreto 661/2007), sem o corte de 35%. <br /><br />O Governo espanhol estima uma poupança de 1.100 milhões de euros nos próximos dois anos. <br /><br />“A EDPR estima que as alterações regulatórias aprovadas tenham um impacto económico limitado, dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas”, sublinha a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).<br /><br />A mesma fonte conclui que, “assim, com a aprovação do RD 1614/2010, a EDPR tem uma maior visibilidade na remuneração a receber ao longo dos 20 anos de vida útil dos activos já instalados e da capacidade inscrita no pré-registro e a instalar até 2012. O novo RD reforça a estabilidade regulatória a longo prazo do sector eólico”.</p> <p>fonte:<a title="Novas regras para o sector de energia eólica espanhola com impacto " limitado"="limitado&quot;" na="na" edpr"="EDPR&quot;" rel="noopener nofollow" href="http://www.destakes.com/redir/c7f9049748c52253df33616d7b9e59b9" target="_blanck">destakes</a> </p>
publicado por adm às 23:01

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