Energia Eolica

Fevereiro 13 2012

O Brasil apresentou a maior taxa de crescimento na produção de energia eólica em 2011 – 63% – de acordo com dados do GWEC (Conselho Global de Energia Eólica), publicados na semana passada. Com este registo, o Brasil entra no top 20 dos maiores produtores de energia eólica do mundo, uma lista que continua a ser liderada pela China, com um total de 62 mil MW em parques eólicos – e um crescimento de 47% em 2011.

De acordo com a GWEC, a produção de energia eólica continua a subir globalmente a um bom ritmo, apesar da crise económica. A grande diferença é que o crescimento, antes puxado pela França, é agora conduzido sobretudo pelos países emergentes da Ásia e América Latina.

Para além da China, o Brasil subiu dos 927 MW para os 1.509 MW em 2011, praticamente metade da energia eólica instalada da América Latina.

Segundo o estudo, o sector da energia eólica instalou 41 mil MW de energia limpa e confiável em 2011, elevando a capacidade total instalada globalmente para os 238 mil MW – um aumento de 21%. A energia eólica representa 6% do mercado global de energia, sendo que há hoje 80 países com instalações de eólicas – e 22% destes já passaram dos 1 GW.

“Apesar do estado actual da economia global, a energia eólica continua a ser a tecnologia de geração de energia renovável mais escolhida”, explicou Steve Sawyer, secretário geral da GWEC. “2011 foi um ano difícil, e 2012 não será diferente, mas as bases do setor permanecerão sólidas em longo prazo. Há dois anos seguidos que a maioria das novas instalações estão a ser feitas fora do OCDE – e os novos mercados na América Latina, África e Ásia estão a impulsionar o crescimento do sector.”

Para além de China e Brasil, destaque ainda para a Índia. No BRIC, as  instalações de 2011 elevaram a capacidade total do país para um pouco mais de 16 mil MW. “A Índia alcançou outro marco acrescentando mais de 3 mil MW de energia eólica instalados em 2011. Este número possivelmente chegará a 5 mil MW por ano até 2015”, disse Sawyer.

No Brasil, este crescimento deve-se, principalmente, ao Proinfa, programa federal de incentivo às fontes renováveis de energia, que se iniciou em 2004 e finalmente cumpriu sua meta de instalação de parques eólicos. No entanto, o grande boom de eólica ainda está por vir; entre 2009 e 2011, o custo da geração eólica no Brasil caiu vertiginosamente – hoje é o mais baixo no mundo – e leilões contrataram mais de 7 mil MW da fonte, o que deve posicionar o país entre os dez maiores geradores até 2015.

Leia o relatório na íntegra (em inglês).

Portugal continua no top 10: é o décimo maior produtor de energia eólica, com 4.083 MW e 1,7% de quota de mercado global.

Veja o ranking (top 10).

China: 62 MW – 26,3%

Estados Unidos: 46 MW – 18,7%

Alemanha: 29 MW – 12,2%

Espanha: 21 MW – 9,1%

Índia: 16 MW – 6,7%

França: 6,8 MW – 2,9%

Itália: 6,7 MW – 2,8%

Reino Unido: 6,5 – 2,7%

Canadá: 5,2 MW – 2,2%

Portugal: 4 MW – 1,7%

Resto do Mundo: 32 MW – 13,6%

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:25

Janeiro 24 2012

Enquanto os efeitos ambientalmente danosos resultantes da utilização dos combustíveis fósseis continuam, uma fonte de energia renovável – a energia eólica - permanece praticamente inexplorada. Conheça a situação no nosso país.

Desde meados do século XII que a energia eólica é aproveitada em Portugal, através da utilização de moinhos de vento. Estes permitiam (e permitem) a moagem de cereais e a bombagem de água para a irrigação dos campos ou para abastecimento das populações, para além de outros usos menos frequentes, como a serração de madeiras ou a extracção de óleos a partir de oleaginosas.

Só na última década foram iniciados estudos e projectos piloto para a utilização desta forma de energia como fonte de electricidade, através de medições do potencial eólico e instalação de aerogeradores experimentais em várias serras portuguesas. A implementação com fins comerciais de parques eólicos (locais onde se instalam dois ou mais aerogeradores, com ou sem ligação à rede eléctrica nacional), iniciou-se em meados de 1996. No entanto, é grande a falta de informação disponível, assim como a divulgação, por parte das entidades institucionais, dos projectos já implementados e em curso. Após uma pesquisa demorada, recorrendo principalmente à comunicação social e a entidades privadas, apuraram-se os dados que se apresentam em seguida, relativos aos parques eólicos ligados à rede eléctrica nacional, já implantados em Portugal Continental:


Grupo EDP (ENERNOVA):

- Parque Eólico da Fonte da Mesa – Lamego, instalado em 1996, constituído por 20 torres de 42 m e uma potência de 10 MW;

 

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

publicado por adm às 23:34
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Janeiro 05 2012

O Governo vai reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

O Governo decidiu hoje congelar a atribuição de novas licenças para a instalação de parques eólicos, uma decisão que decorre da política do Governo de reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial.

O comunicado do Conselho de Ministros refere que "o Governo decidiu suspender, com efeitos imediatos, a atribuição de potências de injecção na Rede Elétrica de Serviço Público", prevendo ainda regulamentar as situações de excepção em "casos de relevante interesse público".

Esta decisão suspende a atribuição de pedidos de informação prévia, a primeira fase do processo para a atribuição de potência para a produção de energia elétrica a partir de energias renováveis ou de resíduos industriais, agrícolas ou urbanos, com exceção da energia hídrica, bem como em instalações de cogeração.

No entanto, fonte do ministério da Economia explicou à Lusa que os processos em curso não serão afectados. "Esta decisão decorre das orientações de política energética previstas no Programa do Governo e que apontam para a necessidade de ponderar e reavaliar o enquadramento legal da produção de eletricidade em regime especial", explica ainda o Governo no comunicado.

O Governo comprometeu-se na segunda revisão do memorando de entendimento com a 'troika' a analisar a eficiência dos regimes de apoio aos produtores de energia em regime especial até ao final do mês de janeiro, um mês após a data definida em setembro na primeira revisão do acordo. Na segunda revisão do memorando de entendimento, os prazos para a análise da eficácia dos regimes de apoio à cogeração e possíveis reduções na tarifa, uma redução implícita da subvenção, também foram prolongados até ao final deste mês, face ao final de 2011, anteriormente previsto.

Agora, no início do ano, o Governo tem ainda que rever o apoio aos produtores em regime especial, que inclui a energia eólica, cogeração, biomassa e microgeração, analisando a eficiência dos subsídios.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 23:20

Novembro 17 2011
O nosso país registou a maior produção diária de energia eólica de sempre no último domingo, devido ao vento forte que se fez sentir durante todo o dia.

De acordo com a REN -  Redes Energéticas Nacionais, “o muito vento registado em Portugal no fim-de-semana passado levou a que a produção diária de eólica ultrapassasse os 81 GWh no domingo, o que corresponde a 70% do consumo verificado nesse dia e uma utilização de 84 % da potência eólica ligada à rede".
A nota de imprensa esclarece ainda que “no domingo, às 04.30 horas, o valor da produção eólica atingiu 93% do consumo de energia elétrica", sendo que a “forte produção eólica fez com que durante a madrugada de domingo, entre a 01.30 horas e as 08.00 horas, a produção em regime especial fosse superior ao consumo verificado em Portugal Continental".
fonte:http://www.viva-porto.pt/i
publicado por adm às 23:52
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Novembro 14 2011

Viana do Castelo será a primeira cidade portuguesa com um aerogerador a funcionar no perímetro urbano, um investimento de cinco milhões de euros e que será inaugurado em Abril de 2012.

Esta torre terá 78 metros de altura e será um dos mais modernos aerogeradores do mundo. “Será um marco na própria cidade, um sinal de modernidade da região”, explicou Fernando Laranjeira, administrador da Enercon, empresa responsável por este investimento. A empresa, que já é o maior empregador privado do distrito de Viana do Castelo, com 1400 postos de trabalho, começou a instalar este aerogerador na terça-feira, na sua fábrica.

Com uma potência de 2MW, este será o aerogerador número 1300 da Enercon Portugal e elevará para 2500 MW a potência já instalada em Portugal.

O aerogerador irá fornecer energia à própria fábrica da Enercon e servirá, também, para testes. A infra-estrutura será totalmente produzida em Viana do Castelo.

Desde Julho que a empresa está a exportar componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local. Por outro lado, e depois de realizadas dragagens na entrada da foz do rio Lima, será aumentado o volume destas exportações.

fonte:http://www.greensavers.pt/2

publicado por adm às 21:55

Novembro 06 2011

A Enercon vai lançar na terça-feira a primeira pedra da instalação de um aerogerador próprio nas fábricas da multinacional alemã na cidade de Viana do Castelo, representando um investimento de cinco milhões de euros.

Trata-se de um aerogerador de 2 MegaWatts (MW) de potência e cuja implementação deverá estar terminada em abril de 2012, admitiu à Agência Lusa o administrar da Enercon em Portugal.

Segundo Francisco Laranjeira, este aerogerador será ligado à Rede Eléctrica Nacional e servirá também para 'testes' do modelo totalmente produzido em Viana do Castelo.

O lançamento da obra acontece na terça-feira, pelas 16:00, e deverá contar com a presença do secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques.

O aerogerador será instalado no complexo fabril da Enercon no Parque Empresarial da Praia Norte, no litoral da cidade de Viana do Castelo.

'Será uma turbina emblemática para Viana do Castelo, um sinal de modernidade da região', sublinhou Francisco Laranjeira.

O lançamento deste investimento acontece durante o 'Enercon Fórum', iniciativa que reúne, até quarta-feira, especialistas e clientes do grupo, entre cerca de 200 convidados oriundos de todo o mundo e que pela segunda vez se realiza em Portugal.

Atualmente, a Enercon é já o maior empregador do distrito de Viana do Castelo, tendo criado desde 2006 mais de 1.400 postos de trabalho através da instalação, na cidade e no Parque Empresarial de Lanheses, de cinco fábricas onde são integralmente produzidos todos os componentes eólicos.

Desde julho que a empresa está a incrementar a exportação de componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local, existindo a expetativa de aumentar esse volume depois de realizadas dragagens na entrada da foz do rio Lima para aumentar a competitividade da operação.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 23:30

Outubro 12 2011

A multinacional alemã Saertex vai construir, em Viana do Castelo, uma segunda fábrica para produção de fibra de vidro para aerogeradores eólicos, a sétima no concelho, disse o presidente da Câmara à Agência Lusa.

Segundo José Maria Costa, o contrato para a venda dos 10 mil metros quadrados de terreno no Parque Empresarial de Lanheses foi rubricado esta quarta-feira com o município e levará a um aumento de produção, que implicará um investimento de quatro milhões de euros.

"Nos tempos que correm são excelentes notícias e sobretudo é a confirmação da grande força que tem o 'cluster' eólico que se instalou em Viana do Castelo. Deverá entrar em funcionamento no final de 2012 e já será a sétima", avançou o autarca.


fonte:http://aeiou.visao.pt/

publicado por adm às 22:53

Setembro 26 2011

O Governo emitiu um parecer favorável ao projeto de energia eólica "WindFloat", da EDP, que vai ser testado na Póvoa de Varzim, revelou hoje a secretaria de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território.

O projeto "poderá avançar", desde que "salvaguardadas as condicionantes identificadas pela entidade coordenadora da Avaliação de Incidências Ambientais, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, bem como mediante o cumprimento integral das medidas de minimização e de compensação", explicou ainda aquele organismo do Estado, em comunicado.

A estrutura, que representa um investimento de 20 milhões de euros e que permitirá "criar cerca de oito mil postos de trabalho" em Portugal, está a ser montada na Lisnave, em Setúbal, e, dentro de pouco tempo, será submersa ao largo da Póvoa de Varzim.

Fonte:Lusa

publicado por adm às 13:26

Setembro 09 2011

O projeto de energia eólica “WindFloat”, da EDP, um investimento de 20 milhões de euros que vai ser testado na Póvoa de Varzim, poderá permitir a criação de cerca de “oito mil postos de trabalho” em Portugal.

A convicção é do diretor do departamento EDP Inovação que, hoje de manhã, participou numa sessão de esclarecimento para apresentação desta estrutura que está a ser montada na Lisnave, em Setúbal, e que dentro de pouco tempo vai ser submersa ao largo da Póvoa de Varzim.

Além de “mudar a forma como Portugal tira proveito da sua costa marítima”, João Gonçalo Maciel acredita que a energia eólica poderá ainda “revitalizar vários setores da economia nacional”, como a “construção e a reparação naval”, ao criar milhares de postos de trabalho, 'valorizando ainda as empresas nacionais e internacionais'.

Já a nível europeu, prevê-se que esta indústria sustente, nos próximos anos, cem mil empregos.

Após a instalação ao largo da costa da Póvoa de Varzim, o “WindFloat” será “monitorizado” por um período de cerca de dois anos, de forma a “garantir a sua operacionalidade”, frisou João Gonçalo Maciel.

A partir de 2014, a EDP, que tem os direitos assegurados da comercialização desta tecnologia, poderá avançar para a construção de um mini-parque, com cerca de cinco unidades, que “valide conceitos a uma escala maior”.

Dois anos depois, poder-se-á avançar com a “comercialização” do equipamento, uma vez que a EDP está a apostar na “criação de competências que possibilitem iniciar uma capacidade produtiva nesta área”.

Para este projeto, a líder do projeto conta ainda com parcerias da americana Principle Power Inc, o fabricante de turbinas dinamarquês Vestas, a metalomecânica A. Silva Matos S.A., bem como o fundo de capital de risco do Estado português, InovCapital S.A.

O financiamento para a instalação desta estrutura foi assegurado pelas empresas envolvidas e contou ainda com um subsídio a fundo perdido do Fundo de Apoio à Inovação.

O “WindFloat” é uma tecnologia semi-submersível, semelhante a uma plataforma petrolífera com três pilares, sendo que num deles é instalada a torre eólica, com uma turbina.

Tem a vantagem de ser totalmente montada em terra e, posteriormente, será rebocada até ao local onde produzirá energia, ou seja, a seis quilómetros da orla litoral, a cerca de 60 metros de profundidade, na Póvoa de Varzim.

As freguesias mais próximas desta estrutura serão Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, e Apúlia, Esposende.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 22:26

Setembro 06 2011
A Região atingirá, já neste ano, 28% da produção de electricidade de origem renovável e que se propõe alcançar em 2015 o “target” de 38%, e, provavelmente, mais de 50% em 2020.


A maximização das energias renováveis assume-se como um dos eixos prioritários da política energética regional.
Dentro das diversas tecnologias que se apresentam com grande potencial, suficientemente testadas e tecnicamente “maduras”, os centros produtores eólicos têm-se revelado, em conjugação, com os sistemas hídricos, uma excelente opção, contribuindo, de forma significativa, para a crescente contribuição do recurso vento no total da produção de electricidade na RAM.
A entrada em exploração, no ano de 2009, de dois parques eólicos, com a potência global de 18 MW, por parte do Grupo EEM, imediatamente seguidos pela instalação de mais 12 MW promovidos por outros investidores, confirmou o mérito e sucesso desses projectos de investimento e da própria tecnologia, tendo, igualmente, demonstrado a coerência da estratégia delineada e o acerto do plano de acção que vem sendo executado na Madeira.
Nesta linha de trabalho, o Grupo EEM apresenta mais um novo investimento no âmbito da energia sustentável, precisamente o parque eólico do Loiral II, constituindo mais um passo firme na trajectória definida, no sentido de reduzir a dependência energética da Região do exterior. Com este parque, o total da potência eólica instalada na ilha da Madeira atinge cerca de 44 MW, o que, em ano médio, permitirá uma contribuição energética de cerca de 90 GWh, isto é, cerca de 10% do consumo total de electricidade, assegurando as necessidades de consumo (de electricidade) de 35% do sector residencial da ilha da Madeira. Com o investimento deste parque do Loiral II, fecha-se o ciclo associado à transformação, para funcionamento reversível, da Central Hidroeléctrica dos Socorridos, inaugurado no ano de 2007.
Mas apesar deste importante contributo, o Grupo EEM continua fortemente empenhado na maximização do aproveitamento de energias renováveis, razão pela qual já se encontra em andamento um novo ciclo, envolvendo a Ampliação do Sistema Hidroeléctrico Reversível da Calheta, em fase de adjudicação, que proporcionará um novo encaixe de energia eólica.
É percorrendo este caminho, devidamente planeado, que a Região atingirá, já neste ano, 28% da produção de electricidade de origem renovável e que se propõe alcançar em 2015 o “target” de 38%, e, provavelmente, mais de 50% em 2020.
O novo centro produtor do Loiral II compreende 2 aerogeradores de última geração, com potência unitária de 3 000 kW, atingindo as torres 80 metros de altura e o diâmetro do rotor 90 metros, com um peso total de 260 toneladas.
De realçar que este parque, não obstante ser composto apenas por 2 máquinas, dispõe de potência superior ao primeiro parque do Loiral dotado de 6 aerogeradores. Este aumento de potência unitária, com equipamentos semelhantes aos maiores utilizados no Continente Português, evidencia um “up grade” tecnológico assinalável. Um trabalho importante que visa não só dotar a RAM de equipamentos de topo, como melhorar o impacto visual reduzindo o número de equipamentos a instalar.
Possuindo a ilha da Madeira uma rede eléctrica isolada de pequena dimensão e não interligada, estes aerogeradores estão equipados com sistemas de regulação de modo a garantir a estabilidade da rede, nomeadamente a sobrevivência a cavas de tensão de maior amplitude e duração, estando ainda munidos de comando e controlo remoto, a partir do Centro de Despacho da rede eléctrica da EEM, nos Socorridos, o que permite interagir e coordenar operacionalmente a integração desta fonte de energia, de natureza intermitente, no nosso sistema produtor.
O custo de investimento associado à construção deste parque eólico ascendeu a 6,5 milhões de euros.
Com a entrada em exploração desta infra-estrutura, a produção de energia eólica, por si só, permitirá evitar a emissão anual de 62.000 ton. de dióxido de carbono (CO2) e a importação de 20.000 ton. de fuel.
Em termos monetários, e considerando as cotações correntes, as emissões de poluentes evitadas pela produção eólica representam uma poupança de 930 mil euros/ano em aquisições de licenças de emissão de CO2 e uma economia de cerca de 8 milhões de euros/ano com a redução de importações de derivados de petróleo. 

fonte:http://www.jornaldamadeira.pt/

publicado por adm às 23:11

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