Energia Eolica

Julho 21 2012

Nos primeiros seis meses deste ano, a Europa conectou à rede 132 novas turbinas eólicas offshore, com uma capacidade combinada de 532MW, um aumento de 50% com relação ao mesmo período do ano passado, quando foi alcançado 348,1MW.

Além disso, 211 turbinas foram erguidas, uma alta de 93%, e 13 fazendas começaram a ser construídas. Quando concluídas, estas instalações serão responsáveis pela geração de 3762MW.

Os dados são do relatório de tendências e estatísticas da Associação de Energia Eólica Europeia (EWEA), divulgado nesta sexta-feira (20).

 “O setor eólico offshore está cada vez mais atraindo interessados, incluindo fundos de pensão e outros investidores institucionais e corporativos. Mas seria bom ver mais atividade no sul da Europa, onde empregos, investimentos e crescimento são necessários urgentemente”, afirmou Christian Kjaer, presidente da EWEA.

O primeiro semestre de 2012 no setor foi dominado pelo Reino Unido, com a instalação de oito novas usinas. Alemanha e Dinamarca aparecem em seguida com duas.

De acordo com a EWEA, 1503 turbinas eólicas offshore estão conectadas à rede em 56 fazendas em 10 países, gerando um total de 4336MW, o suficiente para atender a demanda de quatro milhões de residências.

fonte:http://www.institutocarbonobrasil.org.br/

publicado por adm às 00:36

Novembro 30 2011

A eléctrica portuguesa anunciou hoje que colocou com êxito a primeira torre eólica do mundo em alto mar.

A EDP, a InovCapital e a Principle Power informaram que conseguiram colocar com êxito a primeira torre eólica no alto mar, o primeiro projecto deste tipo a nível mundial

Em comunicado, a EDP disse que este sistema, denominado 'Windfloat', está equipado com um aerogerador de dois 'megawatts' ao largo da costa da Aguçadoura, em Portugal e que esta instalação "representa o início de um novo sector na indústria eólica 'offshore' (no mar)" .

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 23:00

Julho 27 2011

Os estaleiros navais de Gdansk, na Polónia, estão a fazer uma revolução, ao tornarem-se a primeira estrutura de construção naval a transformar-se para fazer uma aposta num segmento de mercado que se quer emergente - a energia eólica offshore.

 

Há trinta anos os estaleiros navais de Gdansk, na Polónia, foram palco de um movimento histórico que permitiu o aparecimento do primeiro sindicato independente do bloco soviético, o emblemático Solidariedade. Agora, estão a apostar em fazer uma nova revolução. 

O processo de readaptação que devem sofrer os estaleiros navais de toda a Europa têm sido alvo de estudo por parte da União Europeia, havendo muitos especialistas a apontar para a indústria eólica como uma das portas de saída para esta indústria, que tem enfrentado a concorrência asiática. 

É o caso de Sérgio da Fonseca, que foi conselheiro para a indústria da representação permanente de Portugal (Reper) na UE, que defendeu ao PÚBLICO ser essa uma das soluções para os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), o único estaleiro de construção de navios oceânicos do país. O ministro da Defesa adiou para Setembro as decisões sobre a reestruturação dos ENVC, que fecharam 2010 com prejuízos de 40 milhões de euros e acumulam um passivo que quase chega aos 200 milhões. Hoje mesmo o presidente da Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa, deve reunir-se com o secretário de Estado da Defesa para transmitir a "preocupação" da comunidade com a situação dos estaleiros da cidade e propor alternativas de negócio. 

Enquanto que em Viana todas as hipóteses poderão estar ainda em estudo, os primeiros passos daquilo que pode ser uma "revolução" estão, de novo, a ser dados na Polónia e nos estaleiros de Gdansk. Já foi criada uma nova empresa, a GSG Towers, detida pelo Estado polaco e por investidores ucranianos, que já está a dar resposta a algumas encomendas. 

O vice-presidente desta empresa, Thomas Gaardbom, disse acreditar estarem reunidas muitas das condições necessárias para que o desafio que enfrentam venha a conduzir a uma aposta bem-sucedida. Para além das metas europeias de produção de energia limpa, agendadas para 2020, existe já a saturação do mercado alemão nas eólicas onshore, e que o único desenvolvimento que pode acontecer nesta área é a energia offshore. "Estamos a tentar posicionar-nos para esse mercado de offshore", assumiu Gaardbom. Os estaleiros de Gdansk beneficiam de uma localização privilegiada no acesso às rotas marítimas através do Báltico.

fonte:http://economia.publico.pt/N

publicado por adm às 21:36

Março 02 2011

Países mediterrânicos devem olhar para a experiência da Europa e apostar no aproveitamento da energia eólica marinha

Os países mediterrânicos, incluindo Portugal, devem aprender com a experiência das energias eólica marinha da Europa e aproveitar os recursos desenvolvendo plataformas flutuantes, disse esta terça-feira a organização Oceana, organização internacional da conservação da natureza.

A Oceana revela, de acordo com a Lusa, que no sul da Europa não existem parques eólicos no mar, o que se deve «ao menor recurso eólico disponível» e às «grandes profundidades perto da costa e à pouca iniciativa e impulso dos diferentes governos».

«É necessário que Portugal e os países mediterrânicos aprendam com a experiência conseguida no resto do continente e que enfrentem novos desafios tecnológicos com o desenvolvimento de plataformas flutuantes», incentiva a organização.

Xavier Pastor, director executivo da Oceana na Europa defende em comunicado que só é possível «um verdadeiro avanço se continuarmos a potenciar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação e se os diferentes governos se decidirem a dar um verdadeiro impulso a este sector».

A Oceana aproveita ainda para louvar «os avanços tanto nas Canárias, com o lançamento do Atlas Eólico Marinho, como em Portugal, com a proposta de desenvolver um primeiro protótipo de aerogerador flutuante».

A organização internacional da conservação da natureza relembra ainda a importância da redução das emissões de dióxido de carbono proveniente sobretudo da queima de combustíveis fósseis, como o petróleo.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

 

publicado por adm às 23:43

Fevereiro 28 2011

Segundo a organização de conservação marinha Oceana é necessário que Portugal e os países mediterrânicos beneficiem da experiência conseguida no resto do continente e que enfrentem novos desafios tecnológicos com o desenvolvimento de plataformas eólicas flutuantes, aplaudindo a proposta dum primeiro protótipo de aerogerador flutuante.

A organização internacional de conservação marinha, Oceana reconhece os passos que se estão a dar tanto nas Canárias, com o lançamento do Atlas Eólico Marinho, como em Portugal, com a proposta de desenvolvimento de um primeiro protótipo de aerogerador flutuante, assim como as diferentes iniciativas que se têm vindo a levar a cabo no norte da Espanha, na Cantábria ou na Catalunha, para o lançamento definitivo da eólica marinha no sul da Europa.

“Necessitamos que Portugal e os países mediterrânicos sigam a rota já traçada pelo norte da Europa, aprendendo com a experiência já conseguida e enfrentando novos desafios com o desenvolvimento de tecnologia flutuante”, manifestou Xavier Pastor, Director Executivo da Oceana na Europa. “Só conseguiremos um verdadeiro avanço se continuarmos a potenciar a investigação, o desenvolvimento tecnológico e a inovação e se os diferentes governos se decidirem a dar um verdadeiro impulso a este sector”.

Durante 2010 foram instalados na Europa novos aerogeradores marinhos, pelo que a potência instalada ascendia, no fim do ano, a 2.946 MW. Esta quantidade de MW encontra-se distribuída por 9 países do norte do continente, com uma clara liderança do Reino Unido.

Não existe ainda nenhum parque eólico offshore no Mediterrâneo. No entanto, a EDP anuncia agora um projecto pioneiro em Portugal com a instalação de um Aerogerador em regimeoffShore associado a um sistema  flutuante WindFloat, ao largo da costa portuguesa. O responsável pela implementação e fornecimento do aerogerador é o fabricante dinamarquês Vestas, que vai fornecer uma turbina eólica de 2 MW. 

WindFloat é uma estrutura flutuante patenteada, com design simples e económico, para suporte de aerogeradores offshore. As funcionalidades inovadoras do WindFloat, que atenua os movimentos induzidos pelas ondas e pelos aerogeradores/vento, permitem implantar aerogeradores offshore em locais antes inacessíveis, onde a água excede os 50 metros de profundidade e os recursos eólicos são superiores. O sistema será testado na Aguçadoura, num parque EDP, ligado à rede, por um período não inferior a 12 meses, com o objectivo de validar o desempenho da integração entre o WindFloat e o aerogerador. Serão ainda realizados estudos de comissionamento/descomissionamento e de operação e manutenção desta estrutura.

A Oceana considera fundamental que os governos entendam o enorme potencial energético que nos oferecem, a longo prazo, os mares e os oceanos e que se encaminhem para um aproveitamento sustentável destes recursos. A enorme dependência das economias das importações de petróleo e gás, a alta volatilidade dos preços deste tipo de energia e a crescente concentração das suas reservas e das suas produções em regiões politicamente instáveis aumentam, de forma alarmante, a incerteza dos mercados. A única via para travar esta tendência é a diversificação no fornecimento de fontes de energia primária e uma maior utilização de energias limpas e renováveis.

De acordo com o porta-voz da Oceana, “necessitamos de reduzir as emissões de CO2 de origem humana provenientes principalmente da queima de combustíveis fósseis, como é o caso do petróleo. Continuar a conceder autorizações de investigação de hidrocarbonetos que terminem em futuras plataformas petrolíferas e que, inevitavelmente, se transformem em mais CO2 na nossa atmosfera e nos nossos oceanos, não é seguir as políticas de mudança climática marcadas pela UE. Se queremos travar esta tendência, devemos continuar a apostar por numa maior proporção das energias renováveis no mix energético global.”

Fonte: www.eu.oceana.org e http://www.edp.pt

publicado por adm às 21:43

Fevereiro 25 2011

Polónia e Roménia concentram um terço do investimento da EDP Renováveis e compensam menor procura do mercado norte americano.

França promete ser, depois do Reino Unido, o próximo alvo da EDP na área da energia eólica ‘offshore'. A empresa liderada por Ana Maria Fernandes está já a analisar o concurso que o governo de Paris irá lançar. Um projecto onde admite participar apenas em consórcio, de modo a partilhar risco e ‘know how' à semelhança da parceria realizada com a SeaEnergy para o mercado escocês, onde conquistou recentemente 1.3 GWh, no concurso UK Round 3.

"Estamos em processo de estudo, mas será sempre na perspectiva de diversificação do portfólio e de parceiros", adiantou Rui Teixeira, administrador para a área financeira da EDP Renováveis à margem da conferência de imprensa para apresentação de resultados. Para logo a seguir acrescentar: "Será sempre na mesma lógica de negócio do projecto do Reino Unido".

 

fonte:http://economico.sapo.pt

publicado por adm às 23:30

Fevereiro 18 2011

A WindPlus, uma joint-venture liderada pelo grupo EDP, assinou um acordo com a dinamarquesa Vestas para o fornecimento de uma turbina eólica de 2 megawatts destinada a um projecto na costa portuguesa.

A imprensa especializada está hoje a destacar este negócio, sublinhando o facto de a Vestas ter integrado o Projecto WindFloat – um projecto pioneiro que se baseia numa estrutura flutuante e que deverá custar 18,4 milhões de euros. 

O financiamento do projecto foi assegurado através de contribuições de parceiros do projecto e com um subsídio a fundo perdido do Fundo de Apoio à Inovação (FAI), diz a EDP.

Esta será a primeira torre eólica offshore em Portugal e também a primeira da EDP, que tem prevista a sua instalação até ao Verão deste ano.

"A EDP, a InovCapital e a Principle Power, Inc. assinaram um acordo de projeto e um contrato em regime chave‑na‑mão, para a implantação do primeiro WindFloat à escala real equipado com um aerogerador de 2 megawatts (MW), ao largo da costa portuguesa. A EDP, a InovCapital, a Principle Power, a Vestas Wind Systems A/S, a A. Silva Matos (ASM) e o Fundo de Apoio à Inovação (FAI) são alguns dos parceiros deste projecto", refere em comunicado a empresa liderada por António Mexia.

O WindFloat é uma estrutura flutuante patenteada, com design simples e económico, para suporte de aerogeradores offshore. As funcionalidades inovadoras do WindFloat - que atenua os movimentos induzidos pelas ondas e pelos aerogeradores/vento - permitem implantar aerogeradores offshore em locais antes inacessíveis, onde a água excede os 50 metros de profundidade e os recursos eólicos são superiores, sublinha a EDP.

O projecto prevê a implantação, pela Principle Power, de um protótipo WindFloat, equipado com um aerogerador offshore Vestas V80 de 2,0 MW, ao largo da costa portuguesa ainda este ano. 

O sistema será testado na Aguçadoura, num parque EDP, ligado à rede, por um período não inferior a 12 meses, com o objectivo de validar o desempenho da integração entre o WindFloat e o aerogerador. Serão ainda realizados estudos de comissionamento/descomissionamento e de operação e manutenção.

O projecto utilizará capacidades industriais existentes em Portugal e mão‑de‑obra portuguesa qualificada para a maior parte das actividades de fabricação e instalação. A Principle Power assumirá a responsabilidade pela execução do projeto. A Vestas terá a seu cargo o fornecimento, a instalação e o comissionamento de um aerogerador Vestas V80-2.0MW. 

Empresas como a ASM e MPG, a Marine Innovation & Technology, a Houston Offshore Engineering, a Bourbon Offshore, a Smith Berger Marine e a Vryhof e Solidal foram subcontratadas para o projecto. A American Bureau of Shipping foi seleccionada como a agência de certificação independente, refere o documento da EDP.

"A EDP elegeu a energia eólica offshore como uma das suas cinco prioridades de inovação e o WindFloat é uma das tecnologias mais promissoras nesta área. Quando forem conhecidos os resultados desta fase de demonstração crucial, a EDP estará mais bem posicionada para superar os desafios da energia eólica offshore em todo o mundo", afirmou António Mexia, citado no comunicado. 

João Fernandes, membro da administração do InovCapital, "acredita que o projecto windfloat tem potencial para mudar a forma como Portugal tira proveito da sua costa marítima, dando-lhe tecnologia inovadora na energia eólica e o envolvimento de parceiros locais e internacionais".

Por seu lado, Alla Weinstein, presidente e CEO da Principle Power, afirmou que "nós, na Principle Power, congratulamo‑nos por a EDP adoptar esta tecnologia facilitadora na sua fase inicial. Consideramos o Governo de Portugal e a indústria portuguesa parceiros no desenvolvimento de tecnologias eólicas offshore capazes de suprir a procura portuguesa e mundial de energias renováveis".

"Portugal dispõe das competências e instalações industriais necessárias para executar o projeto, incluindo uma Utility, que fomenta uma visão de promoção do crescimento económico dentro das suas próprias fronteiras. Este projecto representa um passo significativo na utilização do vasto potencial eólico offshore de Portugal para cumprir as metas traçadas no sector das energias renováveis", acrescentou Weinstein.

Juan Araluce, Presidente da Vestas Mediterranean, concluiu: "É com satisfação que anunciamos esta cooperação com a Principle Power e com o Grupo EDP, um dos nossos principais clientes a nível mundial. Trata-se de um projeto precursor na região mediterrânica. Os seus resultados poderão facilitar a implementação de boas práticas na região e noutras zonas do mundo".

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:01

Fevereiro 09 2011

O secretário de Estado para a Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, abriu a porta a um concurso de demontração pré-comercial em eólica offshore a realizar até ao final do ano. A atribuição de licenciamento a novos projectos específicos para águas de pouca profundidade está, no entanto, dependente dos resultados do projecto-piloto da EDP Renováveis, WindFloat, que deve arrancar no Verão.

«Se este primeiro protótipo de uma plataforma flutuante para eólica offshore correr bem, avançaremos para um concurso», afirmou Carlos Zorrinho, durante o seminário “O Sector das Energias Renováveis em Portugal e França”, promovido na terça-feira pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa. O Secretário de Estado reforçou ainda que a aposta do Governo na eólica offshore é para continuar., ainda que de forma sustentada. «Se depender de mim, a galinha dos ovos de ouro vai continuar a pôr um ovo de cada vez», afirmou, referindo-se à estratégia energética nacional.

O projecto WindFloat conta com o know-how da norte-americana Principle Power e, de acordo com Carlos Zorrinho, começará a ser testado no Verão. A tecnologia, semi-submersível composta por três pilares, vai a banhos na Aguçadoura, entre Figueira da Foz e Santa Maria da Feira.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 22:32

Janeiro 30 2011

A França anunciou esta terça-feira que tem em marcha concursos para a concretização de um projecto eólico offshore de 10 mil milhões de euros, com capacidade de geração de 3 000 MW de energia. Ainda assim, os ambientalistas avisam que é preciso fazer mais para que o País possa cumprir as metas europeias. «Este novo sector irá gerar 10 000 postos de trabalho», adiantou o presidente francês Nikolas Sarkozy.

No total, a França estima ter uma capacidade de 25 GW de energia eólica em 2020, em resultado de um investimento de 20 mil milhões de euros. O país poderá assim tornar-se o terceiro maior mercado europeu na eólica offshore.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 18:18

Janeiro 20 2011

O crescimento da energia eólica offshore instalada na União Europeia em 2010 bate recordes. No ano passado, houve um aumento de 51 por cento da potência instalada em relação a 2009, alcançado pela instalação de 308 novas turbinas.

A UE beneficia agora de mais 883 MW de capacidade em nove novos parques eólicos offshore. No total, a potência instalada chega aos 2 964 MW. Os dados foram divulgados pela Associação Europeia de Energia Eólica (EWEA, na sigla em inglês), através do relatório “Indústria europeia da eólica offshore – tendências e estatísticas 2010”.

O Reino Unido é o líder europeu e mundial da potência offshoreinstalada (1 3 41 MW), seguido pela Dinamarca (854 MW) e pela Holanda (294 MW). Para este ano, a EWEA mantém previsões optimistas. A associação acredita que serão instalados entre 1 000 e 1500 MW de eólica offshore na rede europeia de energia eléctrica, em 2011.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 22:44

pesquisar
 
links