Energia Eolica

Agosto 20 2011

Ao todo, no Ceará, foram aplicados cerca de R$ 395 milhões na contratação de 103,6 MW até 2014

Quatro empreendimentos do Estado do Ceará foram contemplados no Leilão de Reserva A-3, realizado ontem à tarde pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), via internet. Foram eles, em ordem de potência instalada, Catavento Paracuru I (30 MW) e as eólicas São Cristóvão (29,9 MW), São Jorge (27,6 MW) e Santo Antônio de Pádua (16,1 MW). Ao todo, foram aplicados cerca de R$ 395 milhões na contratação de 103,6 MW no Estado, que ficou em terceiro no número de projetos, perdendo para o Rio Grande do Sul (21) e Bahia (11).
De acordo com as normas estabelecidas no certa           me, todos eles devem iniciar o suprimento de energia a partir de 1º de março de 2014.

“Mas não tem como fazer uma comparação entre os estados. Tudo depende muito da oportunidade de negócios que cada um apresenta”, observa o presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica do Ceará, Adão Linhares. Segundo ele, tudo foi invertido, inclusive, com o Rio Grande do Norte como o último em número de projetos (só dois), quando, em leilões passados, era considerado um dos estados mais competitivos.

Situação do Ceará

Com 142 lotes contratados, o CT Paracuru também teve o maior investimento dentre os projetos cearenses, com R$ 117,43 milhões.

Já a receita fixa anual prevista para ele em 2014 está em R$ 11,17 milhões por ano.
A Eólica São Cristóvão foi a segunda em investimento, contabilizando R$ 111,34 milhões na contratação de 129 lotes e uma receita estimada em R$ 10,22 milhões anualmente daqui a três anos. Já a São Jorge obteve R$ 104,89 milhões para os seus 121 lotes contratados. A previsão do apurado com ela no ano estabelecido para a geração de energia fechou em R$ 9,58 milhões. Para a Eólica Santo Antônio de Pádua, R$ 61,727 milhões foram aplicados na contratação dos 64 lotes, enquanto um montante de R$ 5,07 milhões foi estimado na receita anual a partir de 2014.<

Preço médio da contratação de eólica foi o menor no Leilão de A-3. Com R$ 99,58 por Mega Watt hora, ficou abaixo das outras fontes do certame: gás natural (R$ 103,26/MWh), biomassa (R$ 102,41/MWh) e hídrica (R$ 102/MWh). O resultado contrasta com outros índices como o número de projetos contratados (44) e a potência instalada (1.067,7 MW), os maiores de todo o leilão.

Na avaliação de Linhares, o leilão constitui-se como “uma competição desigual” para as eólicas, que acabam por competir sob as mesmas condições com a energia gerada a base de usinas térmicas.

fonte:http://www.revistanordeste.com.br

publicado por adm às 21:59
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