Energia Eolica

Setembro 30 2011

Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulga projetos cadastrados para o próxima Leilão A-5, a ser realizado em dezembro deste ano, pela primeira vez contemplando o resultado maranhense com fonte renovável.A Bioenergy, especializada em geração de energia limpa, vai participar do próximo Leilão de Energia A-5, a ser realizado em dezembro deste ano, com 15 projetos de usinas eólicas no Maranhão.

As iniciativas deverão gerar energia suficiente para abastecer uma cidade com 2 milhões de habitantes, e movimentar investimentos da ordem de R$ 2 bilhões. Os empreendimentos acabam de ser divulgados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

“Pela primeira vez, o Maranhão conta com projetos de energia eólica em um leilão”, avisa Sérgio Marques, presidente da Bioenergy. A empresa já está há mais de dois anos realizando estudos de medição de vento no estado, e constatou que o potencial da região é forte. “Temos, no total, 50 projetos previstos nessa unidade da federação”, complementa.

A Bionergy, fundada em 2002, foi uma das pioneiras no Brasil em energia eólica. Conta, atualmente, com seis empreendimentos contratados nos leilões de 2009, 2010 e 2011, assim como no mercado livre, os quais totalizam 144 MW de potência instalada e demanda investimentos de cerca de R$ 570 milhões, todos localizados no Rio Grande do Norte. No total, a empresa soma projetos de mais de 1,5 mil MW de potência instalada, incluindo as iniciativas no estado do Maranhão.

fonte:http://www.investne.com.br/

 

publicado por adm às 22:42
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Setembro 28 2011

A Alstom anuncia o lançamento da ECO 122 – uma turbina eólica onshore de 2,7MW - que combina alta potência e fator de alta capacidade[1] para impulsionar a produção de energia em regiões de baixos ventos no mundo todo.

A eficiência líder e o alto rendimento da ECO 122 estabeleceram um novo padrão para empreendimentos com velocidades médias e baixas. A uma velocidade de vento de 7,5 m/s a nova máquina fornece um fator de capacidade líquido para o parque eólico de até 42%, o equivalente a 3.600 horas de carga total por ano. Seu diâmetro de rotor de 122 metros e área de 11.700 m2 – a maior no segmento de aerogeradores de 2 MW a 3 MW – maximiza a produção de energia e o retorno sobre investimento, criando novas oportunidades de negócios para clientes de complexos eólicos de baixos ventos.

Alfonso Faubel, vice-presidente sênior de Wind da Alstom, afirma: “Pesquisa e inovação estão no centro de nossos negócios. Com a ECO 122 e outras turbinas em nossa plataforma ECO 100, estamos liderando o desenvolvimento da nova geração de turbinas de alta potência e alta eficiência, aumentando o valor para nossos clientes. As pás longas capturam a energia de forma mais eficiente, e com sua área cerca de 20% maior que a das máquinas da geração atual, a ECO 122 estabeleceu um novo padrão para usinas de baixos ventos ao redor do mundo.”

A ECO 122 produz energia elétrica com um rendimento cerca de 25% maior em uma determinada área comparada às máquinas atuais de 1,5 a 2 MW, e menos aerogeradores precisam ser instalados. Por exemplo, em uma parque eólico de baixos ventos típico, seis máquinas de 1,5 a 2 MW de geração atual produzirão cerca de 40 GWh/ano[2], comparado a mais de 50 GWh/ano com apenas cinco aerogeradores ECO 122.

Essa vantagem no rendimento também significa economias substanciais de gastos de capital. Um complexo eólico projetado com a ECO 122 pode reduzir seus custos de balanceamento de planta em 10-15%, comparado a um projeto eólico que utilize as máquinas típicas de 1,5 a 2 MW, por precisar de menos fundação, plataformas, vias e cabeamento.

A ECO 122 é a última evolução da comprovada plataforma de turbina ECO 100 da Alstom e é fruto de mais de 30 anos de experiência no design de turbinas eólicas. A plataforma ECO 100 tem mais de 350 MW instalados ou em construção ao redor do mundo e mais de 200.000 horas acumuladas de operação desde 2008. Todos os aerogeradores da Alstom são baseadas no conceito de rotor exclusivo e comprovado ALSTOM PURE TORQUE®, que protege a unidade de tração contra cargas de deflexão, garantindo maior confiabilidade e menores custos de manutenção.

A primeira ECO 122 será instalada em meados de 2012, com as primeiras entregas comerciais esperadas para o início de 2013.

Sobre a Alstom
A Alstom é líder global em infraestrutura ferroviária e geração e transmissão de energia, e está na vanguarda de tecnologias inovadoras e amigáveis ao meio ambiente. A Alstom constrói o trem mais rápido e o metrô automatizado de maior capacidade do mundo. Fornece soluções de usinas integradas turnkey e serviços associados para uma ampla gama de fontes de energia, incluindo hidrelétrica, nuclear, a gás, carvão e eólica, e oferece várias soluções para transmissão de energia, com foco em redes inteligentes. O Grupo emprega 93.500 pessoas em mais de 100 países e registrou vendas de €20,9 bilhões em 2010/11.

Sobre a Alstom Wind
A Alstom projeta, monta e instala uma linha de turbinas eólicas onshore na faixa de 1,67 MW a 3 MW, e atualmente está produzindo a Haliade 150-6MW – a primeira turbina offshore de nova geração. A empresa está na vanguarda do desenvolvimento de tecnologias eólicas nos últimos 30 anos, com inovações como o exclusivo conceito de suporte de rotor ALSTOM PURE TORQUE®, que protege a unidade de tração contra cargas de deflexão. A Alstom já instalou ou está instalando mais de 2.200 turbinas eólicas em mais de 120 parques eólicos, o que corresponde a uma capacidade total de mais de 3000 MW.

INFORMAÇÕES À IMPRENSA
Comunicação Alstom Brasil: 
Mariana Maciel - mariana.maciel@crn.alstom.com / Tel.: (11) 3612-7074

Assessoria de imprensa: CDN – Comunicação Corporativa
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Rodrigo Ferrari – rodrigo.ferrari@cdn.com.br / Tel: (11) 3643-2734
Site: www.alstom.com.br

fonte:http://www.maxpressnet.com.br

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Setembro 26 2011

O Governo emitiu um parecer favorável ao projeto de energia eólica "WindFloat", da EDP, que vai ser testado na Póvoa de Varzim, revelou hoje a secretaria de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território.

O projeto "poderá avançar", desde que "salvaguardadas as condicionantes identificadas pela entidade coordenadora da Avaliação de Incidências Ambientais, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, bem como mediante o cumprimento integral das medidas de minimização e de compensação", explicou ainda aquele organismo do Estado, em comunicado.

A estrutura, que representa um investimento de 20 milhões de euros e que permitirá "criar cerca de oito mil postos de trabalho" em Portugal, está a ser montada na Lisnave, em Setúbal, e, dentro de pouco tempo, será submersa ao largo da Póvoa de Varzim.

Fonte:Lusa

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Setembro 22 2011

No final de novembro, o primeiro parque eólico da Bahia, instalado em Brotas de Macaúbas, na Chapada Diamantina, vai entrar em operação. A estrutura principal já está montada e resta apenas a conclusão da subestação, que vai levar a energia à rede nacional.

 

Cada um dos 57 cata-ventos gigantes que formam o parque tem 80 metros de altura. Eles vão aproveitar a força dos ventos e produzir eletricidade suficiente para abastecer uma cidade maior do que Vitória da Conquista.

 

No local onde está instalado o parque, no alto da Serra da Mangabeira, o vento tem velocidade média de 25 km/h. O engenheiro Eduardo Bottacin afirma que, para começar a produzir energia, o aerogerador precisa de vento de pelo menos 11 km/h.

 

“O potencial de geração aqui é de 90 megawatts. Esta é uma das melhores áreas do estado”. Com a entrada em operação do primeiro parque eólico, o estado se prepara para instalar outros 51. No país, a Bahia lidera o número de projetos neste setor.

 

A previsão é de que 18 novos empreendimentos entrem em operação até o final de 2012 e formem o principal polo eólico do Brasil. Além dos parques, o estado começa a receber fábricas de torres e aerogeradores.

 

A Gamesa, espanhola especializada na construção de turbinas geradoras, já inaugurou uma unidade em Camaçari, e a francesa Alston inaugura outra até o final deste ano.

fonte:http://www2.uol.com.br/

publicado por adm às 22:54
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Setembro 22 2011

A Desenvix estuda financiar o parque eólico Barra dos Coqueiros, em Aracaju, com o China Development Bank, o banco de desenvolvimento chinês. A afirmação foi feita pelo diretor executivo do grupo Engevix, José Antunes Sobrinho, em evento no Rio de Janeiro. Com investimento total de R$ 155 milhões, o parque vai gerar 34,5 megawatts e deve entrar em operação até julho de 2012.

Sobrinho explicou que o financiamento já estava aprovado com o Banco do Nordeste, que cortou a linha de apoio para parques eólicos. Dessa forma, o governo transferiu o financiamento para Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que usa o fundo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No entanto, a empresa já fechou a compra de 23 aerogeradores, de 1,5 MW de potência, da chinesa Sinovel, no valor total de R$ 65 milhões. "O BNDES não financia o valor destinado à importação destes aerogeradores, dessa forma estamos estudando a alternativa oferecida pelo banco chinês", declarou Sobrinho.

Segundo Sobrinho, a estratégia da companhia "terá que ser decidida ainda este ano". "Estamos avaliando essa alternativa do financiamento local, que é BNDES e Sudene", afirmou. O executivo frisa que a Sinovel é a segunda maior fabricante de aerogeradores do mundo e ofereceu preços bastante competitivos, além de fechar o negócio com câmbio fixo. "O que está acontecendo agora não nos atrapalha em nada", disse, em referência à recente desvalorização da moeda brasileira. As turbinas devem ser entregues até o fim deste ano.

O grupo Engevix, controlador da Desenvix, prevê investimentos de R$ 1 bilhão em 2012, incluindo capital próprio e financiamento. O valor é superior ao previsto para este ano, de R$ 650 milhões.


fonte:http://oglobo.globo.com/

publicado por adm às 22:52
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Setembro 21 2011

O governo espanhol está já a preparar um novo regime regulatório que defina os subsídios à produção eólica, para parques que iniciem a produção em 2013. A proposta é mais restritiva do que o actual quadro legal, propondo cortes tanto nos prémios de produção, como no número de horas e quadro temporal remunerado em regime especial, avança o jornal espanhol Cinco Días.

Na prática, a proposta limita os subsídios a 1500 horas anuais de produção eólica e a um quadro temporal de 12 anos (até 2025). Em comparação, o regime actualmente em vigor estabelecia um período de 20 anos

O diário espanhol avança ainda que o modelo delineado por Madrid estabelece uma base remuneratória, que será variável e actualizada anualmente. O limite de horas subsidiadas permitirá que os parques fiquem sujeitos às condições de mercado.

Sector não aceita condições

Perante estas informações, as empresas do sector já mostraram reticências à proposta governamental,indica também o Cinco Días. As críticas à redução de prémios, de horas e de anos são uma tónica comum, ao ponto das empresas considerarem este novo regulamento inviável.

Contudo, o sector poderá ver-se instado a aceitar a proposta, cedendo nas suas exigências. Isto porque as empresas preferem ter um novo regulamento aprovado antes das eleições de dia 20 de Novembro, do que prolongar a incerteza. Até porque não se sabe se uma eventual vitória do Partido Popular (actualmente na oposição) não trará cortes ainda mais profundos na subsidiação da produção renovável.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 21:57

Setembro 20 2011

O Brasil ocupa apenas a 21ª posição no ranking mundial de energia eólica, mas já toma cuidados para evitar um dos mais sensíveis impactos ambientais produzidos pelas hélices gigantes dos aerogeradores: a morte de pássaros.

 

A instalação desses equipamentos no País exige estudo de avifauna e, mesmo com o vento favorável, as hélices não são colocadas em rotas migratórias de aves. Os Estados Unidos, o segundo no ranking atrás apenas da China, não tomaram o mesmo cuidado e agora veem as pás como ameaça a um de seus principais símbolos, a imponente águia dourada americana.

 

De acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Energia Renovável (ABEER), engenheiro José Tadeu Matheus, como a entrada do Brasil no mercado mundial eólico é relativamente recente, o País incorporou as tecnologias mais modernas para evitar impactos ambientais.

 

"As pás das nossas centrais têm grandes dimensões, mas o giro é lento e elas são percebidas pelos animais voadores. Os pássaros batem naquilo que não conseguem ver." Além disso, as empresas brasileiras adotam torres de sustentação compactas de aço ou concreto, sem pontos de apoio para a construção de ninhos.

 

O parque eólico brasileiro é composto por 56 centrais com potência total de 1,08 gigawatts - menos de 10% da geração de usina de Itaipu. São cerca de 500 torres, sendo que as maiores têm 108 metros de altura e o giro das pás cobre um diâmetro de 82 metros.

 

As usinas se concentram no litoral do Nordeste e, em quantidade menor, nos três Estados da região Sul - Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. "Para instalar a central eólica, é preciso obter as licenças dos órgãos ambientais do Estado ou da União, conforme o local. Uma das exigências é o estudo da avifauna com o monitoramento das correntes migratórias", disse.

 

De acordo com Matheus, pesquisas internacionais indicam que a colisão com as pás eólicas estão entre as menores causas de mortandade de pássaros.

 

"Visitei a maioria das centrais brasileiras e não constatei um caso sequer de acidente com aves." Ele disse que o tema já suscitou discussões no governo brasileiro. Na preparação de um dos leilões de energia eólica, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, lembrou a necessidade de cuidados para evitar a morte de pássaros.

 

"Na ocasião, eu apresentei ao ministro um estudo publicado pelo professor João Tavares Pinho, da Universidade Federal do Pará, mostrando que esse impacto é baixíssimo."

fonte:http://www.dgabc.com.br/

publicado por adm às 23:36
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Setembro 20 2011
Descida dos subsídios e da quantidade de energia elegível para essa remuneração especial são algumas das novidades que poderão mudar o negócio eólico em Espanha a partir de Janeiro de 2013.

O Ministério da Indústria de Espanha está a preparar um novo regime regulatório para a energia eólica que irá restringir as condições de remuneração neste mercado para novos parques que entrem em operação a partir de Janeiro de 2013. 

O jornal espanhol “Cinco Días” avança na sua edição de hoje que o Governo já tem pronta uma proposta que prevê uma descida dos prémios dados aos produtores eólicos, bem como do número de horas e de anos em que os donos dos parques podem beneficiar das tarifas subsidiadas. 

As condições, refere o mesmo jornal, não são aceites pelas empresas, mas estas estão interessadas em que seja publicado quanto antes um novo regime regulatório para as eólicas, de forma a acabar com a incerteza que tem afectado as decisões de investimento das empresas de energias renováveis. 

Recorde-se que a EDP Renováveis é um dos principais operadores do mercado eólico espanhol. Já com 2.050 megawatts (MW) instalados em Espanha, a empresa portuguesa tem em construção cerca de 200 MW neste país, mas em “pipeline”, para possíveis novos parques eólicos, soma mais de 4.900 MW, e é aqui que a EDP Renováveis poderá vir a ser afectada pelas novas regras de remuneração das eólicas em Espanha. 

Segundo o “Cinco Días”, o Governo espanhol está a propor um limite de 1.500 horas anuais (face à média actual de 2.300 horas) para o período de funcionamento elegível para remuneração subsidiada. A indústria eólica espanhola defende que o novo regime fique definido até 20 de Novembro, para evitar que o dossiê fique em suspenso à espera que o novo Executivo resultante das eleições tome posição sobre a matéria.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt
publicado por adm às 23:36
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Setembro 18 2011

O vento sopra a favor e atrai gigantes do setor de energia eólica para Pernambuco. As duas maiores fabricantes de torres e de aerogeradores do país, equipamentos utilizados neste tipo de indústria, estão instaladas em Suape, no Litoral Sul do estado. Uma veio da Argentina e a outra, da Espanha.

E as gigantes mundiais já estão dobrando a capacidade de produção para atender um mercado em expansão. Na fábrica argentina, 580 funcionários se revezam em três turnos. Até o ano que vem serão mil trabalhadores, e a fabricação vai passar de 300 para 500 aerogeradores – máquinas que transformam vento em energia - por ano.

“Nós temos uma base instalada de mais de mil megawatts e temos a perspectiva de instalar mais 6 mil megawatts nos próximos três anos”, disse o gerente comercial Paulo Ferreira. Só para ilustrar, mil megawatts são suficientes para iluminar uma cidade do porte de Brasília.

O aquecimento do setor abre as portas para profissionais especializados, entre eles, muitos pernambucanos, como o engenheiro Antônio Carlos Lucas. “A tecnologia que nós trabalhamos aqui é uma das mais modernas do mundo. É um sistema de geração de energia bastante moderno e ecologicamente viável”, falou.

A fábrica espanhola produz 450 torres por ano e quer chegar a 700 até 2014. De acordo com o gerente Paulo Coimbra, ainda assim não vai dar para atender a demanda. “O mercado está crescendo mais do que este incremento, e a demanda é muito maior do que a capacidade da indústria brasileira”, comentou.

PREÇO
O que está movendo a ampliação das fábricas e a criação de mais empregos é o preço competitivo da energia eólica. A mais recente façanha do setor transformou o Brasil no país que produz a energia dos ventos mais barata do mundo. O megawatt/hora da energia eólica chegou ao mesmo patamar da energia gerada pelas grandes hidroelétricas: abaixo de R$ 100. 

“Existe uma grande concorrência mundial de fabricantes, de empresas desenvolvedoras, mas mais importante do que isso são as excelentes jazidas de ventos existentes no país, principalmente localizadas na região Nordeste e no Sul do país”, explicou o vice-presidente da Associação Mundial de Energia Eólica, Everaldo Feitosa.

AVANÇO
A velocidade do avanço da tecnologia neste setor é surpreendente. A cada ano, as máquinas ficam mais modernas, mais produtivas e bem maiores. As torres chegam a 120 metros de altura, o equivalente a um prédio de 40 andares.

A energia dos ventos representa menos de 1% da matriz energética brasileira, mas os pesquisadores acreditam que ela tem excelentes condições de expansão. Não falta matéria-prima: as maiores jazidas de ventos do mundo estão no Nordeste.

 “A perspectiva no Brasil é fantástica comparando ao resto do mundo. Nós acreditamos que até o ano 2020 o Brasil estará entre os cino maiores produtores de energia eólica no planeta”, complementou Feitosa.

fonte:http://pe360graus.globo.com

publicado por adm às 19:32

Setembro 16 2011

Equipamento da empresa asiática pode consolidar o potencial cearense no segmento da energia dos ventos

O Ceará está no páreo, junto com o Rio Grande do Sul, para receber um investimento da ordem de US$ 100 milhões da estatal chinesa Guodian. A empresa planeja construir no Brasil, em um dos dois estados, uma fábrica de turbinas eólicas, empreendimento ainda inexistente no parque industrial cearense que poderia contribuir para a consolidação da cadeia da energia dos ventos no Estado.

Se o negócio se concretizar, esta será a primeira unidade da Guodian fora da China e servirá de base para atender às três Américas. A empresa é a terceira maior do setor de energia eólica do gigante da Ásia e a décima do mundo.

As cinco maiores companhias estatais de energia do país asiático estão investindo mais em fontes renováveis, pressionadas por grandes dívidas e preços elevados de combustíveis. A informação foi dada na última quarta-feira pelo chefe do departamento de negócios estrangeiros da Guodian, Peng Jinzhu, em Pequim, ao jornal Folha de São Paulo. Nos últimos dias 13 e 14 foi realizado na cidade asiática o 3º Fórum de Investidores China-América Latina, onde mais de 300 investidores chineses receberam a delegação latino-americana. "O Brasil é um mercado quente e bastante competitivo, será importante ter uma presença local", disse Jinzhu. Ele disse ainda que a empresa busca um sócio local.

Conversas com o Estado

Em abril passado, o gerente de vendas para o mercado latino-americano da Guodian United Power - subsidiária da Guodian para fabricação de turbinas -, Hayder Ballen, visitou o Ceará, mantendo conversações com o Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico do Ceará (Cede). A Guodian se divide em 22 corporações, sendo que quatro delas são do ramo de energia eólica.

Geração

"A cada cinco anos, dobramos a capacidade instalada de geração de energia, hoje nossa capacidade de produção de energia supera em dez vezes a do Brasil", revelara Ballen, quando da visita ao Estado. De acordo com o gerente informara, a estatal pretende, em 2015, ter 200 gigabytes de energia instalados no planeta.

Segundo Ivan Bezerra, além dos benefícios fiscais ofertados pelo Governo do Estado, outro fator que atrai o interesse da Guodian no Ceará é o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). "Com um equipamento do porte do Cipp, com capacidade de escoamento de produção para o mundo inteiro, o Ceará leva vantagem na atração de investimentos como esse. Agora é aguardar a elaboração do projeto por parte da Empresa e a posterior assinatura de um protocolo de intenções", disse o presidente.

Painéis

A companhia chinesa já havia informado, em maio passado, que estaria buscando parceiros para o setor de energia no Brasil e na Argentina para construção, além das turbinas eólicas, de painéis solares.

Investimento

100 milhões de dólares é o valor do investimento na fábrica que a estatal chinesa Guodian pretende trazer para o Brasil

fonte:http://diariodonordeste.globo.com

publicado por adm às 22:47
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