Energia Eolica

Junho 16 2012

A multinacional alemã Enercon, instalada em Viana do Castelo desde 2006 e principal empregador privado do distrito, já instalou em Portugal cerca de 1500 aerogeradores, numa potência total de 2500 MW.

Os números foram avançados hoje à agência Lusa pelo administrador da Enercon em Portugal, Francisco Laranjeira, acrescentando que a produção integral destes equipamentos é feita a partir das cinco fábricas com que o grupo opera em Viana do Castelo, onde criou 1400 postos de trabalho diretos.

Amanhã, a empresa vai assinalar o Dia Mundial do Vento com uma visita às fábricas por alunos do ensino superior, para "dar a conhecer mais e melhor informação sobre energia eólica".

Em plena cidade de Viana do Castelo, esta multinacional instalou ainda o aerogerador número 1300, que, desde maio, fornece eletricidade à rede e assegura as necessidades de 10% dos habitantes daquela zona urbana, através de um investimento de cinco milhões de euros.

Desde julho que a empresa está a apostar na exportação de componentes a partir de Viana do Castelo, com a partida semanal de dois navios do porto local, existindo a expetativa de aumentar esse volume agora que estão concluídas as dragagens na entrada da foz do rio Lima, realizadas para aumentar a competitividade da operação.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

publicado por adm às 00:11

Março 21 2012

A Alstom inaugurou o maior aerogerador offshore do mundo. O Haliade 150, com capacidade de 6 MW, foi desenvolvido para ganhar uma concorrência lançada pelo governo francês. A cerimônia de inauguração do aerogerador, que foi instalado no parque de Carnet, próximo à cidade cde Saint-Nazare, na França, contou com a presença do ministro francês Eric Besson, e do CEO da companhia, Patrick Kron.

O objetivo da Alstom, com o novo gerador, é instalar 3 GW de energia eólica na costa francesa até 2015. Para ser produzido em maiores quantidades, o Haliade 150 passará por diversos testes de campo ao longo deste ano. A produção em pré-série deverá começar em 2013, com a produção efetivamente em série estimada para 2014.

A Alstom é fornecedora do consórcio vencedor da licitação do governo francês para energia eólica. Também participam a EDF Energies Nouvelles e a Dong Energy, especialista em parques eólicos offshore. O projeto oferece uma oportunidade de desenvolver um aerogerador totalmente francês, desde a tecnologia até a montagem, além de envolver cerca de 200 fornecedores e gerar um alto número de empregos.

Caso o aerogerador passe nos testes, a Alstom planeja montar até quatro fábricas de componentes para o Haliade 150, que gerariam 5 mil empregos permanentes. Caso sejam construídas, as fábricas seriam as primeiras instalações da Alstom dedicadas exclusivamente à energia eólica offshore, e terão uma capacidade de produção de 100 unidades por ano. O investimento da companhia no projeto deve chegar aos € 100 milhões.

fonte:http://www.petronoticias.com.br/

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Janeiro 27 2012

Água DoceSão Paulo - A argentina Impsa fechou um acordo com o governo do Rio Grande do Sul para instalar naquele estado mais uma fábrica de aerogeradores. O investimento previsto na nova planta industrial, que será erguida na Região Sul, está estimado entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões e a produção dos equipamentos deverá ser iniciada no ano que vem. A planta fornecerá os mesmos equipamentos que a Impsa já fabrica em Suape, em Pernambuco, e atenderá a demanda nacional com um projeto da Eletrobras /Eletrosul comercializado no leilão A-3 de agosto de 2011; ainda, exportará para o Uruguai e até mesmo para a Argentina.

De acordo com o vice-presidente da companhia no Brasil, José Luiz Menghini, essa fábrica atende a demanda do Cone Sul e elevará a capacidade da empresa em cerca de 200 megawatts (MW) ao ano. Outra vantagem que a nova planta trará à empresa é a de reduzir os custos com logística, pois os projetos que utilizam os equipamentos da Impsa no sul do Brasil recebiam a produção de Pernambuco. 

O avanço da economia brasileira vem exigindo um aumento dos investimentos em geração de energia, tanto de fontes tradicionais, como a hidroelétrica, como daquela proveniente de fontes renováveis. Desde 2009, os leilões já contrataram 7,2 gigawatts (GW) de energia eólica, o que deve resultar em um aporte de R$ 28 bilhões até 2014, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

fonte:http://www.dci.com.br/I

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Dezembro 17 2011

Pesquisadores da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, desenvolveram uma hélicepara turbinas de usinas eólicas muito mais leve e resistente. Normalmente, as hélices chegam a diâmetros de 60 m. Por isso, construir um elemento deste tamanho capaz de resistir à pressão de ventos fortes sem pesar muito é um desafio.


O protótipo usa um composto a partir de poliuretano e nanotubos de carbono. As hélices já foram testadas com sucesso em turbinas de 400 watts. Mais leves, elas aproveitam melhor os ventos, uma vez que sopros mais fracos já são suficientes para fazê-las girar.

Mas ainda há um problema nisso tudo. É o custo da tecnologia, já que a manufatura de nanoestruturas de carbono ainda é um processo complexo e caro, sobretudo para a confecção das enormes hélices necessárias para um planta de produção de energia. A esperança dos pesquisadores é que, conforme amadureça, a indústria da energia eólica barateie os custos de pesquisa e desenvolvimento.

fonte:http://www.techtudo.com.br

publicado por adm às 20:23

Outubro 09 2011

A Dobreve Energia (Desa) concluiu na última segunda-feira, 3 de outubro, a montagem do primeiro gerador 
do parque eólico Morro dos Ventos, que constrói no Rio Grande do Norte. Os aerogeradores da GE estão 
sendo instalados nos parques eólicos Morro dos Ventos I, III, IV, VI e IX, que a Desa constrói em João 
Câmara (RN) com capacidade de 144 MW. No total, serão montados 91 aerogeradores e para este 
empreendimento, a Desa investe R$ 820 milhões.
A conclusão total das obras está prevista para março de 2012 e a energia a ser produzida já foi integralmente 
contratada no leilão realizado pelo governo em 2009. Com o início da construção, a Desa comemora a 
conclusão da etapa de obras civis e o início da fase de montagem, com antecipação de três meses em relação 
ao cronograma inicial. Segundo o diretor-presidente da Desa, Carlos Augusto Leite Brandão, a chegada 
destes equipamentos no sítio permite iniciar a montagem dos aerogeradores dentro dos prazos estabelecidos. 
As pás são produzidas pela Tecsis

fonte:http://www.cerpch.unifei.edu.br/n

publicado por adm às 10:23

Outubro 05 2011

A Alstom acabou de anunciar o lançamento da turbina eólica onshore ECO 122 – 2. MW, que combina uma grande potência com o factor de alta capacidade e que vai aumentar o rendimento energético em regiões com pouco vento, em qualquer parte do mundo.

Com uma velocidade do vento de 7.5 m/s, a turbina assegura um produção do parque eólico até 42%, equivalente a 3.600 horas completas operadas cada ano. O rotor, com um diâmetro de 122 metros e uma área de acção de 11,700 metros quadrados – o maior no segmento de turbinas de 2 MW a 3 MW -, maximiza a recolha de energia e o retorno sobre o investimento para criar novas oportunidades de negócio para clientes de locais com pouco vento.

“Investigação e inovação estão no centro do nosso negócio. Com a ECO 122 e outras turbinas na nossa plataforma ECO 100, lideramos o desenvolvimento da nova geração de alta potência, turbinas de alta eficiência para acrescentar valor aos nossos clientes. Com pás maiores, que capturam mais energia e de forma mais efectiva, assegurando também uma área de acção muito maior do que os mecanismos da actual geração, a ECO 122 definiu um novo padrão para locais de pouco vento em todo o mundo”, explicou Alfonso Faubel, vice-presidente da Alstom para a área eólica.

Assim, a Eco 122 garante uma produção no parque eólico 25% superior quando comparada com as actuais turbinas 1.5 – 2. MW, sendo de realçar que exige um menor número de turbinas instaladas para alcançar este rendimento. Um exemplo: num local com pouco vento, seis turbinas da geração actual 1.5 – 2 MW produzem cerca de 40 GWh/ano, enquanto apenas cinco turbinas ECO 122 asseguram mais de 50 GWh/ano.

Este aumento de rendimento também representa significativas poupanças de capital. Um parque eólico com a ECO 122 pode reduzir os custos do mesmo em cerca de 10-15% quando comparado com um parque com equipamento corrente 1.5 – 2 MW, graças a menos instalações, plataformas, estradas e cablagem.

A primeira ECO 122 vai ser instalada em meados de 2012 com as primeiras entregas comerciais previstas para o início de 2013.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:42

Setembro 28 2011

A Alstom anuncia o lançamento da ECO 122 – uma turbina eólica onshore de 2,7MW - que combina alta potência e fator de alta capacidade[1] para impulsionar a produção de energia em regiões de baixos ventos no mundo todo.

A eficiência líder e o alto rendimento da ECO 122 estabeleceram um novo padrão para empreendimentos com velocidades médias e baixas. A uma velocidade de vento de 7,5 m/s a nova máquina fornece um fator de capacidade líquido para o parque eólico de até 42%, o equivalente a 3.600 horas de carga total por ano. Seu diâmetro de rotor de 122 metros e área de 11.700 m2 – a maior no segmento de aerogeradores de 2 MW a 3 MW – maximiza a produção de energia e o retorno sobre investimento, criando novas oportunidades de negócios para clientes de complexos eólicos de baixos ventos.

Alfonso Faubel, vice-presidente sênior de Wind da Alstom, afirma: “Pesquisa e inovação estão no centro de nossos negócios. Com a ECO 122 e outras turbinas em nossa plataforma ECO 100, estamos liderando o desenvolvimento da nova geração de turbinas de alta potência e alta eficiência, aumentando o valor para nossos clientes. As pás longas capturam a energia de forma mais eficiente, e com sua área cerca de 20% maior que a das máquinas da geração atual, a ECO 122 estabeleceu um novo padrão para usinas de baixos ventos ao redor do mundo.”

A ECO 122 produz energia elétrica com um rendimento cerca de 25% maior em uma determinada área comparada às máquinas atuais de 1,5 a 2 MW, e menos aerogeradores precisam ser instalados. Por exemplo, em uma parque eólico de baixos ventos típico, seis máquinas de 1,5 a 2 MW de geração atual produzirão cerca de 40 GWh/ano[2], comparado a mais de 50 GWh/ano com apenas cinco aerogeradores ECO 122.

Essa vantagem no rendimento também significa economias substanciais de gastos de capital. Um complexo eólico projetado com a ECO 122 pode reduzir seus custos de balanceamento de planta em 10-15%, comparado a um projeto eólico que utilize as máquinas típicas de 1,5 a 2 MW, por precisar de menos fundação, plataformas, vias e cabeamento.

A ECO 122 é a última evolução da comprovada plataforma de turbina ECO 100 da Alstom e é fruto de mais de 30 anos de experiência no design de turbinas eólicas. A plataforma ECO 100 tem mais de 350 MW instalados ou em construção ao redor do mundo e mais de 200.000 horas acumuladas de operação desde 2008. Todos os aerogeradores da Alstom são baseadas no conceito de rotor exclusivo e comprovado ALSTOM PURE TORQUE®, que protege a unidade de tração contra cargas de deflexão, garantindo maior confiabilidade e menores custos de manutenção.

A primeira ECO 122 será instalada em meados de 2012, com as primeiras entregas comerciais esperadas para o início de 2013.

Sobre a Alstom
A Alstom é líder global em infraestrutura ferroviária e geração e transmissão de energia, e está na vanguarda de tecnologias inovadoras e amigáveis ao meio ambiente. A Alstom constrói o trem mais rápido e o metrô automatizado de maior capacidade do mundo. Fornece soluções de usinas integradas turnkey e serviços associados para uma ampla gama de fontes de energia, incluindo hidrelétrica, nuclear, a gás, carvão e eólica, e oferece várias soluções para transmissão de energia, com foco em redes inteligentes. O Grupo emprega 93.500 pessoas em mais de 100 países e registrou vendas de €20,9 bilhões em 2010/11.

Sobre a Alstom Wind
A Alstom projeta, monta e instala uma linha de turbinas eólicas onshore na faixa de 1,67 MW a 3 MW, e atualmente está produzindo a Haliade 150-6MW – a primeira turbina offshore de nova geração. A empresa está na vanguarda do desenvolvimento de tecnologias eólicas nos últimos 30 anos, com inovações como o exclusivo conceito de suporte de rotor ALSTOM PURE TORQUE®, que protege a unidade de tração contra cargas de deflexão. A Alstom já instalou ou está instalando mais de 2.200 turbinas eólicas em mais de 120 parques eólicos, o que corresponde a uma capacidade total de mais de 3000 MW.

INFORMAÇÕES À IMPRENSA
Comunicação Alstom Brasil: 
Mariana Maciel - mariana.maciel@crn.alstom.com / Tel.: (11) 3612-7074

Assessoria de imprensa: CDN – Comunicação Corporativa
Paulo Ricardo Ritta: pauloricardo.ritta@cdn.com.br / Tel: (11) 3643-2790
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Site: www.alstom.com.br

fonte:http://www.maxpressnet.com.br

publicado por adm às 22:13

Agosto 19 2011
    • Turbinas eólicas terão uma potência combinada de 145 mega watts (MW);

    • Brasil adjudicou três encomendas à Siemens na área da energia eólica em seis meses;

    • Encomendas offshore em todo o mundo já valem 11 mil milhões de euros.

A Siemens vai fornecer 63 aerogeradores tipo SWT-2.3-101 para cinco centrais de energia eólica onshore brasileiras, das quais quatro estão localizadas no estado de Ceará e uma em Piauí no nordeste brasileiro.

Cada turbina eólica que integra a encomenda adjudicada pela empresa de eletricidade pública Tractebel Energia, sediada em Florianópolis, terá uma potência de 2,3 mega watts (MW) e um rotor de 101 m de diâmetro. Após o comissionamento, previsto para fins de 2012, as cinco unidades terão uma potência combinada de 145 MW.

O Brasil é considerado um mercado chave na América do Sul para a energia eólica, uma vez que a estimativa dos especialistas aponta para a instalação de cerca de 5 GW de energia eólica até 2015. É de salientar que esta é a terceira encomenda adjudicada à Siemens no Brasil nos últimos seis meses.

Encomendas para turbinas offshore ascendem a 11 mil milhões de euros

 

A Siemens é líder mundial no mercado de parques eólicos construídos no mar (offshore), o segmento mais dinâmico deste sector. A carteira de encomendas da empresa para parques offshore em todo o mundo já vale quase 11 mil milhões de euros, e a empresa pretende agora reforçar a sua presença no segmento de aerogeradores em terra (onshore).

No ano fiscal de 2010, as receitas do Portefólio Ambiental – onde se incluem as soluções para energia eólica - cifraram-se em cerca de 28 mil milhões de euros, tornando a Siemens no maior fornecedor do mundo de tecnologias amigas do ambiente. Durante o mesmo período, os produtos e soluções da empresa permitiram aos nossos clientes uma redução das suas emissões de CO2 em 270 milhões de toneladas. Este montante é igual ao volume de emissões de CO2 por ano de megacidades como Hongkong, Londres, Nova Iorque, Tóquio, Deli e Singapura juntos.

Desde 2004 que o negócio da Siemens na energia eólica tem registado elevadas taxas de crescimento. Desde essa data, o número de colaboradores quase que decuplicou de 800 para aproximadamente 7.700 e as receitas cresceram por um factor de 12 para quase 3,2 mil milhões de euros. A regionalização, a fim de estreitar o contato com os clientes, será outro fator de maior importância. Por isso, a Siemens conduzirá, de futuro, os seus negócios de energia eólica não a nível da divisão, mas a partir de três unidades de negócio regionais localizadas nos EUA, na Ásia e na Europa.

fonte:www.swe.siemens.com/

publicado por adm às 23:14

Julho 24 2011

O preço dos aerogeradores no mercado internacional está no nível mais baixo dos últimos oito anos e tende a subir, afirma o presidente da Gestamp Wind, Dionisio Auray. Segundo o executivo, o cenário irá mudar em dois anos com a recuperação da economia norte-americana e europeia.

“Estamos pagando por um aerogerador o mesmo que pagávamos em 2003”, afirma Auray. “Os preços estão muito apertados. Não é sustentável. É só ver os resultados das fabricantes nos últimos trimestres, todos negativos.”

De acordo com o executivo, o teto foi alcançado em 2007, antes da crise econômica mundial. Desde então, o custo das turbinas teria caído de 15% a 20% por conta da redução da demanda.

O preço médio de um aerogerador no Brasil segue o do mercado externo e varia de R$ 5 milhões a R$ 8 milhões, dependendo do fabricante e da potência. Os modelos atualmente em operação e instalação no país variam de 1,5 MW a 3 MW.

A empresa espanhola vai participar do leilão de energia A-3 com 260 MW e pretende instalar mais 400 MW em cinco anos no Brasil. Para Auray, os preços no mercado nacional estão no limite e a tendência é que subam nos próximos leilões. 

fonte:http://www.energiahoje.com.br/

publicado por adm às 22:00

Julho 08 2011

O governador Jaques Wagner inaugurou nesta sexta-feira (8), no Polo Petroquímico de Camaçari, a primeira fábrica de aerogeradores da Bahia. A espanhola Gamesa investiu inicialmente R$ 50 milhões na unidade baiana, que vai produzir motores com capacidade para 300 megawatts por ano, em um total de 150 unidades. A princípio, a companhia vai gerar 60 postos de trabalho diretos, mas a meta é chegar a 100 empregos em dois anos. “A Bahia vem se consolidando como potencial eólico e, portanto, não tenho dúvida de que logo os empresários da Gamesa vão sentir necessidade de ampliar essa unidade para poder atender à grande demanda do estado”, afirmou Wagner durante a inauguração. Segundo ele, os projetos de energia eólica desenvolvidos na Bahia representam investimentos de R$ 4 bilhões, com previsão previsão de investimentos que pode chegar a R$ 42 bilhões nos próximos anos. Com os investimentos, o governo estima a criação de quatro mil empregos diretos e indiretos nas diversas fases dos empreendimentos.

fonte:http://www.bahianoticias.com.br/

publicado por adm às 22:46

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