Energia Eolica

Fevereiro 29 2012

Turbinas que flutuam em alto mar ou, agarradas a navios e barcos, voam como um papagaio de papel, são o futuro da energia eólica. A tecnologia está a evoluir rapidamente e os investigadores já chegaram a um consenso: os sistemas eólicos que captam ventos em grande altitude são tão potentes que podem gerar energia para toda uma civilização.

Na verdade, as turbinas que flutuam em alto mar não são propriamente uma novidade recente – já falámos delas, no Green Savers, em Fevereiro de 2011. O principal projecto mundial desta tecnologia é oHywind, uma turbina com 65 metros de altura, que flutua actualmente a 10 quilómetros do sudoeste da Noruega, no Mar do Norte.

Com uma profundidade de 200 metros, esta zona proíbe a colocação de turbinas no fundo do mar ou em torres submersíveis. A solução? Um gigantesco cilindro flutuante, mantido em posição vertical com um lastro e amarrado ao fundo do mar por uma atracação de três pontos (ver vídeo).

Colocada em 2010, a turbina já gerou 15MWh de energia, tendo sobrevivido, até agora, ao bater das ondas e força dos ventos. Se continuar a fazê-lo, abre todo um novo mercado para as plataformas de energia eólica offshore, que estão em rápido crescimento e asseguram ventos de maior velocidade.

Outra das tecnologias eólicas ainda em experimentação são os chamados sistemas aerotransportados. Ainda que estejam numa fase inicial, estes sistemas poderão, caso sejam bem sucedidos, captar ventos mais fortes e, assim, armazenar suficiente energia para electrificar toda uma civilização, como contou o cientista climático Ken Caldeira, da Universidade de Stanford, ao The Guardian.

A empresa alemã SkySails partiu da experiência adquirida em desenvolver uma espécie de papagaio de papel gigantesco para os navios de carga – ou até para iates, como pode ver na foto que ilustra este artigo -, para conceber sistemas de energia eólica offshore, que geram electricidade à medida que este parapente puxa o cabo de um tambor. Este sistema repete-se várias vezes durante uma viagem, podendo armazenar uma grande quantidade de energia.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 23:13

Fevereiro 27 2012

Objetivo da State Grid é adquirir participação de 80% na unidade de produção de energia eólica da AES, com capacidade de 1.100 megawatts

A energética chinesa State Grid, que comprou 25 por cento da portuguesa REN, quer adquirir uma participação de controlo do negócio eólico da empresa norte-americana de energia AES, diz esta segunda-feira a agência noticiosa Reuters.

A agência, que cita três fontes anónimas ligadas ao negócio, diz que ainda não se sabe quanto é que a State Grid ofereceu pela participação na AES, nem como é que a empresa chinesa quer estruturar o negócio depois de uma eventual compra, referindo apenas que, de acordo com analistas, os ativos eólicos da empresa americana valem cerca de 1,65 mil milhões de dólares (1,23 mil milhões de euros).

O objetivo da State Grid é adquirir uma participação de 80% na unidade de produção de energia eólica da AES, com uma capacidade de 1.100 megawatts, no que seria a estreia da empresa chinesa no mercado norte-americano.

O presidente da State Grid, Liu Zhenya, fez parte da comitiva do vice-presidente chinês Xi Jinping na visita deste responsável aos Estados Unidos, em fevereiro.

Duas das fontes disseram à Reuters que a empresa chinesa e a norte-americana assinaram um acordo durante a visita, mas uma terceira afirmou que o acordo está ainda em negociação.

As empresas estatais chinesas do setor da energia têm vindo a expandir-se, nos últimos anos, aproveitando os ativos que têm entrado no mercado internacional.

Em janeiro de 2009, um consórcio que a State Grid liderou ganhou o concurso para operar, por 25 anos, a rede energética das Filipinas. Em dezembro de 2010 a empresa entrou no mercado brasileiro comprando, por cerca de mil milhões de dólares, sete empresas no Brasil.

Já este mês, a State Grid pagou 287 milhões de euros por 25% do capital da portuguesa REN.

Desde que, em 2005, os Estados Unidos bloquearam a aquisição da petrolífera Unocal pela chinesa CNOOC, poucas empresas chinesas tentaram comprar ativos energéticos convencionais nos Estados Unidos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 22:19
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Fevereiro 21 2012

Com o anúncio do parque eólico offshore de Guandong - de capacidade de 198MW - para ser integrado à rede em 2014, a China começa a implantar o plano de alcançar 100GW de eólicas até 2015. Embora no seu plano quinquenal tenha sido a implantação de usinas eólicas onshore, a iniciativa mostra a disposição do principal fabricante mundial de aerogeradores de não perder a corrida tecnológica em busca dos ventos do oceano. Guandong está entre as três áreas mais propícias para eólica offshore, com potencial estimado de 75GW em águas de profundidade entre 30 e 50 metros. O plano regional da provincia prevê para 2015 1GW de eólica no mar.

fonte:http://paginasustentavel.com.br/

publicado por adm às 18:27
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Fevereiro 21 2012

A Xinjiang Goldwind Science & Technology Co. Ltd, empresa líder do setor chinês de aerogeradores, começou a desenvolver um parque eólico de 70 megawatts (mw) no Chile, anunciou hoje a companhia em Beijing.

  De acordo com um contrato assinado com a Mainstream Renewable Power, as duas empresas criarão uma joint venture para construir a primeira fase da Ckani Wind Farm na região de Antofagasta, norte do Chile.

  Segundo os termos do contrato, a Goldwind Chicago, subsidiária da Goldwind, fornecerá 47 geradores eólicos de GW87/1,5MW.

  O campo conta com uma capacidade potencial total de 240 mw e está sendo explorado pela Mainstream desde 2009. Ele será conectado ao Sistema Elétrico SING. A construção da primeira fase de 70-mw deve ser iniciada antes do final de 2012.

  O chefe executivo da Mainstream, Eddie O'Connor, descreveu o campo no Chile como um "projeto empolgante" da Goldwind.

  Nos últimos anos, os fabricantes chineses de aerogeradores voltaram-se para o mercado mundial devido ao excedente na capacidade de produção doméstica.

  Com mais de 80 fabricantes, a China pode ser capaz de produzir 35 gigawatts (gw) de geradores eólicos por ano se as capacidades de produção planejadas entrarem em operação. No entanto, nos próximos cinco anos, o mercado doméstico chinês poderá consumir apenas 15 gw de aerogeradores por ano dentro das metas de desenvolvimento renovável, revelou a Associação de Energia Eólica da China (CWEA, na sigla em inglês).

fonte:http://portuguese.cri.cn

publicado por adm às 18:26
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Fevereiro 13 2012

O Brasil apresentou a maior taxa de crescimento na produção de energia eólica em 2011 – 63% – de acordo com dados do GWEC (Conselho Global de Energia Eólica), publicados na semana passada. Com este registo, o Brasil entra no top 20 dos maiores produtores de energia eólica do mundo, uma lista que continua a ser liderada pela China, com um total de 62 mil MW em parques eólicos – e um crescimento de 47% em 2011.

De acordo com a GWEC, a produção de energia eólica continua a subir globalmente a um bom ritmo, apesar da crise económica. A grande diferença é que o crescimento, antes puxado pela França, é agora conduzido sobretudo pelos países emergentes da Ásia e América Latina.

Para além da China, o Brasil subiu dos 927 MW para os 1.509 MW em 2011, praticamente metade da energia eólica instalada da América Latina.

Segundo o estudo, o sector da energia eólica instalou 41 mil MW de energia limpa e confiável em 2011, elevando a capacidade total instalada globalmente para os 238 mil MW – um aumento de 21%. A energia eólica representa 6% do mercado global de energia, sendo que há hoje 80 países com instalações de eólicas – e 22% destes já passaram dos 1 GW.

“Apesar do estado actual da economia global, a energia eólica continua a ser a tecnologia de geração de energia renovável mais escolhida”, explicou Steve Sawyer, secretário geral da GWEC. “2011 foi um ano difícil, e 2012 não será diferente, mas as bases do setor permanecerão sólidas em longo prazo. Há dois anos seguidos que a maioria das novas instalações estão a ser feitas fora do OCDE – e os novos mercados na América Latina, África e Ásia estão a impulsionar o crescimento do sector.”

Para além de China e Brasil, destaque ainda para a Índia. No BRIC, as  instalações de 2011 elevaram a capacidade total do país para um pouco mais de 16 mil MW. “A Índia alcançou outro marco acrescentando mais de 3 mil MW de energia eólica instalados em 2011. Este número possivelmente chegará a 5 mil MW por ano até 2015”, disse Sawyer.

No Brasil, este crescimento deve-se, principalmente, ao Proinfa, programa federal de incentivo às fontes renováveis de energia, que se iniciou em 2004 e finalmente cumpriu sua meta de instalação de parques eólicos. No entanto, o grande boom de eólica ainda está por vir; entre 2009 e 2011, o custo da geração eólica no Brasil caiu vertiginosamente – hoje é o mais baixo no mundo – e leilões contrataram mais de 7 mil MW da fonte, o que deve posicionar o país entre os dez maiores geradores até 2015.

Leia o relatório na íntegra (em inglês).

Portugal continua no top 10: é o décimo maior produtor de energia eólica, com 4.083 MW e 1,7% de quota de mercado global.

Veja o ranking (top 10).

China: 62 MW – 26,3%

Estados Unidos: 46 MW – 18,7%

Alemanha: 29 MW – 12,2%

Espanha: 21 MW – 9,1%

Índia: 16 MW – 6,7%

França: 6,8 MW – 2,9%

Itália: 6,7 MW – 2,8%

Reino Unido: 6,5 – 2,7%

Canadá: 5,2 MW – 2,2%

Portugal: 4 MW – 1,7%

Resto do Mundo: 32 MW – 13,6%

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:25

Fevereiro 11 2012

O Brasil ultrapassou um total instalado até 2011 de 1 GW eólico, além de contar com uma carteira de novos projetos já contratados de mais de 7 mil MW para serem entregues até 2016, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). O país liderou o crescimento da América Latina e atingiu um aumento de 50% no último ano em relação a 2010, com um acréscimo de 587 MW novos atingindo um total instalado de mais de 1,5 mil MW. As novas instalações na América Latina, no último ano, totalizaram mais de 1,2 mil MW.

Segundo as estatísticas anuais de mercado do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês), o setor instalou mais de 41 mil MW eólicos em 2011, elevando a capacidade total instalada para mais de 238 mil MW. Essa capacidade representou aumento de 21% em megawatts instalados e de 6% em termos de market share. A potência instalada está distribuída por mais de 80 países, sendo 22 com capacidade maior que 1 GW.

Segundo o secretário geral da GWEC, Steve Sawyer, o ano de 2011 foi difícil e 2012 não será diferente, porém as bases do setor continuarão sólidas em longo prazo. “Vislumbramos a abertura de novos mercados na África, Ásia e América Latina em 2012 e esperamos ver alguns dos novos mercados na América Latina, além do Brasil, aproximar-se da massa crítica. Mas, sinceramente, será difícil manter o potencial de crescimento do setor sem um preço unificado do carbono e outras medidas que justifiquem os custos reais da geração convencional de energia elétrica para a sociedade”, completou.

fonte:http://www.energiahoje.com/o

publicado por adm às 23:07
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