Energia Eolica

Outubro 07 2012

Com crescimento estimado de 5,1% ao ano, as fontes renováveis de energia devem passar de 43,1% para 45% da matriz brasileira em 2021. A projeção está no Plano Decenal de Expansão de Energia, produzido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

O documento, que fica em consulta pública no Ministério de Minas e Energia até o dia 31 de outubro, traz as metas para adaptação do setor conforme prevê o Decreto 7.390/2010 que regulamenta a Política Nacional sobre Mudança do Clima.

De acordo com o presidente interino da EPE, Amilcar Guerreiro, a meta para o setor é não ultrapassar 680 milhões de toneladas de gás carbônico de emissões absolutas em 2020. Para que isso ocorra, foi feito o planejamento de crescimento de cada fonte de energia a longo prazo.

"Para uma parte do horizonte os leilões já estão feitos e estão com uma probabilidade de ocorrência muito alta. Claro que sempre tem a incerteza da demanda. Mas nos primeiros cinco, seis anos, boa parte da oferta já está basicamente definida. Agora, para completar o horizonte de dez anos, aí você tem exatamente o plano e, portanto, tem metas a serem atingidas".

Um dos destaques é o aumento da produção de energia eólica, que hoje não chega a 1.000 megawatts (MW). A meta é chegar a 16 mil MW em 2021. Segundo Guerreiro, uma parte já está leiloada e deve entrar em operação a partir do ano que vem. Outra oferta em ascensão é a das energias derivadas da cana-de-açúcar, tanto o etanol como o bagaço, com crescimento de 8,1% ao ano.

Mesmo com a previsão de aumento da participação do gás natural dos atuais 11% para 15,5% em 2021, devido à exploração na camada pré-sal, o presidente interino da EPE disse que as metas de emissão de gases de efeito estufa no setor energético serão mantidas. De acordo com ele, o mais importante é que as emissões não cresçam em uma proporção maior do que o crescimento da economia do Brasil.

"Com a evolução da demanda, com essa estratégia de oferta, você mantém, em 2020, a intensidade de carbono na economia. Quer dizer, você não está emitindo mais gás carbônico por unidade de PIB [Produto Interno Bruto]. A sua economia cresce, mas ela não fica emitindo mais do que proporcionalmente ao aumento da economia", declarou.

A meta é manter a intensidade de carbono na mesma proporção medida em 2005, ano em que foi feito o segundo inventário brasileiro de emissões de gás carbônico.

O Plano Decenal da EPE prevê crescimento na capacidade instalada no Sistema Interligado Nacional de 56% até 2021, com destaque para a geração hidrelétrica, com a entrada em operação da Usina de Belo Monte. A malha de transmissão deve chegar a 150,5 quilômetros. Guerreiro lembra que o nível de atendimento de energia elétrica atualmente está muito perto de 100% e o crescimento é de 1,5 milhão de ligações residenciais por ano.

No setor de hidrocarbonetos, a produção de petróleo deve saltar de 2 milhões de barris por dia (bpd) para 5,43 milhões até 2021, com a entrada em operação de 90 plataformas de produção. Como a demanda projetada é de 2,89 milhões de bpd, o excedente de 2,54 milhões será destinado à exportação.

A previsão é que a oferta de energia não-renovável cresça 4,7% ao ano, enquanto a de energias renováveis aumente 5,1%. Com isso, será possível suprir a demanda, que deve crescer 4,7% ao ano até 2021. O investimento total estimado para os próximos dez anos é R$ 1 trilhão.

 fonte:http://www.brasil247.com/

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Outubro 07 2012

Quase metade das usinas licitadas no primeiro leilão de energia eólica do Brasil está pronta sem poder gerar um único megawatt (MW) de eletricidade. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que 32 dos 71 parques eólicos leiloados em 2009 estão parados por causa da falta de linhas de transmissão. "Houve um descasamento entre a entrega das usinas e do sistema de transmissão", afirmou o diretor da agência reguladora, Romeu Rufino.

 

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), estatal do Grupo Eletrobrás, venceu o leilão das linhas de transmissão, mas não concluiu nenhum projeto - em alguns casos, nem iniciou as obras. Pelas regras do contrato, o sistema de transmissão teria de ser concluído na mesma data dos parques eólicos para permitir o início dos testes. Mas, na melhor das hipóteses, a conexão com as usinas apenas se dará em julho do ano que vem.

 

Consequentemente, as obras do sistema de transmissão dos parques licitados em 2010 também ficarão comprometidas. No mercado, algumas empresas foram informadas de que os cronogramas de empreendimentos marcados para setembro de 2013 foram estendidos para janeiro de 2015.

 

Rufino afirmou que a Aneel tem discutido constantemente com a estatal para tentar resolver o problema e diminuir os impactos para o consumidor.

 

Segundo ele, não está descartada a possibilidade de fazer uma instalação provisória enquanto a definitiva não é concluída. Apesar de não poderem produzir energia, as geradoras terão direito de receber a receita fixa prevista nos contratos de concessão. Pelos cálculos da Aneel, as 32 usinas têm receitas de R$ 370 milhões a receber. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte:http://www.dgabc.com.br/

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Outubro 02 2012

O município receberá uma fábrica de torres metálicas para geração de energia eólica. O governo do Estado e a empresa francesa Alstom assinaram nesta segunda-feira um protocolo de intenções para a instalação do empreendimento. Ao todo, a empresa investirá R$ 30 milhões no projeto. A multinacional, que já está na cidade há 50 anos, pretende construir a estrutura próxima à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), no primeiro semestre de 2013. A previsão é que a fábrica crie 250 empregos indiretos e 90 vagas diretas, sendo 80% delas preenchidas por mão de obra local.

As torres que serão fabricadas em Canoas devem ser destinadas ao complexo eólico Corredor do Senandes, que fica em Rio Grande. O empreendimento terá 40 aerogeradores. Para o presidente da Alstom Brasil, Marcos Costa, o município foi escolhido devido ao potencial eólico do Estado e pelas condições favoráveis a logística com países vizinhos do Conesul. "A unidade, devido à sua posição geográfica estratégica, também vai exportar para outros países da América Latina'', ressalta Costa.

fonte:http://www.diariodecanoas.com.br/

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Setembro 29 2012

Quase metade das usinas licitadas no primeiro leilão de energia eólica do Brasil está pronta sem poder gerar um único megawatt (MW) de eletricidade. Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que 32 dos 71 parques eólicos leiloados em 2009 estão parados por causa da falta de linhas de transmissão. "Houve um descasamento entre a entrega das usinas e do sistema de transmissão", afirmou o diretor da agência reguladora, Romeu Rufino.

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), estatal do Grupo Eletrobrás, venceu o leilão das linhas de transmissão, mas não concluiu nenhum projeto - em alguns casos, nem iniciou as obras. Pelas regras do contrato, o sistema de transmissão teria de ser concluído na mesma data dos parques eólicos para permitir o início dos testes. Mas, na melhor das hipóteses, a conexão com as usinas apenas se dará em julho do ano que vem.

Consequentemente, as obras do sistema de transmissão dos parques licitados em 2010 também ficarão comprometidas. No mercado, algumas empresas foram informadas de que os cronogramas de empreendimentos marcados para setembro de 2013 foram estendidos para janeiro de 2015.

Rufino afirmou que a Aneel tem discutido constantemente com a estatal para tentar resolver o problema e diminuir os impactos para o consumidor.

Segundo ele, não está descartada a possibilidade de fazer uma instalação provisória enquanto a definitiva não é concluída. Apesar de não poderem produzir energia, as geradoras terão direito de receber a receita fixa prevista nos contratos de concessão. Pelos cálculos da Aneel, as 32 usinas têm receitas de R$ 370 milhões a receber.

fonte:http://estadao.br.msn.com/

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Setembro 23 2012

A geração de energia no Brasil crescerá 29% até 2016 e a maior expansão acontecerá na área eólica, o que abre possibilidades especialmente para empresas espanholas e portuguesas, concordaram fontes do setor reunidas nesta quinta-feira em um almoço no Rio de Janeiro.

A principal fonte da matriz energética brasileira é a hídrica, que tem 78,7% da potência instalada no país, participação que se reduzirá até 71,2% em 2016 por diversos fatores, desde econômicos até ambientais, explicou o presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, em um almoço com empresários espanhóis.

As outras fontes de energia, como nuclear, gás, carvão, biomassa, óleo diesel e eólica aumentarão sua participação na matriz energética nos próximos quatro anos, mas será esta última a que mais crescerá, disse Chipp no encontro organizado pela Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil.

Projeções do ONS mostram que as eólicas, que gerarão neste ano 1,1% da energia produzida no Brasil, aumentarão essa cota para 5,6% em apenas quatro anos, o que representa um salto de 509%.

Segundo Chipp, se a economia brasileira crescer a uma média anual de 4,6% até 2016, será necessário aperfeiçoar o sistema de leilões de energia e a integração das eólicas para garantir a provisão ao país.

Nesse sentido, destacou que Espanha e Portugal estão entre os países mais avançados em geração eólica em nível mundial, o que pode abrir portas a empresas desses países.

''Espanha e Portugal têm uma competência muito grande neste aspecto, têm tudo o que precisamos para fazer uma boa integração (energética)'', comentou Chipp no almoço, do qual participaram representantes de empresas como Gas Natural, Endesa, Repsol, Iberdrola, Abengoa e Isolux, entre outras.

fonte:http://exame.abril.com.br/


publicado por adm às 00:31
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Setembro 23 2012

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promoverá, em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), uma reunião com investidores estrangeiros do setor de geração a partir dos ventos. O encontro acontece durante a Husum Wind Energy, na Alemanha - uma das principais feiras de negócios do segmento no mundo, que começou nesta terça (18) e vai até 20 de setembro.

A missão brasileira apresentará no evento o seminário "Oportunidades no Setor Brasileiro de Energia Eólica", que será aberto pelo vice-presidente de Relações Internacionais da Abeeólica, Lauro Fiúza Junior, e pelo CEO do Conselho Global de Energia (GWEC), Dr. Klaus Rave, abordando o tema “Por que o Brasil?”.

“O principal objetivo desse seminário é atrair empresas estrangeiras interessadas em investir em solo nacional, fomentando ainda mais o estabelecimento da indústria eólica no Brasil”, destaca a presidente executiva da Abeeólica, Elbia Melo. 

O Brasil estará presente também com empresários e membros do governo. Especialistas da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), do BNDES, além de representantes dos estados de Pernambuco, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e São Paulo estão entre os que embarcaram para a Alemanha.

Segundo informações da ABDI, serão apresentados aos interessados os planos do País para o desenvolvimento das cadeias de suprimento do setor elétrico - que fazem parte do Brasil Maior, política industrial lançada pelo governo federal no ano passado.

O diretor de Competitividade Industrial do MDIC, Alexandre Comin, vai apresentar os objetivos e a estrutura do Brasil Maior e mostrar como essa política pode contribuir para o desenvolvimento do setor.

“O Brasil Maior tem como foco a inovação e o adensamento produtivo do parque industrial brasileiro, visando ganhos sustentados de produtividade. Seu sistema de governança contempla Conselhos de Competitividade Setorial – incluindo um para energias renováveis –, que são responsáveis por elaborar agendas estratégicas. Nesses conselhos estão reunidas lideranças da indústria, do governo e dos trabalhadores, o que dá total legitimidade ao Plano”, explica Comim.

Já o especialista da ABDI Eduardo Tosta vai detalhar aos investidores as características da indústria eólica no Brasil. “Temos um ambiente favorável aos investimentos e a pesquisa, desenvolvimento e inovação. Somos um mercado crescente, com plataforma de exportação global, economia estável, segurança jurídica e apoio a investidores, além de importantes medidas governamentais ligadas às áreas de logística, qualificação de mão de obra e incentivos fiscais”, ressalta.

Fonte: Jornal da Energia

publicado por adm às 00:29
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Setembro 16 2012

Santa Vitória do Palmar, no litoral sul gaúcho, vai receber um dos maiores complexos eólicos da América Latina. A ordem de serviço para o início imediato das obras de construção do Complexo Eólico Geribatu foi assinada hoje (14), no município, pela Eletrosul Centrais Elétricas, subsidiária da Eletrobras, com a fabricante espanhola de aerogeradores Gamesa.


Serão instalados ao todo 129 aerogeradores, distribuídos em dez parques. O empreendimento é uma parceria da Eletrosul com o Fundo de Investimentos em Participações (FIP) Rio Bravo, que detém 51% do negócio. Os 49% restantes pertencem à estatal. O investimento previsto é aproximadamente R$ 1 bilhão.

Com 258 megawatts (MW) de capacidade instalada, o complexo, quando estiver em pleno funcionamento, no final do primeiro trimestre de 2014, deverá produzirenergia eólica equivalente ao consumo de mais de 1,6 milhão de pessoas.

"As primeiras turbinas eólicas já vão estar em operação no segundo semestre de 2013", disse o diretor de Engenharia e Operação da Eletrosul, Ronaldo dos Santos Custódio, em entrevista à Agência Brasil. "Trata-se do maior ou talvez do segundo maior empreendimento eólico latino-americano, conforme os critérios de avaliação, atrás apenas de outro projeto no Nordeste brasileiro", o de Alto Sertão 1, com capacidade de 294 MW e que envolve três municípios no sudoeste da Bahia: Caetité, Igaporã e Guanambi.

Segundo Custódio, se for somada ao Complexo de Geribatu a capacidade de 144 MW de outro empreendimento eólico da Eletrosul em Chuí (RS), a cerca de 20 quilômetros de Santa Vitória do Palmar, o resultado conjunto de 402 MW de ambos os complexos seria, "com certeza", o maior da América Latina. "Com os investimentos em curso, a Eletrosul é hoje a estatal mais engajada na produção de energia eólica no Brasil."

Além do Complexo Geribatu, a Eletrosul tem mais três empreendimentos eólicos, todos no Rio Grande do Sul, devido ao potencial energético da região. No último mês de junho, a empresa inaugurou o Complexo Eólico Cerro Chato, com 90 MW de capacidade, em Sant’Ana do Livramento, próximo à fronteira com o Uruguai. Nas imediações, está sendo construindo o Complexo Eólico Livramento, com 78 MW, que deverá entrar em operação no primeiro trimestre de 2013. As obras em Chuí devem ser iniciadas ainda este ano. Os quatro empreendimentos totalizam 570 MW de potência.

As primeiras obras em Santa Vitória do Palmar serão a abertura de acessos e a construção de fundações e plataformas. Cerca de 70 quilômetros de estradas serão abertos e recuperados. Aproximadamente 60 quilômetros de linhas subterrâneas transportarão a energia dos aerogeradores até uma subestação coletora. Cada aerogerador terá 78 metros de altura e 97 metros de diâmetro.

Conforme a Eletrosul, as obras devem gerar cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos na região. Os aerogeradores serão instalados em áreas onde há produções de arroz e criação de gado, compatíveis com a instalação dos equipamentos. Os proprietários serão remunerados pela cessão do solo. "Os investimentos irão transformar o perfil econômico da cidade de Santa Vitória do Palmar, que tem cerca de 32 mil habitantes", prevê Custódio. "Além dos empregos, a população vai ganhar mais infraestrutura, segurança e uma renda extra."

Para escoar a energia dos complexos eólicos do litoral sul gaúcho, a Eletrosul, em parceria com a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul, irá construir perto de 490 quilômetros de linhas de transmissão, três novas subestações e ampliar uma já existente. A previsão é de que as obras das linhas de transmissão, que devem custar R$ 700 milhões, sejam iniciadas até dezembro.

fonte:http://exame.abril.com.br/


publicado por adm às 22:40
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Setembro 05 2012
Equipamento será o primeiro aerogerador a considerar as características dos ventos no território brasileiro

05/09/2012 - A Weg anunciou nesta terça-feira (4) que fechou o primeiro contrato de fornecimento de aerogeradores decorrente da joint venture com o grupo espanhol M.Torres Olvega (MTOI) para o mercado de energia eólica no Brasil.

Os equipamentos, com capacidade de 90 MW, serão instalados ao longo dos próximos dois anos em parque eólico localizado no Nordeste do Brasil, que deverá entrar em operação até janeiro de 2016. A produção será feita em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Estima-se que os equipamentos atinjam índice de nacionalização próximo de 80%.

De acordo com nota da Weg, a empresa está desenvolvendo o primeiro aerogerador que considera as características dos ventos predominantes no território brasileiro. O novo aerogerador terá potência de 2,3 MW e incorporará vantagens importantes em relação aos equipamentos atualmente encontrados no mercado, tanto do ponto de vista de eficiência energética como de viabilidade econômica.

A construção do primeiro protótipo já foi iniciada e os testes de campo e a certificação da turbina devem ocorrer em meados de 2013.

Fonte: Brasil Econômico/Adaptado por CeluloseOnline

publicado por adm às 09:57
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Setembro 04 2012

As empresas espanholas Ghenova e Revergy/Isotrol anunciaram nesta terça-feira um acordo para o desenvolvimento conjunto de projetos de energia eólica no Brasil.


O consórcio prevê desenvolver projetos de engenharia e oferecer assessoria a empresas do setor de energia eólica no país, segundo comunicado.

Isotrol/Revergy são companhias de energia renovável com experiência na Espanha e no mercado europeu, enquanto Ghenova já atuava no Brasil, mas oferecia serviços de consultoria e engenharia em outros setores, como construção naval, aeronáutica, civil e industrial.

O setor de energia eólica está em pleno crescimento no Brasil, onde existem parques eólicos que somam uma capacidade de geração de dois gigawatts.

As autoridades querem produzir cerca de oito gigawatts de energia eólica até 2016 e está previsto que até esse ano onze fabricantes de aerogeradores venham para o país, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

fonte:http://exame.abril.com.br/


publicado por adm às 23:06

Agosto 31 2012

Os investimentos em energia eólica no Brasil tendem a crescer e o país deverá passar da 20.ª para a 10.ª posição entre os produtores mundiais já em 2013, prevê a Empresa de Pesquisa Energética brasileira (EPE).

"As perspetivas do setor de energia eólica no país são muito boas. (...) O preço da energia eólica hoje no Brasil caiu para um terço do que era há três ou quatro anos e já é bastante competitivo em relação às outras fontes", considerou o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, citado pela Agência Brasil.

De acordo com o representante, a previsão é de que o parque eólico brasileiro chegue a 8 gigawats de capacidade instalada até 2015, volume quatro vezes superior aos atuais 2 GW.



fonte: http://expresso.sapo.pt/

publicado por adm às 22:33
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