Energia Eolica

Junho 07 2011

Washington apresentou uma demanda diante da OMC contra esse programa em dezembro, argumentando que a China o usava para dar subsídios "proibidos pelas regulações da OMC".

 

O ministro do Comércio Exterior americano, Ron Kirk, anunciou nesta terça-feira que a China renunciou a um programa de subsídios de sua indústria eólica denunciado por Washington diante da Organização Mundial do Comércio (OMC).

"A China colocou fim a alguns subsídios para quipes eólicas", indicou o secretário de Comércio Exterior americano Ron Kirk, em comunicado.

"Os Estados Unidos estão contentes com o fato de a China ter encerrado esse programa de subsídios", completou Kirk.

Washington apresentou uma demanda diante da OMC contra esse programa em dezembro, argumentando que a China o usava para dar subsídios "proibidos pelas regulações da OMC", já que as empresas beneficiárias devem "utilizar peças e componentes fabricados na China, antes dos estrangeiros".

Washington afirma que o montante da ajuda fechada no programa varia de 6,7 milhões a 22,5 milhões de dólares por empresa, e que o total "pode alcançar várias centenas de milhões desde 2008".

fonte:http://www.d24am.com

publicado por adm às 23:17

Maio 30 2011

A Sinovel Wind Group Co., maior fabricante de gerador de energia eólica da China, apresentou sua turbina eólica de 6 megawatts desenvolvida independentemente pelo país, que pode ser utilizada em usinas em terra, em alto-mar e em zonas entre marés, anunciou nesta segunda-feira Tao Gang, vice-presidente da companhia.

É a primeira deste tipo produzida no país. Até a China concluir a produção de sua turbina, a Alemanha era o único país que havia desenvolvido independentemente a turbina, a maior do mundo em termos de capacidade, e também é o único país que realizou o teste do modelo em ambiente natural.

Com lâminas de 128 metros de diâmetro, o modelo tem uma maior capacidade de captura do vento e é mais eficaz na utilização de recursos eólicos que outras turbinas, declarou Tao.

Ele disse que a produção local da turbina acelerará o desenvolvimento de energia eólica no mar na China.

Considerando a crescente escassez de recursos terrestres e metas de redução de emissões, os países europeus e os Estados Unidos estão promovendo o desenvolvimento da energia eólica no mar.

Ao longo da próxima década, a Grã-Bretanha e a França planejam instalar 7,6 mil turbinas eólicas no mar, cada unidade com uma capacidade de mais de 5 megawatts.

A China também está se dedicando à exploração nesta área. Sua primeira usina eólica no mar de 100 megawatts entrou em operação em Shanghai em agosto de 2010, com 34 turbinas de 3 megawatts instaladas, todas fabricadas pela Sinovel.

No mesmo ano, o país concluiu o concurso público para usinas eólicas no mar totalizando 1 gigawatts em capacidade na Província de Jiangsu, leste do país. A construção das usinas eólicas começará este ano.

A Sinovel pretende desenvolver turbinas de 10 megawatts, revelou Tao.

Até o final de 2010, a capacidade instalada cumulativa nacional de energia eólica somou 44,7 gigawatts, a maior no mundo, representando 23% do total mundial, segundo dados da Comissão de Energia Eólica da China.

fonte:http://portuguese.cri.cn/

publicado por adm às 22:21

Fevereiro 14 2011

Sinovel Wind Group Co., maior fabricante de gerador de energia eólica da China, anunciou hoje que deve terminar a produção da primeira turbina eólica de 6 megawatts desenvolvida independentemente pelo país em junho.

A turbina colocará o grupo Sinovel na mesma posição que o Enercon da Alemanha e o Vestas da Dinamarca na produção do mais poderoso gerador de vento do mundo.

O Vestas informou no início deste mês que lançará sua primeira turbina de 6 megawatts antes do final de março.

"O Sinovel possui os direitos de propriedade intelectual global por sua turbina eólica de 6 megawatts. O desenvolvimento do produto possibilitou a produção relevante de peças e componentes na China", indicou Tao Gang, vice-gerente-geral do Sinovel.

Tao afirmou que a turbina do Sinovel promoverá a indústria de energia eólica do país, especialmente os projetos de energia eólica no mar.

O Sinovel começou a desenvolver a turbina de 10 megawatts, revelou Tao.

Trinta e quatro turbinas eólicas marítimas de 3 megawatts, desenvolvidas pelo Sinovel no Projeto de Base Eólica Marítima da Ponte Donghai de Shanghai, foram ligadas à rede em agosto de 2010. Este foi o primeiro projeto nacional de geração de energia eólica marítima. Espera-se que o projeto produza energia suficiente para suprir 200 mil famílias por ano.

O Sinovel lançou a Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Valores de Shanghai em janeiro, ao preço recorde de 90 yuans (US$ 13,6) por ação. A companhia lançou a turbina de 5 megawatts desenvolvida exclusivamente pelo grupo em outubro de 2010.

fonte:portuguese.cri

publicado por adm às 22:41

Janeiro 18 2011

A China já é o país que mais aproveita a energia do vento. O gigante asiático ultrapassou os Estados Unidos e ocupa, agora, a primeira posição em capacidade instalada de energia eólica.

No total, os parques eólicos chineses somam já 41.800 megawatts (MW) de potência. Ainda em Junho, tinham 33.800 MW, contra 36.300 dos EUA. O ritmo de instalação de novos parques eólicos na China é, porém, mais de seis vezes superior ao dos norte-americanos. 

Ao longo de 2010, à capacidade existente foram adicionados mais 15.800 MW – o equivalente a quatro vezes a potência eólica instalada de Portugal. No actual passo, a China vai-se consolidar na primeira posição, sem rival.

“Era expectável”, afirma António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren). “Os chineses estão atrasados no consumo de electricidade, têm de instalar capacidade o mais rapidamente possível e já perceberam que as renováveis são o futuro”, completa.

Carlos Pimenta, especialista em energias renováveis, concorda, lembrando que a população chinesa está a migrar do campo para as cidades e a alterar hábitos, num processo que implica maior consumo de energia. “O Estado chinês há muito tempo que percebeu que vai precisar de muito mais energia”, diz Pimenta. 

Em 2010, o consumo de energia eléctrica no país subiu 14,6 por cento, segundo dados divulgados hoje pelo Conselho de Electricidade da China, citados pela agência Xinhua. Cerca de um quarto da electricidade (26,5 por cento) é gerada por fontes não-fósseis – hidroeléctricas (22,2 por cento), eólicas (3,2 por cento) e nuclear (1,1 por cento).

A China já domina a maior parte do mercado mundial de painéis solares. Na energia eólica, parte dos aerogeradores instalados na China são produzidos no próprio país, mas ainda são os europeus que lideram o mercado. “É uma questão de tempo”, avalia Carlos Pimenta. “Com o actual ritmo de crescimento, a minha previsão é que aconteça no eólico o mesmo que aconteceu no solar”, completa.

Vários acordos comerciais na área das renováveis são esperados durante a visita que o presidente chinês, Hu Jintao, inicia amanhã aos Estados Unidos, segundo adianta a agência Reuters. Ambos os países competem pelo mercado mundial nessa área.

fonte:publico

publicado por adm às 22:03

Dezembro 19 2010

Em Pipestone, Minnesota, estão as três únicas turbinas eólicas de fabricação chinesa em operação nos EUA. Mas isso pode mudar quando a Goldwind USA e outras empresas sob controle chinês implementarem seus planos para um forte avanço no mercado norte-americano, nos próximos meses. Alguns afirmam que os chineses devem ser recebidos de modo positivo, devido aos empregos ecológicos que criarão e a aceleração que seu equipamento propiciará na adoção de fontes renováveis de energia pelos EUA. Outros consideram que a presença deles será uma ameaça ao emprego e aos lucros do setor nos EUA.

 

- Não podemos ficar inertes enquanto a China toma a liderança na produção de energia limpa -  disse o senador democrata Sherrod Brown, durante debate sobre subsídios federais à energia eólica, alguns meses atrás. 

Sentimentos como esse ajudam a explicar por que a Goldwind dá uma fachada norte-americana aos seus esforços e divulga planos que envolvem mais que a simples importação de equipamentos chineses de baixo custo. "A abordagem da Goldwind é a de que vamos construir uma estrutura orgânica norte-americana", disse o texano Scott Rowland, vice-presidente de engenharia da empresa e antigo funcionário da First Wind, uma companhia de criação de centrais eólicas de Boston. 

Ao entrar no mercado norte-americano, a indústria chinesa chega a um líder mundial em capacidade de geração de energia eólica, com cerca de 41 gigawatts. Apenas a China gera mais, cerca de 43 gigawatts, ainda que para uma população mais de quatro vezes superior à dos Estados Unidos. 

Os problemas na economia dos Estados Unidos, os preços baixíssimos do gás natural e as questões persistentes sobre a política federal de energia eólica vêm bloqueando o avanço do setor nos EUA. No momento, ele responde por apenas 85 mil empregos. Até mesmo a líder do mercado norte-americano, a General Electric, reportou queda acentuada em suas vendas de turbinas no terceiro trimestre, ante o mesmo período do ano passado. 

Tudo isso parece indicar que as perspectivas de mercado para as chinesas são modestas. Mas essas companhias podem jogar na espera, porque contam com grande apoio do governo chinês, na forma de empréstimos a juros baixos e outras vantagens. A Goldwind é a divisão norte-americana de uma estatal chinesa que se tornou a quinta maior fabricante mundial de turbinas: a Xinjiang Goldwind Science and Technology Company. 

Para ajudar a financiar seus esforços internacionais, a Xinjiang Goldwind levantou cerca de US$ 1 bilhão em capital com uma oferta pública inicial de ações em Hong Kong, em outubro. Também dispõe de linha de crédito a juros baixos de US$ 6 bilhões oferecida pelo Banco de Desenvolvimento da China. 

As turbinas eólicas fabricadas por empresas chinesas custam em média US$ 600 mil por megawatt, ante US$ 800 mil ou mais para os modelos ocidentais feitos com componentes chineses. Os preços são ainda mais altos para as máquinas europeias e norte-americanas. No entanto, bancos ocidentais vêm hesitando em fazer empréstimos para projetos eólicos que adquiram equipamento chinês devido a preocupações quanto à confiabilidade deles, de acordo com Robert Todd, diretor do grupo de energia renovável, recursos naturais e energia do banco HSBC, em Hong Kong. 

Mas há poucos outros projetos de grande porte em curso. A Associação Americana de Energia Eólica estima que neste ano apenas 5.500 megawatts de capacidade nova venham a ser instalados nos Estados Unidos. Isso equivale a apenas metade do total de 2009 e fica bem abaixo dos 17,6 mil megawatts, ou mais, que estão sendo instalados na China. 

Os defensores da entrada dos fabricantes chineses afirmam que a disponibilidade de turbinas chinesas de baixo custo e o financiamento generoso que os bancos estatais chineses oferecem aos compradores podem recolocar o setor eólico no caminho do crescimento. "A energia eólica nos Estados Unidos está em estado desordenado devido à falta de recursos", disse Andrew Hang Chen, presidente da Usfor Energy, uma consultoria de Pittsburgh que assessora o governo da China e as estatais de energia eólica.

(Fonte/Jornal da Ciência (SBPC e The New York Times)

publicado por adm às 20:33

Novembro 21 2010

A China construirá uma usina de energia eólica de 10,8 milhões de quilowatts em Hami, na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, no extremo oeste do país, nos próximos cinco anos, informou quinta-feira um funcionário local.

A capacidade instalada da usina em Hami era de apenas 100 mil quilowatts no ano passado, segundo Guan Baili, vice-secretário-geral do Comitê do Partido Comunista da China da Liga de Hami.

Um projeto de energia eólica de 200 mil quilowatts da China Huadian Corporation já passou por revisão preliminar do Departamento de Proteção Ambiental local, que constitui parte da usina com capacidade de 2 milhões de quilowatts que será construída por 10 empresas de eletricidade no sudeste de Hami.

A capacidade potencial da usina de eletricidade ficará em 75 milhões de quilowatts, isto é, aproximadamente 60% do total de Xinjiang.

O crescimento do uso de energia eólica está diretamente ligado aos esforços do governo chinês para usar mais energias limpas, com o objetivo de reduzir a dependência da energia gerada por carvão que é poluente

A China também planeja construir outras plantas de energia eólica de 10 milhões de quilowatts até 2020. As sete bases, incluindo Hami, terão capacidade combinada de 90 milhões de quilowatts até 2020, 60% do total do país.

fonte:portuguese

publicado por adm às 00:35

Novembro 02 2010

Além de ser o país com a maior produção de energia solar no momento, a China anunciou a construção da maior fazenda eólica offshore do mundo. A obra irá desbancar a maior instalação atual, que se enconra no Reino Unido e conta com uma capacidade de 300MW. A fazenda chinesa, que fica na baía de Bohai e tem prazo de entrega previsto para 2020, produzirá inicialmente até 1000MW de energia.

O projeto é financiado por uma companhia petrolífera nacional e conta com 2,2 bilhões de dólares disponibilizados pelo governo. Desde 2005, quando a China aprovou a legislação com padrões obrigatórios para utilização de recursos energéticos renováveis, o governo e companhias privadas começaram a investir massivamente em usinas eólicas e solares.

fonte:naturaekos

publicado por adm às 22:20

Julho 19 2010

A eletricidade de origem eólica se converterá, depois da termoelétrica e hidroelétrica, na terceira maior fonte de energia convencional da China em 2020, ano em que sua capacidade instalada poderá atingir 150 milhões de quilowatts, segundo previu a Administração Nacional de Energia da China.

 

A geração de eletricidade eólica da China aumentará para 20 milhões de quilowatts em 2010 e para 100 milhões de quilowatts uma década depois, revelou Zhang Guobao, diretor da administração mencionada.

 

O governo chinês está elaborando o 12º plano quinquenal de desenvolvimento energético e emendando o plano de desenvolvimento de energia nuclear, com que se prevê uma série de importantes políticas relacionadas a este setor, indicou Zhang.

 

A entidade que Zhang dirige porá em marcha em breve um programa de indústria emergentes estratégicas a fim de contribuir para o desenvolvimento de energias mais limpas, incluindo a hidroelética, a eólica, a solar e a de biocombustíveis, segundo fontes de um simpósio de desenvolvimento de energias limpas realizado no marco do 6º Fórum Econômico, Comercial e Cultural através do Estreito de Taiwan.

Em 2009, 9% da energia elétrica consumida em toda a China veio de fontes renováveis, com respeito a 7% de 2005, e espera-se que a proporção alcance 10% este ano.

 

O volume de uso de energias renováveis na China chegou ao equivalente a 268 milhões de toneladas de carvão em 2009, incluindo a hidroelétrica, de 200 milhões de toneladas, a solar, eólica e a de biocombustíveis, que em seu conjunto somam quase 70 milhões de toneladas, indicou Gao Hu, funcionário do Instituto de Novas Energias da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR), principal órgão de planejamento econômico do país.

Entre as novas energias, Gao revelou que a eólica é a que oferece mais vantagens competitivas, tomando em consideração as próprias condições da China e a alta dos preços do petróleo, gás e carvão, assim como de outras matérias-primas.

 

Hoje, a capacidade total instalada de eletricidade eólica na parte continental da China é de 22,68 milhões de quilowatts, enquanto a produção acumulada chegou a 51,6 bilhões de quilowatts-hora, disse Zhang Guobao, que é também vice-ministro encarregado da CNDR.

fonte:http://portuguese.cri.cn

publicado por adm às 22:44

Maio 29 2010

Por: Redação TN / Leonora Walet e Victoria Bryan, Reuters

 

Após provocar uma guerra de preços e caos nos lucros de fabricantes europeus e norte-americanos de células e painéis solares de silício cristalino, a China agora resolveu focar na produção de turbinas eólicas. Apesar da dinamarquesa Vestas e do conglomerado norte-americano General Electric ainda terem sido os dois principais fornecedores de turbinas em 2009, segundo a consultoria dinamarquesa BTM, as empresas chinesas estão se aproximando rapidamente. Sinovel Wind, Xinjiang Goldwind Science and Technology Co e Dongfang Electric conquistaram lugares entre as top 10 e as empresas estão ansiosas para competir no mercado de exportação.

 

“Os fabricantes chineses já implantaram equipes de venda internacional e estão buscando ativamente contratos no exterior. O processo está a caminho”, comentou o diretor do grupo de energias renováveis, recursos e energias do HSBC de Hong Kong Robert Todd.

 

“É apenas uma questão do quanto antes eles conseguirem realmente o ímpeto”, disse Todd, que prevê que as empresas eólicas chinesas conquistarão mais projetos fora da China nos próximos 12 meses.

 

A Goldwind anunciou na segunda-feira o estabelecimento de uma unidade em Chicago, marcando a sua entrada em um mercado amplamente abastecido pela GE. A empresa também implantou uma base de produção na Alemanha e uma subsidiária na Austrália no final do ano passado. A maior fabricante de turbinas eólicas da China e a número três no mundo, a Sinovel, exportou 10 turbinas de 1,5 MW cada para a Índia no ano passado. A empresa também adquiriu em março sistemas elétricos para a sua turbina de alta capacidade, com 5 MW, uma tecnologia doméstica que deve ser exportada.

 

Em relação ao mercado solar, a China pode oferecer produtos a preços muito menores do que os europeus e norte-americanos, despertando temores que os preços das turbinas eólicas possam ser pressionados para baixo e criando a super-oferta que se abateu sobre o mercado solar no ano passado.

 

“É claro que os preços de mercado são menores e podemos ver isso nos contratos do governo”, disse o CEO da fabricante de caixas de engrenagem Hansen Transmissions Alex De Ryck, se referindo aos projetos eólicos ganhos pelas empresas locais na China.

 

Uma turbina típica consiste de torres de metais de 65 metros de altura, uma lâmina do rotor do tamanho de um Boeing 737 e uma nacele que segura componentes do tamanho de um motor home pequeno. As turbinas equivalem a 70% dos custos de um projeto eólico e são vendidas por cerca de US$ 732.215 (5 milhões de Yuan) por MW na China. Já nos Estados Unidos elas podem alcançar US$ 1 milhão por MW.

 

Vento para exportação

 

A China é alvo freqüente de reclamações por bloquear o acesso ao seu mercado ou ajudar injustamente seus exportadores com enormes subsídios e empréstimos estatais baratos. As empresas alemãs de energia solar Conergy e Solarworld expressaram forte preocupação sobre as práticas de precificação dos fabricantes de painéis chineses, que historicamente desvalorizam seus produtos em cerca de 20%.

 

Mas ao menos por agora, os fabricantes chineses de turbinas estão altamente focados domésticamente, sendo que as exportações em 2009 de menos de 30 MW representam apenas uma pequena fatia dos 24.540 MW em capacidade instalada fora da China. A sua meta comum de incentivar as exportações para contribuir significativamente às vendas, ainda é uma ameaça distante para muitos players internacionais, especialmente devido à logística envolvida para o transporte das partes enormes.

 

“Os produtores chineses começaram a se envolver no exterior, por exemplo, na Índia ou na região Ásia-Pacífico. Entretanto, os players chineses estão operando principalmente no mercado doméstico”, disse a porta-voz do maior conglomerado de engenharia europeu, a Siemens.

 

A China é o maior mercado de energia eólica do mundo, dobrando a sua capacidade instalada em 2009 ao adicionar 13 mil MW. As empresas locais de turbinas possuem atualmente 80% do mercado chinês, o que menos de uma década atrás era dominado por empresas globais, como a Vestas, GE, e a espanhola Gamesa. A Vestas espera que a sua estratégia de melhoramento da tecnologia, ao invés da competição por preços, auxilie a combater a crescente competição chinesa.

 

“Não é do nosso interesse entrar em uma competição focando apenas no preço”, disse o presidente da Vestas China Jens Tommerup à Reuters.

 

“Nossas turbinas são confiáveis, produtivas e eficientes, a longo prazo, o que significa um custo baixo da energia. Também estamos focados na construção de parcerias a longo prazo com nossos clientes, que inclui todos os aspectos da energia eólica”.

 

*Traduzido por Fernanda B. Muller, CarbonoBrasil www.tnsustentavel.com.br

 

publicado por adm às 22:44

Abril 22 2010

Apesar da crise financeira mundial, a implantação de usinas eólicas deu um salto no ano passado, com a implantação de mais 37.500 MW de energia elétrica no mundo, o que equivale a 2,6 vezes a capacidade da usina hidrelétrica de Itaipu, que é de 14 mil MW e um acréscimo de 42% sobre o ano anterior, segundo se informou na Feira Industrial de Hannover. E a projeção do presidente da entidade nacional de produtores da Alemanha, Hermann Albers, é de que haja um crescimento anual de 20%, elevando os investimentos dos atuais 50 bilhões de euros por ano para 200 bilhões. O destaque é mais uma vez a China, que mais do que dobrou sua capacidade em 2009, atingindo agora 25.800 MW.

Fonte:http://jcrs.uol.com.br

publicado por adm às 23:42

pesquisar
 
links
subscrever feeds