Energia Eolica

Dezembro 17 2011

Pesquisadores da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, desenvolveram uma hélicepara turbinas de usinas eólicas muito mais leve e resistente. Normalmente, as hélices chegam a diâmetros de 60 m. Por isso, construir um elemento deste tamanho capaz de resistir à pressão de ventos fortes sem pesar muito é um desafio.


O protótipo usa um composto a partir de poliuretano e nanotubos de carbono. As hélices já foram testadas com sucesso em turbinas de 400 watts. Mais leves, elas aproveitam melhor os ventos, uma vez que sopros mais fracos já são suficientes para fazê-las girar.

Mas ainda há um problema nisso tudo. É o custo da tecnologia, já que a manufatura de nanoestruturas de carbono ainda é um processo complexo e caro, sobretudo para a confecção das enormes hélices necessárias para um planta de produção de energia. A esperança dos pesquisadores é que, conforme amadureça, a indústria da energia eólica barateie os custos de pesquisa e desenvolvimento.

fonte:http://www.techtudo.com.br

publicado por adm às 20:23

Novembro 16 2011

Um relatório da Bloomberg New Energy Finance revela que o preço da eletricidade gerada a partir da energia eólica vai descer 12% nos próximos 5 anos como consequência de uma combinação de equipamentos mais baratos e ganhos na eficiência do que diz respeito à produção, o que fará com que a média dos Parques Eólicos compita ao mesmo nível com a produção das centrais a carvão, gás natural e nucleares.

Foram recentemente apresentados em Londres e Nova Iorque os resultados do mais recente estudo da Bloomberg News Energy Finance, que concluiu que a produção de eletricidade a partir de energia eólica tem vindo a tornar-se cada vez mais competitiva, aproximando-se da geração de energia elétrica a partir de combustíveis fósseis.

Esta evolução está a acontecer de tal forma que, nos próximos 5 anos, o preço da eletricidade proveniente do aproveitamento da energia elétrica diminuirá 12%, colocando-se ao nível da eletricidade gerada pelas centrais a carvão, gás natural, e nucleares.

Isto será possível graças à combinação de dois fatores: a “experience-curve” de 7%, que consiste numa redução de 7% do custo da produção de energia a cada duplicação da potência instalada, e a melhoria da eficiência na produção de energia elétrica, associada ao aumento do “capacity factor”, possível devido aos avanços tecnológicos que têm permitido construir turbinas maiores e mais altas, com uma melhor aerodinâmica, etc.

O preço da energia elétrica produzida a partir da energia eólica tem vindo a diminuir passando de 200 euros por MWh em 1984 para 52 euros por MWh em 2011. Por outro lado, a diminuição dos custos das turbinas devido à competição no mercado e à redução das despesas de manutenção fará com que o preço das turbinas, e consequentemente, o preço da energia que produzem, se torne ainda mais baixo.

Desta forma, em 2016, a produção de energia elétrica a partir da energia eólica em qualquer região com condições razoáveis para o aproveitamento da energia do vento, será tão competitiva como a geração de eletricidade recorrendo aos combustíveis fósseis. 

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

publicado por adm às 00:06

Novembro 08 2011

 

A Eco Whisper Turbine foi concebida e fabricada na Austrália. A turbina fornece mais energia, a partir da velocidade de vento, do que as turbinas convencionais. A produção energética anual chega a ser até 30% maior do que os modelos tradicionais. O desempenho varia de um local para outro.

 

Além do melhor desempenho, esta turbina elimina o ruído e a vibração das tradicionais turbinas eólicas de três lâminas e está revolucionando o mercado das pequenas turbinas eólicas com o seu design exclusivo e apelo estético conquistando o interesse do Governo australiano, que a nomeou como uma das melhores tecnologias limpas para um concurso de ideias inovadoras.

A Eco Whisper Turbine foi projetada para compensar exigências de energia de médio e grande porte. Seu uso é adequado para instalações industriais, comerciais e de produção. Em áreas agrícolas, com um foco particular em comunidades remotas e em substituição ao diesel, ela também é uma boa opção.

 

Com esta tecnologia não existem perdas e a coleta de vento é feita de forma mais eficiente. A turbina converte e gera mais energia e possui baixa velocidade de arranque em comparação às outras. Tudo isto é conseguido ao mesmo tempo em que a turbina tem a metade da altura e diâmetro do disco, em comparação às turbinas comuns.

Em vez das três habituais pás gigantes, ela possui 30 lâminas, com 6,5 m de diâmetro, estendendo para fora a partir de um eixo central com aproximadamente 21m de altura. A turbina pode suportar ventos de até 220km/h e dependendo da quantidade de vento onde estará instalada, com velocidades de vento acima da média de 5m/s (18km/hr) pode gerar entre 18 mil kWh a 32 mil kWh por ano. Sua sólida estrutura maximiza a visibilidade para as aves.

A Eco Whisper Turbine é uma subsidiária integral da Renewable Energy Solutions Australia Holdings Ltd. (RESA) - um desenvolvedor, fabricante, instalador e operador de soluções de energia renovável. Membro do Conselho de Energia Limpa a empresa é reconhecida por seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, qualidade e inovação.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 00:04

Novembro 06 2011

A Enercon vai lançar na terça-feira a primeira pedra da instalação de um aerogerador próprio nas fábricas da multinacional alemã na cidade de Viana do Castelo, representando um investimento de cinco milhões de euros.

Trata-se de um aerogerador de 2 MegaWatts (MW) de potência e cuja implementação deverá estar terminada em abril de 2012, admitiu à Agência Lusa o administrar da Enercon em Portugal.

Segundo Francisco Laranjeira, este aerogerador será ligado à Rede Eléctrica Nacional e servirá também para 'testes' do modelo totalmente produzido em Viana do Castelo.

O lançamento da obra acontece na terça-feira, pelas 16:00, e deverá contar com a presença do secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques.

O aerogerador será instalado no complexo fabril da Enercon no Parque Empresarial da Praia Norte, no litoral da cidade de Viana do Castelo.

'Será uma turbina emblemática para Viana do Castelo, um sinal de modernidade da região', sublinhou Francisco Laranjeira.

O lançamento deste investimento acontece durante o 'Enercon Fórum', iniciativa que reúne, até quarta-feira, especialistas e clientes do grupo, entre cerca de 200 convidados oriundos de todo o mundo e que pela segunda vez se realiza em Portugal.

Atualmente, a Enercon é já o maior empregador do distrito de Viana do Castelo, tendo criado desde 2006 mais de 1.400 postos de trabalho através da instalação, na cidade e no Parque Empresarial de Lanheses, de cinco fábricas onde são integralmente produzidos todos os componentes eólicos.

Desde julho que a empresa está a incrementar a exportação de componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local, existindo a expetativa de aumentar esse volume depois de realizadas dragagens na entrada da foz do rio Lima para aumentar a competitividade da operação.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 23:30

Outubro 19 2011

De acordo com um novo relatório da consultoria Pike Research, que realiza pesquisas sobre o mercado mundial de tecnologia limpa, a capacidade eólica total instalada na América do Norte mais do que duplicará nos próximos seis anos, passando de cerca de 53 mil megawatts em 2011 para quase 126 mil megawatts até 2017.

 

Apesar de ter sofrido uma baixa no ritmo de novas instalações durante a crise financeira de 2008 e 2009, a indústria eólica vem amadurecendo como umatecnologia limpa, capaz de reduzir as emissões de carbono e também impulsionar o crescimento econômico dos países.

“Este ainda será um ano difícil para a energia eólica na América do Norte, mas vemos sinais de recuperação", diz o analista sênior Peter Asmus. "A região está produzindo turbinas mais eficientes, que geram energia a custos mais baixos”. Segundo Asmus, um dos focos da expansão do setor será nos parques eólicos offshore, na costa marítima.

Previsões apontam que cerca de 820 bilhões de dólares serão investidos globalmente em turbinas eólicas onshore e offshore, entre 2011 e 2017. Deste montante, a América do Norte deverá receber 145 bilhões.

Atulamente, os Estados Unidos são o segundo país no mundo que mais produz eletricidadea partir de energia eólica, sendo capaz de abastecer 10 milhões de residências americanas. Essa capacidade entretanto representa apenas 2,3% da geração total de energia no país - participação baixa em comparação a outras nações, como a Dinamarca, por exemplo, que tem 20% de sua eletricidade oriunda da matriz eólica.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 23:22

Outubro 07 2011

 

 

Anel ao redor da área das pás dos geradores acelera o fluxo de ar nas lâminas. Turbinas são organizadas em forma de colmeia

A Universidade de Kyushu, no Japão, desenvolveu uma turbina eólica que promete produzir três vezes mais energia do que as atuais. A nova tecnologia é chamada de lente eólica e alguns protótipos já estão em fase de testes no centro acadêmico.

 

Para que o equipamento tivesse uma produção energética mais eficiente não foi preciso aumentar o tamanho dos geradores. O modelo consiste em um anel e circunscreve a área das pás dos geradores, que têm a função de acelerar o fluxo de ar nas lâminas. Com este processo, o sistema gera de duas a três vezes mais energia do que as turbinas comuns. Toda a estrutura soma 112 metros de diâmetro.

O design do produto foi criado na Exibição Internacional de Energias Renováveis de Yokohama, em 2010. O modelo tem uma plataforma hexagonal, assim as turbinas são organizadas no formato de uma colmeia. Segundo o líder da pesquisa, Yuji Ohya, os geradores têm a vantagem de não causarem tanta poluição sonora como os convencionais.

Outra grande vantagem do produto será reduzir o preço da eletricidade eólica. A estrutura entraria em competição com o carvão e fontes nucleares e os custos da energia alternativa seriam menores, acreditam especialistas.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias cresce o número de alternativas eólicas para a produção energética. O impasse, até então, é a necessidade de uma área muito grande para que toda a eletricidade necessária fosse gerada a partir da nova estrutura de energia eólica. De acordo com especialistas, nos Estados Unidos, por exemplo, seria preciso ter uma área disponível de pelo menos 440 mil km2, equivalente a 25% do estado do Alaska.

fonte:http://exame.abril.com.br/e

publicado por adm às 22:05

Outubro 05 2011

A Alstom acabou de anunciar o lançamento da turbina eólica onshore ECO 122 – 2. MW, que combina uma grande potência com o factor de alta capacidade e que vai aumentar o rendimento energético em regiões com pouco vento, em qualquer parte do mundo.

Com uma velocidade do vento de 7.5 m/s, a turbina assegura um produção do parque eólico até 42%, equivalente a 3.600 horas completas operadas cada ano. O rotor, com um diâmetro de 122 metros e uma área de acção de 11,700 metros quadrados – o maior no segmento de turbinas de 2 MW a 3 MW -, maximiza a recolha de energia e o retorno sobre o investimento para criar novas oportunidades de negócio para clientes de locais com pouco vento.

“Investigação e inovação estão no centro do nosso negócio. Com a ECO 122 e outras turbinas na nossa plataforma ECO 100, lideramos o desenvolvimento da nova geração de alta potência, turbinas de alta eficiência para acrescentar valor aos nossos clientes. Com pás maiores, que capturam mais energia e de forma mais efectiva, assegurando também uma área de acção muito maior do que os mecanismos da actual geração, a ECO 122 definiu um novo padrão para locais de pouco vento em todo o mundo”, explicou Alfonso Faubel, vice-presidente da Alstom para a área eólica.

Assim, a Eco 122 garante uma produção no parque eólico 25% superior quando comparada com as actuais turbinas 1.5 – 2. MW, sendo de realçar que exige um menor número de turbinas instaladas para alcançar este rendimento. Um exemplo: num local com pouco vento, seis turbinas da geração actual 1.5 – 2 MW produzem cerca de 40 GWh/ano, enquanto apenas cinco turbinas ECO 122 asseguram mais de 50 GWh/ano.

Este aumento de rendimento também representa significativas poupanças de capital. Um parque eólico com a ECO 122 pode reduzir os custos do mesmo em cerca de 10-15% quando comparado com um parque com equipamento corrente 1.5 – 2 MW, graças a menos instalações, plataformas, estradas e cablagem.

A primeira ECO 122 vai ser instalada em meados de 2012 com as primeiras entregas comerciais previstas para o início de 2013.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:42

Setembro 15 2011

O WindFloat foi apresentado, sexta-feira, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. É um projecto pioneiro a nível mundial, instalado ao largo da Póvoa de Varzim e ligado à rede eléctrica em Aguçadoura.

 

Trata-se do primeiro protótipo de uma turbina eólica assente numa plataforma flutuante offshore, sendo que o dispositivo estará localizado a uma distância de cerca de seis quilómetros da orla litoral, numa profundidade de cerca de 50 metros.

 

O projecto WindFloat comporta um investimento de 20 milhões de euros e se chegar à terceira e última fase, a da comercialização, vai criar cerca de oito mil postos de trabalho.

 

João Maciel, director de Desenvolvimento Tecnológico da EDP Inovação, empresa promotora do projecto, explicou: “pretendemos aprender e validar os modelos teóricos e experimentais que foram desenvolvidos à escala real.

 

Se tudo correr bem, avançaremos para a fase comercial. Acabamos de instalar o aerogerador em cima da plataforma construída pela Lisnave. A nossa expectativa é de que o equipamento esteja totalmente operacional em Novembro”.

 

Notícia desenvolvida na edição desta semana.

fonte:http://www.vozdapovoa.com/

publicado por adm às 23:11

Setembro 06 2011
A Região atingirá, já neste ano, 28% da produção de electricidade de origem renovável e que se propõe alcançar em 2015 o “target” de 38%, e, provavelmente, mais de 50% em 2020.


A maximização das energias renováveis assume-se como um dos eixos prioritários da política energética regional.
Dentro das diversas tecnologias que se apresentam com grande potencial, suficientemente testadas e tecnicamente “maduras”, os centros produtores eólicos têm-se revelado, em conjugação, com os sistemas hídricos, uma excelente opção, contribuindo, de forma significativa, para a crescente contribuição do recurso vento no total da produção de electricidade na RAM.
A entrada em exploração, no ano de 2009, de dois parques eólicos, com a potência global de 18 MW, por parte do Grupo EEM, imediatamente seguidos pela instalação de mais 12 MW promovidos por outros investidores, confirmou o mérito e sucesso desses projectos de investimento e da própria tecnologia, tendo, igualmente, demonstrado a coerência da estratégia delineada e o acerto do plano de acção que vem sendo executado na Madeira.
Nesta linha de trabalho, o Grupo EEM apresenta mais um novo investimento no âmbito da energia sustentável, precisamente o parque eólico do Loiral II, constituindo mais um passo firme na trajectória definida, no sentido de reduzir a dependência energética da Região do exterior. Com este parque, o total da potência eólica instalada na ilha da Madeira atinge cerca de 44 MW, o que, em ano médio, permitirá uma contribuição energética de cerca de 90 GWh, isto é, cerca de 10% do consumo total de electricidade, assegurando as necessidades de consumo (de electricidade) de 35% do sector residencial da ilha da Madeira. Com o investimento deste parque do Loiral II, fecha-se o ciclo associado à transformação, para funcionamento reversível, da Central Hidroeléctrica dos Socorridos, inaugurado no ano de 2007.
Mas apesar deste importante contributo, o Grupo EEM continua fortemente empenhado na maximização do aproveitamento de energias renováveis, razão pela qual já se encontra em andamento um novo ciclo, envolvendo a Ampliação do Sistema Hidroeléctrico Reversível da Calheta, em fase de adjudicação, que proporcionará um novo encaixe de energia eólica.
É percorrendo este caminho, devidamente planeado, que a Região atingirá, já neste ano, 28% da produção de electricidade de origem renovável e que se propõe alcançar em 2015 o “target” de 38%, e, provavelmente, mais de 50% em 2020.
O novo centro produtor do Loiral II compreende 2 aerogeradores de última geração, com potência unitária de 3 000 kW, atingindo as torres 80 metros de altura e o diâmetro do rotor 90 metros, com um peso total de 260 toneladas.
De realçar que este parque, não obstante ser composto apenas por 2 máquinas, dispõe de potência superior ao primeiro parque do Loiral dotado de 6 aerogeradores. Este aumento de potência unitária, com equipamentos semelhantes aos maiores utilizados no Continente Português, evidencia um “up grade” tecnológico assinalável. Um trabalho importante que visa não só dotar a RAM de equipamentos de topo, como melhorar o impacto visual reduzindo o número de equipamentos a instalar.
Possuindo a ilha da Madeira uma rede eléctrica isolada de pequena dimensão e não interligada, estes aerogeradores estão equipados com sistemas de regulação de modo a garantir a estabilidade da rede, nomeadamente a sobrevivência a cavas de tensão de maior amplitude e duração, estando ainda munidos de comando e controlo remoto, a partir do Centro de Despacho da rede eléctrica da EEM, nos Socorridos, o que permite interagir e coordenar operacionalmente a integração desta fonte de energia, de natureza intermitente, no nosso sistema produtor.
O custo de investimento associado à construção deste parque eólico ascendeu a 6,5 milhões de euros.
Com a entrada em exploração desta infra-estrutura, a produção de energia eólica, por si só, permitirá evitar a emissão anual de 62.000 ton. de dióxido de carbono (CO2) e a importação de 20.000 ton. de fuel.
Em termos monetários, e considerando as cotações correntes, as emissões de poluentes evitadas pela produção eólica representam uma poupança de 930 mil euros/ano em aquisições de licenças de emissão de CO2 e uma economia de cerca de 8 milhões de euros/ano com a redução de importações de derivados de petróleo. 

fonte:http://www.jornaldamadeira.pt/

publicado por adm às 23:11

Setembro 02 2011

 

Só no primeiro semestre, a China acrescentou 8 GW à sua matriz eólica, quase oito vezes a capacidade instalada total do Brasil para geração de energia pelos ventos

Os ventos estão favoráveis para o setor eólico em 2011. Segundo um novo relatório do World Wind Energy Association (WWEA), o mercado de energia eólica cresceu 15% a mais nos seis primeiros meses deste ano em comparação a 2010. Com isso, o setor alcançou em junho a capacidade instalada global de 215 gigawatts (GW) – o equivalente a quase onze usinas Três Gargantas, a maior do mundo, na China.

 

E é justamente o gigante asiático que puxa a locomotiva eólica. Só no primeiro semestre, o país acrescentou mais 8 GW à sua matriz eólica, que hoje representa 43% do mercado mundial. Em Junho, a China contava com 52GW de potência instalada, seguida dos EUA, Alemanha, Espanha e Índia. Juntos, os cinco primeiros países respondem por 74% da capacidade eólica global. Depois, aparecem Itália, França, Reino Unido, Canadá e Portugal.

O relatório também destaca uma série de novos mercados que estão surgindo no mundo. No primeiro semestre, três países foram adicionados à lista dos que estão utilizando a energia eólica, aumentando o número de 83 para 86: Venezuela, Honduras, Etiópia. A República Dominicana, que já fazia parte do grupo, instalou sua primeira usina eólica grande e aumentou sua capacidade de 0,2 megawatts (MW) para 60,2 MW.

A previsão para o segundo semestre também é de crescimento, com introdução de mais 25, 5 mil MW em projetos pelo mundo. A capacidade eólica instalada total é projetada para alcançar 240 GW até o final deste ano – o suficiente para cobrir quase 3% da demanda de eletricidade em todo o mundo.

O Brasil, por sua vez, ocupa apenas o 21º lugar no ranking dos países produtores de energia eólica, com pouco mais de mil megawatts instalados. Mas, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o país tem capacidade de aumentar em sete vezes o seu potencial até 2014.

Na tabela abaixo, você confere os 10 maiores mercados de energia eólica:

 

 Países MW instalados (até 06/2011)
 China           52.800
 EUA           42.432
 Alemanha           27.981
 Espanha           21.150
 Índia           14.550
 Itália             6.200
 França             6.060
Reino Unido              5.707
 Canadá             4.611
 Portugal             3.960

 

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 17:16

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