Energia Eolica

Janeiro 14 2012

O contrato que a CPFL Energia (CPFE3) realizou com a espanhola Cobra Instalaciones y Servicios para compra de quatro parques eólicos foi considerado bastante positivo para os novos projetos da companhia, avalia o Itaú BBA. Localizadas no município de Palmares do Sul, no Rio Grande do Sul, as unidades têm, em conjunto, potência instalada de 120 MW (sendo 30 MW cada) e garantia física de 57,2 MW médios.

"A aquisição reforça nossa confiança no histórico de investimento da companhia, que é baseada em sua alta qualidade de gestão e das práticas de comunicação de referência para com o mercado", afirmam os analistas Marcos Severine, Mariana Coelho e André Rezende. Apesar da companhia não ter divulgado o preço de aquisição dos parques, os analistas acreditam que a TIR (Taxa Interna de Retorno) do projeto é bastante atrativa, de 14,2%, assumindo um capex de R$ 3,6 milhões/MW. 

IPO da CPFL Renováveis será positivo
"Considerando que o segmento de energia eólica ainda é pouco desenvolvido no Brasil, nós vemos a CPFL Renováveis como uma das líderes dessa consolidação", afirmam Severine, Rezende e Mariana. Segundo os analistas, há espaço para a empresa alcançar potência instalada de 2 GW através de aquisições até junho, quando a companhia estará pronta para a IPO (Initial Public Offering).

De acordo com os analistas do Itaú BBA, a IPO da CPFL Renováveis será um importante catalisador para as ações da CPFL Energia. "Para nós, o IPO será significativo para os acionistas posicionados em CPFE3, levando a uma avaliação mais precisa da CPFL Renováveis para os papéis da companhia", afirmam. 

Top Picks da corretora
O Itaú BBA segue com recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) para as ações da CPFL Energia, considerando-a uma das top picks do setor. Os analistas possuem preço-alvo de R$ 29,00 para dezembro de 2012 por ativo - o que configura um preço-alvo de 14,40% em relação ao fechamento de quinta-feira (12).

De acordo com Severine, Mariana e Rezende, a presença da CPFL entre as top picks é devido à confiança de que a companhia seja capaz de apresentar um forte crescimento no setor de energia renovável, tanto nos projetos greenfield quanto através das aquisições brownfield (em construção). 

fonte:http://noticias.bol.uol.com.br/e

publicado por adm às 22:21
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Janeiro 05 2012

O Governo vai reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

O Governo decidiu hoje congelar a atribuição de novas licenças para a instalação de parques eólicos, uma decisão que decorre da política do Governo de reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

O comunicado do Conselho de Ministros refere que "o Governo decidiu suspender, com efeitos imediatos, a atribuição de potências de injecção na Rede Elétrica de Serviço Público", prevendo ainda regulamentar as situações de excepção em "casos de relevante interesse público".

Esta decisão suspende a atribuição de pedidos de informação prévia, a primeira fase do processo para a atribuição de potência para a produção de energia elétrica a partir de energias renováveis ou de resíduos industriais, agrícolas ou urbanos, com exceção da energia hídrica, bem como em instalações de cogeração.

No entanto, fonte do ministério da Economia explicou à Lusa que os processos em curso não serão afectados. "Esta decisão decorre das orientações de política energética previstas no Programa do Governo e que apontam para a necessidade de ponderar e reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial", explica ainda o Governo no comunicado.

O Governo comprometeu-se na segunda revisão do memorando de entendimento com a 'troika' a analisar a eficiência dos regimes de apoio aos produtores de energia em regime especial até ao final do mês de janeiro, um mês após a data definida em setembro na primeira revisão do acordo. Na segunda revisão do memorando de entendimento, os prazos para a análise da eficácia dos regimes de apoio à cogeração e possíveis reduções na tarifa, uma redução implícita da subvenção, também foram prolongados até ao final deste mês, face ao final de 2011, anteriormente previsto.

Agora, no início do ano, o Governo tem ainda que rever o apoio aos produtores em regime especial, que inclui a energia eólica, cogeração, biomassa e microgeração, analisando a eficiência dos subsídios.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 23:20

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