Energia Eolica

Maio 31 2013

A Enel Green Power (EGP) iniciou a construção de três novos parques eólicos – “Curva dos Ventos”, “Fontes dos Ventos” e “Modelo” – nos estados da Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

O parque eólico Curva dos Ventos está localizado no interior da Bahia, onde a EGP está em processo de conclusão das usinas de Cristal, Primavera e São Judas, seus primeiros parques eólicos no Brasil. A nova usina, que terá uma capacidade instalada superior a 56 MW, aumentará a capacidade total instalada no estado da Bahia para mais de 146 MW, quando adicionada a aproximadamente 90 MW de capacidade das três unidades já em construção na região.

Fontes dos Ventos e Modelo serão os primeiros parques eólicos da EGP, nos estados de Pernambuco e Rio Grande do Norte, e proporcionarão uma capacidade instalada de cerca de 80 MW e 56 MW, respectivamente.

Os três projetos de energia eólica exigirão um investimento total de €330 milhões e oferecerão energia tanto para o mercado regulamentado quanto para o mercado livre, sob um contrato de compra de energia de longo prazo (PPA, em inglês), que a EGP venceu no leilão público “Nova Energia Brasileira”, em 2011.

Os novos parques eólicos estão localizados em áreas caracterizadas por altas fontes de ventos e um fator de carga de cerca de 45%, entre os mais altos do mundo. Quando entrarem em funcionamento, eles serão capazes de gerar até mais de 770 milhões de kWh por ano, evitando cerca de 350 toneladas de emissões de CO durante o período.

O Brasil está entre os líderes mundiais na geração de energia renovável graças à sua capacidade instalada de aproximadamente 98 mil MW, correspondendo a aproximadamente 85% da capacidade instalada total do país.

Em 2014, a capacidade total instalada de energia eólica da EGP somará aproximadamente 283 MW, além dos 93 MW em energia hidrelétrica, que ela já opera no país.

Fonte: Enel Green Power (EGP)

publicado por adm às 23:30
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Maio 25 2013

As turbinas eólicas influenciaram a criação do Wind Tower, um prédio projetado para gerar energia limpa. O responsável pelo projeto é o escritório taiwanês de arquitetura e urbanismo Decode.

O intuito deste projeto é tornar o edifício referência mundial em uma estrutura multiuso e elegante. Além de ter todas as funções de um prédio tradicional, o conceito inclui a utilização de uma fachada flexível que funciona também como uma usina eólica.

A alternativa encontrada pelos arquitetos foi criar uma espécie de capa que encobre todo o edifício e é composta por múltiplos geradores eólicos. Assim, conforme o vento bate os geradores se movimentam e podem, até mesmo, modificar a fachada do prédio.

De acordo com o site do escritório, a eletricidade gerada a partir dessa fonte é suficiente para abastecer todo o edifício. O sistema é conectado a uma rede interna que distribui a energia conforme a necessidade.

Mesmo que as turbinas estejam em todo o redor do prédio, ele foi planejadao de maneira a permitir a entrada da luz natural e assim reduzir os gastos com iluminação.

Para completar a beleza e elegância do projeto, os taiwaneses utilizaram lâmpadas de LED espalhadas ao redor do edifício. Elas são alimentadas pela energia limpa e mudam de acordo de acordo com o clima. Esse dinamismo dá às pessoas a ideia de que a fachada está viva.

O projeto ainda é apenas um conceito e não existe previsão para que ele seja construí


fonte:http://www.conexaojornalismo.com.br/

publicado por adm às 19:41

Maio 20 2013

Torres aerogeradoras dos parques eólicos nas localidades do Bolaxa e Stella Maris já são visíveis para quem passa pela praia ou mesmo por alguns pontos da ERS 734, próximo ao Cassino. Segundo o secretário de Município de Coordenação e Planejamento, Neuto Jordano dos Santos Marques, esses dois empreendimentos, assim como o complexo eólico do Senandes, foram contemplados no leilão da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) de agosto de 2011, com previsão de entrega da energia para 2014. Além desses três empreendimentos que já estão em fase de construção, outras oito unidades estão licenciadas, em Rio Grande, para participar do próximo leilão, que ocorrerá no próximo mês de agosto.

 

Vantagens da energia eólica

"A grande vantagem da energia eólica é que se trata de uma energia totalmente limpa e renovável, que gera muito pouco ou quase nada de carbono para atmosfera. Ainda por cima, o custo é igual ou menor do que o de outros tipos de energia", explicou o secretário. Segundo ele, além de empreendimentos eólicos estarem se ampliando, no Brasil e no Mundo, as tecnologias utilizadas nos parques estão cada vez mais avançadas, assim, consegue-se aproveitar ao máximo o potencial da energia dos ventos. Tudo isso, segundo ele, torna os empreendimentos cada vez mais acessíveis.

Jordano salientou ainda que Rio Grande está situada em uma posição estratégica no mapa, possuindo grande potencial eólico. "A nossa região tem um dos maiores potenciais eólicos do Brasil e do Mundo, com ventos constantes e pesados (úmidos)", explicou. Uma alternativa muito interessante, segundo ele, será ampliar a capacidade de Rio Grande para parques eólicos offshore (dentro d'água), nas lagoas e no mar.

Por todos esses motivos, o secretário afirmou que a Prefeitura está dialogando com outras prefeituras da região, empreendedores, proprietários de terras e ambientalistas para viabilizar um Arranjo Produtivo Local (APL) de Energia Eólica. Outra estratégia, citada por Jordano, é a participação do Município em congressos e eventos do ramo mundo afora, visando sempre chamar a atenção para o potencial da região. 

 

Impactos sociais

Mesmo com todas essas vantagens, construções desse porte geram impactos sociais. Segundo Jordano, para transportar um aerogerador, são necessárias, pelo menos, 20 carretas. As peças (gigantescas) chegam de diferentes partes do Brasil e do Mundo, pelo porto, e são transportadas por caminhões até os parques eólicos, onde são montadas e instaladas as torres. Os complexos eólicos que estão em construção em Rio Grande somam, juntos, 72 torres, 32 delas nos parques eólicos do Bolaxa e Stella Maris e 40 no complexo do Senandes. Para se ter uma ideia, cada torre tem em média 90 metros de altura.

Para compensar os impactos que o transporte das torres geram à comunidade, o secretário da Fazenda, Everton Porciuncula, informou que a Prefeitura já entrou em um acordo com as empresas responsáveis pelas obras dos empreendimentos. Segundo ele, as empresas arcarão com a ampliação da E.M.E.F. Ana Neri, no bairro Bolaxa, e construirão uma E.M.E.I. (Escola Municipal de Educação Infantil) entre as localidades do Parque Guanabara e Atlântico Sul, no Cassino. Em contrapartida, o Município se comprometeu em pavimentar a rua Ana Pernigotti, que é caminho dos caminhões para os empreendimentos. Ele disse que não existem prazos definidos para essas obras, mas que o projeto de pavimentação da Ana Pernigotti já foi encaminhado para o Legislativo.

Para a instalação dos próximos parques eólicos, Porciuncula adiantou que o Município especificará medidas compensatórias nos contratos. O que não ocorreu com estes primeiros empreendimentos.

 

Empreendimentos

O Complexo Eólico do Senandes, com investimentos de R$ 400 milhões, compreende os projetos Corredor do Senandes II, III e IV e Vento Aragano I. O empreendimento totalizará 108 MW de capacidade instalada. Os parque eólicos do Bolaxa e Estella Maris, com investimentos de R$ 350 milhões, terão capacidade para gerar 64 MW de energia. Calcula-se que os empreendimentos, até a sua conclusão, gerem mais de 1 mil empregos com mão de obra local.

A expectativa é de que no próximo ano, com a conclusão dos complexos, Rio Grande possa gerar até 172 MW de energia eólica. No entanto, Porciuncula explicou que isso não deve gerar nenhum impacto no bolso do consumidor, porque os avanços na produção de energia são proporcionais ao crescimento da demanda. "Uma queda de energia no polo naval, por exemplo, gera prejuízos incalculáveis", exemplificou. No entanto, disse que a qualidade da energia será otimizada.

 

fonte:http://www.jornalagora.com.br/

publicado por adm às 21:17
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Maio 12 2013

O presidente mauritaniano, Mohamed Ould Abdel Aziz, lançou quinta-feira as obras de construção da primeira fábrica de energia eólica do país, com um custo global de 43 milhões de euros, constatou a AFP.


Esta nova fábrica, financiada conjuntamente pelo Estado mauritaniano e pelo Fundo Árabe para o Desenvolvimento Económico e Social (FADES) estará pronta dentro de 12 meses, com uma produção prevista de 31,5 megawatts, soube-se oficialmente durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra.


"As energias renováveis constituem doravante uma opção forte na estratégia nacional para a produção energética" na Mauritânia, declarou na cerimónia o ministro mauritano do Petróleo, Energia e Minas, Taleb Ould Abdi Vall.


Segundo o governante, esta estratégia prevê a participação de energias renováveis na cobertura nacional das necessidades de energia em cerca de 20% até 2020, numa altura em que a electricidade no país é geralmente fornecida por centrais térmicas.


Em Abril, a Mauritânia inaugurou a sua primeira central de energia solar, com um custo de 32 milhões de dólares, alcançado com ajuda de uma doação dos Emirados Árabes Unidos.


Esta central, conectada a partir da rede da capital, vai produzir 15 megawatts e "contribuirá para satisfazer as necessidades de Nouakchott em energia para mais de 10%", segundo o ministro Ould Abdi Vall.

fonte:http://www.portalangop.co.ao


publicado por adm às 00:31

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