Energia Eolica

Janeiro 31 2011

A Câmara Municipal de Tavira está a ultimar o licenciamento para a construção de um parque eólico com 19 aerogeradores no Malhanito, freguesia de Cachopo.

 

Jorge Botelho, presidente da câmara, precisou tratar-se de "um investimento de 70 milhões de euros", cuja obra deverá começar em Abril. O edil espera que o parque eólico comece a funcionar em Setembro, com "20 a 30 postos de trabalho, sendo que na construção serão mais cerca de 100".

Na freguesia de Cachopo há uma plataforma da Rede Eléctrica Nacional de muito alta tensão, num investimento de 60 milhões de euros. O autarca diz que a as obras de instalação dessa plataforma revitalizaram a economia da freguesia e que "agora vai continuar com o parque eólico".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt

publicado por adm às 22:18

Janeiro 30 2011

A câmara de Tavira recebeu o pedido de licenciamento para a construção de um parque eólico na freguesia de Cachopo, na serra algarvia, que deverá arrancar em abril, revelou o presidente, Jorge Botelho. 

Em entrevista à agência Lusa, o autarca precisou tratar-se de “um investimento de 70 milhões de euros” para a montagem de 19 aerogeradores. 

“Em termos de energias renováveis, temos um processo de licenciamento de um parque eólico, do Malhanito, que vai contemplar 19 torres com aerogeradores", afirmou Jorge Botelho, adiantando que o investimento é de 70 milhões de euros e que deverá começar a ser feito a partir de abril. 

O autarca socialista frisou que essa “é a data em que o promotor do parque do Malhanito quer iniciar o investimento”, já “aprovado pela Direcção Geral de Energia”. 

“Estamos a trabalhar no processo de licenciamento para que possa ver a luz do dia em setembro na zona de Cachopo”, na serra algarvia, acrescentou. 

Jorge Botelho disse ainda que o parque vai criar “20 a 30 postos de trabalho, sendo que na construção serão mais, cerca de 100”. 

O presidente da câmara algarvia revelou também que “há um conjunto de promotores" que têm manifestado interesse na área da energia solar. 

"Ganharam as licenças e agora estão no terreno para encontrar os espaços adequados para que as licenças possam ser efetivas, porque precisam de ter terrenos alugados ou comprados para instalar os fotovoltáicos, e é isso que estamos a tratar neste momento”, adiantou. 

O autarca recordou que ainda na freguesia de Cachopo “há uma plataforma da Rede Eléctrica Nacional (REN) de muito alta tensão a ser feita", num investimento de 60 milhões de euros. 

“Tem sido feita uma distribuição da rede de muita alta tensão, andaram a passar cabos elétricos com torres na serra, o que agregou muita gente, pois trabalharam algumas dezenas largas de pessoas, e a economia de Cachopo revitalizou por causa disso e agora vai continuar com o parque eólico”, disse ainda o autarca.

fonte:Lusa

publicado por adm às 18:28
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Janeiro 30 2011

A França anunciou esta terça-feira que tem em marcha concursos para a concretização de um projecto eólico offshore de 10 mil milhões de euros, com capacidade de geração de 3 000 MW de energia. Ainda assim, os ambientalistas avisam que é preciso fazer mais para que o País possa cumprir as metas europeias. «Este novo sector irá gerar 10 000 postos de trabalho», adiantou o presidente francês Nikolas Sarkozy.

No total, a França estima ter uma capacidade de 25 GW de energia eólica em 2020, em resultado de um investimento de 20 mil milhões de euros. O país poderá assim tornar-se o terceiro maior mercado europeu na eólica offshore.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 18:18

Janeiro 21 2011

A EDP Renováveis inaugurou esta sexta-feira o parque eólico de Terra Fria, Montalegre, materializando um investimento de 126 milhões de euros. Com uma capacidade instalada de 96 MW, espera-se que o parque produza 50 GWh por ano, energia suficiente para abastecer 140 mil habitantes. Com início de construção em Abril de 2009, este parque conta actualmente com 48 aerogeradores E82 da Enercon.

«O Parque Eólico de Terra Fria – Montalegre reforça a nossa aposta na energia eólica na Península Ibérica, concretamente no Norte de Portugal. Pouco a pouco, e graças a projectos como este, contribuimos significativamente para a redução da dependência energética do exterior», afirmou Ana Maria Fernandes, CEO da EDP Renováveis.

José Sócrates, que também marcou presença, sublinhou que a reforma portuguesa da área energética «foi uma das reformas mais bem conseguidas em todo o mundo num curto espaço de tempo», o que mostra «que é possível fazer mudanças, e mudanças muito significativas, nas áreas críticas».

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:41

Janeiro 20 2011

O crescimento da energia eólica offshore instalada na União Europeia em 2010 bate recordes. No ano passado, houve um aumento de 51 por cento da potência instalada em relação a 2009, alcançado pela instalação de 308 novas turbinas.

A UE beneficia agora de mais 883 MW de capacidade em nove novos parques eólicos offshore. No total, a potência instalada chega aos 2 964 MW. Os dados foram divulgados pela Associação Europeia de Energia Eólica (EWEA, na sigla em inglês), através do relatório “Indústria europeia da eólica offshore – tendências e estatísticas 2010”.

O Reino Unido é o líder europeu e mundial da potência offshoreinstalada (1 3 41 MW), seguido pela Dinamarca (854 MW) e pela Holanda (294 MW). Para este ano, a EWEA mantém previsões optimistas. A associação acredita que serão instalados entre 1 000 e 1500 MW de eólica offshore na rede europeia de energia eléctrica, em 2011.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 22:44

Janeiro 18 2011

A China já é o país que mais aproveita a energia do vento. O gigante asiático ultrapassou os Estados Unidos e ocupa, agora, a primeira posição em capacidade instalada de energia eólica.

No total, os parques eólicos chineses somam já 41.800 megawatts (MW) de potência. Ainda em Junho, tinham 33.800 MW, contra 36.300 dos EUA. O ritmo de instalação de novos parques eólicos na China é, porém, mais de seis vezes superior ao dos norte-americanos. 

Ao longo de 2010, à capacidade existente foram adicionados mais 15.800 MW – o equivalente a quatro vezes a potência eólica instalada de Portugal. No actual passo, a China vai-se consolidar na primeira posição, sem rival.

“Era expectável”, afirma António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren). “Os chineses estão atrasados no consumo de electricidade, têm de instalar capacidade o mais rapidamente possível e já perceberam que as renováveis são o futuro”, completa.

Carlos Pimenta, especialista em energias renováveis, concorda, lembrando que a população chinesa está a migrar do campo para as cidades e a alterar hábitos, num processo que implica maior consumo de energia. “O Estado chinês há muito tempo que percebeu que vai precisar de muito mais energia”, diz Pimenta. 

Em 2010, o consumo de energia eléctrica no país subiu 14,6 por cento, segundo dados divulgados hoje pelo Conselho de Electricidade da China, citados pela agência Xinhua. Cerca de um quarto da electricidade (26,5 por cento) é gerada por fontes não-fósseis – hidroeléctricas (22,2 por cento), eólicas (3,2 por cento) e nuclear (1,1 por cento).

A China já domina a maior parte do mercado mundial de painéis solares. Na energia eólica, parte dos aerogeradores instalados na China são produzidos no próprio país, mas ainda são os europeus que lideram o mercado. “É uma questão de tempo”, avalia Carlos Pimenta. “Com o actual ritmo de crescimento, a minha previsão é que aconteça no eólico o mesmo que aconteceu no solar”, completa.

Vários acordos comerciais na área das renováveis são esperados durante a visita que o presidente chinês, Hu Jintao, inicia amanhã aos Estados Unidos, segundo adianta a agência Reuters. Ambos os países competem pelo mercado mundial nessa área.

fonte:publico

publicado por adm às 22:03

Janeiro 11 2011

O Projecto WindFloat da EDP vai levar à criação do primeiro protótipo nacional de eólica offshore. O novo protótipo pretende extrair energia eléctrica através do vento, à semelhança das normais torres eólicas, mas a nova forma de extracção será localizada no mar.

 

O novo projecto da EDP, WindFloat, baseia-se na tecnologia das tradicionais torres eólicas mas vai ser localizado no mar. O primeiro protótipo nacional de eólica offshore vai ser testado na Aguçadoura, entre a Figueira da Foz e Santa Maria da Feira.

Com a participação da empresa norte-americana Principle Power, a WindFloat é uma tecnologia semi-submersível muito semelhante a uma plataforma petrolífera. A estrutura tem três pilares e num dos pilares é instalada a torre eólica.

fonte:http://noticias.portugalmail.pt/

publicado por adm às 22:57

Janeiro 10 2011

O mais novo e potente aerogerador residencial Skystream ganhou destaque, durante aConsumers Electronics Show 2011, feira que acabou neste domingo em Las Vegas e abriu espaço para novas tecnologias. O aerogerador Skystream 600 produz 74% mais energia do que seu antecessor, o aerogerador Skystream 3.7, com uma geração de 7.400 kWh anuais de energia limpa. A Skystream 600 é também o primeiro a incorporar funções inteligentes de rede.

O fabricante afirma que dependendo do vento, a localização e eficiência energética, a turbina pode fornecer até 60% necessidades de eletricidade de uma residência familiar média.

A turbina inclui software Skyview, que lhe permite controlar a produção e o desempenho através da Internet. O preço de varejo ainda não é conhecido. A turbina de vento tem seu lançamento previsto para o mercado em Abril.

A turbina eólica de eixo vertical de Foucault é outra jóia em exposição na CES 2011. Ela pode operar com ventos de apenas 3,5 metros segundo e pára com ventos superiores a 30 m · s. A potência máxima também é 600 watts e permite a combinação perfeita com uma instalação fotovoltaica. Pode ser instalado em menos de uma hora e tem uma vida média de 20 anos. O ruído é de 36 dB a com ventos de 12 m. s.

Você pode escolher as cores prata, preto e branco. Preço será cerca de US $ 4.000.

 

fonte: smartgridnews

publicado por adm às 22:08

Janeiro 05 2011

Com preço mais baixo, o grande potencial eólico brasileiro finalmente começa a sair do papel. Projeção da EPE (Empresa de Pesquisa Energética) aponta que a capacidade instalada das usinas movidas por ventos crescerá 320% ao longo desta década.

Atualmente, as usinas eólicas instaladas somam 930 MW espalhados por 50 parques. As hidrelétricas, principal fonte de geração do país, têm 110.000 MW instalados.

Em 2011, estão previstos mais 510 MW distribuídos por 14 parques eólicos, totalizando 1.440 MW. Esse potencial é oriundo do Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia), que fomentou a demanda no segmento, permitindo queda no preço.

A previsão é que em 2019 essas unidades geradoras terão potência total de 6.041 MW, quase equivalente aos 6.400 MW das usinas de Santo Antônio e Jirau, que estão sendo erguidas no rio Madeira, em Rondônia.

Calcula-se que haja potencial para instalar até 300 mil MW de usinas eólicas. "O crescimento da energia eólica é um processo irreversível", comentou Pedro Terrelli, diretor da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica).

A ideia do governo é que as termelétricas movidas a gás, óleo ou carvão cedam cada vez mais espaço às eólicas e outras fontes renováveis, bem menos poluentes e que já têm custos competitivos.

As termelétricas são usadas para poupar os níveis dos reservatórios de hidrelétricas em épocas de pouca chuva.

A expansão das eólicas, pelo menos nos próximos três anos, é garantida pela venda de projetos nos leilões voltados para o segmento.

 

 

O custo da energia eólica baixou e já chega a ser mais vantajoso do que a energia termelétrica, que gira em torno de R$ 140 a R$ 150 por MWh (megawatt-hora).

Nos três leilões feitos até hoje, o custo médio da eólica foi de R$ 140 por MWh. A geração hidrelétrica, a mais barata do mercado, custa, em média, R$ 110 por MWh.

Anteriormente, o custo para gerar pela força dos ventos ultrapassava os R$ 200 por MWh. Praticamente não havia fabricantes no país, e era preciso importar os equipamentos a custos elevados.

"A perspectiva de crescimento está ligada ao fato de o preço ter caído. Sempre tivemos potencial, mas, quando é caro, não dá para construir", disse o presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim.

Até hoje, foram feitos três leilões com participação de 142 empreendimentos eólicos que totalizam 3.852 MW de capacidade instalada.

Essas usinas começam a entrar em operação a partir do ano que vem. A tendência é que os leilões com eólicas sejam mantidos e o mercado se consolide de vez.

"Nos próximos dez anos, é preciso que se adicione 2.500 MW por ano para que a energia eólica se estabeleça de vez", observa Terrelli.

fonte:portalms

publicado por adm às 23:05
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Janeiro 05 2011

 

A imaginação não tem limites, um aerogerador / turbina eólica caseira feita de pneus reciclados, aparentemente muito fácil de construir, assista o vídeo.

 

 

publicado por adm às 20:39

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