Energia Eolica

Maio 06 2012

O governador do Ceará, Cid Gomes, anunciou nessa semana que até 2016 o estado planeja ser autossuficiente em energia elétrica consumindo apenas o que for gerado de fontes eólicas. Até 2007, o Ceará era totalmente dependente de fornecedores de outros estados. Nos últimos cinco anos, no entanto, o governo desenvolveu programas de incentivo e se tornou um dos maiores investidores em energias verdes. Os parques eólicos que já estão em construção garantem a previsão de Gomes, que prevê para os próximos quatro anos a independência energética apenas com energia eólica.

 

“Já produzimos 519MW de energia eólica, o que corresponde a 56% da produção nacional. Com os 18 parques e 69 usinas já contratadas produziremos 1818MW até 2016. Esse valor atende a todas as demandas de nosso estado”, disse o governador. Na opinião de Gomes, a autossuficiência energética é importante para o desenvolvimento de todo o Nordeste. “Toda região que pretenda crescer tem que possuir um suprimento seguro de energia. E não há forma melhor de se resolver esse problema, senão pelo investimento em energias alternativas”, diz. A prática serve de exemplo para todo o País, e, além disso, ainda é importante lembrar que o estado do Ceará é pioneiro em investimentos e pesquisas relativas à extração de energia da luz do Sol e da movimentação das marés.

Fonte: http://eolicastrairi.com.br/

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Abril 03 2012

A consolidação do projeto de trazer a energia eólica para o Ceará foi o que significou para o Estado a assinatura da Ordem de Serviço para início das obras da primeira sede da fábrica de aerogeradores da Fuhrländer no Ceará. A solenidade de lançamento da pedra fundamental pelo governador Cid Gomes e o presidente da fábrica, Joaquim Fuhrländer, aconteceu nesta terça-feira (03), no município de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza. “O Ceará tem uma enorme potencialidade eólica, precisava de um investimento dessa magnitude. Sou testemunha do empenho do cearense para viabilizar a produção de energia eólica no país”, disse o presidente da Eletrobrás, José da Costa. Atualmente, o Estado tem o mais moderno parque de produção eólica do Brasil.

 

O Ceará tem a potencialidade necessária para atender toda a população somente por meio da energia eólica, mas há cinco anos, o Estado era 100% importador de energia. “Tudo que se consumia aqui vinha da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf). Até 2014, o Ceará produzirá energia suficiente para suprir todo o consumo do Estado”, comemorou o Governador. Já em 2016, o Ceará terá capacidade para produzir, gerar e ser exportador de energia. Em um ano, a energia eólica do Brasil cresceu 54%. Em 4 anos, terá potência de 8 mil megawatts. “Isso é mais que energia alternativa, é energia do futuro”, explicou o Ministro de Minas e Energias, Edson Lobão.

 

O foco da Eletrobrás é perseguir energia limpa e renovável, com ênfase na energia eólica. As obras da fábrica, que devem ser iniciadas no primeiro semestre de 2013, com duração de 8 meses, terá funcionários 100% brasileiros. Serão criados 200 empregos diretos de alta qualificação e cerca de 600 indiretos. Para o Governador, “esse é um empreendimento com perspectivas claras de futuro. Com ele, fechamos o ciclo de componentes de energia eólica no Estado”.

 

A fábrica terá cerca de 122 mil metros quadrados e um investimento previsto em R$ 15 milhões para a sua primeira fase. Se for ampliada, a unidade poderá receber investimento adicional de R$ 30 milhões. De acordo com o presidente da Fuhrländer, era um sonho trazer a fábrica para o Brasil, devido suas potencialidades. “Aqui existem pessoas realmente entusiasmadas com esse empreendimento, que acreditam em resultados positivos”, disse. A Fuhrländer é focada na fabricação de aerogeradores das classes FL 2.5 MW e FL 3.0MW, máquinas de grande potência, com 141 metros de altura e adaptadas para obter o melhor aproveitamento dos ventos brasileiros.

 

Há pouco tempo, energia eólica custava muito caro. Atualmente, o valor em leilões caiu 3 vezes. “Em breve, será viável para o Estado investir em energia solar e de ondas, que ainda tem o valor alto no mercado”, disse Cid Gomes. Estiveram também presentes o presidente de Furnas, Flávio Decat; o presidente da Chesf, João Bosco; o deputado federal, Antônio Balman; e o prefeito de Caucaia, Washington Góes.

fonte:http://www.ceara.gov.br/c

 

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Março 22 2012

Quatro empresas foram autorizadas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) a se tornarem produtoras independentes de energia elétrica. A autorização envolve duas usinas do Ceará. A oficialização se deu por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira, 20 de março.

 

A empresa Nova Ventos de Santa Rosa Energia Renováveis S.A. será responsável pela exploração e implantação da EOL Ventos de Santa Rosa, que possui 15 unidades com capacidade de 2 megawatts (MW), capacidade instalada de 30 MW e 13,5 MW de garantia física, segundo informações da Agência Canal Energia.

 

A Nova Ventos de São Geraldo Energia Renováveis S.A. vai explorar e implantar a EOL Ventos de São Geraldo, com 15 unidades geradoras de 2 MW, capacidade instalada de 30 MW e uma garantia física de 14,6 MW.

 

As duas usinas estão situadas no Ceará e têm até 1º de março de 2013 para obter a Licença de Instalação, concedida pela Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). O início da operação comercial deverá ocorrer até o dia 15 de junho de 2014.

 

As outras duas usinas estão localizadas em Santa Catarina. A Eólica Cerro Chato IV vai explorar e implantar a EOL Cerro Chato IV, que tem cinco unidades geradoras de 2 MW, 10 MW de capacidade instalada e uma garantia física de 3,3 MW.

 

A Eólica Cerro Chato V também foi autorizada a atuar como produtora independente mediante a exploração e implantação da EOL Cerro Chato V, que tem cinco unidades geradoras de 2 MW, 12 MW de capacidade geradora e uma garantia física de 4 MW. O início da concretagem das unidades geradoras está previsto para 6 de abril de 2012, já o início da operação comercial deverá ocorrer até o dia 30 de junho de 2013.

 

Importação

 

O setor de energia eólica começa a retomar o fôlego no Ceará. Após um forte início e uma tendência de baixa, a geração de energia alternativa começa a se aperfeiçoar no Estado.

 

Nos resultados da balança comercial do Ceará - divulgada em 8 de fevereiro pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) -, o quite de importação é composto, principalmente por produtos metalúrgicos, com 26,8% de participação.

 

Na sequência, com 23% de participação, máquinas, aparelho e material elétrico, com destaque para equipamentos que formam o aerogerador das torres de energia eólica.

 

E agora

ENTENDA A NOTÍCIA

 

Ceará é um dos pioneiros na exploração comercial de eólicas no Brasil. É visado por grandes empresas do ramo, mas sofre com o gargalo da falta de mão de obra capacitada.

fonte:http://www.opovo.com.br/

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Março 14 2012

Empresa indiana vende os parques eólicos em construção no município de Trairi (CE) por R$ 540 milhões. O comprador foi o consórcio formado por Fundo de Investimento do Banco do Brasil-Grupo Votorantim Energia Sustentável e Enerplan (RS)

 

A divisão brasileira da companhia indiana Suzlon, quinta maior fabricante de aerogeradores do mundo, vendeu seus cinco parques eólicos que estão em construção no município de Trairi (a 24,5 quilômetros de Fortaleza). O negócio, de R$ 540 milhões, foi fechado entre a Suzlon e Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura (FIP) IE BB (Banco do Brasil) Votorantim Energia Sustentável e para Enerplan, empresa de energia do grupo gaúcho Oleoplan, segundo informações do Valor Econômico. 

 

A operação, concluída na sexta-feira (9), foi estruturada pelo Banco Pine. O FIP IE BB Votorantim Energia Sustentável vai ficar com 60% do projeto e o grupo gaúcho com os 40% restantes. Os cinco parques têm capacidade para produzir 136,5 megawatts (MW) que foram contratados no leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de 2009, para início do fornecimento em 2013.


Com este negócio, a Votorantim ingressa no mercado de energia eólica em parceria com o FIP/BB, já que, atualmente, o braço energético da companhia só compreende energia oriunda de hidrelétricas e de cogeração.


Adão Linhares, presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica, acha interessante a transferência feita pela Suzlon, pois, segundo ele, a empresa indiana está se posicionando como fabricante e fornecedora de equipamentos. Esta, inclusive, deverá ser a participação da empresa, já que se mantém no projeto como fornecedora dos equipamentos.


Com relação a possíveis atrasos, Linhares diz que segundo a Aneel, todos os projetos eólicos em território cearense estão dentro do cronograma. “Acredito que este seja o caso dos parques eólicos de Trairi. Não acredito que um grupo como o Votorantim tenha assumido esses parques sem que estejam dentro do prazo. Um atraso no início do fornecimento de energia, conforme contratado, gera multas enormes que poderiam até inviabilizar todo o projeto”.


Linhares também ressalta que se isso (atraso) ocorresse, poderia até mesmo impedir que a empresa (ou o grupo) voltasse a investir em outros projetos similares no País.

 

Silêncio


O POVO entrou em contato com o presidente da Suzlon no Brasil, Arthur Lavieri, mas ele disse que não se manifestaria sobre o assunto. Argumentou, apenas, que a assessoria de comunicação da empresa estaria elaborando um press-release a ser divulgado à imprensa até o final desta semana.


O diretor de operações estruturadas do banco Pine, Orestes Gonçalves Júnior, diz que a entrada de companhias novas no setor de energia é bem-vinda, uma vez que os atuais investidores são tradicionais nesse mercado e que o banco já atua como adviser em operações de fusões e aquisições no setor de infraestrutura.

 

Quem


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No Brasil, a Suzlon mantém operações desde 2006 e hoje é um dos principais fornecedores de turbinas eólicas do País. A empresa tem instalada 185 turbinas em 11 projetos de exploração. O potencial eólico a ser instalado no País é estimado em 7 mil megawatts (MW)

 

Números


540

milhões de reais é o valor da transferência para consórcio entre Fundo de Investimentos do BB/Votorantim e Enerplan

 

60%

do controle dos parques ficará com o consórcio formado pelo FIP BB/Votorantim e o restante com grupo gaúcho

 

136,5

megawatts será a capacidade de produção dos parques eólicos, em Trairi, que foi contratada no leilão de 2009

  

Serviço

 

Acesse o Banco de Informações de Geração da Aneel:http://www.aneel.gov.br/

aplicacoes/capacidadebrasil/GeracaoTipo Fase.asp? tipo =7&fase=1

 

fonte:http://www.opovo.com.br/

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Janeiro 25 2012

Atualmente o Ceará lidera o Nordeste em produção de energia elétrica eólica, com 17 parques. Até 2014, o estado terá uma representatividade de quase 43% no setor. No ano, o Brasil deverá ter uma produção de 7000 MH contra 3000 MH no Ceará

 

O Ceará promete despontar em geração de energia eólica. As entidades envolvidas se mostram bem animadas e louvam o desenvolvimento do Estado. Serão 65 parques de geração eólica até o ano de 2016, sinaliza a presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Melo.


Enquanto hoje são 17 parques em funcionamento, mantendo o Ceará na frente do Rio Grande do Norte, um concorrente histórico.


Conforme informações de Elbia Melo da Abeeólica, ao todo o Brasil terá até 2014 uma produção de 7000 MH, contra 3000 MH no Ceará, em representatividade chega a quase 43%.


“Do ponto de vista de geração eólica, os parques estão afastando do litoral porque os ventos do interior também são muito bons e geram energia. Quanto ao sócio-econômico, traz beneficios para a população. Os parques eólicos funcionam com o arrendamento das terras e paga-se ao proprietário das terras um aluguel pelo uso da terra”, diz.


Mesmo com tantas perspectivas, a questão de capacitação e qualificação profissional para atender toda a demanda de construção ainda entra em questão nas rodas de conversa entre especialistas do setor.


De acordo com o presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica, Adão Linhares, o problema se sustenta na grande demanda de construção de usinas que em pouco tempo foi consumada. “Foram contratadas muitas usinas em um único período para fazer num determinado prazo. Então você pega 2 mil torres para construir até 2013, por exemplo. Onde vamos ter tanta gente assim?”, comenta Linhares.


Ele diz que, por mais treinamento que haja, não é possível que dê tempo. “Uma das preocupações é que haja a promoção da oferta para essa demanda. Implementar e complementar o sistema normal de mão de obra. No entanto, o que é mais agravante não é o nível técnico, mas sim o médio e o tecnólogo, para ser supervisor”, explica o presidente da Câmara.


Diante desse cenário, até agora não há uma estimativa do déficit de profissionais e nem de quantos profissionais há atualmente no mercado gerando emprego para a energia renovável. O trabalho foi iniciado junto com a Abeeólica, a Câmara Setorial e representantes de universidades que trazem cursos e linhas de pesquisa com o tema. Nas próximas semanas, eles estarão nos estados que produzem energia eólica como Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

 

O quê


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A falta de mão de obra qualificada, um problema sempre presente em quase todos os setores, chega também no setor de energia eólica. Os estudos e mapeamentos sobre essa realidade começaram.

 

Números


65

parques eólicos é a quantidade que o CE terá até 2016.

17

parques é o total de usinas eólicas em operação hoje. 

 

100

reais é a média do valor do MW vendido em um leilão de energia.

fonte:http://www.opovo.com.br/a

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Dezembro 22 2011

O consórcio formado por Furnas (49%) e Alupar Investimento S.A. (51%) vendeu no dia 20 de dezembro (terça-feira), no leilão de geração da Aneel 07/2011, 204 MW de energia eólica para entrega a partir de janeiro de 2016. O preço vencedor foi equivalente a R$ 110,00 MW/h, um deságio de cerca de 5% sobre o inicial. As empresas construirão em parceria dez parques eólicos no município de Aracati, no Ceará, com investimentos da ordem de R$ 800 milhões.

“Estamos investindo mais de R$ 1 bilhão em geração eólica e temos todo interesse em avaliar novas oportunidades. Essa vitória firma a parceria com a Alupar e dá continuidade à política de Furnas de diversificar suas formas de geração de energia limpa”, afirma Olga Simbalista, diretora de Planejamento, Gestão de Negócios e de Participações de Furnas.

“A Alupar vem trabalhando no desenvolvimento de parques eólicos com o objetivo de fortalecer as fontes renováveis do Grupo. A parceria com Furnas foi fundamental para o sucesso neste Leilão”, declara Enio Nucci, diretor de Novos Negócios da Alupar.

Furnas e Alupar selecionaram para os empreendimentos aerogeradores fabricados pela alemã Fuhrländer. Os equipamentos contam com potência de 2,5 MW; altura de 141 metros – os mais altos no Brasil, onde os ventos são menos sujeitos a interferências; e torres treliçadas que não comprometem a dinâmica do aerogerador, ao invés das estruturas tubulares mais comuns no mercado.

Perfil-Furnas possui um complexo de empreendimentos responsável por quase 10% da geração do Brasil. São 15 usinas hidrelétricas, duas termelétricas, aproximadamente 20 mil quilômetros de linhas de transmissão e 52 subestações. De toda a energia consumida no País, mais de 40% passam pelo Sistema Furnas.

Atualmente, Furnas constroi, em parceria com grupos empresariais, os parques eólicos Miassaba III e Rei dos Ventos I e III, que vão entrar em operação no início de 2012. Em 2014 será a vez dos parques Famosa I, Rosada, Pau Brasil e São Paulo, cujas construções foram asseguradas com a venda de energia no Leilão LER 03/2011. Concentrados na Região Nordeste, os sete empreendimentos somam 487,6 MW/h de potência instalada, energia para 1,2 milhão de pessoas.

No plano de expansão de Furnas também está a construção de três usinas hidrelétricas - Santo Antonio (RO), Simplício (RJ/MG) e Batalha (GO/MG), além de 26 novas linhas de transmissão e 14 subestações, sendo construídas com recursos próprios e em parceria com a iniciativa privada. Além disso, a empresa também participa com 49% da UHE Teles Pires (MT/PA), arrematada no final de 2010 em parceria com a Neoenergia e com a Odebrecht e em fase de estudos de viabilidade.

Perfil-A Alupar diversificou sua matriz energética investindo em geração de médio e pequeno porte como UHEs e PCHs. Atualmente a Companhia detém 459 MW de capacidade instalada, sendo 179,4 MW implantados e outros 280 MW em implantação. Os empreendimentos de geração da Companhia estão distribuídos em três usinas hidrelétricas, a UHE São José (51 MW), no Rio Grande do Sul, a UHE Foz do Rio Claro (68,4 MW), em Goiás, e a UHE Ferreira Gomes (252 MW), no Amapá, e em cinco pequenas centrais hidrelétricas, a PCH Queluz (30 MW) e a PCH Lavrinhas (30 MW), localizadas no estado de São Paulo, e as PCHs Guática I (4 MW) , Guática II (8 MW) e Morro Azul (16 MW), localizadas na Colômbia.

No segmento de transmissão, a Alupar detém a concessão de 19 sistemas de transmissão, sendo 715 Km de linhas em implantação na região Norte, nos estados do Amazonas e Roraima, e outros 4.750 Km de linhas em operação localizados na região Norte e Nordeste do país, nos estados do Pará, Maranhão, Piauí e Ceará, na região Sul, no estado de Santa Catarina, na região Sudeste, nos estados de Minas 

fonte:http://www.revistafator.com.br/

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Outubro 24 2011

O Ceará está prestes a ganhar mais duas usinas eólicas. Na próxima quinta-feira (27), a partir de 14 horas, o Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) vota o licenciamento ambiental de dois parques a serem instalados na praia de Fontainha, a 19 quilômetros de Aracati, no Litoral Leste.

Atualmente o Estado possui 17 usinas em operação com capacidade total para 493,9 MW. Somente em Aracati existem cinco parques eólicos. A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) estima que o Ceará deve ter mais de 50 parques eólicos em 2014 e uma capacidade instalada de quase 1,5 mil MW.

Um dos parques eólicos, chamado de São Judas Tadeu, deve ter potência instalada de 16,2 MW. O projeto prevê o uso de nove aerogeradores em um terreno total de 89 hectares. Já o outro parque, com o nome de Fontainha, tem uma potência prevista de 14,4 MW por meio de oito geradores e um terreno de 117,57 hectares.

A reunião de quinta-feira no Coema deve avaliar o pedido de licenciamento prévio. Depois da atual fase, as obras serão iniciadas após a aprovação da licença de instalação. Já o funcionamento das usinas começar somente após a aprovação da licença de operação.

fonte:http://diariodonordeste.globo.com/

publicado por adm às 22:27
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Outubro 10 2011

Nos próximos anos, Estado terá quase três vezes mais parques que atualmente. Novo leilão trará ainda mais projetos

O Ceará detém o maior potencial de geração de energia dos ventos do País, e isso com apenas 17 parques eólicos em operação. Mas até 2016, o litoral e até região serrana do Estado devem transformar-se em um paredão de aerogeradores para a produção de energia limpa. Nos próximos anos, serão construídos por aqui, pelo menos, mais 33 empreendimentos, os quais já foram outorgados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, a quantidades de usinas no território cearense será quase triplicado.

A capacidade de geração de energia elétrica, que atualmente é de cerca de 521MW (mega-watts), ganhará mais 1000 MW com o início da operação dos novos projetos. Alguns deles terão capacidade de produzir sozinhos cerca de 45% do potencial atual. É o caso do parque eólico Maceió, que ficará localizado em Itapipoca, a 130 quilômetros de Fortaleza. A usina terá o poder de gerar 235,8 MW, o suficiente para iluminar uma cidade com mais de 200 mil habitantes. Outro grande empreendimento a chegar ao Ceará será o Eólio-Elétrica São Gonçalo (60 MW), o qual ficará encravado no município de São Gonçalo do Amarante.

Atração garantida

Para Adão Linhares, presidente da Câmara Setorial da Energia Eólica do Ceará, mesmo com a força com que Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte têm entrado na disputa por parques eólicos, nos leilões de energia, o Ceará manterá seu potencial e continuará atraindo projetos. "O potencial de geração eólica no Ceará e no Nordeste, destacando ainda a entrada do interior da Bahia, como a Chapada da Diamantina; continuará sendo o mesmo", garante.

Entretanto, ele alerta que para conseguir novos empreendimentos, não basta apenas ter ventos e um vasto litoral, características inerentes ao Estado. É preciso ainda existir um ambiente de estímulos para que o investidor tenha interesse em vir para cá com o mínimo de riscos possíveis. "Existem gargalos, mas o investidor precisa ver o Ceará como um potencial de menor risco, com menos burocracia. Também depende de o governo demonstrar um posicionamento maior de atratividade do que o existente", opina Adão Linhares.

Estímulos

Para ele, no intuito de chamar a atenção dos investidores, é essencial ainda que o Estado facilite a parte de infraestrutura para a instalação dos parques e indústrias, com o objetivo de formar uma cadeia de produção de equipamentos eólicos, aproveitando a logística do Porto do Pecém. "Também precisa melhorar os acessos na parte viária, para dar conta dos pesados carregamentos", sugere.

A quantidade de empreendimentos a serem construídos deve crescer ainda mais no fim deste ano, quando será realizado mais um leilão de energia. A Empresa de Pesquisa Energética recebeu 377 inscrições, 60 delas de eólicas que podem vir a ser instaladas no Ceará.

Gigante dos ventos

521 mega-watts, aproximadamente, é a capacidade de produção de energia eólica no Ceará atualmente. Este número deve crescer em 1.000 MW até 2015

DIEGO BORGES
REPÓRTER

fonte:http://diariodonordeste.globo.com

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Julho 10 2011

Para concorrer no leilão de energia eólica da Aneel, o Ceará terá 103 projetos inscritos. O processo será realizado próximo mês com interessados do mundo todo. O objetivo é manter a liderança no setor

 

No último leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para contratação de energia gerada por fontes alternativas em 2010, o Ceará conseguiu aprovar apenas cinco projetos. A nova edição do leilão, em agosto deste ano, é a chance de se recuperar. Serão lançados 103 projetos somando 2,42 mil megawatts (MW) de capacidade instalada.

 

No ano passado, o Rio Grande do Norte levou a melhor e o Ceará espera recuperar os investimentos perdidos. Impasses ambientais foram considerados o maior motivo para a queda de projetos cearenses. A participação do estado em leilões do setor caiu 88,57% entre 2004 e 2010. O Ceará respondia por 63,9% dos contratos assinados e no ano passado, o percentual caiu para 7,3%.

 

Os projetos inscritos no leilão este ano somam 27,56 mil mw de capacidade instalada, entre térmicas a gás natural e a biomassa, usinas eólicas, pequenas centrais hidrelétricas (PCH) em duas categorias: A-3 e energia de reserva (LER). O primeiro leilão (A-3) será aberto a todas as fontes de energia para empreendimentos que entrarem em operação a partir de 2014. O LER será destinada exclusivamente para a energia eólica e a biomassa.

 

Reunião

Secretários estaduais ligados ao setor de energias do Ceará e Piauí se reuniram ontem com representantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A reunião, que contou com representantes do Ministério das Minas e Energia, da Coelce, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Agência Reguladora dos Serviços públicos Delegados do Ceará (Arce) e representantes da classe empresarial decidiu a criação de grupos de trabalho para analisar a situação da energia no nordeste.

 

Adail Fontenele, secretário estadual da Infraestrutura, disse que os principais problemas levantados foram a deficiência em alimentação de energia, problemas de ordem ambiental e limitações de algumas empresas.

 

Para Adail, o cenário atual de engenharia no Nordeste é de progresso acelerado, com novas linhas de transmissão de energia.

 

Entre os projetos futuros, está a intenção de criar pequenas centrais hidrelétricas (PCH). O diretor-geral do ONS, Hermes Chipp disse que a previsão é de que reuniões como essa aconteçam a cada três meses para discutir assuntos pontuais e propostas a longo prazo.

 

Em relação ao andamento dos grupos de trabalho para a Copa 2014, Adail disse que o ministério de Minas e Energia encomendou oito relatórios, um para cada capital-sede. O diagnóstico está concluído e as sedes devem apresentar o resultado ao Ministério em agosto. “O Ceará não tem grandes problemas”, garantiu o secretário.

 

Em maio deste ano, foi realizada uma reunião envolvendo Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

 

Quando

 

ENTENDA A NOTÍCIA

 

Nos dias 17 e 18 de agosto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza leilão para contratação de energia gerada por diversos tipos de fontes alternativas. O Ceará participa com 103 projetos de energia eólica.

fonte:http://www.opovo.com.br/

publicado por adm às 09:09
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Fevereiro 23 2011

A maior fábrica de aerogeradores do mundo e que responde por 42% de toda energia eólica do Brasil, a indiana Suzlon, pretende instalar uma fábrica no Ceará. Nesta quarta-feira (23), o governador Cid Gomes se reuniu com o presidente da Suzlon no Brasil, Arthur Laviere, que manifestou o interesse em instalar uma fábrica na região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Logo após a audiência com o Governador, Laviere se reuniu com o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado (Cede), Ivan Bezerra.

 

“A ideia é expandir nossos negócios em território cearense, afinal de contas, 170 dos nossos 200 funcionários estão aqui”, revelou o presidente da Suzlon, acrescentando que das 183 turbinas da empresa, mais de 170 também estão localizadas no Estado. “A empresa deverá decidir em qual Município deseja se instalar para que o Governo do Estado dê andamento aos trâmites necessários e viabilize o início das suas operações o mais rápido possível”, explicou Ivan Bezerra.

 

A previsão é que a indústria entre em operação em fevereiro de 2012 e deverá empregar cerca de 100 profissionais. A mão-de-obra será da própria cidade, para isso, o Governo do Estado já planeja viabilizar a capacitação dessas pessoas. 

Sobre a Suzlon

 

A Suzlon fornece equipamentos para a instalação de parques eólicos em todo o mundo. No Ceará, 10 foram construídos com o material da empresa. A meta é que ainda na primeira fase, a fábrica produza 300 pás de aerogeradores. É em Fortaleza que fica o único Centro de Monitoramento Digital 24 horas de todas as turbinas da Suzlon instaladas no Brasil.

 

A empresa foi criada em 1995 com apenas 20 pessoas, atualmente, a Suzlon é a empresa que mais fabrica aerogeradores do mundo, com mais de 16 mil pessoas em 25 países; em operação nas Américas, Ásia, Austrália e Europa e cadeia de abastecimento totalmente integrado nos três continentes. de abastecimento, com fábricas em três continentes. 

 

fonte:http://www.ceara.gov.br/

publicado por adm às 22:05

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