Energia Eolica

Novembro 09 2011

Três grandes fabricantes chinesas de aerogeradores estão estudando "seriamente" a vinda para o Brasil, informou a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) nesta quarta-feira.

Representantes da entidade estiveram na China para um evento do setor e se encontraram com executivos das empresas.

A companhia que estaria em estágio mais adiantado para instalação de fábrica no Brasil é a Sinovel Wind Group, que já tem escritório no país e encomendas, segundo o vice-presidente da Abeeólica, Lauro Fiuza Junior.

Outra empresa seria a China Guodian United Power Technology, que avalia dois Estados brasileiros para erguer as instalações, de acordo com a Abeeólica.

Ainda, a Goldwind Science and Technology também teria declarado planos de vir para o país.

Em coletiva de imprensa, a Abeeólica ainda informou que a Envison Energy e a Sany Electric também mostraram-se interessadas no mercado brasileiro de energia eólica, em evento em que empresários do setor, de diversos países, discutiram sobre o tema.

Atualmente existem cerca de 100 indústrias dedicadas à fabricação de aerogeradores na China que, segundo a Abeeólica, estão em processo de consolidação.

Mesmo com a crescente demanda de energia eólica na China, que tem hoje cerca de 52 gigawatts (GW) de capacidade instalada, as fabricantes estão em busca de outros mercados, informou a Abeeólica.

"Para disputar o mercado mundial, hoje, eles têm que competir com tecnologia e qualidade", disse Fiuza a jornalistas.

O presidente da Abeeólica, Ricardo Simões, acrescentou que os chineses estão obtendo ganhos de escala e melhorando a qualidade dos equipamentos.

"Esse hiato de qualidade e confiabilidade, em dois ou três anos será superado", disse.

A presidente-executiva da Abeeólica, Élbia Melo, informou ainda que durante a viagem à China ficou claro que a vinda de empresas chinesas para o Brasil não significará disponibilidade de financiamento chinês para o setor eólico, como se cogitou.

"O risco cambial de repatriar o dinheiro é muito alto", disse.

fonte:http://br.reuters.com/

publicado por adm às 22:25
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Novembro 09 2011

O director do Gabinete de Inspecção do Ministério da Energia e Águas, Diógenes Orsini Diogo, informou hoje, em Moscovo, Federação da Rússia, ser objectivo do Executivo garantir a produção de mil e dez megawatts (1.010 MW) até 2012, no âmbito das suas prioridades de acção.

 

 

 

O responsável, que dissertava no Fórum Económico “Angola no século XXI: uma economia em crescimento”, referiu que a meta consta da estratégia do pelouro para o qual trabalha, de reforço da potência instalada e a capacidade de produção de energia eléctrica, com vista a aumentar a taxa de electrificação em todo o país.

 

 

 

Acrescentou que no mesmo quadro das prioridades, o Ministério da Energia e Águas pretende concluir e lançar projectos chaves, assim como concretizar respectivas modalidades de financiamento, com realce para a reabilitação da Central de Cambambe e Alteamento da Barragem e a construção da segunda central.

 

 

 

De igual modo, prosseguiu, está em carteira a construção do Aproveitamento Hidroeléctrico de Laúca (no Médio Kwanza), da Central de Ciclo Combinado do Soyo e do A. H. Jamba Ya Oma (no rio Cunene), bem como a promoção da implementação do programa de mini-hídricas e o aproveitamento de outras fontes renováveis de energia (eólica, solar), contando com o sector privado.

 

 

Diógenes Orsini Diogo informou ainda, enquanto abordava no evento o tema “Energia e Águas: Desafio do Futuro”, que o Executivo perspectiva também reforçar e expandir a rede de transporte, ampliando a linha de transporte da região de Luanda e Bengo, para eliminar estrangulamentos e fornecer energia às novas centralidades.

 

 

Informou que o governo pretende também, segundo o interveniente, lançar os projectos de construção das novas linhas de transporte associadas às novas centrais, assim como definir as grandes linhas do novo modelo regulatório, incluindo uma nova política tarifária, com vista a criar condições para garantir a auto-sustentabilidade do sector eléctrico.

 

 

Para melhorar as redes de distribuição e aumentar o acesso e a qualidade de serviço na distribuição, Diógenes Orsini Diogo salientou que o governo prevê ampliar a rede de distribuição de Luanda, lançando projectos chave, para eliminar estrangulamentos, melhorar o serviço e ampliar a cobertura territorial.

 

 

 

Neste contexto, alongou-se o representante da Energia e Água ao certame, tenciona-se a construção de novas subestações com previsões de capacidade de 60/15 kV e o reforço/expansão das redes de média e baixa tensão.

 

 

Sublinhou, na ocasião que a taxa actual de electrificação está estimada em cerca de 33 porcento, para uma população que ronda entre 18 e 20 milhões de habitantes, na maior parte fornecida em áreas urbanas. Quanto à política tarifária, referiu: “A tarifa é fixada e não é suficiente para cobrir os custos de produção”.

 

 

Num breve diagnóstico, afirmou que no domínio das suas infra-estruturas, o sector eléctrico está sub-dimensionado, face à procura, estimando-se que apenas 50 a 60 porcento da procura seja satisfeita pela rede eléctrica, situação que se evidencia, entre outros aspectos, na elevada ineficiência operacional dos activos existentes.

fonte:http://www.portalangop.co.ao/

publicado por adm às 22:22

Novembro 08 2011

 

A Eco Whisper Turbine foi concebida e fabricada na Austrália. A turbina fornece mais energia, a partir da velocidade de vento, do que as turbinas convencionais. A produção energética anual chega a ser até 30% maior do que os modelos tradicionais. O desempenho varia de um local para outro.

 

Além do melhor desempenho, esta turbina elimina o ruído e a vibração das tradicionais turbinas eólicas de três lâminas e está revolucionando o mercado das pequenas turbinas eólicas com o seu design exclusivo e apelo estético conquistando o interesse do Governo australiano, que a nomeou como uma das melhores tecnologias limpas para um concurso de ideias inovadoras.

A Eco Whisper Turbine foi projetada para compensar exigências de energia de médio e grande porte. Seu uso é adequado para instalações industriais, comerciais e de produção. Em áreas agrícolas, com um foco particular em comunidades remotas e em substituição ao diesel, ela também é uma boa opção.

 

Com esta tecnologia não existem perdas e a coleta de vento é feita de forma mais eficiente. A turbina converte e gera mais energia e possui baixa velocidade de arranque em comparação às outras. Tudo isto é conseguido ao mesmo tempo em que a turbina tem a metade da altura e diâmetro do disco, em comparação às turbinas comuns.

Em vez das três habituais pás gigantes, ela possui 30 lâminas, com 6,5 m de diâmetro, estendendo para fora a partir de um eixo central com aproximadamente 21m de altura. A turbina pode suportar ventos de até 220km/h e dependendo da quantidade de vento onde estará instalada, com velocidades de vento acima da média de 5m/s (18km/hr) pode gerar entre 18 mil kWh a 32 mil kWh por ano. Sua sólida estrutura maximiza a visibilidade para as aves.

A Eco Whisper Turbine é uma subsidiária integral da Renewable Energy Solutions Australia Holdings Ltd. (RESA) - um desenvolvedor, fabricante, instalador e operador de soluções de energia renovável. Membro do Conselho de Energia Limpa a empresa é reconhecida por seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, qualidade e inovação.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 00:04

Novembro 06 2011

A Enercon vai lançar na terça-feira a primeira pedra da instalação de um aerogerador próprio nas fábricas da multinacional alemã na cidade de Viana do Castelo, representando um investimento de cinco milhões de euros.

Trata-se de um aerogerador de 2 MegaWatts (MW) de potência e cuja implementação deverá estar terminada em abril de 2012, admitiu à Agência Lusa o administrar da Enercon em Portugal.

Segundo Francisco Laranjeira, este aerogerador será ligado à Rede Eléctrica Nacional e servirá também para 'testes' do modelo totalmente produzido em Viana do Castelo.

O lançamento da obra acontece na terça-feira, pelas 16:00, e deverá contar com a presença do secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques.

O aerogerador será instalado no complexo fabril da Enercon no Parque Empresarial da Praia Norte, no litoral da cidade de Viana do Castelo.

'Será uma turbina emblemática para Viana do Castelo, um sinal de modernidade da região', sublinhou Francisco Laranjeira.

O lançamento deste investimento acontece durante o 'Enercon Fórum', iniciativa que reúne, até quarta-feira, especialistas e clientes do grupo, entre cerca de 200 convidados oriundos de todo o mundo e que pela segunda vez se realiza em Portugal.

Atualmente, a Enercon é já o maior empregador do distrito de Viana do Castelo, tendo criado desde 2006 mais de 1.400 postos de trabalho através da instalação, na cidade e no Parque Empresarial de Lanheses, de cinco fábricas onde são integralmente produzidos todos os componentes eólicos.

Desde julho que a empresa está a incrementar a exportação de componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local, existindo a expetativa de aumentar esse volume depois de realizadas dragagens na entrada da foz do rio Lima para aumentar a competitividade da operação.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 23:30

Novembro 02 2011

A Petrobras informa que as usinas Potiguar, Cabugi, Juriti e Mangue Seco, que compõem o Parque Eólico de Mangue Seco, já estão operando comercialmente no Rio Grande do Norte. Com investimento de R$ 424 milhões, o primeiro Parque Eólico da Petrobras entrou em operação comercial oito meses antes do compromisso assumido com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Os contratos de venda de energia para as usinas foram ofertados no primeiro leilão de energia eólica, realizado em dezembro de 2009 e são válidos por 20 anos. O certame de 2009 previa que a energia gerada pelas usinas seria disponibilizada para o Sistema Interligado Nacional em 1º de julho de 2012, mas a Petrobras antecipou o cronograma e todo o parque eólico está em  operação comercial  desde hoje (1º de novembro), com a entrada em operação da última usina, a Juriti. 

A usina de Potiguar está em operação comercial desde 26 de agosto de 2011 e as usinas de Cabuji e Mangue Seco, desde 24 de setembro de 2011 e 6 de outubro de 2011, respectivamente.Localizadas no entorno da Refinaria Potiguar Clara Camarão, às margens da Rodovia RN 221, em Guamaré, as usinas são constituídas por 52 aerogeradores de 2 megawatts (MW) cada. Estas características fazem com que o Parque Eólico de Mangue Seco possua a maior capacidade instalada no país com este tipo de aerogerador (104 MW), suficientes para suprir energia elétrica a uma população de 350.000 habitantes.Cada aerogerador, com um peso de cerca de 300 toneladas, é composto por uma torre de concreto e aço de 108 metros de altura e um conjunto de três pás de fibra de vidro, com 42 metros de comprimento. 

O sistema de transmissão de cada unidade é constituído de uma rede de distribuição interna de 34,5 quilovolts (kV), uma subestação elevadora de 34,5/138 kV e de uma linha de transmissão de 138 kV.A usina Cabugi foi construída em parceria com a Eletrobrás; a usina Mangue Seco, em parceria com a Alubar Energia; e as usinas Potiguar e Juriti, em parceria com a Wobben WindPower.

fonte:_http://www.jb.com.br/e

publicado por adm às 23:38
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Novembro 01 2011

Valor Online

Nos leilões de agosto, os projetos de eólica alcançaram os preços médios mais baixos, em relação às demais fontes de energia

Preços mais competitivos, tratamento diferenciado à indústria e corrida dos fabricantes internacionais para se instalarem no país em busca da lucratividade perdida devido à crise nos EUA e Europa transformaram a fonte eólica na menina dos olhos dos investidores do setor energético. Nos leilões realizados em agosto, os projetos de eólica alcançaram os preços médios mais baixos, em relação às demais fontes de energia.


Foram contratados 78 projetos, com 832 MW. Considerando os leilões desde 2009, a capacidade de geração de energia contratada atingirá cerca de 7 MW até 2014, com investimentos de R$ 30 bilhões. "Vamos contratar pelo menos 2 MW por ano", diz Renato Amaral, membro do conselho de administração e diretor de operações da Renova Energia, a principal companhia brasileira no segmento, com participação de 11% no bolo dos empreendimentos em execução.

Segundo Amaral, a Renova Energia investiu nos projetos de energia eólica R$ 562 milhões entre 2009 e 2011, e os planos preveem novas ações. A ideia é construir um parque gerador de energia eólica de 1,11 mil MW até 2016. Para isso, a empresa investirá R$ 3,8 bilhões.

Os recursos serão provenientes de capital próprio e empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "O cenário é mais do que propício aos investimentos", avalia Cláudio Semprine, assistente da diretoria de engenharia de Furnas, que constrói plantas eólicas com a JMalucelli e a Eletronorte.

A companhia investiu cerca de R$ 1 bilhão desde 2009 para construir sete empreendimentos no Nordeste, com 487,6 MW de potência instalada. O grupo espanhol Iberdrola Renováveis, que atua em parceria com aNeoenergia, também tem planos de chegar a 1.000 MW em parques eólicos em cinco anos.

"Os preços baixaram em função de uma sobre-oferta de aerogeradores. A redução foi potencializada pela entradas de novos fabricantes ", diz Laura Porto, diretora de novos negócios. Sobra espaço para o crescimento de fornecedores brasileiros de equipamentos, como a ABB, que atua no fornecimento de subestações de rede.

A empresa fechou contrato com a Galvão Energia, de US$ 14 milhões. "A ABB também se prepara para investir em infraestrutura para outras áreas de energia", diz Manfred Hattenberger, gerente geral de energia eólica da filial brasileira.

fonte:http://www.noticiasrss.com.br/

publicado por adm às 10:50
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