Energia Eolica

Setembro 15 2011

O WindFloat foi apresentado, sexta-feira, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. É um projecto pioneiro a nível mundial, instalado ao largo da Póvoa de Varzim e ligado à rede eléctrica em Aguçadoura.

 

Trata-se do primeiro protótipo de uma turbina eólica assente numa plataforma flutuante offshore, sendo que o dispositivo estará localizado a uma distância de cerca de seis quilómetros da orla litoral, numa profundidade de cerca de 50 metros.

 

O projecto WindFloat comporta um investimento de 20 milhões de euros e se chegar à terceira e última fase, a da comercialização, vai criar cerca de oito mil postos de trabalho.

 

João Maciel, director de Desenvolvimento Tecnológico da EDP Inovação, empresa promotora do projecto, explicou: “pretendemos aprender e validar os modelos teóricos e experimentais que foram desenvolvidos à escala real.

 

Se tudo correr bem, avançaremos para a fase comercial. Acabamos de instalar o aerogerador em cima da plataforma construída pela Lisnave. A nossa expectativa é de que o equipamento esteja totalmente operacional em Novembro”.

 

Notícia desenvolvida na edição desta semana.

fonte:http://www.vozdapovoa.com/

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Setembro 14 2011
Em declarações citadas pela agência Bloomberg, Rui Teixeira sublinhou que a turbulência nos mercados financeiros aumentou o risco dos projectos.

Rui Teixeira, administrador financeiro daEDP Renováveis, afirmou que o custo da energia eólica desceu cerca de 25% no último ano, com os fabricantes de turbinas a cortarem o preço do equipamento. 

O mesmo responsável acrescentou, em Londres, que a turbulência nos mercados financeiros tem vindo a aumentar o risco dos projectos, uma vez que os investidores estão mais preocupados que os governos venham a alterar os subsídios. 

“Isto traz incerteza regulatória ao negócio”, afirmou Rui Teixeira numa entrevista televisiva realizada hoje em Londres, e citada pela Bloomberg. 

As acções da EDP Renováveis seguem a subir 1,15% para os 4,137 euros. 
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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Setembro 14 2011

A aposta da EDP na energia eólica no Brasil "é para ficar", apesar do adiamento do leilão promovido pelo governo. A informação é do presidente-executivo da companhia de energia portuguesa, António Mexia. "O nosso envolvimento no regime e no domínio eólico no Brasil é para ficar", garantiu Mexia à Agência Lusa, à margem do seminário “Energia Ibero-Americana 2050 – Inovação para um Futuro Sustentável”, em 26 de novembro, em Lisboa. O presidente-executivo da EDP disse que o leilão para a aquisição de energia eólica no Brasil, no qual a EDP Renováveis está interessada, foi adiado para 17 de dezembro.

Além disso, ele destacou o resultado da oferta pública de ações próprias da EDP – Energias do Brasil, uma operação que captou R$ 441,8 milhões, o que, segundo Mexia, "a demanda foi muito maior do que a oferta". "Isto demonstra mais uma vez que a estratégia [da EDP] para o Brasil está bem definida, bem clara e bem recebida pelo mercado", concluiu.

Prêmio no Brasil para projeto no setor Já no dia 25, a EDP lançou um prêmio para estimular o desenvolvimento de projetos inovadores no setor energético brasileiro, com a presença do sueco Kjell Nordström, um dos maiores especialistas mundiais no assunto.

O prêmio EDP 2020 distribuirá R$ 100 mil por ano, pela próxima década, em um investimento total de R$ 1 milhão, o maior valor da área de inovação no Brasil. A intenção é que as propostas sejam dirigidas a projetos inovadores na área de energias renováveis, redes inteligentes, eficiência energética, mobilidade elétrica, cidades sustentáveis e outros.

As principais ideias distinguidas pelo prêmio poderão ser implementadas, com a possibilidade de a EDP "vir a colaborar ativamente nos novos projetos", informou o grupo português.

A iniciativa da empresa terá a chancela da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que será responsável pela seleção e apoio dos premiados. As regras serão lançadas oficialmente no primeiro trimestre de 2010, com anúncio dos vencedores nas edições de um fórum sobre inovação que o grupo promoverá anualmente, no Brasil.

"Máquinas, programas e equipamentos deixaram de ter vantagens competitivas, uma vez que qualquer empresa tem acesso igual, o que faz a diferença são as pessoas e seus talentos", disse o especialista sueco Kjell Nordström.

No Brasil, a EDP controla empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

fonte:http://www.mundolusiada.com.br

publicado por adm às 22:43
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Setembro 13 2011

 Afastar-se da energia nuclear e substituí-la por energia solar ou eólica custaria ao Japão cerca de 280 bilhões de dólares em novos investimentos até 2020, disse o Greenpeace nesta segunda-feira, pedindo a Tóquio que garanta a segurança para a futura geração de energia.

 

O estudo foi apresentado enquanto o Japão debate o futuro da energia nuclear depois que o terremoto e o tsunami de março provocaram a pior crise nuclear do mundo em 25 anos, na usina de Fukushima Daiichi.

 

Cerca de 70 por cento da população japonesa se opõe à energia nuclear e acham necessário buscar fontes alternativas de energia apesar do custo potencial.

 

Atualmente, apenas 11 dos 54 reatores estão operando no Japão após verificações de manutenção devido à preocupação da população. Isso significa que apenas 20 por cento da capacidade nuclear total do país está sendo utilizado. A energia solar e a eólica é responsável por cerca de 1 por cento da eletricidade do país.

 

Em um cenário de energia verde, que inclui um aumento pequeno da energia gerada por gás, o lobby ambiental propôs aumentar a capacidade geradora de turbinas eólicas dos atuais 2,1 gigawatts para 56 gigawatts e a dos painéis solares de 3,6 GW para 57 GW.

 

O Greenpeace também diz que o custo da eletricidade proveniente da energia solar, que agora é mais alto do que os dos combustíveis fósseis, deveria cair para níveis competitivos conforme a tecnologia avança.

 

"O preço (da energia solar) caiu mais de 50 por cento no último ano na Europa e vai cair outros 20 por cento nos próximos 12 meses", disse Sven Teske, especialista sênior em energia do Greenpeace International.

 

O Greenpeace quer que o Japão reduza sua capacidade por energia de carvão em 60 por cento, para 19,3 GW dentro de 10 anos. O Japão também deveria reduzir a capacidade de usinas de energia abastecidas por petróleo em 16 por cento, enquanto aumenta a capacidade de energia gerada por gás natural, acrescentou.

fonte:http://info.abril.com.br/n

publicado por adm às 22:46
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Setembro 09 2011

O projeto de energia eólica “WindFloat”, da EDP, um investimento de 20 milhões de euros que vai ser testado na Póvoa de Varzim, poderá permitir a criação de cerca de “oito mil postos de trabalho” em Portugal.

A convicção é do diretor do departamento EDP Inovação que, hoje de manhã, participou numa sessão de esclarecimento para apresentação desta estrutura que está a ser montada na Lisnave, em Setúbal, e que dentro de pouco tempo vai ser submersa ao largo da Póvoa de Varzim.

Além de “mudar a forma como Portugal tira proveito da sua costa marítima”, João Gonçalo Maciel acredita que a energia eólica poderá ainda “revitalizar vários setores da economia nacional”, como a “construção e a reparação naval”, ao criar milhares de postos de trabalho, 'valorizando ainda as empresas nacionais e internacionais'.

Já a nível europeu, prevê-se que esta indústria sustente, nos próximos anos, cem mil empregos.

Após a instalação ao largo da costa da Póvoa de Varzim, o “WindFloat” será “monitorizado” por um período de cerca de dois anos, de forma a “garantir a sua operacionalidade”, frisou João Gonçalo Maciel.

A partir de 2014, a EDP, que tem os direitos assegurados da comercialização desta tecnologia, poderá avançar para a construção de um mini-parque, com cerca de cinco unidades, que “valide conceitos a uma escala maior”.

Dois anos depois, poder-se-á avançar com a “comercialização” do equipamento, uma vez que a EDP está a apostar na “criação de competências que possibilitem iniciar uma capacidade produtiva nesta área”.

Para este projeto, a líder do projeto conta ainda com parcerias da americana Principle Power Inc, o fabricante de turbinas dinamarquês Vestas, a metalomecânica A. Silva Matos S.A., bem como o fundo de capital de risco do Estado português, InovCapital S.A.

O financiamento para a instalação desta estrutura foi assegurado pelas empresas envolvidas e contou ainda com um subsídio a fundo perdido do Fundo de Apoio à Inovação.

O “WindFloat” é uma tecnologia semi-submersível, semelhante a uma plataforma petrolífera com três pilares, sendo que num deles é instalada a torre eólica, com uma turbina.

Tem a vantagem de ser totalmente montada em terra e, posteriormente, será rebocada até ao local onde produzirá energia, ou seja, a seis quilómetros da orla litoral, a cerca de 60 metros de profundidade, na Póvoa de Varzim.

As freguesias mais próximas desta estrutura serão Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, e Apúlia, Esposende.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 22:26

Setembro 06 2011
A Região atingirá, já neste ano, 28% da produção de electricidade de origem renovável e que se propõe alcançar em 2015 o “target” de 38%, e, provavelmente, mais de 50% em 2020.


A maximização das energias renováveis assume-se como um dos eixos prioritários da política energética regional.
Dentro das diversas tecnologias que se apresentam com grande potencial, suficientemente testadas e tecnicamente “maduras”, os centros produtores eólicos têm-se revelado, em conjugação, com os sistemas hídricos, uma excelente opção, contribuindo, de forma significativa, para a crescente contribuição do recurso vento no total da produção de electricidade na RAM.
A entrada em exploração, no ano de 2009, de dois parques eólicos, com a potência global de 18 MW, por parte do Grupo EEM, imediatamente seguidos pela instalação de mais 12 MW promovidos por outros investidores, confirmou o mérito e sucesso desses projectos de investimento e da própria tecnologia, tendo, igualmente, demonstrado a coerência da estratégia delineada e o acerto do plano de acção que vem sendo executado na Madeira.
Nesta linha de trabalho, o Grupo EEM apresenta mais um novo investimento no âmbito da energia sustentável, precisamente o parque eólico do Loiral II, constituindo mais um passo firme na trajectória definida, no sentido de reduzir a dependência energética da Região do exterior. Com este parque, o total da potência eólica instalada na ilha da Madeira atinge cerca de 44 MW, o que, em ano médio, permitirá uma contribuição energética de cerca de 90 GWh, isto é, cerca de 10% do consumo total de electricidade, assegurando as necessidades de consumo (de electricidade) de 35% do sector residencial da ilha da Madeira. Com o investimento deste parque do Loiral II, fecha-se o ciclo associado à transformação, para funcionamento reversível, da Central Hidroeléctrica dos Socorridos, inaugurado no ano de 2007.
Mas apesar deste importante contributo, o Grupo EEM continua fortemente empenhado na maximização do aproveitamento de energias renováveis, razão pela qual já se encontra em andamento um novo ciclo, envolvendo a Ampliação do Sistema Hidroeléctrico Reversível da Calheta, em fase de adjudicação, que proporcionará um novo encaixe de energia eólica.
É percorrendo este caminho, devidamente planeado, que a Região atingirá, já neste ano, 28% da produção de electricidade de origem renovável e que se propõe alcançar em 2015 o “target” de 38%, e, provavelmente, mais de 50% em 2020.
O novo centro produtor do Loiral II compreende 2 aerogeradores de última geração, com potência unitária de 3 000 kW, atingindo as torres 80 metros de altura e o diâmetro do rotor 90 metros, com um peso total de 260 toneladas.
De realçar que este parque, não obstante ser composto apenas por 2 máquinas, dispõe de potência superior ao primeiro parque do Loiral dotado de 6 aerogeradores. Este aumento de potência unitária, com equipamentos semelhantes aos maiores utilizados no Continente Português, evidencia um “up grade” tecnológico assinalável. Um trabalho importante que visa não só dotar a RAM de equipamentos de topo, como melhorar o impacto visual reduzindo o número de equipamentos a instalar.
Possuindo a ilha da Madeira uma rede eléctrica isolada de pequena dimensão e não interligada, estes aerogeradores estão equipados com sistemas de regulação de modo a garantir a estabilidade da rede, nomeadamente a sobrevivência a cavas de tensão de maior amplitude e duração, estando ainda munidos de comando e controlo remoto, a partir do Centro de Despacho da rede eléctrica da EEM, nos Socorridos, o que permite interagir e coordenar operacionalmente a integração desta fonte de energia, de natureza intermitente, no nosso sistema produtor.
O custo de investimento associado à construção deste parque eólico ascendeu a 6,5 milhões de euros.
Com a entrada em exploração desta infra-estrutura, a produção de energia eólica, por si só, permitirá evitar a emissão anual de 62.000 ton. de dióxido de carbono (CO2) e a importação de 20.000 ton. de fuel.
Em termos monetários, e considerando as cotações correntes, as emissões de poluentes evitadas pela produção eólica representam uma poupança de 930 mil euros/ano em aquisições de licenças de emissão de CO2 e uma economia de cerca de 8 milhões de euros/ano com a redução de importações de derivados de petróleo. 

fonte:http://www.jornaldamadeira.pt/

publicado por adm às 23:11

Setembro 05 2011

O Parque Eólico do Loiral II (Calheta), promovido pela Enerrem, do grupo Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), é inaugurado esta segunda-feira. O novo parque eólico vai permitir, na sua máxima potência, fornecer energia eléctrica para o consumo de todo o concelho de Porto Moniz.

A infra-estrutura é composta por dois aerogeradores com potência total de 6 MW, atingindo as duas unidades a altura de 80 metros e o rotor com um diâmetro de 90 metros. A produção prevista para o novo parque é de 15,4 GWh/ano, permitindo também evitar a emissão anual de 10,6 kton de CO2 e a importação de 3,4 kton de fuel.

O investimento financeiro realizado neste parque é de cerca de 6,5 milhões de euros.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/
publicado por adm às 22:32

Setembro 02 2011

 

Só no primeiro semestre, a China acrescentou 8 GW à sua matriz eólica, quase oito vezes a capacidade instalada total do Brasil para geração de energia pelos ventos

Os ventos estão favoráveis para o setor eólico em 2011. Segundo um novo relatório do World Wind Energy Association (WWEA), o mercado de energia eólica cresceu 15% a mais nos seis primeiros meses deste ano em comparação a 2010. Com isso, o setor alcançou em junho a capacidade instalada global de 215 gigawatts (GW) – o equivalente a quase onze usinas Três Gargantas, a maior do mundo, na China.

 

E é justamente o gigante asiático que puxa a locomotiva eólica. Só no primeiro semestre, o país acrescentou mais 8 GW à sua matriz eólica, que hoje representa 43% do mercado mundial. Em Junho, a China contava com 52GW de potência instalada, seguida dos EUA, Alemanha, Espanha e Índia. Juntos, os cinco primeiros países respondem por 74% da capacidade eólica global. Depois, aparecem Itália, França, Reino Unido, Canadá e Portugal.

O relatório também destaca uma série de novos mercados que estão surgindo no mundo. No primeiro semestre, três países foram adicionados à lista dos que estão utilizando a energia eólica, aumentando o número de 83 para 86: Venezuela, Honduras, Etiópia. A República Dominicana, que já fazia parte do grupo, instalou sua primeira usina eólica grande e aumentou sua capacidade de 0,2 megawatts (MW) para 60,2 MW.

A previsão para o segundo semestre também é de crescimento, com introdução de mais 25, 5 mil MW em projetos pelo mundo. A capacidade eólica instalada total é projetada para alcançar 240 GW até o final deste ano – o suficiente para cobrir quase 3% da demanda de eletricidade em todo o mundo.

O Brasil, por sua vez, ocupa apenas o 21º lugar no ranking dos países produtores de energia eólica, com pouco mais de mil megawatts instalados. Mas, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o país tem capacidade de aumentar em sete vezes o seu potencial até 2014.

Na tabela abaixo, você confere os 10 maiores mercados de energia eólica:

 

 Países MW instalados (até 06/2011)
 China           52.800
 EUA           42.432
 Alemanha           27.981
 Espanha           21.150
 Índia           14.550
 Itália             6.200
 França             6.060
Reino Unido              5.707
 Canadá             4.611
 Portugal             3.960

 

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 17:16

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