Energia Eolica

Junho 08 2013
A presidente da EDP Brasil, Ana Maria Fernandes, disse que a EDP está a participar no leilão de fornecimento de 2.000 megawatts de fornecimento de energia eólica, no Brasil, cujo contrato de fornecimento durará de 1 de Julho deste ano até Junho de 2014.

“Este próximo leilão é só de eólicas, e o nosso braço, a EDP Renováveis, vai participar com extensões de projectos actuais, com certeza, e em outros projectos que podem surgir”, garantiu a presidente da EDP Brasil, à margem do “road show” de fornecedores no Brasil.

 

Ana Maria Fernandes garantiu ainda que a empresa estará “presente noutros leilões que venham a existir, se tivermos projectos específicos”.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 12:58
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Junho 18 2012

A ‘joint venture’ WindPlus junta a Repsol e a EDP, ambas com 31% do projecto.

A EDP está pronta para avançar com a construção do primeiro parque eólico flutuante. A ideia é replicar a Windfloat, a torre eólica flutuante em alto mar, que está instalada ao largo da Póvoa do Varzim e que foi inaugurada este fim-de-semana, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da República, Cavaco Silva.

Para António Vidigal, presidente da EDP Inovação, se tudo correr bem com este protótipo, a próxima fase é "a construção de um parque eólico com cinco turbinas e uma potência cinco vezes superior à actual".

O Windfloat envolveu um investimento de 23 milhões de euros e promete colocar Portugal na liderança mundial dos sistemas eólicos em ‘offshore'. Com um peso de duas mil toneladas, colocado a seis quilómetros da costa, o Windfloat tem um aerogerador de dois megawatts, o suficiente para fornecer energia a 1.300 habitações. O protótipo está em fase de testes há seis meses e deverá manter-se assim mais ano e meio.

Para António Mexia, presidente da EDP, esta nova tecnologia representa "mais um passo no aproveitamento dos recursos endógenos, na diminuição da dependência externa e no potencial aproveitamento do ‘cluster' marítimo português, com impactos positivos ao nível do emprego e das exportações". Mexia salientou ainda que para além do aproveitamento dos "recursos próprios, em particular do mar e dos estaleiros navais, o Windfloat incentivou o trabalho de equipa num projecto que envolveu mais de 60 empresas, sendo 40 portuguesas e destaca ainda o valor da imaginação em cima do puro conhecimento".

fonte:http://economico.sapo.pt/no

publicado por adm às 08:21

Abril 06 2012

O novo parque possui capacidade instalada de 70 megawatts e produção estimada de 211.437 MWh por ano.

A EDP Renováveis do Brasil inaugurou ontem a operação do Parque Eólico de Cidreira I, localizado na região de Tramandaí, no litoral sul do país. O novo parque possui capacidade instalada de 70 megawatts e produção estimada de 211.437 MWh por ano.

"Com esse novo parque, a EDP Renováveis Brasil reforça a sua aposta em energia eólica no país, considerada estratégica e definitiva para o Grupo EDP", afirmou a empresa em comunicado.

Com a entrada em operação do novo empreendimento, a EDP Renováveis do Brasil eleva para 84 MW a sua potência instalada em projetos que têm como fonte a energia eólica no Brasil.

Segundo a empresa, o parque de Tramandaí ajudou o Brasil a ultrapassar a marca dos 1.000 MW de capacidade em geração de energia eólica.

"O Brasil possui ventos com alto potencial de velocidade e direção bem definidos, além da densidade do ar mais baixa, o que o torna um dos melhores países do mundo para desenvolver a energia originada dos ventos", ressalta o grupo, que possui outros projetos previstos nessa área.

A EDP Renováveis do Brasil é uma empresa formada pela EDP Renováveis (55%) e EDP Energia do Brasil S/A (45%).

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 21:37

Dezembro 21 2011

A filial brasileira da EDP Renováveis ganhou quatro contratos, durante um leilão promovido na terça-feira pela Agência Nacional de Energia Eléctrica (Aneel), que prevêem o fornecimento de 57,2 megawatts (MW) médios de energia eólica a partir de 2016.

Os contratos referem-se aos projectos dos parques Baixa do Feijão I, II, III e IV, no Rio Grande do Norte. No total, respeitam a uma capacidade instalada de 120 MW, nota a Lusa. A imprensa brasileira adianta que o investimento associado a estes projectos se situa entre 350 milhões e 400 milhões de reais (cerca de 145 milhões de euros e 165 milhões de euros, respectivamente).

Informação da Aneel revela que a energia proveniente dos parques da EDP foi a mais barata contratada durante o leilão, com um custo de 97 reais/MW/hora.

Durante o leilão, porém, a EDP não recebeu propostas para poder ampliar em 70 MW a capacidade de produção da hidrelétrica de Santo António do Jari, no Estado do Amapá.

O leilão de energia teve por objectivo satisfazer a necessidade projectada das empresas distribuidoras para o ano de 2016. As distribuidoras contrataram 42 projectos de geração de electricidade, com uma capacidade instalada total de 1.211,5 MW.

Além do Rio Grande do Norte, foram contratados projectos na Bahia, no Ceará, em Goiás, no Maranhão, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em São Paulo.

O investimento total está estimado em 4,3 mil milhões de reais (1,8 mil milhões de euros). Entre os projectos contratados há uma hidrelétrica, 39 eólicas e duas termelétricas movidas a biomassa. 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, classificou o leilão como muito bem sucedido, pois toda a necessidade energética das distribuidoras foi satisfeita integralmente por fontes renováveis.

O responsável realçou que isso permitirá que o Brasil mantenha cerca de 90 por cento da sua produção energética proveniente de fontes renováveis. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 10:57
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Dezembro 17 2011

A companhia de energia brasileira Eletrobras, uma das concorrentes à aquisição de 21,35 por cento do capital da EDP, afirmou hoje que a sua proposta permitirá à empresa portuguesa tornar-se a «maior geradora de energia eólica do mundo».

 

«A proposta apresentada pela Eletrobras é composta por um projeto estratégico que tem como objetivo fortalecer as duas empresas. No caso da EDP, permite que a empresa venha a ser a maior geradora de energia eólica do mundo e tenha ainda fortalecida sua posição estratégica na Península Ibérica e na Europa», diz o comunicado oficial divulgado há pouco pela empresa brasileira.

 

Em contrapartida, a Eletrobras acredita que a parceria com a EDP a ajudaria a atingir a sua meta de se tornar no maior sistema empresarial internacional de energia limpa, até 2020.

fonte:Diário Digital / Lusa 

publicado por adm às 20:21
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Dezembro 02 2011

O investimento dos três principais accionistas do maior projecto eólico do País precisa agora de reforço do BEI.

A EDP, os italianos da Enel e a Generg - o núcleo de accionistas que compõe a Eneop, responsável pelo maior projecto eólico no País - foram obrigados, nos últimos meses, a desembolsar mais de 500 milhões de euros do que o previsto para evitar a sua interrupção. Mas, apesar da robustez financeira dos accionistas, não haverá mais injecções de capital na construção de novos parques eólicos neste projecto que envolve um total de 1.200 megawatts de licenças (MW) conquistadas no concurso lançado pelo anterior Governo.

Uma decisão que compromete o futuro do ‘cluster' industrial que lhe está associado, em Viana do Castelo, cujo principal rosto é a alemã Enercon. Aí se produzem 95% dos componentes dos aerogeradores, representando um investimento de 220 milhões de euros e mais de 2.100 empregos directos.

Liderado por Aníbal Fernandes, a Eneop-Eólicas de Portugal tem até Dezembro para garantir um financiamento do Banco Europeu de Investimento (BEI) de 350 milhões de euros - caso contrário, as fábricas terão de ser redimensionadas, alerta o gestor. No terreno, os efeitos do estrangulamento do crédito começaram a sentir-se em Março deste ano. A Eneop abrandou o ritmo de construção dos parques eólicos e as fábricas tiveram de procurar mercados alternativos para a capacidade excedentária de aerogeradores.

Em 2011, metade da capacidade excedentária está a ser canalizada para a exportação. "A Eneop é o único projecto eólico em marcha em Portugal. Ao fim de dois anos e meio, estão instalados mais de 816 MW, devendo os 1.200 MW estar concluídos em final de 2013", refere Aníbal Fernandes. "Isto só foi possível porque os accionistas se excederam num enorme esforço financeiro, substituindo-se aos bancos. Estes desapareceram, apesar do investimento ter sido desenhado para ser construído em ‘project finance' com uma alavancagem, em termos de capitais próprios, de apenas 15% e 20%", realça.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 08:25
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Fevereiro 28 2011

Segundo a organização de conservação marinha Oceana é necessário que Portugal e os países mediterrânicos beneficiem da experiência conseguida no resto do continente e que enfrentem novos desafios tecnológicos com o desenvolvimento de plataformas eólicas flutuantes, aplaudindo a proposta dum primeiro protótipo de aerogerador flutuante.

A organização internacional de conservação marinha, Oceana reconhece os passos que se estão a dar tanto nas Canárias, com o lançamento do Atlas Eólico Marinho, como em Portugal, com a proposta de desenvolvimento de um primeiro protótipo de aerogerador flutuante, assim como as diferentes iniciativas que se têm vindo a levar a cabo no norte da Espanha, na Cantábria ou na Catalunha, para o lançamento definitivo da eólica marinha no sul da Europa.

“Necessitamos que Portugal e os países mediterrânicos sigam a rota já traçada pelo norte da Europa, aprendendo com a experiência já conseguida e enfrentando novos desafios com o desenvolvimento de tecnologia flutuante”, manifestou Xavier Pastor, Director Executivo da Oceana na Europa. “Só conseguiremos um verdadeiro avanço se continuarmos a potenciar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação e se os diferentes governos se decidirem a dar um verdadeiro impulso a este sector”.

Durante 2010 foram instalados na Europa novos aerogeradores marinhos, pelo que a potência instalada ascendia, no fim do ano, a 2.946 MW. Esta quantidade de MW encontra-se distribuída por 9 países do norte do continente, com uma clara liderança do Reino Unido.

Não existe ainda nenhum parque eólico offshore no Mediterrâneo. No entanto, a EDP anuncia agora um projecto pioneiro em Portugal com a instalação de um Aerogerador em regimeoffShore associado a um sistema  flutuante WindFloat, ao largo da costa portuguesa. O responsável pela implementação e fornecimento do aerogerador é o fabricante dinamarquês Vestas, que vai fornecer uma turbina eólica de 2 MW. 

WindFloat é uma estrutura flutuante patenteada, com design simples e económico, para suporte de aerogeradores offshore. As funcionalidades inovadoras do WindFloat, que atenua os movimentos induzidos pelas ondas e pelos aerogeradores/vento, permitem implantar aerogeradores offshore em locais antes inacessíveis, onde a água excede os 50 metros de profundidade e os recursos eólicos são superiores. O sistema será testado na Aguçadoura, num parque EDP, ligado à rede, por um período não inferior a 12 meses, com o objectivo de validar o desempenho da integração entre o WindFloat e o aerogerador. Serão ainda realizados estudos de comissionamento/descomissionamento e de operação e manutenção desta estrutura.

A Oceana considera fundamental que os governos entendam o enorme potencial energético que nos oferecem, a longo prazo, os mares e os oceanos e que se encaminhem para um aproveitamento sustentável destes recursos. A enorme dependência das economias das importações de petróleo e gás, a alta volatilidade dos preços deste tipo de energia e a crescente concentração das suas reservas e das suas produções em regiões politicamente instáveis aumentam, de forma alarmante, a incerteza dos mercados. A única via para travar esta tendência é a diversificação no fornecimento de fontes de energia primária e uma maior utilização de energias limpas e renováveis.

De acordo com o porta-voz da Oceana, “necessitamos de reduzir as emissões de CO2 de origem humana provenientes principalmente da queima de combustíveis fósseis, como é o caso do petróleo. Continuar a conceder autorizações de investigação de hidrocarbonetos que terminem em futuras plataformas petrolíferas e que, inevitavelmente, se transformem em mais CO2 na nossa atmosfera e nos nossos oceanos, não é seguir as políticas de mudança climática marcadas pela UE. Se queremos travar esta tendência, devemos continuar a apostar por numa maior proporção das energias renováveis no mix energético global.”

Fonte: www.eu.oceana.org e http://www.edp.pt

publicado por adm às 21:43

Fevereiro 25 2011

Polónia e Roménia concentram um terço do investimento da EDP Renováveis e compensam menor procura do mercado norte americano.

França promete ser, depois do Reino Unido, o próximo alvo da EDP na área da energia eólica ‘offshore'. A empresa liderada por Ana Maria Fernandes está já a analisar o concurso que o governo de Paris irá lançar. Um projecto onde admite participar apenas em consórcio, de modo a partilhar risco e ‘know how' à semelhança da parceria realizada com a SeaEnergy para o mercado escocês, onde conquistou recentemente 1.3 GWh, no concurso UK Round 3.

"Estamos em processo de estudo, mas será sempre na perspectiva de diversificação do portfólio e de parceiros", adiantou Rui Teixeira, administrador para a área financeira da EDP Renováveis à margem da conferência de imprensa para apresentação de resultados. Para logo a seguir acrescentar: "Será sempre na mesma lógica de negócio do projecto do Reino Unido".

 

fonte:http://economico.sapo.pt

publicado por adm às 23:30

Janeiro 11 2011

O Projecto WindFloat da EDP vai levar à criação do primeiro protótipo nacional de eólica offshore. O novo protótipo pretende extrair energia eléctrica através do vento, à semelhança das normais torres eólicas, mas a nova forma de extracção será localizada no mar.

 

O novo projecto da EDP, WindFloat, baseia-se na tecnologia das tradicionais torres eólicas mas vai ser localizado no mar. O primeiro protótipo nacional de eólica offshore vai ser testado na Aguçadoura, entre a Figueira da Foz e Santa Maria da Feira.

Com a participação da empresa norte-americana Principle Power, a WindFloat é uma tecnologia semi-submersível muito semelhante a uma plataforma petrolífera. A estrutura tem três pilares e num dos pilares é instalada a torre eólica.

fonte:http://noticias.portugalmail.pt/

publicado por adm às 22:57

Dezembro 08 2010

A EDP Renováveis estima que as alterações regulatórias aprovadas em Espanha tenham um "impacto económico limitado", dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas.

 

Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa revela que o governo espanhol aprovou uma nova regulação para as tarifas da produção eléctrica a partir de parques eólicos e centrais solares térmicas. 

As regras, negociadas com o sector privado, incluem um corte de 35% nos subsídios dados à energia eólica nos próximos dois anos, mas o balanço final para a EDP Renováveis poderá ser positivo, uma vez que o Governo vem garantir tarifas a todos os projectos licenciados até final de 2012, dando aos promotores maior previsibilidade de receitas. 

A EDP Renováveis tem em Espanha 34% da sua capacidade instalada globalmente (os Estados Unidos estão à frente, representando 48% da potência total). Por isso, o fim da incerteza tarifária em Espanha é um balão de oxigénio com um peso significativo para a empresa liderada por Ana Maria Fernandes. 

A legislação aprovada sexta-feira pelo Executivo espanhol corta em 35% o subsídio dado às eólicas até 31 de Dezembro de 2012 (após essa data as instalações irão recuperar o valor anterior de subsídios). Mas o efeito deste corte para empresas como a EDP Renováveis, além de temporário, será limitado, já que permanece um sistema misto (que junta o subsídio a um preço negociado livremente em mercado), que garante limites mínimo e máximo do preço a que os parques eólicos podem vender a electricidade. 


O preço mínimo garantido na venda de electricidade à rede é de 75,4 euros por megawatt hora (MWh). Poderá ser tomado como exemplo um parque eólico que vende a sua energia a 76 euros por megawatt hora (MWh), vindo 45 euros da venda numa "pool" em mercado e outros 31 euros por via do subsídio. Mantendo-se os preços de mercado nos 45 euros, e caindo o subsídio para 20 euros por MWh, a tarifa dada aos parques eólicos cairia para 65 euros. Contudo, como se mantém a garantia de 75,4 euros, este parque eólico sofreria apenas uma redução marginal da sua remuneração. A diferença entre o preço resultante da queda do subsídio e a tarifa efectiva será suportado futuramente pelo sistema eléctrico espanhol (pelos consumidores). 

Os promotores eólicos sairão a ganhar porque sabem que a partir de Janeiro de 2013 contarão (para os parques construídos ou licenciados até essa data) com o sistema tarifário já estabelecido em 2007 (pelo Real Decreto 661/2007), sem o corte de 35%. 

O Governo espanhol estima uma poupança de 1.100 milhões de euros nos próximos dois anos. 

“A EDPR estima que as alterações regulatórias aprovadas tenham um impacto económico limitado, dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas”, sublinha a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).

A mesma fonte conclui que, “assim, com a aprovação do RD 1614/2010, a EDPR tem uma maior visibilidade na remuneração a receber ao longo dos 20 anos de vida útil dos activos já instalados e da capacidade inscrita no pré-registro e a instalar até 2012. O novo RD reforça a estabilidade regulatória a longo prazo do sector eólico”.

fonte:

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<p>A EDP Renováveis estima que as alterações regulatórias aprovadas em Espanha tenham um "impacto económico limitado", dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas.</p> <p> </p> <p>Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa revela que o governo espanhol aprovou uma nova regulação para as tarifas da produção eléctrica a partir de parques eólicos e centrais solares térmicas. <br /><br />As regras, negociadas com o sector privado, incluem um corte de 35% nos subsídios dados à energia eólica nos próximos dois anos, mas o balanço final para a EDP Renováveis poderá ser positivo, uma vez que o Governo vem garantir tarifas a todos os projectos licenciados até final de 2012, dando aos promotores maior previsibilidade de receitas. <br /><br />A EDP Renováveis tem em Espanha 34% da sua capacidade instalada globalmente (os Estados Unidos estão à frente, representando 48% da potência total). Por isso, o fim da incerteza tarifária em Espanha é um balão de oxigénio com um peso significativo para a empresa liderada por Ana Maria Fernandes. <br /><br />A legislação aprovada sexta-feira pelo Executivo espanhol corta em 35% o subsídio dado às eólicas até 31 de Dezembro de 2012 (após essa data as instalações irão recuperar o valor anterior de subsídios). Mas o efeito deste corte para empresas como a EDP Renováveis, além de temporário, será limitado, já que permanece um sistema misto (que junta o subsídio a um preço negociado livremente em mercado), que garante limites mínimo e máximo do preço a que os parques eólicos podem vender a electricidade. <br /><br /><br />O preço mínimo garantido na venda de electricidade à rede é de 75,4 euros por megawatt hora (MWh). Poderá ser tomado como exemplo um parque eólico que vende a sua energia a 76 euros por megawatt hora (MWh), vindo 45 euros da venda numa "pool" em mercado e outros 31 euros por via do subsídio. Mantendo-se os preços de mercado nos 45 euros, e caindo o subsídio para 20 euros por MWh, a tarifa dada aos parques eólicos cairia para 65 euros. Contudo, como se mantém a garantia de 75,4 euros, este parque eólico sofreria apenas uma redução marginal da sua remuneração. A diferença entre o preço resultante da queda do subsídio e a tarifa efectiva será suportado futuramente pelo sistema eléctrico espanhol (pelos consumidores). <br /><br />Os promotores eólicos sairão a ganhar porque sabem que a partir de Janeiro de 2013 contarão (para os parques construídos ou licenciados até essa data) com o sistema tarifário já estabelecido em 2007 (pelo Real Decreto 661/2007), sem o corte de 35%. <br /><br />O Governo espanhol estima uma poupança de 1.100 milhões de euros nos próximos dois anos. <br /><br />“A EDPR estima que as alterações regulatórias aprovadas tenham um impacto económico limitado, dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas”, sublinha a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).<br /><br />A mesma fonte conclui que, “assim, com a aprovação do RD 1614/2010, a EDPR tem uma maior visibilidade na remuneração a receber ao longo dos 20 anos de vida útil dos activos já instalados e da capacidade inscrita no pré-registro e a instalar até 2012. O novo RD reforça a estabilidade regulatória a longo prazo do sector eólico”.</p> <p>fonte:<a title="Novas regras para o sector de energia eólica espanhola com impacto "limitado" na EDPR" rel="nofollow" href="http://www.destakes.com/redir/c7f9049748c52253df33616d7b9e59b9" target="_blanck">destakes</a> </p>
publicado por adm às 23:01

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