Energia Eolica

Setembro 29 2012

Quase metade das usinas licitadas no primeiro leilão de energia eólica do Brasil está pronta sem poder gerar um único megawatt (MW) de eletricidade. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que 32 dos 71 parques eólicos leiloados em 2009 estão parados por causa da falta de linhas de transmissão. "Houve um descasamento entre a entrega das usinas e do sistema de transmissão", afirmou o diretor da agência reguladora, Romeu Rufino.

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), estatal do Grupo Eletrobrás, venceu o leilão das linhas de transmissão, mas não concluiu nenhum projeto - em alguns casos, nem iniciou as obras. Pelas regras do contrato, o sistema de transmissão teria de ser concluído na mesma data dos parques eólicos para permitir o início dos testes. Mas, na melhor das hipóteses, a conexão com as usinas apenas se dará em julho do ano que vem.

Consequentemente, as obras do sistema de transmissão dos parques licitados em 2010 também ficarão comprometidas. No mercado, algumas empresas foram informadas de que os cronogramas de empreendimentos marcados para setembro de 2013 foram estendidos para janeiro de 2015.

Rufino afirmou que a Aneel tem discutido constantemente com a estatal para tentar resolver o problema e diminuir os impactos para o consumidor.

Segundo ele, não está descartada a possibilidade de fazer uma instalação provisória enquanto a definitiva não é concluída. Apesar de não poderem produzir energia, as geradoras terão direito de receber a receita fixa prevista nos contratos de concessão. Pelos cálculos da Aneel, as 32 usinas têm receitas de R$ 370 milhões a receber.

fonte:http://estadao.br.msn.com/

publicado por adm às 23:55
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Setembro 27 2012
Turbinas eólicas verticais são melhores para o mar
As turbinas verticais têm várias vantagens em relação às turbinas eólicas tradicionais para a geração de energia no mar.[Imagem: Josh Paquette/Matt Baron]

Custos eólicos

Gerar energia dos ventos nas áreas costeiras, ou mesmo bem longe do litoral, é promissor por pelo menos dois motivos importantes.

Em primeiro lugar, elimina-se um dos maiores elementos do custo de implantação de uma fazenda eólica, que é o custo da terra. Além disso, os ventos marinhos são mais estáveis e constantes do que na maioria das regiões terrestres.

Mas há também inconvenientes, como os maiores custos de instalação e manutenção dos equipamentos.

A saída para evitar esses sobrecustos, e ainda utilizar equipamentos mais baratos, pode estar nas turbinas de vento de eixo vertical, segundo um estudo que comparou as vantagens técnicas e econômicas do uso de cada um dos tipos de turbina.

Turbinas eólicas de eixo vertical

"As turbinas eólicas de eixo vertical são elegantes em termos de sua simplicidade mecânica," explica Josh Paquette, dos Laboratórios Sandia, nos Estados Unidos, coautor do estudo.

"Elas têm menos partes móveis porque não precisam de um sistema de controle para apontá-las na direção do vento para que gerem energia," acrescenta o pesquisador.

Além da maior simplicidade mecânica, as turbinas eólicas verticais têm duas outras vantagens que podem ajudar a reduzir o custo da energia: um centro de gravidade mais baixo e maior escalabilidade, permitindo a construção de turbinas maiores.

Um centro de gravidade mais baixo significa que elas flutuam de forma mais estável, dispensando a fixação no leito marinho, o que tem o benefício adicional de um menor impacto ambiental.

Além disso, o gerador propriamente dito fica à flor-d'água, facilitando sua manutenção.

Custo das pás

Segundo os pesquisadores, as pás para as turbinas verticais serão mais caras de fabricar do que as pás das turbinas tradicionais quando se alcançarem dimensões acima dos 300 metros.

Mas, conforme os aerogeradores e suas fundações ficam maiores - na escala dos 10 a 20 MW - turbinas e rotores se tornam uma parte pequena do custo total do sistema, de forma que os outros benefícios da arquitetura vertical mais do que compensam o custo mais elevado dos rotores.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

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Setembro 23 2012

A Siemens revelou três designs para lâminas aerodinâmicas de turbinas eólicas, todos eles baseados na biologia dos dinossauros. A primeira lâmina, chamad DinoTails, aumenta a elevação e impulso da turbina, de forma silenciosa.

Quando o ar que flui a partir de cima, e o ar que chega por baixo da aresta superior de uma pá de turbina se encontram, criam turbulência, que pode arrastar e torná-lo ruidoso. A DinoTails quebra esse fluxo, reduzindo a turbulência”, explica a New Scientist.

A equipa de I&D da multinacional alemã criou também um dispositivo de neve em forma de pá, a DinoShells. Este design estende a lâmina para baixo, a um ponto em que se junta ao eixo principal, fazendo a turbina mais eficiente.

Ao último design foi dado o nome de Vortex Generator (sim, o nome não está relacionado com dinossauros). Este design possui pequenas barbatanas que forçam o ar para permanecer em contacto com a parte superior da lâmina durante mais tempo, o que aumenta a elevação.

Segundo a Siemens, estas três lâminas vão aumentar a eficiência das turbinas em 1,5%. No parque eólico de Altamont Pass, na Califórnia, esta percentagem é suficiente para suprir as necessidades energéticas de mais 2.500 casas.

fonte:http://greensavers.sapo.pt/2

publicado por adm às 22:55

Setembro 23 2012

A geração de energia no Brasil crescerá 29% até 2016 e a maior expansão acontecerá na área eólica, o que abre possibilidades especialmente para empresas espanholas e portuguesas, concordaram fontes do setor reunidas nesta quinta-feira em um almoço no Rio de Janeiro.

A principal fonte da matriz energética brasileira é a hídrica, que tem 78,7% da potência instalada no país, participação que se reduzirá até 71,2% em 2016 por diversos fatores, desde econômicos até ambientais, explicou o presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, em um almoço com empresários espanhóis.

As outras fontes de energia, como nuclear, gás, carvão, biomassa, óleo diesel e eólica aumentarão sua participação na matriz energética nos próximos quatro anos, mas será esta última a que mais crescerá, disse Chipp no encontro organizado pela Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil.

Projeções do ONS mostram que as eólicas, que gerarão neste ano 1,1% da energia produzida no Brasil, aumentarão essa cota para 5,6% em apenas quatro anos, o que representa um salto de 509%.

Segundo Chipp, se a economia brasileira crescer a uma média anual de 4,6% até 2016, será necessário aperfeiçoar o sistema de leilões de energia e a integração das eólicas para garantir a provisão ao país.

Nesse sentido, destacou que Espanha e Portugal estão entre os países mais avançados em geração eólica em nível mundial, o que pode abrir portas a empresas desses países.

''Espanha e Portugal têm uma competência muito grande neste aspecto, têm tudo o que precisamos para fazer uma boa integração (energética)'', comentou Chipp no almoço, do qual participaram representantes de empresas como Gas Natural, Endesa, Repsol, Iberdrola, Abengoa e Isolux, entre outras.

fonte:http://exame.abril.com.br/


publicado por adm às 00:31
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Setembro 23 2012

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promoverá, em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), uma reunião com investidores estrangeiros do setor de geração a partir dos ventos. O encontro acontece durante a Husum Wind Energy, na Alemanha - uma das principais feiras de negócios do segmento no mundo, que começou nesta terça (18) e vai até 20 de setembro.

A missão brasileira apresentará no evento o seminário "Oportunidades no Setor Brasileiro de Energia Eólica", que será aberto pelo vice-presidente de Relações Internacionais da Abeeólica, Lauro Fiúza Junior, e pelo CEO do Conselho Global de Energia (GWEC), Dr. Klaus Rave, abordando o tema “Por que o Brasil?”.

“O principal objetivo desse seminário é atrair empresas estrangeiras interessadas em investir em solo nacional, fomentando ainda mais o estabelecimento da indústria eólica no Brasil”, destaca a presidente executiva da Abeeólica, Elbia Melo. 

O Brasil estará presente também com empresários e membros do governo. Especialistas da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), do BNDES, além de representantes dos estados de Pernambuco, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e São Paulo estão entre os que embarcaram para a Alemanha.

Segundo informações da ABDI, serão apresentados aos interessados os planos do País para o desenvolvimento das cadeias de suprimento do setor elétrico - que fazem parte do Brasil Maior, política industrial lançada pelo governo federal no ano passado.

O diretor de Competitividade Industrial do MDIC, Alexandre Comin, vai apresentar os objetivos e a estrutura do Brasil Maior e mostrar como essa política pode contribuir para o desenvolvimento do setor.

“O Brasil Maior tem como foco a inovação e o adensamento produtivo do parque industrial brasileiro, visando ganhos sustentados de produtividade. Seu sistema de governança contempla Conselhos de Competitividade Setorial – incluindo um para energias renováveis –, que são responsáveis por elaborar agendas estratégicas. Nesses conselhos estão reunidas lideranças da indústria, do governo e dos trabalhadores, o que dá total legitimidade ao Plano”, explica Comim.

Já o especialista da ABDI Eduardo Tosta vai detalhar aos investidores as características da indústria eólica no Brasil. “Temos um ambiente favorável aos investimentos e a pesquisa, desenvolvimento e inovação. Somos um mercado crescente, com plataforma de exportação global, economia estável, segurança jurídica e apoio a investidores, além de importantes medidas governamentais ligadas às áreas de logística, qualificação de mão de obra e incentivos fiscais”, ressalta.

Fonte: Jornal da Energia

publicado por adm às 00:29
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Setembro 16 2012

Santa Vitória do Palmar, no litoral sul gaúcho, vai receber um dos maiores complexos eólicos da América Latina. A ordem de serviço para o início imediato das obras de construção do Complexo Eólico Geribatu foi assinada hoje (14), no município, pela Eletrosul Centrais Elétricas, subsidiária da Eletrobras, com a fabricante espanhola de aerogeradores Gamesa.


Serão instalados ao todo 129 aerogeradores, distribuídos em dez parques. O empreendimento é uma parceria da Eletrosul com o Fundo de Investimentos em Participações (FIP) Rio Bravo, que detém 51% do negócio. Os 49% restantes pertencem à estatal. O investimento previsto é aproximadamente R$ 1 bilhão.

Com 258 megawatts (MW) de capacidade instalada, o complexo, quando estiver em pleno funcionamento, no final do primeiro trimestre de 2014, deverá produzirenergia eólica equivalente ao consumo de mais de 1,6 milhão de pessoas.

"As primeiras turbinas eólicas já vão estar em operação no segundo semestre de 2013", disse o diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, em entrevista à Agência Brasil. "Trata-se do maior ou talvez do segundo maior empreendimento eólico latino-americano, conforme os critérios de avaliação, atrás apenas de outro projeto no Nordeste brasileiro", o de Alto Sertão 1, com capacidade de 294 MW e que envolve três municípios no sudoeste da Bahia: Caetité, Igaporã e Guanambi.

Segundo Custódio, se for somada ao Complexo de Geribatu a capacidade de 144 MW de outro empreendimento eólico da Eletrosul em Chuí (RS), a cerca de 20 quilômetros de Santa Vitória do Palmar, o resultado conjunto de 402 MW de ambos os complexos seria, "com certeza", o maior da América Latina. "Com os investimentos em curso, a Eletrosul é hoje a estatal mais engajada na produção de energia eólica no Brasil."

Além do Complexo Geribatu, a Eletrosul tem mais três empreendimentos eólicos, todos no Rio Grande do Sul, devido ao potencial energético da região. No último mês de junho, a empresa inaugurou o Complexo Eólico Cerro Chato, com 90 MW de capacidade, em Sant’Ana do Livramento, próximo à fronteira com o Uruguai. Nas imediações, está sendo construindo o Complexo Eólico Livramento, com 78 MW, que deverá entrar em operação no primeiro trimestre de 2013. As obras em Chuí devem ser iniciadas ainda este ano. Os quatro empreendimentos totalizam 570 MW de potência.

As primeiras obras em Santa Vitória do Palmar serão a abertura de acessos e a construção de fundações e plataformas. Cerca de 70 quilômetros de estradas serão abertos e recuperados. Aproximadamente 60 quilômetros de linhas subterrâneas transportarão a energia dos aerogeradores até uma subestação coletora. Cada aerogerador terá 78 metros de altura e 97 metros de diâmetro.

Conforme a Eletrosul, as obras devem gerar cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos na região. Os aerogeradores serão instalados em áreas onde há produções de arroz e criação de gado, compatíveis com a instalação dos equipamentos. Os proprietários serão remunerados pela cessão do solo. "Os investimentos irão transformar o perfil econômico da cidade de Santa Vitória do Palmar, que tem cerca de 32 mil habitantes", prevê Custódio. "Além dos empregos, a população vai ganhar mais infraestrutura, segurança e uma renda extra."

Para escoar a energia dos complexos eólicos do litoral sul gaúcho, a Eletrosul, em parceria com a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul, irá construir perto de 490 quilômetros de linhas de transmissão, três novas subestações e ampliar uma já existente. A previsão é de que as obras das linhas de transmissão, que devem custar R$ 700 milhões, sejam iniciadas até dezembro.

fonte:http://exame.abril.com.br/


publicado por adm às 22:40
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Setembro 12 2012

Com os preços dos combustíveis fósseis em alta, uma equipa de investigadores norte-americanos acredita que a energia eólica seria capaz de satisfazer mais de metade da necessidade mundial de energia nas próximas décadas.

Num estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), Mark Jacobson, da Universidad de Stanford, e Cristina Archer, da Universidad de Delaware, desenvolvem um modelo teórico em três dimensões da atmosfera para calcular a quantidade de energia eólica que se poderia gerar em 2030 se os governos fizessem essa aposta. Concluem que esta fonte renovável poderia satisfazer grande parte da procura sem produzir impacto ambiental significativo.

Segundo os seus cálculos, embora exista um limite na quantidade de energia que pode ser gerada a partir do vento, o seu potencial supera largamente as necessidade de consumo.

"Das principais fontes energéticas que podem abastecer o planeta, apenas a eólica e a solar se bastam a si próprias. A geração de energia a partir do Sol não desgasta a fonte. No entanto, alguns [investigadores] argumentam que gerar energia eólica poderia afetar a velocidade do vento. Queremos provar esta hipótese", explicou ao El Mundo Mark Jacobson.

Estes investigadores concluíram que, embora cada turbina reduza a quantidade de energia disponível para outras, estes efeitos negativos só teriam significado se se instalasse um grande número de turbinas, muito superior ao necessário.

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/

publicado por adm às 22:57

Setembro 05 2012
Equipamento será o primeiro aerogerador a considerar as características dos ventos no território brasileiro

05/09/2012 - A Weg anunciou nesta terça-feira (4) que fechou o primeiro contrato de fornecimento de aerogeradores decorrente da joint venture com o grupo espanhol M.Torres Olvega (MTOI) para o mercado de energia eólica no Brasil.

Os equipamentos, com capacidade de 90 MW, serão instalados ao longo dos próximos dois anos em parque eólico localizado no Nordeste do Brasil, que deverá entrar em operação até janeiro de 2016. A produção será feita em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Estima-se que os equipamentos atinjam índice de nacionalização próximo de 80%.

De acordo com nota da Weg, a empresa está desenvolvendo o primeiro aerogerador que considera as características dos ventos predominantes no território brasileiro. O novo aerogerador terá potência de 2,3 MW e incorporará vantagens importantes em relação aos equipamentos atualmente encontrados no mercado, tanto do ponto de vista de eficiência energética como de viabilidade econômica.

A construção do primeiro protótipo já foi iniciada e os testes de campo e a certificação da turbina devem ocorrer em meados de 2013.

Fonte: Brasil Econômico/Adaptado por CeluloseOnline

publicado por adm às 09:57
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Setembro 04 2012

As empresas espanholas Ghenova e Revergy/Isotrol anunciaram nesta terça-feira um acordo para o desenvolvimento conjunto de projetos de energia eólica no Brasil.


O consórcio prevê desenvolver projetos de engenharia e oferecer assessoria a empresas do setor de energia eólica no país, segundo comunicado.

Isotrol/Revergy são companhias de energia renovável com experiência na Espanha e no mercado europeu, enquanto Ghenova já atuava no Brasil, mas oferecia serviços de consultoria e engenharia em outros setores, como construção naval, aeronáutica, civil e industrial.

O setor de energia eólica está em pleno crescimento no Brasil, onde existem parques eólicos que somam uma capacidade de geração de dois gigawatts.

As autoridades querem produzir cerca de oito gigawatts de energia eólica até 2016 e está previsto que até esse ano onze fabricantes de aerogeradores venham para o país, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

fonte:http://exame.abril.com.br/


publicado por adm às 23:06

Setembro 04 2012
Seis grandes empresas do Japão planeiam investir até 120 mil milhões de ienes (1217 milhões de euros) num projecto de energia eólica marinha ao longo dos próximos dez anos, informou o diário Nikkei.

A Toshiba, a Hitachi Zosen, a par da JFE Steel, Sumimoto Electric, Toa e Toyo Construction, planeiam construir turbinas de vento em alto mar para produzir até 300 megawatts de electricidade.

A Associação Japonesa de Meteorologia participará no projecto, segundo o jornal Nikkei, ficando responsável pela elaboração dos estudos do vento.

Numa primeira fase, as empresas planeiam construir até 2015 uma instalação-piloto com capacidade para gerar sete megawatts, com a qual esperam analisar variáveis como o vento, corrosão causada pelo sal do mar e a rentabilidade da mesma.

Funcionamento pleno em 2020

O objectivo é que o parque esteja a funcionar em pleno em 2020, depois de as empresas seleccionarem a localização final, estando a ser ponderada a ilha de Kyushu, no Sul do Japão, por ser uma área muito ventosa.

A energia eólica marinha será depois vendida às eléctricas do Japão, afectadas pela crise nuclear de Fukushima, que fez com que estejam apenas activos dois dos 54 reactores nucleares do país. O Japão dependia em 30% da energia nuclear antes do acidente de Fukushima, em 2011, na sequência do tsunami.

O Governo nipónico apoia o projecto de geração de energia eólica marinha, tendo anunciado o objectivo de se produzir desta forma até 8,03 milhões de quilowatts em 2030.

A 1 de Julho, o Japão deu um importante passo no sentido das energias renováveis e da menor dependência do nuclear, com a entrada em vigor de uma lei que premeia a produção de electricidade através de fontes renováveis.

A aprovação desta lei fez aumentar o número de empresas interessadas em desenvolver o negócio das energias renováveis no Japão, onde estão em construção 110 parques fotovoltaicos e 20 eólicos.

fonte:http://economia.publico.pt/N

publicado por adm às 11:07

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