Energia Eolica

Setembro 05 2011

O Parque Eólico do Loiral II (Calheta), promovido pela Enerrem, do grupo Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), é inaugurado esta segunda-feira. O novo parque eólico vai permitir, na sua máxima potência, fornecer energia eléctrica para o consumo de todo o concelho de Porto Moniz.

A infra-estrutura é composta por dois aerogeradores com potência total de 6 MW, atingindo as duas unidades a altura de 80 metros e o rotor com um diâmetro de 90 metros. A produção prevista para o novo parque é de 15,4 GWh/ano, permitindo também evitar a emissão anual de 10,6 kton de CO2 e a importação de 3,4 kton de fuel.

O investimento financeiro realizado neste parque é de cerca de 6,5 milhões de euros.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/
publicado por adm às 22:32

Junho 11 2011

O Parque Eólico de Monte São Filipe, na Cidade da Praia, com uma potência instalada de 10 «megawatts» (MW), deverá começar a funcionar em agosto, anunciou hoje o diretor-geral da Energia de Cabo Verde.

Segundo Abraão Lopes, as ferramentas essenciais para a montagem do parque no Monte de São Filipe, que representa um investimento de 16 milhões de euros já estão no país, acrescentando que o parque, representará cerca de 25 por cento do total da produção do país.

Abraão Lopes, que falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Porto da Cidade da Praia para receber os 11 novos aerogeradores, salientou que o parque vai produzir cerca de 110 «gigawatts» (GW) de energia por ano.

"Os aerogeradores vão instalar cerca de 10 «megawatts» (MW) de potência nominal na cidade, o que significa uma composição muito grande em termos de capacidade instalada", referiu, lembrando que o projeto prevê a construção de parques idênticos nas ilhas de São Vicente (6 MW), Sal (8 MW) e Boavista (2,4 MW).

O Parque Eólico a ser instalado na Praia é cofinanciado pelo Governo de Cabo Verde, Electra, InfraCo, Finnfund, BAD e BEI.

O custo do projeto global a ser instalado nas ilhas de Santiago, São Vicente, Sal e Boavista ronda os 63 milhões de euros, e contribuirá, segundo os responsáveis, para uma potência a ser instalada à volta de 28 MW, o que significa uma taxa de penetração das energias renováveis na rede elétrica nacional de mais de 25 por cento.

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/L

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Maio 12 2011

Junto a aldeia de Barão de São João, no barlavento algarvio, um parque eólico foi pioneiro na estratégia de conciliação entre produção de energia e respeito pela avifauna local. Em plena rota europeia de aves com estatuto protegido, o funcionamento do parque eólico só foi autorizado porque a promotora E.ON se uniu à consultora ambiental Strix para desenvolverem uma aplicação pioneira a nível mundial. A tecnologia, assente em dois radares e na aplicação informática da Strix, permite que os aerogeradores sejam “avisados” da presença de aves, com a consequente paragem das pás.

O parque foi inaugurado no ano passado e, por isso, 2010 tornou-se a “prova-de-fogo” no funcionamento da tecnologia. Os resultados, apresentados recentemente no relatório anual da Strix a que o AmbienteOnline teve acesso, ficaram acima das expectativas iniciais da consultora. Tanto a nível ambiental, como nos impactes na produção eléctrica do parque.

O documento dá conta de que, no período de monitorização de aves migradoras, os aerogeradores pararam em 36 dias (33 por cento do total), o que se traduz em 140 horas de paragem total ou parcial dos aerogeradores, um valor abaixo das 150 horas anuais previstas pela Strix. Em termos de paragens totais, as pás do parque de Barão de São João imobilizaram-se durante 80 horas, distribuídas em 27 dos dias de monitorização.

O director executivo da Strix, Miguel Repas, adianta ainda que não houve mortalidade monitorizada de aves migradoras no parque eólico. O feito representa uma vitória para a empresa, que conseguiu comprovar que a tecnologia pode contribuir na resolução dos conflitos ambientais entre biodiversidade e infra-estruturas de enegia renovável. Mesmo assim, esta vitória não deixa de ter um gosto a “esforço inglório”. «Por vezes, algumas aves que vemos passar por aqui, depois de desligarmos as torres eólicas, acabam por colidir no parque eólico mais próximo», lamenta o responsável.

Isto porque os parques eólicos vizinhos nesta região algarvia, entre Lagos e Sagres, não são obrigados a implementar estas medidas de minimização do impacte ambiental das infra-estruturas, o que acaba por comprometer os esforços do parque de Barão de São João. O próprio Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) está sensibilizado para a importância de um programa regional que possa englobar todos os parques vizinhos sob um mesmo sistema de radares. Segundo a Strix, têm sido promovidos esforços junto dos vários promotores dos parques eólicos da região para que se chegue a um acordo quanto a um programa deste tipo.

 

O olho cego do radar e o discernimento humano

A tecnologia de radares do parque de Barão de São João, instalada a dois quilómetros do parque durante os três meses em que há presença de aves migratórias, é complementada pelo olho humano. Além da aplicação desenvolvida totalmente pela Strix, que permite diagnosticar os alertas do radar e despistar “falsos positivos”, são nove os ornitólogos da Strix em postos de observação que determinam o risco real de uma colisão de aves com as pás do aerogeradores. Desta forma, evitam-se paragens desnecessárias do parque e os consequentes custos para o promotor.

Em paralelo com o sistema de paragem das pás, o parque eólico possui também dispositivos BDF (Bird Deflector Device) nas linhas eléctricas de alta tensão. As estruturas helicoidais instaladas permitem que as linhas eléctricas se tornem mais visíveis para as aves, com uma maior noção do espaço atravessado.

Foto: Nadine Pires/Strix

publicado por adm às 22:24

Maio 05 2011

A capacidade instalada de energia eólica no mundo aumentou em 23% no primeiro trimestre de 2009, quando comparado com o mesmo período de 2008, refletindo uma desaceleração na expansão desta tecnologia, anunciou a Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, sigla em inglês) durante a 8ª Conferência Mundial da Energia Eólica, realizada na Coreia do Sul. O dado foi baseado nos números disponibilizados por 11 países, que representam 80% do mercado mundial de energia eólica. Segundo a entidade, a redução se deu por questões burocráticas e legais, surgidas em nível local e regional, que emperraram os novos projetos. A WWEA disse ainda que apesar da crise financeira internacional, a disponibilidade de financiamento para o setor não diminuiu. A associação calculou um aumento de 5.374MW na capacidade instalada no mundo, nos primeiros três meses de 2009, o que levou a WWEA a manter a projeção de expansão do mercado em 25% no ano de 2009. Isto é inferior ao crescimento de 2008 comparado com 2007, que tinha sido de 30%.

fonte:http://www.revistasustentabilidade.com.br/

publicado por adm às 22:44

Abril 12 2011

O consórcio ENEOP está com dificuldades em conseguir fechar uma tranche de 450 milhões de euros para o financiamento de novos parques eólicos a serem instalados este ano. A notícia é avançada hoje pelo Jornal de Negócios, que afirma que a verba necessária está a ser suportada com capitais próprios dos accionistas.

A crise económica do país está a dificultar o financiamento bancário dos projectos, depois da ENEOP ter conseguido, em 2009, o segundo maior “project finance” do sector energético, com um financiamento de 510 milhões de euros.

Os capitais dos accionistas – EDP Renováveis, Enel Green Power, Generg e Sonae Capital – estão a permitir que a instalação de parques continue. No total, o consórcio pretende instalar 1 200 megawatts (MW) de potência eólica em Portugal, que correspondem a um investimento de 1,6 mil milhões de euros. Desse valor, 1,2 mil milhões de euros deveriam ser financiados pela banca. Não obstante, a Eneop quer fechar o ano com uma produção de electricidade de mais de 800 MW.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:31

Abril 07 2011

Os projetos receberam dos órgãos de proteção ao meio ambiente apenas o Relatório Ambiental Simplificado (RAS)

Concorrendo ao leilão de energia eólica, previsto para julho próximo, cinco projetos cearenses têm a instalação de seu parque projetado sobre as dunas de Paracuru, no litoral oeste do Estado. A informação foi dada pelo presidente do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam) do Ceará, Paulo Henrique Lustosa ontem, em almoço promovido pelos membros do Centro Industrial do Ceará (CIC). "Eu acho muito pouco provável que todas as cinco empresas ganhem o leilão, mas é bom alertar", declarou o presidente do Conpam ressaltando que "são cerca de 50 aerogeradores nas dunas de Paracuru". Na ocasião, também estava presente o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Francisco Zuza de Oliveira, que, segundo o próprio Paulo Henrique, fez a mediação entre os órgãos reguladores do meio ambiente e os componentes da Câmara Setorial de Energia Eólica cearense.

Agilidade x preocupação

Para Zuza, "a Semace está dando uma reposta muito boa" no que ele diz respeito à agilidade dos licenciamentos e no diálogo com os vários setores que investem no Estado, além de possuir uma "capacidade muito grande de interagir com o setor privado". Mas a preocupação do presidente do Conpam se deve por conta de todos os cinco projetos concorrentes receberam dos órgãos de proteção ao Meio Ambiente estaduais o Relatório Ambiental Simplificado (RAS) e, caso ganhem, inferirão suas ações diretamente sobre as dunas de Paracuru, que são área de proteção ambiental.

Precavendo a conquista de todos empreendimentos cearenses no leilão, Paulo Henrique garantiu que "irão levar as licenças somente os que tiverem o menor impacto ambiental". No entanto, admitiu a questão ambiental como "mais um uso alternativo de valor econômico, de mercado, para o Estado". Já o presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica do Estado, Adão Linhares, afirmou que, independentemente da quantidade, "se um empreendimento cumprir as exigências previstas, ele será liberado".

"A energia é um bem de utilidade pública, se ele cumprir as exigências não há porque impedir a instalação", defendeu e ainda ressaltou o RAS como um estudo tão completo como o EIA/Rima. "É uma simplificação de não haver o posicionamento do órgão de licenciamento para fazer as coisas mais rápido", salientou Linhares. A queixa principal do setor, segundo ele, é a criação de "um clima de impedimentos dos investimentos no Estado". "Então, quando a gente cria dificuldade, o dinheiro some", disse.

Em todo o Estado

Também foi anunciada pelo presidente do Conpam a reestruturação das unidades da Semace no Crato e a construção de uma unidade em Sobral. A capacitação de secretarias municipais de meio ambiente objetivando um futuro licenciamento em patamar municipal também fizeram parte das novidades apresentadas.

Semace na Fiec

Já a presidente do CIC, Roseane Oliveira, informou de negociações entre a Semace e a Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) para manter um membro da Superintendência nas instalações da federação.

ARMANDO DE OLIVEIRA LIMA
REPÓRTER

fonte:http://diariodonordeste.globo.com

publicado por adm às 13:16

Março 21 2011

A Iberwind vai dar início às operações de remodelação do parque eólico de Lagoa Funda, em Vila do Bispo, ao abrigo do enquadramento legal que, desde Maio de 2010, permite sobre-equipar os parques eólicos nacionais. Com esta operação, o parque da Lagoa Funda vai ter um aumento de potência instalada na ordem dos 20 por cento, que traduz um investimento de 13 milhões de euros.

Actualmente constituído por 18 geradores de 500 kW de potência máxima, este parque eólico iniciou a produção em 1998. A intervenção, que decorre entre Março e Julho deste ano, vai permitir substituir seis turbinas por novos equipamentos de última geração, num investimento de 13 milhões de euros. O licenciamento deste projecto teve início em Março de 2010.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/
publicado por adm às 21:55

Junho 01 2010

Está já em construção o terceiro parque eólico no concelho de Seia. As obras, que tiveram início no final do mês de Março e se prolongam até Novembro, estão a decorrer nas freguesias de Teixeira e Vide para, no denominado “Parque Eólico de Balocas”, serem instalados 14 aerogeradores com a potência unitária de 2000 kW (quilowatt), distribuídos ao longo de duas linhas de cumeada, os quais convergem entre as cotas 850 e 1200 da serra do Açôr.


A entidade responsável pelo projecto é a ENEOP2, empresa resultante do consórcio constituído pelos quatro maiores promotores de energia eólica em Portugal: ENERNOVA, Termoeléctrica Portuguesa, GENERG, FINERGE e ENERCON, adjudicatária do concurso de potência eólica lançado pelo Governo em 2005.


Os aerogeradores a instalar, com torres em betão, têm 85 metros de altura e um diâmetro de rotor de 82 metros. As máquinas são modelos de última geração, salientando-se o facto de todo o equipamento e tecnologia ser totalmente produzido em Portugal, sublinhou Lobo Gonçalves, administrador da empresa, durante uma visita ao parque na passada quinta-feira. «É um parque de tecnologia portuguesa e incorporação nacional, uma vez que o grupo vai deixar de usar torres metálicas – cuja chapa é importada – e efectuar uma inovação enorme, que é construir torres de betão», salientou.


Lobo Gonçalves congratulou-se com o facto de a construção do parque de Balocas já ter iniciado porque a Câmara de Seia «teve uma atitude que raramente se encontra nos outros municípios, que é licenciar quando é devido licenciar». «Aqui, os procedimentos foram os que são normais e expectáveis, mas que poucas vezes se consegue», estando satisfeito com o facto de o parque ter iniciado a sua construção no prazo previsto.
António Pinto Moreira, responsável pela obra, adiantou que a obra teve início nos finais de Março e já estão duas fundações concluídas e betonadas e duas já com a armadura pronta. Para breve, está previsto o início da montagem das torres, às quais se segue a montagem da parte mecânica.


Os 14 aerogeradores serão ligados entre si, ao nível dos respectivos postes de transformação, colocados no interior das torres, e o edifício de comando e a subestação, através de uma rede subterrânea de média tensão. Por via aérea será apenas a linha de transporte até à subestação de Folques (Arganil), local onde depois será feito o escoamento da energia produzida através da rede eléctrica nacional. A linha eléctrica, com 24,5 km de extensão, vai ter início no Parque Eólico de Pedras Lavradas II e vai servir, além do parque de Balocas, os parques eólicos da Senhora das Necessidades e do Açor II.


Com uma potência máxima de 28 MW, o parque vai ter um investimento de 38 milhões de euros e, em ano médio, a estimativa de produção anual é de 70 mil MWh, equivalente para alimentar todos os aglomerados populacionais do concelho de Seia, até ao total de 35 mil habitantes.
O Parque Eólico de Balocas, o terceiro a ser instalado no concelho de Seia, vai gerar receitas para o Município de 2,5 por cento, correspondendo a cerca de 130 mil euros por ano, que se juntarão à renda anual de 100 mil euros dos parques eólicos da Serra da Alvoaça e das Pedras Lavradas.


ENEOP2 instala mais dois parques na zona

Na zona, a ENEOP2 também prevê arrancar brevemente a construção dos parques eólicos de Pedras Lavradas II, que abrange as freguesias de Teixeira (Seia), Erada e Sobral de S. Miguel (Covilhã) e da Senhora das Necessidades, na freguesia de Piódão (Arganil).
Para os Parques Eólicos de Pedras Lavradas II e Senhora das Necessidades prevê-se a instalação de, respectivamente, dez e quatro aerogeradores de 2000 kW, ao longo dos troços das cumeadas. Na envolvente destes parques eólicos, a empresa está também a construir os parques eólicos de Açor II e Cadafaz II, com um total de uma potência de 90 MW.


Refira-se que os parques eólicos de Balocas, Pedras Lavradas II e Senhora das Necessidades têm por objectivo, a produção de energia eléctrica a partir da força do vento, fonte de energia não poluente e renovável, contribuindo para a prossecução do cumprimento dos compromissos internacionalmente assumidos por Portugal, relativamente às emissões atmosféricas e no âmbito da Directiva Comunitária das Fontes Renováveis de Energia, aprovada em Setembro de 2001.

fonte:www.portadaestrela.com

publicado por adm às 22:26

Maio 16 2010

Proteger aves migradoras como águias, abutres e cegonhas e ajudar a reduzir em 60 por cento, até 2020, o consumo energético português através de energias renováveis são algumas das potencialidades do novo parque eólico do Algarve inaugurado este domingo.

 

Com uma tecnologia inovadora, criada por portugueses e inspirada na NASA e na US Air Force, o novo «Parque Eólico de Barão de S. João», com 25 aerogeradores, vai permitir produzir energiapara toda a população de Lagos, com a particularidade de proteger as aves migratóriasatravés de um sistema de detecção por radar e tecnologia SGPS/PTT, que faz detecção e seguimento automático da avifauna.

O ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento, Vieira da Silva, que presidiu à inauguração da nova estrutura, declarou que o novo parque eólico do Algarve vai dar três contributos energéticos para a política energética em Portugal, noticia a Lusa.

«Diversifica territorialmente a produção de energia eléctrica, sendo o maior parque eólico do sul do país, é uma componente da produção alternativa à importação de combustíveis sólidos e tem um sistema de controlo positivo na migração das aves», referiu Vieira da Silva.

«Este parque é mais uma importante peça numa estratégia que tem a mais elevada prioridade no nosso país», sublinhou o ministro, acrescentando que os novos aerogeradores vão contribuir para que até 2020 Portugal consiga que 60 por cento do consumo energético provenha de fontes renováveis.

Por outro lado, o sistema de detecção por radar permite localizar aves de todo o tipo. Desde pássaros do tamanho de um pardal até aves migradoras planadoras como abutres, águias e cegonhas são possíveis de detectar com a nova tecnologia instalada no maior parque eólico do Algarve.

Miguel Repas, responsável pelo desenvolvimento da nova tecnologia para parques eólicos, da empresa STRIX, referiu que os aerogeradores com o sistema de radar deverão ter que parar cerca de 150 horas por ano para proteger a biodiversidade local e das aves migratórias.

fonte:www.destakes.com

publicado por adm às 22:35

Abril 28 2010

A Alemanha abriu um novo capítulo no abastecimento de energia do país.

O ministro da Energia alemão, Norbert Roettgen, inaugurou um parque eólico com 12 aerogeradores de grande potência no mar do Norte.

Considerado pelo porta-voz da Federação de Energia Eólica como o “último grito da modernidade”, o “Alpha Ventus” custou 250 milhões de euros e foi instalado a 45 quilómetros ao largo da ilha de Borkum.

Os aerogeradores têm 150 metros de altura, uma altura muito superior à normal dos parque eólicos situados em alto mar e estão instalados a 30 metros de profundidade.

Cada turbina tem uma capacidade de cinco megawatts, o que perfaz um total de 60 megawatts.

Este parque experimental deve fornecer energia eléctrica suficiente para 50 mil residências e vai servir de laboratório de pesquisa sobre a energia eólico e o ambiente e o impacto dos aerogeradores na vida de várias espécies marinhas e de pássaros.

A Alemanha já anunciou que vai investir 40 milhões de euros em mais quatro parques eólicos que vão ser instalados em Cabo Verde.


Fonte:euronews

publicado por adm às 23:19

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