Energia Eolica

Outubro 13 2010

Uma empresa do Colorado está introduzindo um sistema que permitirá que as turbinas eólicas consigam gerar energia mesmo quando o vento não está soprando. O SmartGen turbina eólica de gás híbrido permite que as turbinas eólicas produzam energia em períodos de vento fraco, girando uma turbina de ar comprimido na base da torre de um turbo-compressor que funciona a base de gás natural ou biogás.

UM fato também interessante desta nova tecnologia é que ele poderá ser instalado em turbinas eólicas já construídas, permitindo que as instalações existentes para aumentem o seu desempenho. Isto é particularmente atraente para as instalações que procuram alargar a sua produção, mantendo livre de combustíveis fósseis. Em áreas onde a produção de biogás também está disponível nas proximidades, uma instalação de energia eólica híbrida (eólica e a gás) poderá ser bem vantajosa para gerar uma energia 100% de fontes renováveis

 

Grandes turbinas eólicas, mesmo em áreas de grande fluxo de vento normalmente geram energia em apenas 30% do tempo, porque o vento sopra intermitente ou a uma velocidade de vento de baixo”, segundo a empresa. Utilizando outros combustíveis para manter as turbinas geradoras de energia significa que o sistema utiliza melhor o investimento em equipamentos, em vez de ter que ficar ociosa durante a maior parte do tempo o que torno o retorno deste investimento muito mais rápido pois a turbina irá gerar energia 24 horas.

Fonte:dicasverdes

publicado por adm às 23:39

Maio 29 2010

Por: Redação TN / Leonora Walet e Victoria Bryan, Reuters

 

Após provocar uma guerra de preços e caos nos lucros de fabricantes europeus e norte-americanos de células e painéis solares de silício cristalino, a China agora resolveu focar na produção de turbinas eólicas. Apesar da dinamarquesa Vestas e do conglomerado norte-americano General Electric ainda terem sido os dois principais fornecedores de turbinas em 2009, segundo a consultoria dinamarquesa BTM, as empresas chinesas estão se aproximando rapidamente. Sinovel Wind, Xinjiang Goldwind Science and Technology Co e Dongfang Electric conquistaram lugares entre as top 10 e as empresas estão ansiosas para competir no mercado de exportação.

 

“Os fabricantes chineses já implantaram equipes de venda internacional e estão buscando ativamente contratos no exterior. O processo está a caminho”, comentou o diretor do grupo de energias renováveis, recursos e energias do HSBC de Hong Kong Robert Todd.

 

“É apenas uma questão do quanto antes eles conseguirem realmente o ímpeto”, disse Todd, que prevê que as empresas eólicas chinesas conquistarão mais projetos fora da China nos próximos 12 meses.

 

A Goldwind anunciou na segunda-feira o estabelecimento de uma unidade em Chicago, marcando a sua entrada em um mercado amplamente abastecido pela GE. A empresa também implantou uma base de produção na Alemanha e uma subsidiária na Austrália no final do ano passado. A maior fabricante de turbinas eólicas da China e a número três no mundo, a Sinovel, exportou 10 turbinas de 1,5 MW cada para a Índia no ano passado. A empresa também adquiriu em março sistemas elétricos para a sua turbina de alta capacidade, com 5 MW, uma tecnologia doméstica que deve ser exportada.

 

Em relação ao mercado solar, a China pode oferecer produtos a preços muito menores do que os europeus e norte-americanos, despertando temores que os preços das turbinas eólicas possam ser pressionados para baixo e criando a super-oferta que se abateu sobre o mercado solar no ano passado.

 

“É claro que os preços de mercado são menores e podemos ver isso nos contratos do governo”, disse o CEO da fabricante de caixas de engrenagem Hansen Transmissions Alex De Ryck, se referindo aos projetos eólicos ganhos pelas empresas locais na China.

 

Uma turbina típica consiste de torres de metais de 65 metros de altura, uma lâmina do rotor do tamanho de um Boeing 737 e uma nacele que segura componentes do tamanho de um motor home pequeno. As turbinas equivalem a 70% dos custos de um projeto eólico e são vendidas por cerca de US$ 732.215 (5 milhões de Yuan) por MW na China. Já nos Estados Unidos elas podem alcançar US$ 1 milhão por MW.

 

Vento para exportação

 

A China é alvo freqüente de reclamações por bloquear o acesso ao seu mercado ou ajudar injustamente seus exportadores com enormes subsídios e empréstimos estatais baratos. As empresas alemãs de energia solar Conergy e Solarworld expressaram forte preocupação sobre as práticas de precificação dos fabricantes de painéis chineses, que historicamente desvalorizam seus produtos em cerca de 20%.

 

Mas ao menos por agora, os fabricantes chineses de turbinas estão altamente focados domésticamente, sendo que as exportações em 2009 de menos de 30 MW representam apenas uma pequena fatia dos 24.540 MW em capacidade instalada fora da China. A sua meta comum de incentivar as exportações para contribuir significativamente às vendas, ainda é uma ameaça distante para muitos players internacionais, especialmente devido à logística envolvida para o transporte das partes enormes.

 

“Os produtores chineses começaram a se envolver no exterior, por exemplo, na Índia ou na região Ásia-Pacífico. Entretanto, os players chineses estão operando principalmente no mercado doméstico”, disse a porta-voz do maior conglomerado de engenharia europeu, a Siemens.

 

A China é o maior mercado de energia eólica do mundo, dobrando a sua capacidade instalada em 2009 ao adicionar 13 mil MW. As empresas locais de turbinas possuem atualmente 80% do mercado chinês, o que menos de uma década atrás era dominado por empresas globais, como a Vestas, GE, e a espanhola Gamesa. A Vestas espera que a sua estratégia de melhoramento da tecnologia, ao invés da competição por preços, auxilie a combater a crescente competição chinesa.

 

“Não é do nosso interesse entrar em uma competição focando apenas no preço”, disse o presidente da Vestas China Jens Tommerup à Reuters.

 

“Nossas turbinas são confiáveis, produtivas e eficientes, a longo prazo, o que significa um custo baixo da energia. Também estamos focados na construção de parcerias a longo prazo com nossos clientes, que inclui todos os aspectos da energia eólica”.

 

*Traduzido por Fernanda B. Muller, CarbonoBrasil www.tnsustentavel.com.br

 

publicado por adm às 22:44

Abril 19 2010

De acordo com a informação fornecida pela Alstom, este novo parque será composto por 61 turbinas eólicas Alstom ECO, que totalizam mais de 100 megawatts de energia renovável.

À Alstom caberá assegurar o fornecimento, instalação e comissionamento do parque eólico, bem como a responsabilidade pela operação e manutenção nos primeiros cinco anos.

O novo contrato estabelece o compromisso marroquino em alcançar a meta de gerar 42% da sua electricidade a partir de fontes renováveis, até 2020.

“A Alstom orgulha-se de ter assinado este contrato, em Marrocos, que permite que o grupo e os seus clientes possam reforçar ainda mais a indústria deste país a nível eólico, em sintonia com as suas políticas ambientais”, referiu o vice-presidente da Alstom, Philippe Cochet.

Por sua vez, Mohamed Sebti, director da Nareva Energia afirmou estar muito animado “por desempenhar um papel importante no desenvolvimento da capacidade de geração de energia eólica de Marrocos”.

Fonte:www.construir.pt

publicado por adm às 23:33

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