Energia Eolica

Janeiro 03 2014

O presidente boliviano Evo Morales inaugurou nesta quinta-feira a primeira usinaeólica do país, construída com um investimento de US$ 7,6 milhões, e expressou confiança na expectativa de que a Bolívia comece a exportar energia a partir de 2015.

 

A usina foi construída pela empresa Hydrochina no município de Pocona, na região central de Cochabamba, e possui duas torres eólicas que vão gerar 3 megawatts para o Sistema Interconectado Nacional (SIN) de energia elétrica, afirmou Morales.

O chefe de estado disse que hoje "é um dia histórico" para a Bolívia pela entrega da obra e destacou que "o sistema eólico é o mais ecológico no mundo todo".

Morales afirmou que o consumo atual do mercado interno gira em torno dos mil megawatts, enquanto a geração é de 1.200.

Segundo o presidente, com os projetos de geração elétrica que serão entregues ou começarão a ser construídos neste ano, é provável que a Bolívia possa exportar energia elétrica a partir de 2015 e não em 2020, como o Governo havia previsto inicialmente.

"Eu dizia (...) que talvez em 2020 exportaríamos energia. Neste ritmo, no próximo ano já vamos exportar energia. Não somente exportamos gás, mas outros produtos", destacou.

O ministro de Hidrocarbonetos e Energia, Juan José Sosa, destacou que esta obra é parte do plano do governo para mudar a matriz energética do país, onde, atualmente, 65% da energia é termoelétrica e 35% é hidrelétrica.

Segundo Sosa, o executivo estabeleceu que, para 2025, 70% da geração de energia deverá ser hidrelétrica ou provir de outras alternativas, como a eólica, e que 30% deverá ser termoelétrica.

Ele também detalhou que, para este ano, está prevista a entrega de cinco projetos energéticos, incluindo a usina eólica inaugurada hoje, com um investimento total de US$ 357 milhões que garantirão a geração de 418 megawatts.

O ministro acrescentou que estão assegurados US$ 814 milhões para financiar três projetos hidrelétricos que permitirão gerar outros 400 megawatts.

Além disso, Sosa anunciou que a estatal Empresa Nacional de Eletricidade realiza medições em outros lugares do país para instalar novos parques eólicos.

Citando dados do censo populacional realizado em 2012, a autoridade destacou que a cobertura elétrica alcança 81% do país e que atualmente há 2,3 milhões de usuários do serviço.

Sosa ainda ressaltou que o investimento para a geração elétrica passou de uma média anual de US$ 26,8 milhões entre 1999 e 2009, quando esse setor era administrado por empresas privadas, a US$ 93 milhões a partir de 2010, ano em que Morales desapropriou quatro geradoras de energia de investidores britânicos, franceses e bolivianos.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 09:28
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Dezembro 14 2013

O Rio Grande do Norte foi o segundo maior vendedor de energia eólica no leilão A-5, realizado ontem pelo governo federal, com entrega de energia prevista para a partir de 2018. O estado teve 25 projetos eólicos contratados, representando um volume de 684,7 Megawatts (MW),e  só ficou atrás da Bahia, com 41 projetos e 1.000,8MW. 


O desempenho do RN, considerado positivo por analistas, é registrado após participação nula do estado no leilão de energia realizado em novembro, em que não conseguiu  emplacar nenhum projeto de energia eólica. 

“O resultado de hoje (ontem) recupera um pouco do resultado negativo do (leilão) A-3 de novembro e mantém o estado na liderança de MW eólicos contratados nos leilões desde 2009 até hoje”, diz o presidente do Sindicato das Empresas do Setor Energético do RN (SEERN) e do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Jean-Paul Prates. “Ainda somos o estado com mais MW vencedores em leilão, somando tudo”, acrescenta ele. 

A melhora de desempenho do estado neste leilão está relacionada às linhas de transmissão de energia. Os leilões exigem que os parques eólicos tenham garantia de conexão, mas as linhas do estado – que são de responsabilidade da Chesf - estão em implantação e atrasadas. Como os parques que participaram do leilão de novembro terão de entregar energia daqui a três anos, o RN ficou prejudicado na disputa. 

“Neste leilão A-5 (realizado ontem) como há mais tempo para implantar o parque eólico (5 anos ao invés de 3), é certo que o problema das linhas de transmissão estará equacionado. Assim, as empresas puderam participar mais tranquilamente quanto a isso”, disse Prates, que é também ex-secretário de energia do estado.

Recorde

A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) disse ontem que 2013 foi um ano histórico no volume de contratação de energia eólica no Brasil. Só no leilão de ontem foram contratados 2,3GW de energia eólica, ao preço médio de R$ 109,93. Com esse número, a fonte contabiliza 4,7GW contratados nos três leilões realizados ao longo do ano, “um recorde de desempenho celebrado pelo setor”, segundo a ABEEólica.

Para o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, o sucesso do leilão de ontem pode ser fundamentado em diferentes aspectos. É o caso, por exemplo, da contratação apenas de fontes renováveis, assim como a diversificação de fontes, com a contratação de projetos hídricos, de biomassa e eólico.

Tolmasquim ainda destacou a volta das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) ao certame. Também havia projetos de energia solar na disputa, mas nenhum foi contratado. “Essa ainda é uma fonte que não está preparada para competir de igual para igual com as demais”, disse Jean-Paul Prates.

A EÓLICA nos estados
Projetos e energia contratada em leilões, por Estado:

Leilão A-5 (realizado ontem)

BA: 41 projetos eólicos (1.000,8MW)
RN: 25 projetos eólicos (684,7MW) 
CE: 10 projetos eólicos (212,6MW) 
PI: 7 projetos eólicos (168MW) 
RS: 10 projetos eólicos (152MW) 
PE: 4 projetos eólicos (120MW)

*Ranking de contratação de energia eólica nos leilões federais, por Estado (2009-2013) - MW

RN 3318,3 
BA 3245,2 
RS 1723,8 
CE 1762,9 
MA 903,6 
PE 509,7 
PI 259,2 
SE 30 

*Não considera Proinfa (antes de 2003)
Fonte: Cerne


fonte:http://tribunadonorte.com.br/

publicado por adm às 20:16

Dezembro 02 2013

Pedro Ruão, engenheiro de materiais, desenvolveu um gerador de energia inovador a nível mundial, uma vez que possibilita a produção de energia solar e eólica.

O sistema, baptizado de Omniflow, consiste numa turbina omnidireccional imóvel, de baixo impacto visual, que capta o vento e o sol em todas as direcções, o que permite produzir energia através do vento ou da luz solar, ou de ambos em simultâneo, através de um processo combinado para consumo próprio ou de microgeração ao alimentar a rede eléctrica

O Omniflow permite reduzir, em média, 80% do valor factura eléctrica doméstica de uma casa tradicional ou 100% numa casa inteligente.

Este sistema está no mercado desde Setembro de 2013 e conta com uma carteira de clientes quase 100% internacional, de países como o Brasil, Estados Unidos e França.

O sistema omnidireccional desenvolvido por Pedro Ruão pode ser instalado em locais urbanos, como telhados de prédios ou ao nível térreo, sem causar problemas de ruído.

O projecto do engenheiro português foi esta semana distinguido com o prémio da Fundação Altran para a inovação em Portugal.

fonte:http://greensavers.sapo.pt/2

publicado por adm às 20:43

Novembro 12 2013

Foi um momento simbólico, esta segunda-feira, quando o Japão colocou em funcionamento a primeira turbina do parque eólico marítimo que está a ser construído ao largo da acidentada central nuclear de Fukushima.

Até 2016, está prevista a instalação de mais de 140 turbinas eólicas flutuantes ao largo de uma região dizimada pelo tsunami e o acidente nuclear em março de 2011.

Coube ao vice-ministro da Economia, Comércio e Indústria, a honra de colocar a primeira turbina em marcha. Na cerimónia, após recordar as vítimas do acidente nuclear, o governante nipónico realçou o lado simbólico de lançar “uma nova fonte de energia, uma energia renovável” com base em Fukushima e garantiu que “o governo tem por missão garantir que o projeto é um sucesso”.

Desde a catástrofe de 2011 que o Japão tem encerrados os 54 reatores nucleares que produziam 30% da energia nipónica. O Império do Sol volta-se agora para as renováveis, consciente que estas energias verdes estão ainda longe de ter capacidade para responder às necessidades energéticas do país.

fonte:http://pt.euronews.com/

publicado por adm às 21:42

Novembro 03 2013

A multinacional Siemens acaba de apresentar uma mega turbina eólica, em Inglaterra, que consegue produzir mais eletricidade com menos vento. Destina-se em exclusivo a parques eólicos off-shore (no mar).

O maior avião de passageiros do mundo parece quase um inseto ao lado do círculo descrito pelas pás desta mega turbina eólica. Impressiona pela dimensão mas é também um passo à frente nesta tecnologia que continua a transformar as correntes de ar em energia elétrica.

Este novo aerogerador construído pela multinacional alemã Siemens, tem seis megawatts de capacidade instalada (a maioria das que existem espalhadas pelas serranias têm 2 MW).

O que se vê na imagem que aqui mostramos é uma infografia, mas a Siemens apresentou esta semana a primeira torre desta dimensão em Inglaterra, na zona costeira de Hunterston. O grande trunfo da nova turbina SWT-6.0-154 de 6 MW é que vai produzir mais energia com menos vento.

fontes: http://expresso.sapo.pt

publicado por adm às 22:02

Outubro 12 2013

Desenvolvida pela Enersud em parceria com a COPPE/UFRJ, nova tecnologia favorece a geração doméstica de energia mesmo com os ventos fracos e irregulares típicos de cidade

 

Uma nova tecnologia impulsiona o uso da energia eólica em ambientes urbanos. Desenvolvida pela Enersud, empresa especializada em soluções energéticas a partir de fontes renováveis, em parceria com a COPPE/UFRJ, a turbina eólica de eixo vertical será apresentada na 3ª Feira FAPERJ Ciência, Tecnologia e Inovação, que está acontecendo no Centro Cultural da Ação Cidadania (CCAC), no Rio de Janeiro. Batizada de RAZEC 266, a nova tecnologia potencializa o aproveitamento de ventos fracos e irregulares, característicos das grandes cidades. Assim, abre-se o caminho para a geração doméstica de energia, o que desperta benefícios ambientais e econômicos.

 

Essa nova tecnologia vai ao encontro da demanda associada à microgeração de eletricidade, cuja regulamentação foi recentemente aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A nova regra permite que moradores gerem a própria energia e transfiram o excedente não consumido para a rede pública. Neste caso, recebem descontos na conta de luz proporcionais ao volume energético transferido.

 

"Vínhamos estudando essa tecnologia há quatro anos, mas só agora passou a ser mais fabricada e usada no exterior. Tornou-se convidativo adotar esse tipo de equipamento no ambiente urbano", observa o engenheiro Luiz Cezar Pereira, diretor da Enersud. "A nova regulamentação da Aneel deve abrir oportunidades sem precedentes. O mercado brasileiro pode absorver algo em torno de mil turbinas eólicas de pequeno porte por ano", projeta.

 

Com um investimento de R$ 3 milhões, a criação da turbina vertical RAZEC 266 envolveu também a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e a Ampla, concessionária de distribuição de energia elétrica que atende cerca de 2,5 milhões de clientes residenciais, comerciais e industriais em 66 municípios do Rio. O primeiro modelo desenvolvido, com tecnologia 100% nacional, tem potência entre 1 kw e 2 kw.

 

De acordo com Pereira, dependendo da velocidade do vento, a turbina é capaz de abastecer uma residência cujo consumo gira em torno de 300 kW.h/mês. Pode ser usada também no carregamento de baterias e em iluminação de portarias, corredores e sistemas de segurança de condomínios. "Existe ainda a possibilidade de configurações híbridas, com a associação das turbinas eólicas aos painéis solares", acrescenta o especialista.

 

O primeiro equipamento foi instalado, ano passado, na própria sede da empresa, em Maricá (RJ). Outros protótipos foram instalados em Salvador e municípios do norte fluminense. Em comum, tais lugares oscilam ventos que vão de baixa a extrema intensidade, condições ideais para atestar a adequação da tecnologia às variações climáticas e dificuldades inerentes ao espaço urbano.

 

"A vantagem das turbinas verticais é que são próprias para ambientes urbanos, sua manutenção é simples, e pode ser instalada em qualquer lugar, tanto em terra firme como no telhado de uma casa. Além disso, são mais silenciosas que os modelos tradicionais", avalia Pereira.

 fonte:http://www.jornaldaciencia.org.br/De

publicado por adm às 14:41

Setembro 15 2013

O Brasil provavelmente recuará em seus planos de novas usinas nucleares devido a preocupações com segurança após o vazamento de 2011 no Japão, e promoverá por outro lado uma "revolução" na energia eólica, disse o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.


Tolmasquim disse à Reuters que era "improvável" que o governo mantenha seus planos de construir quatro novas usinas nucleares até 2030 para atender a crescente demanda por eletricidade.

Ele se recusou a informar quantas usinas serão construídas.

Os comentários de Tolmasquim, parte de uma avaliação mais ampla dos planos estratégicos de longo prazo do país para geração de energia elétrica, ressaltaram as dúvidas globais quanto à energia nuclear mais de dois anos depois do terremoto seguido de tsunami que levou a um acidente na usina de Fukushima, no Japão.

"Depois do Japão, as coisas foram colocadas em espera", disse Tolmasquim em entrevista na semana passada. "Não abandonamos (os planos)... mas eles também não foram retomados. Não é uma prioridade para nós neste momento." O Brasil ainda não iniciou o processo das unidades projetadas que estarão finalizadas em 2030. A usina atualmente em construção, Angra 3, está sendo construída com tecnologia alemã da Siemens-KWU.

O Brasil permanece como um local relativamente atrativo para a energia nuclear, disse Tolmasquim, já que é um dos poucos países que possui todos os elementos naturais necessários para sua produção. Além das duas usinas nucleares existentes no Rio de Janeiro, uma terceira está em fase de construção, e deve entrar em operação em 2018.

Depois de um crescimento econômico robusto na última década, o Brasil é o mercado para novas fontes de eletricidade confiáveis, limpas e baratas. A rede de energia do país atualmente se baseia em usinas hidrelétricas para cerca de 75 por cento de sua demanda. Isso tem benefícios ambientais evidentes, mas também deixou o país vulnerável durante eventuais períodos de seca.

Em janeiro, o tempo seco no Nordeste causou temores de escassez de energia, o que abalou os mercados financeiros e causou dor de cabeça para a presidente Dilma Rousseff. A última grande crise havia ocorrido em 2001, quando a escassez de energia derrubou em cerca de 1 ponto percentual o crescimento econômico brasileiro e deixou milhões de pessoas à luz de velas.

Momento de energia eólica

Atualmente, a energia nuclear representa pouco mais de 1 por cento da geração de energia elétrica no Brasil, mesma porcentagem das usinas eólicas. A geração termoelétrica movida a gás natural responde pela maior parte do restante.

Apesar da desaceleração da economia desde 2011, a demanda por eletricidade continuou a crescer enquanto muitos brasileiros migram para a classe média e compram geladeiras, TVs e outros bens de consumo movidos a energia elétrica pela primeira vez. O consumo de eletricidade subiu 3,5 por cento em 2012, comparados ao crescimento de apenas 0,9 por cento da economia como um todo.

Tolmasquim, que foi o principal assessor de Dilma quando ela foi ministra da Energia no início dos anos 2000 e ainda é próximo à presidente, disse ver potencial para a expansão da energia eólica graças ao aumento da competição e aos avanços tecnológicos que reduziram os preços.

A média de preços da energia eólica no Brasil caiu de 148 reais por megawatt-hora no fim de 2009 para 110 reais por megawatt hora este ano.

"Este é o momento da energia eólica", disse. "Houve uma revolução em termos de custos." Diversas empresas internacionais estão investindo em energia eólica no Brasil, incluindo Enel Green Power, General Electric Co., Alstom e Gamesa Corporacion Tecnologica.

O sucesso da energia eólica reduziu a ambição pela expansão da energia solar, ao menos por enquanto, disse Tolmasquim. Ele disse que a eólica é atualmente mais barata que a energia solar no Brasil, apesar ser provável que os avanços tecnológicos mudem isso.

"É uma quesão de tempo", disse Tolmasquim. "A energia solar está vindo, cedo ou tarde." Qualquer coisa que reduza o preço da energia elétrica será bem-vinda. Apesar da abundância de sol e de vento e de outras formas de energia limpa, o Brasil ainda tem um dos preços de energia mais altos do mundo, principalmente por conta dos altos impostos.

 

fonte:http://exame.abril.com.br/m


publicado por adm às 19:27
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Setembro 10 2013

A EDP Renováveis chegou a acordo com a Fiera Axium para a venda de 49% do capital do Parque Éolico Wheat Field, nos EUA.

 

Segundo o comunicado da EDP Renováveis à CMVM, o valor total implícito do activo em questão é de 197 milhões de dólares, sendo que a alienação desta participação faz parte do plano de rotação de activos.

O Parque Éolico Wheat Field tem uma capacidade instalada de 97 MW, tendo sido instalado no primeiro trimestre de 2009. Tem um contrato de venda de energia vigente por 20 anos, segundo informa a eléctrica nacional.

O plano de rotação de activos vai contribuir para a estratégia de autofinanciamento da EDP Renováveis. No âmbito desta acção, a empresa já completou três transacções deste tipo, atingindo os 582 milhões de euros com a venda de posições minoritárias em projectos eólicos.

Na sessão de hoje, as acções da EDP Renováveis subiram 1,88% para 3,954 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 22:07

Setembro 07 2013

Até ao final de 2014 já deve estar em funcionamento o parque eólico de Torre de Moncorvo, concelho onde a empresa irlandesa Island, quer instalar uma infraestrutura do género na linha Lousa - Castedo, apanhando ainda uma parte do concelho de Carrazeda de Ansiães. A firma assinou ontem um acordo com o município que receberá como contrapartida 3,75 milhões de euros pela instalação do equipamento no seu território, até ao final de 2014.
O presidente da câmara, Aires Ferreira, explicou que o município até estava disposto a prescindir de parte da verba, mas tal não é possível por imposição da Direção-Geral de Energia. “Desta forma 1,25 milhões vão ser descontados na percentagem (2,5%) da produção de energia durante 10 anos, a que o município tem direito”, explicou o autarca, que há muito aguardava que o parque saísse do papel.
A Island, através de Paulo Amante, um dos diretores, considera “o projecto importante por ser o primeiro em Portugal" e tem esperança que dê bons resultados, mesmo em tempo de crise.
O concurso público para a exploração da energia eólica em Moncorvo foi lançado em 2008, atribuindo uma potência a explorar de 50 MW. Na altura a concessão foi ganha por um consórcio internacional, que pretendia instalar o parque na serra de Reboredo até 2011, mas nunca avançou porque emperrou nas objeções criadas pela empresa MTI que pretendia explorar o minério de ferro na zona do Carvalhal . O município já perdeu 4,5 milhões de euros por causa desse projeto que nunca chegou a avançar. 
 fonte:http://www.mdb.pt/n

publicado por adm às 23:52
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Setembro 07 2013

A EDP Renováveis, líder global no setor de energias renováveis e o terceiro maior produtor mundial de energia eólica, inaugurou um novo parque eólico em Pawlowo, no município de Gołańcz, na Polónia.

Este é o terceiro parque eólico da EDP Renováveis neste mercado, contando já com o parque eólico Margonin, na região de Wielkopolska, bem como com outro parque eólico em Korsze, nas regiões de Warmia e Mazury. 

Equipado com 53 turbinas eólicas, cada uma com uma capacidade de 1,5 MW, o parque tem prevista uma produção anual suficiente para fornecer energia elétrica a cerca de 70 mil a 80 mil clientes domésticos.

A participada da EDP está presente actualmente em 11 mercados internacionais (Bélgica, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido e Roménia).

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 14:53

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