Energia Eolica

Janeiro 09 2014

Os chineses deram início ao maior impulso que as energias renováveis já receberam em todo o mundo, prometendo - entre outras coisas - dobrar o número de turbinas eólicas no país ao longo dos próximos seis anos.

 

Já ocupando o posto de o maior gerador de energia pelo vento do mundo, a China agora planeja intensificar massivamente esse setor.

 

Com uma capacidade instalada de energia eólica de cerca de 75 gigawatts (GW), o país pretende atingir a marca de 200 GW até 2020.

Os países da União Europeia, em comparação, têm juntos um total de 90 GW de capacidade instalada de energia eólica. Apesar de ser visto como um dos países de maior potencial na geração de energia eólica no mundo, o Brasil possui uma capacidade instalada de energia eólica de apenas 2,2 GW, segundo cálculo do Ministério de Minas e Energia.

Desafios

Novos parques eólicos estão sendo criados em ritmo acelerado na China.

"Há sete anos, conseguíamos produzir uma turbina a cada dois dias. Agora conseguíamos fazer duas em um dia", diz Jiang Bo, engenheiro da empresa Goldwind, que produz turbinas.

No entanto, um dos principais desafios é integrar a cadeia produtiva da energia eólica. As regiões onde há mais vento, como Xinjiang, costumam ser muito distantes das cidades grandes, onde a demanda por energia elétrica é maior.

E o valor da construção de campos eólicos costuma exceder a das conexões necessárias para ligar as turbinas na rede de distribuição.

Também há problemas nas linhas de distribuição, pouco acostumadas à intermitência da energia gerada pelo vento.

Mas uma questão ainda mais fundamental recai sobre a contribuição da energia eólica para a insaciável demanda de energia chinesa.

 

Dados recentes, de 2012, indicam que enquanto o carvão gera 75% da eletricidade do país, a eólica produz 2% (no Brasil, essa participação é de 1,7%).

No entanto, em números absolutos, a geração total de energia eólica na China é mais do que o produzido em toda a União Europeia.

"Dois por cento parece pouco, mas quando você considera o total de eletricidade usado no país, você percebe que não é pouco", diz Liming Qiao, diretor para a China do Global Wind Energy Council (GWEC).

"Na verdade, no ano passado, a eólica superou a nuclear e se tornou a terceira matriz energética do país, após as termoelétricas a carvão e as hidrelétricas."

Impacto internacional

A escala do mercado eólico chinês vem ajudando na redução de preços de produção e incentivando a inovação no setor.

Antes, os chineses obtinham licenças para produzir turbinas de países ocidentais. Agora, o boom do setor levou a uma enxurrada de novos – e mais modernos - modelos nacionais.

O desenvolvimento dessa indústria na China também vem puxando os preços para baixo em outros países, segundo Paolo Frankl, da Agência Internacional de Energia.

Ele acredita que os chineses ampliem as exportações no setor para mercados na Ásia, América Latina e África.

Subsídios

O governo chinês vê as energias renováveis como estratégia prioritária, liberando uma série de subsídios.

A altíssima poluição do ar em muitas cidades do país também vem incentivando o uso desse tipo de energia.

Mas ainda precisa ser respondida a questão quanto a se o custo da energia eólica poderá ser reduzido a ponto de ficar abaixo do das termoelétricas a carvão.

Ma Jinru, vice-presidente da Goldwind, acredita que sim.

"No futuro, quando os recursos ficarem ainda mais limitados, os preços subirem mais e a poluição piorar, a sociedade vai cobrar o custo social disso. Então, a longo prazo, o custo da energia eólica vai ficar abaixo do de carvão. O custo da eólica também vai cair por conta da inovação tecnológica, e o setor vai ter um imenso crescimento."

E se algum país pode produzir energia a partir do vendo em níveis industriais e fazer disso algo rentável, esse país e a China.

Uma prévia desse cenário futuro pode ser encontrada em Xinjiang, próxima à antiga rota da seda, onde há florestas de turbinas metálicas brancas – algumas prontas, outras aguardando para receber hélices e muitas mais prestes a sair do papel.

 

fonte:http://www.bbc.co.uk/po

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Agosto 17 2013

A China fortaleceu a sua posição como líder em energias renováveis através da instalação do parque eólico mais alto do mundo. O feito consistiu na instalação de cinco turbinas eólicas no Tibete, por parte da empresa de energia Longyuan Power, a uma altura de 4.900 metros acima do nível do mar.

A instalação destas turbinas é a primeira fase de um grande projecto que acabará por incluir 33 turbinas eólicas. A empresa tem feito progressos impressionantes nos últimos anos, com os seus dispositivos totais de energia a gerarem mais de 2,5 milhões de MWh em Julho deste ano. Apenas em 2013, a Longyuan Power aumentou a sua capacidade de geração de energia eólica em 36,8%.

A China é um país imenso e as ineficiências nas redes de transmissão de energia podem conduzir a grandes perdas de electricidade de famílias e empresas. Espera-se assim que o novo projecto, implantado numa área remota mas rica em recursos, ajude a reduzir as perdas de transmissão eléctrica, contribuindo para o desenvolvimento económico da região.

De acordo com o Inhabitat, o objectivo final da Longyuan Power é a instalação de 33 turbinas com 96 metros de altura e capacidade de 1.500 kilowatts ao longo de mais de 126 hectares, em Nagqu County, para uma capacidade total de 49,5 MW.

fonte:http://greensavers.sapo.pt/2

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Fevereiro 21 2012

Com o anúncio do parque eólico offshore de Guandong - de capacidade de 198MW - para ser integrado à rede em 2014, a China começa a implantar o plano de alcançar 100GW de eólicas até 2015. Embora no seu plano quinquenal tenha sido a implantação de usinas eólicas onshore, a iniciativa mostra a disposição do principal fabricante mundial de aerogeradores de não perder a corrida tecnológica em busca dos ventos do oceano. Guandong está entre as três áreas mais propícias para eólica offshore, com potencial estimado de 75GW em águas de profundidade entre 30 e 50 metros. O plano regional da provincia prevê para 2015 1GW de eólica no mar.

fonte:http://paginasustentavel.com.br/

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Fevereiro 21 2012

A Xinjiang Goldwind Science & Technology Co. Ltd, empresa líder do setor chinês de aerogeradores, começou a desenvolver um parque eólico de 70 megawatts (mw) no Chile, anunciou hoje a companhia em Beijing.

  De acordo com um contrato assinado com a Mainstream Renewable Power, as duas empresas criarão uma joint venture para construir a primeira fase da Ckani Wind Farm na região de Antofagasta, norte do Chile.

  Segundo os termos do contrato, a Goldwind Chicago, subsidiária da Goldwind, fornecerá 47 geradores eólicos de GW87/1,5MW.

  O campo conta com uma capacidade potencial total de 240 mw e está sendo explorado pela Mainstream desde 2009. Ele será conectado ao Sistema Elétrico SING. A construção da primeira fase de 70-mw deve ser iniciada antes do final de 2012.

  O chefe executivo da Mainstream, Eddie O'Connor, descreveu o campo no Chile como um "projeto empolgante" da Goldwind.

  Nos últimos anos, os fabricantes chineses de aerogeradores voltaram-se para o mercado mundial devido ao excedente na capacidade de produção doméstica.

  Com mais de 80 fabricantes, a China pode ser capaz de produzir 35 gigawatts (gw) de geradores eólicos por ano se as capacidades de produção planejadas entrarem em operação. No entanto, nos próximos cinco anos, o mercado doméstico chinês poderá consumir apenas 15 gw de aerogeradores por ano dentro das metas de desenvolvimento renovável, revelou a Associação de Energia Eólica da China (CWEA, na sigla em inglês).

fonte:http://portuguese.cri.cn

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Janeiro 20 2012

O Departamento de Comércio dos EUA declarou nesta quinta-feira (19) que vai abrir investigações anti-dumping e anti-subsídio para produtos de energia eólica da China. Esta é a segunda investigação norte-americana contra produtos chineses de energia limpa depois do caso da bateria solar. 

Segundo documento divulgado pela entidade, o produto a ser investigado é a torre eólica, uma importante parte na construção de uma estação de energia eólica. 

O Ministério do Comércio da China já ressaltou anteriormente que as ações dos EUA pretendem provocar conflitos comerciais na área de energia limpa. Além de afetar as parcerias no setor de recursos energéticos entre China e EUA, prejudica os próprios bens dos norte-americanos. Por outro lado, a decisão vai contra à tendência mundial de combate às mudanças climáticas e ao desafio de segurança dos recursos energéticos.

fonte:http://portuguese.cri.cn/

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Dezembro 30 2011

Um parque de energia eólica com capacidade de 49,5 megawatts foi construído no distrito de Mouding, Província de Yunnan, sudoeste chinês, informou o departamento local de comunicação nesta quinta-feira.

A Companhia de Energia Nuclear de Guangdong da China construiu a usina de geração eólica com um investimento de 483 milhões de yuans (US$ 76,7 milhões) durante os últimos 15 meses. A usina eólica, com sede em Fengtun no monte Dajianfeng, fica a 2 a 2,5 mil metros acima do nível do mar no Planalto Yunan-Guizhou.

O desenvolvimento de parques eólicos em grandes altitudes se tornou uma prioridade para as companhias chinesas de energia e os fabricantes de turbinas de vento, já que ambos os grupos procuram explorar recursos eólicos nas planícies do país.

Os dois principais desenvolvedores nacionais de fazendas de energia eólica, a Longyuan Power e a Huaneng Renewables, visam a Província de Guizhou, no sudoeste da China, para desenvolver seus projetos. A província tem como meta uma capacidade de 9 gigawatts de energia eólica em 2020.

A energia eólica desenvolveu-se a grandes saltos na China nos últimos anos, uma vez que desempenha um papel crucial para cumprir a meta do governo chinês de aumentar para 15% a proporção da energia não fóssil no consumo primário de energia do país até 2020. Até o final de 2010, a China possuía 44,7 gigawatts de capacidade acumulada de energia eólica, superando os Estados Unidos como o maior desenvolvedor mundial desta energia. A China planeja integrar 100 gigawatts de energia eólica a sua rede até 2015.

fonte:http://portuguese.cri.cn/5

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Dezembro 05 2011

Três por cento da eletricidade anual da China em 2015 procederá da energia eólica, o dobro em relação a agora, informou nesta segunda-feira o jornal Shanghai Daily.

 

 

 

Segundo dados da Comissão Estatal Reguladora da Eletricidade, a energia produzida por aerogeradores na China alcançará 190 bilhões de quilowatts/hora anuais em 2015.

 

 

 

Entre janeiro e outubro de 2011, o crescente setor eólico chinês já gerou 58,3 bilhões de quilowatts/hora, quase 1,5% da eletricidade utilizada no país nesse período, assinalou o vice-presidente do organismo, Shi Yubo.

 

 

 

O mercado eólico chinês multiplicou por dois sua capacidade de geração anual instalada entre 2005 e 2009, e só em 2010 acrescentou outros 18,9 gigavolts de capacidade, o que na atualidade representa um total de 44,7 gigavolts, de modo que a China já supera os Estados Unidos com maior capacidade eólica instalada do mundo

fonte:http://not.economia.terra.com.br/

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Setembro 02 2011

 

Só no primeiro semestre, a China acrescentou 8 GW à sua matriz eólica, quase oito vezes a capacidade instalada total do Brasil para geração de energia pelos ventos

Os ventos estão favoráveis para o setor eólico em 2011. Segundo um novo relatório do World Wind Energy Association (WWEA), o mercado de energia eólica cresceu 15% a mais nos seis primeiros meses deste ano em comparação a 2010. Com isso, o setor alcançou em junho a capacidade instalada global de 215 gigawatts (GW) – o equivalente a quase onze usinas Três Gargantas, a maior do mundo, na China.

 

E é justamente o gigante asiático que puxa a locomotiva eólica. Só no primeiro semestre, o país acrescentou mais 8 GW à sua matriz eólica, que hoje representa 43% do mercado mundial. Em Junho, a China contava com 52GW de potência instalada, seguida dos EUA, Alemanha, Espanha e Índia. Juntos, os cinco primeiros países respondem por 74% da capacidade eólica global. Depois, aparecem Itália, França, Reino Unido, Canadá e Portugal.

O relatório também destaca uma série de novos mercados que estão surgindo no mundo. No primeiro semestre, três países foram adicionados à lista dos que estão utilizando a energia eólica, aumentando o número de 83 para 86: Venezuela, Honduras, Etiópia. A República Dominicana, que já fazia parte do grupo, instalou sua primeira usina eólica grande e aumentou sua capacidade de 0,2 megawatts (MW) para 60,2 MW.

A previsão para o segundo semestre também é de crescimento, com introdução de mais 25, 5 mil MW em projetos pelo mundo. A capacidade eólica instalada total é projetada para alcançar 240 GW até o final deste ano – o suficiente para cobrir quase 3% da demanda de eletricidade em todo o mundo.

O Brasil, por sua vez, ocupa apenas o 21º lugar no ranking dos países produtores de energia eólica, com pouco mais de mil megawatts instalados. Mas, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o país tem capacidade de aumentar em sete vezes o seu potencial até 2014.

Na tabela abaixo, você confere os 10 maiores mercados de energia eólica:

 

 Países MW instalados (até 06/2011)
 China           52.800
 EUA           42.432
 Alemanha           27.981
 Espanha           21.150
 Índia           14.550
 Itália             6.200
 França             6.060
Reino Unido              5.707
 Canadá             4.611
 Portugal             3.960

 

fonte:http://exame.abril.com.br/

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Julho 03 2011

O ministro do Comércio Exterior americano, Ron Kirk, anunciou nesta terça-feira que a China renunciou a um programa de subsídios de sua indústria eólica denunciado por Washington diante da Organização Mundial do Comércio (OMC).

 

“A China colocou fim a alguns subsídios para empresas eólicas”, indicou o secretário de Comércio Exterior americano Ron Kirk, em comunicado.

“Os Estados Unidos estão contentes com o facto de a China ter encerrado esse programa de subsídios”, completou Kirk.

Washington apresentou uma denúncia diante da OMC contra esse programa em dezembro, argumentando que a China o usava para dar subsídios “proibidos pelas regulações da OMC”, já que as empresas beneficiárias devem “utilizar peças e componentes fabricados na China, antes dos estrangeiros”.

Washington afirma que o montante da ajuda fechada no programa varia de 6,7 milhões a 22,5 milhões de dólares por empresa, e que o total “pode alcançar várias centenas de milhões desde 2008″.

fonte:http://novasenergias.org/


publicado por adm às 10:23
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Junho 22 2011

A China expandirá sua capacidade instalada de energia eólica no mar para 5 gigawatts (GW) até 2015 e 30GW até 2020, informou hoje a Administração Nacional de Energia do país.

A proposta pública para a segunda rodada de projetos de concessão de energia eólica no mar, com uma capacidade instalada total de 1,5 GW a 2 GW será completada durante o primeiro semestre de 2012, indicou a administração em uma reunião realizada na cidade de Nantong, na Província de Jiangsu, leste do país.

Liu Qi, vice-diretor da administração, apontou que os departamentos relevantes devem reconhecer a importância e a urgência do desenvolvimento de energia eólica no mar.

O país enfrenta frequentemente a falta severa de eletricidade no verão, com sistemas de produção e transmissão incapazes de suprir a crescente demanda.

A China enfrenta uma deficiência de 30GW de eletricidade neste verão, de acordo com os dados do Departamento de Eletricidade da China.

Liu indicou que o país deve acelerar o estabelecimento de uma indústria de energia eólica no mar e que seja totalmente avançada e equipada para promover o desenvolvimento de grande escala.

Em junho de 2010, o projeto de Usina de Energia Eólica Marítima de 100 MW da Ponte do Mar do Leste de Shanghai foi concluído. Atualmente, esse é a única usina de energia eólica em alto-mar em operação fora da Europa.

fonte:http://portuguese.cri.cn/

publicado por adm às 22:23

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