Energia Eolica

Outubro 24 2011

O Ceará está prestes a ganhar mais duas usinas eólicas. Na próxima quinta-feira (27), a partir de 14 horas, o Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) vota o licenciamento ambiental de dois parques a serem instalados na praia de Fontainha, a 19 quilômetros de Aracati, no Litoral Leste.

Atualmente o Estado possui 17 usinas em operação com capacidade total para 493,9 MW. Somente em Aracati existem cinco parques eólicos. A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) estima que o Ceará deve ter mais de 50 parques eólicos em 2014 e uma capacidade instalada de quase 1,5 mil MW.

Um dos parques eólicos, chamado de São Judas Tadeu, deve ter potência instalada de 16,2 MW. O projeto prevê o uso de nove aerogeradores em um terreno total de 89 hectares. Já o outro parque, com o nome de Fontainha, tem uma potência prevista de 14,4 MW por meio de oito geradores e um terreno de 117,57 hectares.

A reunião de quinta-feira no Coema deve avaliar o pedido de licenciamento prévio. Depois da atual fase, as obras serão iniciadas após a aprovação da licença de instalação. Já o funcionamento das usinas começar somente após a aprovação da licença de operação.

fonte:http://diariodonordeste.globo.com/

publicado por adm às 22:27
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Outubro 19 2011

De acordo com um novo relatório da consultoria Pike Research, que realiza pesquisas sobre o mercado mundial de tecnologia limpa, a capacidade eólica total instalada na América do Norte mais do que duplicará nos próximos seis anos, passando de cerca de 53 mil megawatts em 2011 para quase 126 mil megawatts até 2017.

 

Apesar de ter sofrido uma baixa no ritmo de novas instalações durante a crise financeira de 2008 e 2009, a indústria eólica vem amadurecendo como umatecnologia limpa, capaz de reduzir as emissões de carbono e também impulsionar o crescimento econômico dos países.

“Este ainda será um ano difícil para a energia eólica na América do Norte, mas vemos sinais de recuperação", diz o analista sênior Peter Asmus. "A região está produzindo turbinas mais eficientes, que geram energia a custos mais baixos”. Segundo Asmus, um dos focos da expansão do setor será nos parques eólicos offshore, na costa marítima.

Previsões apontam que cerca de 820 bilhões de dólares serão investidos globalmente em turbinas eólicas onshore e offshore, entre 2011 e 2017. Deste montante, a América do Norte deverá receber 145 bilhões.

Atulamente, os Estados Unidos são o segundo país no mundo que mais produz eletricidadea partir de energia eólica, sendo capaz de abastecer 10 milhões de residências americanas. Essa capacidade entretanto representa apenas 2,3% da geração total de energia no país - participação baixa em comparação a outras nações, como a Dinamarca, por exemplo, que tem 20% de sua eletricidade oriunda da matriz eólica.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 23:22

Outubro 12 2011

A multinacional alemã Saertex vai construir, em Viana do Castelo, uma segunda fábrica para produção de fibra de vidro para aerogeradores eólicos, a sétima no concelho, disse o presidente da Câmara à Agência Lusa.

Segundo José Maria Costa, o contrato para a venda dos 10 mil metros quadrados de terreno no Parque Empresarial de Lanheses foi rubricado esta quarta-feira com o município e levará a um aumento de produção, que implicará um investimento de quatro milhões de euros.

"Nos tempos que correm são excelentes notícias e sobretudo é a confirmação da grande força que tem o 'cluster' eólico que se instalou em Viana do Castelo. Deverá entrar em funcionamento no final de 2012 e já será a sétima", avançou o autarca.


fonte:http://aeiou.visao.pt/

publicado por adm às 22:53

Outubro 10 2011

Nos próximos anos, Estado terá quase três vezes mais parques que atualmente. Novo leilão trará ainda mais projetos

O Ceará detém o maior potencial de geração de energia dos ventos do País, e isso com apenas 17 parques eólicos em operação. Mas até 2016, o litoral e até região serrana do Estado devem transformar-se em um paredão de aerogeradores para a produção de energia limpa. Nos próximos anos, serão construídos por aqui, pelo menos, mais 33 empreendimentos, os quais já foram outorgados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, a quantidades de usinas no território cearense será quase triplicado.

A capacidade de geração de energia elétrica, que atualmente é de cerca de 521MW (mega-watts), ganhará mais 1000 MW com o início da operação dos novos projetos. Alguns deles terão capacidade de produzir sozinhos cerca de 45% do potencial atual. É o caso do parque eólico Maceió, que ficará localizado em Itapipoca, a 130 quilômetros de Fortaleza. A usina terá o poder de gerar 235,8 MW, o suficiente para iluminar uma cidade com mais de 200 mil habitantes. Outro grande empreendimento a chegar ao Ceará será o Eólio-Elétrica São Gonçalo (60 MW), o qual ficará encravado no município de São Gonçalo do Amarante.

Atração garantida

Para Adão Linhares, presidente da Câmara Setorial da Energia Eólica do Ceará, mesmo com a força com que Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte têm entrado na disputa por parques eólicos, nos leilões de energia, o Ceará manterá seu potencial e continuará atraindo projetos. "O potencial de geração eólica no Ceará e no Nordeste, destacando ainda a entrada do interior da Bahia, como a Chapada da Diamantina; continuará sendo o mesmo", garante.

Entretanto, ele alerta que para conseguir novos empreendimentos, não basta apenas ter ventos e um vasto litoral, características inerentes ao Estado. É preciso ainda existir um ambiente de estímulos para que o investidor tenha interesse em vir para cá com o mínimo de riscos possíveis. "Existem gargalos, mas o investidor precisa ver o Ceará como um potencial de menor risco, com menos burocracia. Também depende de o governo demonstrar um posicionamento maior de atratividade do que o existente", opina Adão Linhares.

Estímulos

Para ele, no intuito de chamar a atenção dos investidores, é essencial ainda que o Estado facilite a parte de infraestrutura para a instalação dos parques e indústrias, com o objetivo de formar uma cadeia de produção de equipamentos eólicos, aproveitando a logística do Porto do Pecém. "Também precisa melhorar os acessos na parte viária, para dar conta dos pesados carregamentos", sugere.

A quantidade de empreendimentos a serem construídos deve crescer ainda mais no fim deste ano, quando será realizado mais um leilão de energia. A Empresa de Pesquisa Energética recebeu 377 inscrições, 60 delas de eólicas que podem vir a ser instaladas no Ceará.

Gigante dos ventos

521 mega-watts, aproximadamente, é a capacidade de produção de energia eólica no Ceará atualmente. Este número deve crescer em 1.000 MW até 2015

DIEGO BORGES
REPÓRTER

fonte:http://diariodonordeste.globo.com

publicado por adm às 23:56
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Outubro 09 2011

A Dobreve Energia (Desa) concluiu na última segunda-feira, 3 de outubro, a montagem do primeiro gerador 
do parque eólico Morro dos Ventos, que constrói no Rio Grande do Norte. Os aerogeradores da GE estão 
sendo instalados nos parques eólicos Morro dos Ventos I, III, IV, VI e IX, que a Desa constrói em João 
Câmara (RN) com capacidade de 144 MW. No total, serão montados 91 aerogeradores e para este 
empreendimento, a Desa investe R$ 820 milhões.
A conclusão total das obras está prevista para março de 2012 e a energia a ser produzida já foi integralmente 
contratada no leilão realizado pelo governo em 2009. Com o início da construção, a Desa comemora a 
conclusão da etapa de obras civis e o início da fase de montagem, com antecipação de três meses em relação 
ao cronograma inicial. Segundo o diretor-presidente da Desa, Carlos Augusto Leite Brandão, a chegada 
destes equipamentos no sítio permite iniciar a montagem dos aerogeradores dentro dos prazos estabelecidos. 
As pás são produzidas pela Tecsis

fonte:http://www.cerpch.unifei.edu.br/n

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Outubro 07 2011

 

 

Anel ao redor da área das pás dos geradores acelera o fluxo de ar nas lâminas. Turbinas são organizadas em forma de colmeia

A Universidade de Kyushu, no Japão, desenvolveu uma turbina eólica que promete produzir três vezes mais energia do que as atuais. A nova tecnologia é chamada de lente eólica e alguns protótipos já estão em fase de testes no centro acadêmico.

 

Para que o equipamento tivesse uma produção energética mais eficiente não foi preciso aumentar o tamanho dos geradores. O modelo consiste em um anel e circunscreve a área das pás dos geradores, que têm a função de acelerar o fluxo de ar nas lâminas. Com este processo, o sistema gera de duas a três vezes mais energia do que as turbinas comuns. Toda a estrutura soma 112 metros de diâmetro.

O design do produto foi criado na Exibição Internacional de Energias Renováveis de Yokohama, em 2010. O modelo tem uma plataforma hexagonal, assim as turbinas são organizadas no formato de uma colmeia. Segundo o líder da pesquisa, Yuji Ohya, os geradores têm a vantagem de não causarem tanta poluição sonora como os convencionais.

Outra grande vantagem do produto será reduzir o preço da eletricidade eólica. A estrutura entraria em competição com o carvão e fontes nucleares e os custos da energia alternativa seriam menores, acreditam especialistas.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias cresce o número de alternativas eólicas para a produção energética. O impasse, até então, é a necessidade de uma área muito grande para que toda a eletricidade necessária fosse gerada a partir da nova estrutura de energia eólica. De acordo com especialistas, nos Estados Unidos, por exemplo, seria preciso ter uma área disponível de pelo menos 440 mil km2, equivalente a 25% do estado do Alaska.

fonte:http://exame.abril.com.br/e

publicado por adm às 22:05

Outubro 05 2011

A Alstom acabou de anunciar o lançamento da turbina eólica onshore ECO 122 – 2. MW, que combina uma grande potência com o factor de alta capacidade e que vai aumentar o rendimento energético em regiões com pouco vento, em qualquer parte do mundo.

Com uma velocidade do vento de 7.5 m/s, a turbina assegura um produção do parque eólico até 42%, equivalente a 3.600 horas completas operadas cada ano. O rotor, com um diâmetro de 122 metros e uma área de acção de 11,700 metros quadrados – o maior no segmento de turbinas de 2 MW a 3 MW -, maximiza a recolha de energia e o retorno sobre o investimento para criar novas oportunidades de negócio para clientes de locais com pouco vento.

“Investigação e inovação estão no centro do nosso negócio. Com a ECO 122 e outras turbinas na nossa plataforma ECO 100, lideramos o desenvolvimento da nova geração de alta potência, turbinas de alta eficiência para acrescentar valor aos nossos clientes. Com pás maiores, que capturam mais energia e de forma mais efectiva, assegurando também uma área de acção muito maior do que os mecanismos da actual geração, a ECO 122 definiu um novo padrão para locais de pouco vento em todo o mundo”, explicou Alfonso Faubel, vice-presidente da Alstom para a área eólica.

Assim, a Eco 122 garante uma produção no parque eólico 25% superior quando comparada com as actuais turbinas 1.5 – 2. MW, sendo de realçar que exige um menor número de turbinas instaladas para alcançar este rendimento. Um exemplo: num local com pouco vento, seis turbinas da geração actual 1.5 – 2 MW produzem cerca de 40 GWh/ano, enquanto apenas cinco turbinas ECO 122 asseguram mais de 50 GWh/ano.

Este aumento de rendimento também representa significativas poupanças de capital. Um parque eólico com a ECO 122 pode reduzir os custos do mesmo em cerca de 10-15% quando comparado com um parque com equipamento corrente 1.5 – 2 MW, graças a menos instalações, plataformas, estradas e cablagem.

A primeira ECO 122 vai ser instalada em meados de 2012 com as primeiras entregas comerciais previstas para o início de 2013.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:42

Outubro 04 2011

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 297,4 milhões para instalação de cinco parques eólicos no interior da Bahia.

As unidades fazem parte do complexo de 14 centrais eólicas vencedoras do 2º Leilão de Energia de Reserva, em 2009, controladas pela Renova Energia, e nove já haviam obtido financiamento do BNDES em 2010. 

As novas usinas, instaladas nos municípios de Igaporã e Guanambi, terão potência total de 98,8 megawatt (MW).

O apoio do BNDES responderá por 70% do valor total do projeto, de R$ 423,3 milhões, e contribuirá para a criação de 1.468 empregos, diretos e indiretos, durante a fase de construção e operação do empreendimento.

Ao todo, o Grupo Renova está realizando investimentos que levarão à instalação de um total de 294,4 MW, com entrada em operação programada para julho de 2012 naquela região da Bahia.

Os investimentos em energia eólica têm sido crescentes nos últimos anos. Considerando-se os cinco novos parques baianos, o BNDES já aprovou projetos para 70 parques eólicos, no valor de R$ 4,5 bilhões e capacidade instalada de 1,5 mil MW.

fonte:http://www.brasileconomico.com.br/

publicado por adm às 22:41
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