Energia Eolica

Março 25 2011

A Solidal, empresa especializada em condutores de liga de alumínio e cabos de alta e muito alta tensão, vai fornecer cerca de 500 metros de cabo submarino dinâmico para a intalação da primeira torre eólica offshore portuguesa montada em plataforma flutuante. O projecto WindFloat, da responsabilidade do grupo EDP, deverá ser implementado até ao Verão, nas águas do mar da Aguçadoura, Póvoa do Varzim.

«A Solidal é a única produtora nacional de cabos de energia submarinos e a integração de tecnologia portuguesa com condições de responder à elevada exigência de um projecto de interesse nacional representa para nós uma mais-valia importante», refere o presidente da Solidal, Pedro Lima. O responsável destaca ainda a importância, para a empresa, de estar associada ao projecto WindFloat, pois poderá potenciar a participação da Solidal noutros empreendimentos de eólica offshore de grandes dimensões.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:38

Março 21 2011

A diretoria do BNDES aprovou financiamento de R$ 790,3 milhões para a instalação de nove parques eólicos no Brasil.

Oito deles serão construídos no Ceará, com capacidade instalada total de 211,5 MW. O nono parque eólico, em Tramandaí, no Rio Grande do Sul, terá 70 MW de potência instalada.

Energia eólica no Brasil

O crescente apoio do Banco ao setor vem contribuindo para o aumento da capacidade de energia renovável na matriz energética brasileira.

Atualmente, os 51 parques eólicos em operação no Brasil possuem capacidade instalada de 937 MW.

Além destes, outros 18 projetos estão em construção, com mais 500,8 MW para entrar em operação ao longo de 2011, incluindo o parque eólico de Tramandaí.

As autorizações para investimentos em energia eólica cuja construção ainda não foi iniciada já atingem 3.600 MW, distribuídos por 134 projetos.

No BNDES, já foram assinados ou estão em processo de assinatura, incluindo as duas operações recém-aprovadas, 51 contratos de financiamento diretos e indiretos, no valor total de R$ 4,1 bilhões, para a implantação de 1.369 MW. Além desses, outras 44 operações estão em análise, demandando financiamentos da ordem de R$ 3,3 bilhões.

Aerogeradores

Os recursos agora aprovados serão destinados a oito sociedades de propósito específico (SPEs) constituídas pelo Grupo IMPSA em parceria com o Fundo de Investimento do FGTS - FI FGTS, exclusivamente para os projetos. O BNDES financiará, de forma indireta, R$ 562,6 milhões a serem repassados pela Caixa Econômica Federal.

Os parques, situados nos municípios de Acaraú, Itarema e Aracati, terão capacidade de 156 MW, 30MW e 25,5MW, respectivamente, e foram vencedores no segundo Leilão de Energia de Reserva de 2009.

Com isso, tiveram direito a assinar Contratos de Comercialização da Energia com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) por período de 20 anos, com preço médio de R$ 151/MWh ajustado anualmente pela variação do IPCA.

O valor reflete o aumento da concorrência entre os fabricantes de aerogeradores. Esse novo cenário pode ser atribuído à futura instalação de novos competidores no Brasil.

Os aerogeradores utilizados pelos Parques são credenciados pelo BNDES e fabricados na fábrica do grupo IMPSA, Wind Power Energia (WPE), no Complexo de Suape, em Pernambuco.

 

  • Tecnologia nacional cria rotor aerodinâmico para turbinas de energia eólica

 

Os empreendimentos são relevantes para os municípios em termos socioeconômicos. Vão criar 1,2 mil empregos diretos durante a construção e 2,5 mil indiretos, com efeito multiplicador de renda na região. Além disso, haverá aproveitamento da mão-de-obra local, evitando o desemprego, com treinamento e especialização dos empregados.

Venda de energia

O Parque Eólico Elebrás Cidreira 1, no município de Tramandaí, está incluído no Proinfa, o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica, do governo federal, e receberá do BNDES R$ 227,7 milhões.

Toda a energia do Parque foi vendida para a Eletrobras por um prazo de 20 anos e deverá começar a ser entregue pelas distribuidoras a partir de março de 2011. Os investimentos serão realizados pela Elebrás Projetos S/A, do Grupo EDP.

O projeto, por se tratar de uma fonte de energia renovável, trará benefícios à população e à infraestrutura local, tais como reduzido impacto ambiental, sem a produção de resíduos de qualquer natureza, e ausência de emissão de gases de efeito estufa.

Trará, ainda, efeitos positivos para a economia local. Durante a fase de construção, serão criados 535 empregos diretos.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

publicado por adm às 21:58

Março 21 2011

A Iberwind vai dar início às operações de remodelação do parque eólico de Lagoa Funda, em Vila do Bispo, ao abrigo do enquadramento legal que, desde Maio de 2010, permite sobre-equipar os parques eólicos nacionais. Com esta operação, o parque da Lagoa Funda vai ter um aumento de potência instalada na ordem dos 20 por cento, que traduz um investimento de 13 milhões de euros.

Actualmente constituído por 18 geradores de 500 kW de potência máxima, este parque eólico iniciou a produção em 1998. A intervenção, que decorre entre Março e Julho deste ano, vai permitir substituir seis turbinas por novos equipamentos de última geração, num investimento de 13 milhões de euros. O licenciamento deste projecto teve início em Março de 2010.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/
publicado por adm às 21:55

Março 19 2011

A portuguesa EDP Renováveis, a espanhola Iberdrola ou a austríaca OMV/Petrom são algumas das empresas que estão a olhar para o mercado romeno como “um dos últimos locais da Europa onde há condições atraentes” para desenvolver projectos de energia eólica.

Segundo explica o Financial Times, a Roménia tem ventos fortes, grandes áreas despovoadas e um generoso sistema de incentivos governamentais à criação de parques eólicos. Três argumentos que estão a levar as empresas energéticas europeias a “correrem” para aquele país.

O FT dá o exemplo da vila de Fantanele, onde as turbinas eólicas foram, numa fase inicial, mal recebidas – “as pessoas estavam cépticas ao início, por causa da azáfama durante a sua construção e a preocupação de que as suas culturas seriam estragadas”, explicou Gheorghe Popescu, presidente da câmara – mas agora são consideradas indispensáveis, ao ponto da população local lutar por elas.

“Muitas das pessoas estão a perguntar se as empresas energéticas vão aumentar o parque, porque querem que as turbinas cheguem também aos seus terrenos”, afirma Gheorghe Popescu.

Com um rendimento médio de 100 euros por mês, a população local consegue angariar, por ano, perto de 3.000 euros só do aluguer do terreno.

Agora, há competição entre vilas e regiões romenas para saber quem receberá este ou aquele parque eólico, projectos que estão a criar empregos e valor para as famílias e a levar o desenvolvimento à Roménia rural.

E, apesar da Roménia – que faz parte da União Europeia desde 2007 – ter sido um dos últimos países da Europa a apostar nas renováveis, o país é hoje um dos mais procurados pelas empresas energéticas europeias para desenvolverem os seus projectos.

fonte:http://www.greensavers.pt

publicado por adm às 22:57

Março 19 2011

Uma equipe de pesquisadores do Núcleo de Energias Renováveis da Escola Politécnica (Poli) da USP está desenvolvendo um rotor aerodinâmico integralmente nacional para turbinas eólicas de 10 quilowatts. O equipamento é ideal para gerar energia elétrica em áreas isoladas, que não dispõem de rede de transmissão. Liderado pela professora Eliane Aparecida Faria Amaral Fadigas, do Departamento de Energia e Automação Elétricas da Poli, o projeto está sendo realizado em parceria com a empresa Enersud, única fabricante de turbinas eólicas de pequeno porte do Brasil.


O rotor é o componente da turbina eólica que gira com a passagem dos ventos. Geralmente é composto por três pás e um eixo no qual elas são acopladas. Para produzir a energia, o rotor é acoplado a um gerador elétrico, sendo o conjunto colocado no alto de uma torre, em regiões com bom potencial de vento. Quando as pás se movimentam, a energia cinética do vento é transformada em energia mecânica; e o gerador ligado ao eixo a converte em eletricidade.

Diferentemente da maioria das turbinas eólicas de pequeno porte existentes no mercado, o da Poli/Enersud terá controle automático do giro das pás em torno do seu eixo longitudinal, permitindo um melhor ajuste do controle de velocidade e potência.  “Em geral, turbinas eólicas com menos 50 quilowatts de potência não possuem esse tipo de controle, apenas um leme acionado pelo vento e pás fixas. O controle automático do nosso rotor permitirá o giro e a regulagem das pás, ampliando a eficiência da turbina”.

O primeiro passo do projeto coordenado por Eliane foi realizar o modelamento matemático do rotor; pás e acoplamento. Com o uso de um software específico, foram feitas simulações aerodinâmicas para identificar os parâmetros ótimos do equipamento. “O modelo matemático representa as características físicas que o rotor deverá ter, tais como as forças de empuxo a que estará submetido, dimensão e o perfil aerodinâmico das pás e as diversas forças que atuam em função da incidência do vento nas pás”, explica a pesquisadora.

A próxima etapa será a construção de um protótipo, que deverá estar concluído e testado até julho deste ano. A Enersud, responsável pela fabricação da turbina, está terminando de confeccionar o alternador elétrico do equipamento e o sistema de controle. Depois de pronto, o protótipo passará por vários testes. “A turbina eólica projetada será então instalada em campo para que seja avaliado o seu desempenho em condições reais”, afirma Eliane. Uma vez finalizados os testes, a turbina eólica será colocada no mercado pela Enersud.

O projeto faz parte de um edital lançado em 2006 pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia para incentivar a nacionalização de equipamentos na área de energias renováveis. De acordo com especialistas, o consumo de energia elétrica no Brasil crescerá a uma taxa média anual de 4% a 4,5% até 2020, o que requer aumento da capacidade de geração de energia para 152 GW (gigawatts).

Uma das apostas para chegar a isso é aumentar os investimentos em algumas fontes alternativas de energia como solar, biomassa e eólica, que hoje respondem por uma pequena parte da geração elétrica no país. Apesar desse tipo de energia ainda ser mais cara que outras fontes tradicionais, ela é a mais indicada para determinados locais, como residências e instalações rurais em áreas isoladas, ilhas ou aonde a rede de transmissão elétrica convencional não chega.

Da Acadêmica Agência de Comunicação

fonte:http://www.planetauniversitario.com/

publicado por adm às 22:56

Março 16 2011

O total da potência instalada renovável atingiu 9 490 MW, no final de Dezembro de 2010, segundo as estatísticas da Direcção-Geral da Energia e Geologia. O aumento de potência, relativamente a Novembro, verificou-se na potência instalada eólica e no biogás. 

A produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energias renováveis, cresceu 52 por cento em 2010, relativamente a 2009. Para este crescimento contribuiu fortemente o comportamento da componente hídrica, que cresceu 84 por cento em 2010. Este crescimento foi bastante mais acentuado no primeiro
 semestre (+128 por cento), abrandando depois significativamente, tendo-se já só registado um acréscimo de 32 por cento nos últimos seis meses do ano. 

A produção eólica, em 2010, cresceu 21 por cento relativamente a 2009, e à semelhança do que sucedeu com a produção hídrica, aumentou acentuadamente no primeiro semestre (+49 por cento).


No que se refere à potência instalada eólica, foi praticamente atingida a meta inicialmente prevista de 4000 MW instalados no final de 2010.

fonte:;http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 21:43

Março 07 2011

 

O aproveitamento das energias renováveis é fundamental no combate às alterações climáticas e dependência de fontes de energia externas. Diversas empresas têm desenvolvido novas formas de captar estas energias. As Flower Powers geram electricidade a partir do vento, em locais normalmente inacessíveis aos aerogeradores convencionais.

Ao longo do tempo têm surgido diversos avanços nas tecnologias de energias renováveis, nomeadamente novas abordagens na forma de captar esta energia.

Uma empresa holandesa (NL Architects) tem pesquisado formas de colocar turbinas eólicas mais próximas dos consumidores finais e com um design apelativo. Normalmente estes equipamentos localizam-se em locais rurais, afastados da população. 

Uma das inspirações para este projecto foi uma turbina vertical denominada Eddy, desenvolvida  pela Urban Green Energy. Segundo os seus construtores esta turbina pode ser montada em menos de uma hora, resiste a ventos superiores a 193 km/h e tem um tempo médio de vida superior a 20 anos.

A proposta da NL Architects é um equipamento em forma de árvore, denominado Flower Power, que apresenta uma coluna de aço oco com ramos na parte superior. Estes ramos teriam 3 ou 12 turbinas semelhantes à turbina Eddy. Por serem mais leves e mais pequenas poderão ser facilmente montadas nos parques, ruas ou estradas dentro dos centros urbanos.

Contudo, estas turbinas são menos eficientes que os grandes aerogeradores que vemos nas paisagens rurais. A equipa estima que uma Flower Power com 3 turbinas pode gerar 13.000 kWh por ano, se considerarmos uma velocidade média do vento de 5m/s. Uma estrutura com 12 turbinas poderá gerar 55.000 kWh. Esta ineficiência é no entanto compensada pela facilidade de implantação em locais normalmente indisponíveis para este tipo de estrutura.

Após uma fase de desenvolvimento necessária para ultrapassar algumas questões técnicas permanece a questão se a população estaria disponível a ter estes equipamentos na sua rua ou no meio do parque local.

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

 

publicado por adm às 20:45

Março 02 2011

A Siemens vai fornecer 34 aerogeradores de 2,3 MW cada um para quatro novos parques eólicos a serem construídos no Nordeste pela ERSA – Energias Renováveis S.A. A Siemens contribuiu efetivamente com o cliente na otimização dos parques e na busca pelo melhor aproveitamento energético do empreendimento. Localizados no Rio Grande do Norte (RN), os empreendimentos – Costa Branca, Juremas, Macacos e Pedra Preta – vão ser responsáveis pela geração de 78,2 mW de energia limpa. O contrato foi assinado em Dezembro, sendo que a ERSA já possui licença de instalação para todos os projetos e planeja iniciar as obras as obras ainda neste semestre.

De acordo com Roberto Sahade, co-presidente da ERSA, os equipamentos da Siemens foram escolhidos por seu alto grau de tecnologia agregada e por serem bastante adequados às condições de vento existentes no Brasil, e em particular, nos parques da ERSA localizados no Rio Grande do Norte. “A Siemens possui comprovado sucesso em aplicações off-shore e transportou este conhecimento para os equipamentos on-shore, como por exemplo confiabilidade do equipamento e a alta eficiência do aerogerador, graças ao design na construção exclusiva das pás”, afirmou Sahade.

A Siemens é líder global em energia eólica nas aplicações off-shore, e vem, ano a ano, aumentando sua participação de mercado também nas aplicações em terra (on-shore). Atualmente está entre os três maiores fabricantes do mercado, mas vem apresentando taxas de crescimento aceleradas perante seus competidores. Somente no exercício de 2009, a Siemens instalou mais de 2.100 megawatts com novas turbinas eólicas, aumentando sua base instalada para cerca de 11.000 megawatts.

De acordo com o diretor de energias renováveis da Siemens no Brasil, Eduardo Ângelo, a empresa trabalha com a expectativa de aumentar ainda mais sua participação no mercado brasileiro de eólicas. “Estamos em negociações adiantadas com outros clientes que também venceram os recentes leilões de energias renováveis no Brasil e acreditamos fechar novas encomendas muito brevemente”, afirma. “O Brasil entrou definitivamente no radar estratégico da Siemens e contribuirá efetivamente para aumento da participação da empresa no mercado de energias renováveis”.

O mercado brasileiro apresenta enorme potencial para energia eólica. Até recentemente, as estimativas eram da ordem de 140.000 megawatts, com medições realizadas em torres de 50 metros de altura. Hoje, já há estudos sinalizando que, em ventos medidos a 100 metros de altura, este potencial poderá dobrar. O setor, que hoje tem mais de 900 megawatts de capacidade instalada no país, conta com um portfólio acima de 4 gigawatts em empreendimentos eólicos a ser instalados até 2013, resultado dos contratos fechados nos leilões de Dezembro de 2009 e Agosto de 2010.

A energia eólica faz parte do portfólio ambiental da Siemens. Em 2010, o faturamento em tecnologias ambientais atingiu 28 bilhões de euros, tornando a Siemens a maior fornecedora de tecnologias ambientais do mundo. No mesmo período, os produtos Siemens ajudaram os clientes da empresa a reduzirem suas emissões de dióxido de carbono (CO2) em 270 milhões de toneladas, o equivalente as emissões anuais de megacidades como Hong Kong, Londres, Nova York, Tóquio, Deli e Cingapura. Esse total também equivale ao dobro de CO2 emitido pelo estado de São Paulo no último levantamento feito pela Cetesb em 2005.

A Siemens Energy Sector é líder mundial de um completo portfólio de produtos, serviços e soluções para a geração, transmissão e distribuição de energia e para a extração, conversão e transporte de óleo e gás. No exercício fiscal de 2010 (terminado em 30 de setembro), o Setor de Geração de Energia apresentou um faturamento de aproximadamente €25,5 bilhões e recebeu novos pedidos que totalizam mais de €30,1 bilhões, declarando lucros superiores a €3,6 bilhões. Em 30 de setembro de 2010, o Setor de Geração de Energia apresentou uma força de trabalho superior a 88 mil funcionários. [www.siemens.com/energy].

fonte:http://www.revistafator.com.br/

publicado por adm às 23:45

Março 02 2011

A Renova Energia lançou, no município de Guanambi, a 796 KM de Salvador, a pedra fundamental de seu conjunto de parques eólicos comercializados no Leilão de Energia de Reserva (LER) realizado em 2009. Na cerimônia estiveram presentes o vice-governador do Estado em exercício, Otto Alencar, a chefe da Casa Civil estadual, Eva Chiavon, o superintendente da Secretaria Estadual de Indústria e Comercio, Paulo Guimarães, os prefeitos de Guanambi, Charles Fernandes, de Caetité, José Barreira e o de Igaporã, Newton Cotrim, entre outras autoridades. O empreendimento eólico é o primeiro em fase de instalação no sudoeste da Bahia.

Durante a solenidade, o vice-governador ressaltou a importância do projeto da Renova para a Bahia e a posição de destaque do Estado na matriz energética brasileira. “A Bahia tem 15% do potencial energético eólico de todo o Brasil. No futuro, o estado pode ser o maior produtor do país”, afirmou Otto Alencar.

Uma vez em operação, os 14 parques da Renova Energia formarão o maior complexo eólico do Brasil. O inicio da operação comercial está previsto para julho de 2012. Os contratos de compra e venda de energia, formalizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), têm prazo de 20 anos.

Os parques serão implantados nos municípios de Caetité, Guanambi e Igaporã. O investimento previsto de R$ 1,17 bilhão atrairá para os municípios outros benefícios. “Além da produção de energia limpa, o investimento realizado certamente aquecerá a economia local. Em relação ao pequeno produtor rural, o modelo comercial prevê o arrendamento da terra, o que permite ao mesmo a continuação de suas atividades agropecuárias e sua fixação no campo”, declarou o diretor de Operações e co-presidente da Renova Energia, Renato Amaral.

Inicialmente serão instalados 184 aerogeradores, cada uma com 80 metros de altura (o equivalente a um prédio com mais de 27 andares) e pás de 42 metros de extensão. 
(Redação - Agência IN)

fonte:http://www.investimentosenoticias.com.br

publicado por adm às 23:44
Tags:

Março 02 2011

Países mediterrânicos devem olhar para a experiência da Europa e apostar no aproveitamento da energia eólica marinha

Os países mediterrânicos, incluindo Portugal, devem aprender com a experiência das energias eólica marinha da Europa e aproveitar os recursos desenvolvendo plataformas flutuantes, disse esta terça-feira a organização Oceana, organização internacional da conservação da natureza.

A Oceana revela, de acordo com a Lusa, que no sul da Europa não existem parques eólicos no mar, o que se deve «ao menor recurso eólico disponível» e às «grandes profundidades perto da costa e à pouca iniciativa e impulso dos diferentes governos».

«É necessário que Portugal e os países mediterrânicos aprendam com a experiência conseguida no resto do continente e que enfrentem novos desafios tecnológicos com o desenvolvimento de plataformas flutuantes», incentiva a organização.

Xavier Pastor, director executivo da Oceana na Europa defende em comunicado que só é possível «um verdadeiro avanço se continuarmos a potenciar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação e se os diferentes governos se decidirem a dar um verdadeiro impulso a este sector».

A Oceana aproveita ainda para louvar «os avanços tanto nas Canárias, com o lançamento do Atlas Eólico Marinho, como em Portugal, com a proposta de desenvolver um primeiro protótipo de aerogerador flutuante».

A organização internacional da conservação da natureza relembra ainda a importância da redução das emissões de dióxido de carbono proveniente sobretudo da queima de combustíveis fósseis, como o petróleo.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

 

publicado por adm às 23:43

pesquisar
 
links
subscrever feeds