Energia Eolica

Setembro 10 2013

A EDP Renováveis chegou a acordo com a Fiera Axium para a venda de 49% do capital do Parque Éolico Wheat Field, nos EUA.

 

Segundo o comunicado da EDP Renováveis à CMVM, o valor total implícito do activo em questão é de 197 milhões de dólares, sendo que a alienação desta participação faz parte do plano de rotação de activos.

O Parque Éolico Wheat Field tem uma capacidade instalada de 97 MW, tendo sido instalado no primeiro trimestre de 2009. Tem um contrato de venda de energia vigente por 20 anos, segundo informa a eléctrica nacional.

O plano de rotação de activos vai contribuir para a estratégia de autofinanciamento da EDP Renováveis. No âmbito desta acção, a empresa já completou três transacções deste tipo, atingindo os 582 milhões de euros com a venda de posições minoritárias em projectos eólicos.

Na sessão de hoje, as acções da EDP Renováveis subiram 1,88% para 3,954 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 22:07

Julho 10 2013

A EDP Renováveis (EDPR) aumentou a produção de energia eólica no primeiro semestre de 2013 em 8% face ao período homólogo, para 10,7 terawatts-hora (TWh), impulsionado sobretudo pelo crescimento das operações na Europa.

No comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) sobre os dados operacionais até Junho, a EDPR diz que “o crescimento anual da produção reflecte o aumento da capacidade instalada nos últimos 12 meses e o forte recurso eólico na Europa”.

Este desempenho, nota a EDPR, foi sustentado “no aumento da produção em Portugal (+26%) e em Espanha (+18%)”. A produção no resto da Europa aumentou 15% na comparação homóloga.

Durante os primeiros seis meses do ano, a produção de electricidade nos Estados Unidos permaneceu estável em 5,6 TWh (+0,2%), com o segundo trimestre “a compensar o menor recurso eólico registado” nos primeiros três meses. No Brasil, por sua vez, a produção cresceu 5%.
 fonte:http://www.publico.pt/economia

publicado por adm às 23:13

Fevereiro 05 2013

A EDP Renováveis aumentou em 10% o volume de produção de energia eólica durante o último ano, comparativamente a 2011.

Para os 18,4 TWh gerados contribuiu sobretudo o Brasil e a Europa (excluindo a Península Ibérica), com 36% e 30%, respectivamente. Seguiu-se Espanha (11%), EUA (6%) e Portugal (4%).

De acordo com os dados provisionais enviados ao mercado de capitais, a empresa geria, no final do exercício de 2012, uma carteira de activos de oito mil megawatts (MW), distribuída por nove países. Deste pacote, 7.600 MW foram consolidados integralmente e 390 MW no âmbito do consórcio Eólicas de Portugal, da qual a EDP Renováveis é apenas um dos accionistas.

O último ano ficou ainda marcado pela entrada no mercado romeno de energia solar, ao instalar 39 MW de solar fotovoltaico, bem como o arranque dos primeiros parques eólicos em Itália (40 MW).

Os resultados anuais de 2012 serão publicados a 27 de Fevereiro.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 22:11

Abril 06 2012

O novo parque possui capacidade instalada de 70 megawatts e produção estimada de 211.437 MWh por ano.

A EDP Renováveis do Brasil inaugurou ontem a operação do Parque Eólico de Cidreira I, localizado na região de Tramandaí, no litoral sul do país. O novo parque possui capacidade instalada de 70 megawatts e produção estimada de 211.437 MWh por ano.

"Com esse novo parque, a EDP Renováveis Brasil reforça a sua aposta em energia eólica no país, considerada estratégica e definitiva para o Grupo EDP", afirmou a empresa em comunicado.

Com a entrada em operação do novo empreendimento, a EDP Renováveis do Brasil eleva para 84 MW a sua potência instalada em projetos que têm como fonte a energia eólica no Brasil.

Segundo a empresa, o parque de Tramandaí ajudou o Brasil a ultrapassar a marca dos 1.000 MW de capacidade em geração de energia eólica.

"O Brasil possui ventos com alto potencial de velocidade e direção bem definidos, além da densidade do ar mais baixa, o que o torna um dos melhores países do mundo para desenvolver a energia originada dos ventos", ressalta o grupo, que possui outros projetos previstos nessa área.

A EDP Renováveis do Brasil é uma empresa formada pela EDP Renováveis (55%) e EDP Energia do Brasil S/A (45%).

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 21:37

Fevereiro 25 2011

Polónia e Roménia concentram um terço do investimento da EDP Renováveis e compensam menor procura do mercado norte americano.

França promete ser, depois do Reino Unido, o próximo alvo da EDP na área da energia eólica ‘offshore'. A empresa liderada por Ana Maria Fernandes está já a analisar o concurso que o governo de Paris irá lançar. Um projecto onde admite participar apenas em consórcio, de modo a partilhar risco e ‘know how' à semelhança da parceria realizada com a SeaEnergy para o mercado escocês, onde conquistou recentemente 1.3 GWh, no concurso UK Round 3.

"Estamos em processo de estudo, mas será sempre na perspectiva de diversificação do portfólio e de parceiros", adiantou Rui Teixeira, administrador para a área financeira da EDP Renováveis à margem da conferência de imprensa para apresentação de resultados. Para logo a seguir acrescentar: "Será sempre na mesma lógica de negócio do projecto do Reino Unido".

 

fonte:http://economico.sapo.pt

publicado por adm às 23:30

Janeiro 21 2011

A EDP Renováveis inaugurou esta sexta-feira o parque eólico de Terra Fria, Montalegre, materializando um investimento de 126 milhões de euros. Com uma capacidade instalada de 96 MW, espera-se que o parque produza 50 GWh por ano, energia suficiente para abastecer 140 mil habitantes. Com início de construção em Abril de 2009, este parque conta actualmente com 48 aerogeradores E82 da Enercon.

«O Parque Eólico de Terra Fria – Montalegre reforça a nossa aposta na energia eólica na Península Ibérica, concretamente no Norte de Portugal. Pouco a pouco, e graças a projectos como este, contribuimos significativamente para a redução da dependência energética do exterior», afirmou Ana Maria Fernandes, CEO da EDP Renováveis.

José Sócrates, que também marcou presença, sublinhou que a reforma portuguesa da área energética «foi uma das reformas mais bem conseguidas em todo o mundo num curto espaço de tempo», o que mostra «que é possível fazer mudanças, e mudanças muito significativas, nas áreas críticas».

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:41

Dezembro 08 2010

A EDP Renováveis estima que as alterações regulatórias aprovadas em Espanha tenham um "impacto económico limitado", dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas.

 

Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa revela que o governo espanhol aprovou uma nova regulação para as tarifas da produção eléctrica a partir de parques eólicos e centrais solares térmicas. 

As regras, negociadas com o sector privado, incluem um corte de 35% nos subsídios dados à energia eólica nos próximos dois anos, mas o balanço final para a EDP Renováveis poderá ser positivo, uma vez que o Governo vem garantir tarifas a todos os projectos licenciados até final de 2012, dando aos promotores maior previsibilidade de receitas. 

A EDP Renováveis tem em Espanha 34% da sua capacidade instalada globalmente (os Estados Unidos estão à frente, representando 48% da potência total). Por isso, o fim da incerteza tarifária em Espanha é um balão de oxigénio com um peso significativo para a empresa liderada por Ana Maria Fernandes. 

A legislação aprovada sexta-feira pelo Executivo espanhol corta em 35% o subsídio dado às eólicas até 31 de Dezembro de 2012 (após essa data as instalações irão recuperar o valor anterior de subsídios). Mas o efeito deste corte para empresas como a EDP Renováveis, além de temporário, será limitado, já que permanece um sistema misto (que junta o subsídio a um preço negociado livremente em mercado), que garante limites mínimo e máximo do preço a que os parques eólicos podem vender a electricidade. 


O preço mínimo garantido na venda de electricidade à rede é de 75,4 euros por megawatt hora (MWh). Poderá ser tomado como exemplo um parque eólico que vende a sua energia a 76 euros por megawatt hora (MWh), vindo 45 euros da venda numa "pool" em mercado e outros 31 euros por via do subsídio. Mantendo-se os preços de mercado nos 45 euros, e caindo o subsídio para 20 euros por MWh, a tarifa dada aos parques eólicos cairia para 65 euros. Contudo, como se mantém a garantia de 75,4 euros, este parque eólico sofreria apenas uma redução marginal da sua remuneração. A diferença entre o preço resultante da queda do subsídio e a tarifa efectiva será suportado futuramente pelo sistema eléctrico espanhol (pelos consumidores). 

Os promotores eólicos sairão a ganhar porque sabem que a partir de Janeiro de 2013 contarão (para os parques construídos ou licenciados até essa data) com o sistema tarifário já estabelecido em 2007 (pelo Real Decreto 661/2007), sem o corte de 35%. 

O Governo espanhol estima uma poupança de 1.100 milhões de euros nos próximos dois anos. 

“A EDPR estima que as alterações regulatórias aprovadas tenham um impacto económico limitado, dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas”, sublinha a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).

A mesma fonte conclui que, “assim, com a aprovação do RD 1614/2010, a EDPR tem uma maior visibilidade na remuneração a receber ao longo dos 20 anos de vida útil dos activos já instalados e da capacidade inscrita no pré-registro e a instalar até 2012. O novo RD reforça a estabilidade regulatória a longo prazo do sector eólico”.

fonte:

[Error: Irreparable invalid markup ('<a [...] limitado">') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

<p>A EDP Renováveis estima que as alterações regulatórias aprovadas em Espanha tenham um "impacto económico limitado", dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas.</p> <p> </p> <p>Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a empresa revela que o governo espanhol aprovou uma nova regulação para as tarifas da produção eléctrica a partir de parques eólicos e centrais solares térmicas. <br /><br />As regras, negociadas com o sector privado, incluem um corte de 35% nos subsídios dados à energia eólica nos próximos dois anos, mas o balanço final para a EDP Renováveis poderá ser positivo, uma vez que o Governo vem garantir tarifas a todos os projectos licenciados até final de 2012, dando aos promotores maior previsibilidade de receitas. <br /><br />A EDP Renováveis tem em Espanha 34% da sua capacidade instalada globalmente (os Estados Unidos estão à frente, representando 48% da potência total). Por isso, o fim da incerteza tarifária em Espanha é um balão de oxigénio com um peso significativo para a empresa liderada por Ana Maria Fernandes. <br /><br />A legislação aprovada sexta-feira pelo Executivo espanhol corta em 35% o subsídio dado às eólicas até 31 de Dezembro de 2012 (após essa data as instalações irão recuperar o valor anterior de subsídios). Mas o efeito deste corte para empresas como a EDP Renováveis, além de temporário, será limitado, já que permanece um sistema misto (que junta o subsídio a um preço negociado livremente em mercado), que garante limites mínimo e máximo do preço a que os parques eólicos podem vender a electricidade. <br /><br /><br />O preço mínimo garantido na venda de electricidade à rede é de 75,4 euros por megawatt hora (MWh). Poderá ser tomado como exemplo um parque eólico que vende a sua energia a 76 euros por megawatt hora (MWh), vindo 45 euros da venda numa "pool" em mercado e outros 31 euros por via do subsídio. Mantendo-se os preços de mercado nos 45 euros, e caindo o subsídio para 20 euros por MWh, a tarifa dada aos parques eólicos cairia para 65 euros. Contudo, como se mantém a garantia de 75,4 euros, este parque eólico sofreria apenas uma redução marginal da sua remuneração. A diferença entre o preço resultante da queda do subsídio e a tarifa efectiva será suportado futuramente pelo sistema eléctrico espanhol (pelos consumidores). <br /><br />Os promotores eólicos sairão a ganhar porque sabem que a partir de Janeiro de 2013 contarão (para os parques construídos ou licenciados até essa data) com o sistema tarifário já estabelecido em 2007 (pelo Real Decreto 661/2007), sem o corte de 35%. <br /><br />O Governo espanhol estima uma poupança de 1.100 milhões de euros nos próximos dois anos. <br /><br />“A EDPR estima que as alterações regulatórias aprovadas tenham um impacto económico limitado, dada a protecção natural do enquadramento legal, através da definição de preços mínimos de venda e tarifas fixas”, sublinha a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).<br /><br />A mesma fonte conclui que, “assim, com a aprovação do RD 1614/2010, a EDPR tem uma maior visibilidade na remuneração a receber ao longo dos 20 anos de vida útil dos activos já instalados e da capacidade inscrita no pré-registro e a instalar até 2012. O novo RD reforça a estabilidade regulatória a longo prazo do sector eólico”.</p> <p>fonte:<a title="Novas regras para o sector de energia eÃ&sup3;lica espanhola com impacto " limitado"="limitado&quot;" na="na" edpr"="EDPR&quot;" rel="noopener nofollow" href="http://www.destakes.com/redir/c7f9049748c52253df33616d7b9e59b9" target="_blanck">destakes</a> </p>
publicado por adm às 23:01

Setembro 02 2010

A EDP está a aguardar a licença ambiental para avançar com um novo parque eólico na Polónia. Este projecto consiste num empreendimento de 34 megawatts, que engloba 17 turbinas e deverá estar em funcionamento em 2012, em Tyszowce.

De acordo com a agência Bloomberg, a empresa já desenvolveu estudos com vista a este projecto e terá já reunido com as populações locais no mês passado.

A empresa dirigida por Ana Maria Fernandes prossegue assim com a sua estratégia na Polónia, depois de ter já em funcionamento o parque eólico de Margonin.

fonte:construir

publicado por adm às 09:58

Abril 28 2010

A EDP Renováveis e a Vestas Wind Systems (Dinamarca) assinaram hoje um contrato global para o fornecimento de aerogeradores relativos a um máximo de 2,1GW de capacidade eólica.

O que está em causa é um contrato de fornecimento em larga escala de turbinas eólicas, com uma encomenda inicial de 1500MW para fornecimento, instalação e comissionamento em 2011 e 2012. Para o mesmo período de tempo, existe ainda uma opção de encomenda de capacidade adicional até 600MW.

Entre as duas empresas está ainda acordada a flexibilidade de entrega de turbinas na América do Norte, América do Sul e Europa, bem como a «flexibilidade na escolha, para cada projecto, de modelos e classes de turbinas eólicas comercialmente disponíveis, sob aviso prévio».

O contrato prevê ainda um serviço de operação e manutenção durante dois anos, prolongável a cinco ou dez anos, com acordo de assistência técnica subsequente (dependendo do projecto em questão).

Segundo a EDP, «a Vestas destacou-se entre os principais fabricantes de turbinas eólicas, como o concorrente com a oferta de maior valor global, tendo em conta o pipeline de curto prazo da EDPR, assim como as perspectivas de flexibilidade no crescimento e os objectivos estratégicos da empresa».

Através deste contrato, a eléctrica nacional encomenda à Vestas a tecnologia eólica que permite «optimizar os factores de produtividade do seu pipeline e o custo global do activo», possibilitando à EDPR obter uma «vantagem competitiva na indústria de produção de energia eólica».

Este acordo representa ainda o maior contrato para o fornecimento de turbinas anunciado a nível mundial nos últimos dois anos. «A escala e a diversificação geográfica de ambas as empresas permitiram a celebração de um contracto que oferece à EDPR visibilidade na execução dos seus objectivos de crescimento, melhorando ao mesmo tempo a gestão de risco da empresa no que respeita aos diferentes cenários de mercado, regulação e ritmos de crescimento».

A EDPR considera que o sucesso na combinação entre as opções de curto-prazo do seu pipeline, com a flexibilidade na posição de compra de turbinas pós-2010 e o efeito de escala na indústria, foram «factores-chave» para alcançar um acordo de «elevada importância estratégica».

Com mais de quarenta mil turbinas instaladas em 65 países, a Vestas tem quatro fábricas em Espanha e garante que instala uma turbina a cada três horas e que a potência que tem activa chega aos 60 milhões de MW/h por ano.

Fonte:http://revistame.wordpress.com

publicado por adm às 23:23

Abril 26 2010

Segundo o comunicado enviado pela empresa liderada por Ana Maria Fernandes à CMVM, a Vestas foi escolhida através de “um processo de selecção competitivo para a celebração de um contrato de fornecimento em larga escala de turbinas eólicas”.

Segundo a mesma fonte, a Vestas apresentou “a oferta de maior valor global, tendo em conta o pipeline de curto prazo da EDPR, assim como as perspectivas de flexibilidade no crescimento e os objectivos estratégicos da empresa”.

Os responsáveis da EDP Renováveis referem ainda que, através deste contrato, a empresa poderá “obter uma vantagem competitiva na indústria de produção de energia eólica”.

Fonte:Construir

publicado por adm às 23:22

pesquisar
 
links