Energia Eolica

Julho 22 2011

Os dois últimos estudos da Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, na sigla em inglês) afirmam o crescimento do uso de energia eólica no mundo. Os trabalhos, que avaliaram os anos de 2010 e o primeiro semestre de 2011, revelam que, ao todo, 86 países já utilizam essa fonte renovável para a produção de energia elétrica. Entre eles, destaca-se a China, que se tornou o país com maior capacidade instalada, acrescentando 18.928 Megawatt (MW) em sua matriz, em um ano, bem como o centro da indústria eólica internacional.

Somando todas as turbinas eólicas que foram instaladas até o final de 2010, tem-se a capacidade mundial de gerar 430 Terawatt-hora (TWh) anuais, mais que o total da demanda de eletricidade do Reino Unido, sexta economia do mundo. “Esse aumento da participação da eólica no mundo está relacionado a diversos fatores. Entre eles está a necessidade de os países poderem contar com uma fonte de energia segura. Além disso, o seu custo de instalação está diminuindo e ela é livre de emissão de CO2 e outros gases poluentes, além dos menores impactos sobre o meio ambiente”, afirma Stefan Gsänger, secretário geral da WWEA.

No Brasil, dados da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica mostram que em maio deste ano o país atingiu pela primeira vez 1 gigawatt-hora (GWh) de energia eólica e sua capacidade instalada só vem crescendo nos útlimos anos. Atualmente, os ventos estão produzindo 1,073 GWh, potencial que pode abastecer uma cidade de 1,5 milhão de habitantes, e a eólica já corresponde a 1% da matriz energética brasileira. 

Um dos destaques nacionais na produção de energia a partir dos ventos, este ano, foi os Parques Eólicos de Osório, no Rio Grande do Sul. O forte vento Sul que soprou na região, no mês de junho, porporcionou o recorde histórico de produção de energia nos Parques, desde a sua entrada em operação em janeiro de 2007. Foram gerados 3560 MWh e das 24 horas do dia, 98,9% do tempo a usina esteve em produção máxima. 

fonte:http://www.oeco.com.br/

publicado por adm às 22:50

Junho 15 2011

Apesar das restrições técnicas e ambientais, agentes do sector acreditam que há espaço para crescer.

 

Quem vive na região Oeste do País conhece, talvez da pior forma, o potencial do vento. O temporal de Dezembro de 2009 causou prejuízos de milhões de euros. Mas assim sendo, porque é que o distrito de Santarém produziu no ano passado apenas um terço da electricidade eólica gerada em Viseu, o mais produtivo distrito no que respeita à energia do vento? Desde já porque a potência eólica em Santarém é de apenas 157 megawatts (MW), contra os 813 MW de Viseu. E daí surge nova questão: estaremos a aproveitar este recurso da melhor forma?

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:07

Junho 14 2011

A Enel Green Power reforçou a sua posição no consórcio ENEOP - Eólicas de Portugal. A empresa espanhola passou a deter 40 por cento do cluster eólico de Viana do Castelo, posição idêntica à da EDP, até agora a maior accionista, avança hoje o Diário Económico. Isto porque a Sonae Capital saiu do capital da Térmica Portuguesa, que integra o consórcio.

A Térmica Portuguesa era já detida em 50 por cento pela Enel Green Power. Com esta alteração, a empresa do grupo italiano Enel, consegue uma capacidade adicional instalada de 120 MW na Ventinveste, de projectos eólicos, a somar aos 360 MW detidos pela Finerge, do grupo Endesa, que recentemente passou a ser controlada pela Enel.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:45

Junho 11 2011

O Parque Eólico de Monte São Filipe, na Cidade da Praia, com uma potência instalada de 10 «megawatts» (MW), deverá começar a funcionar em agosto, anunciou hoje o diretor-geral da Energia de Cabo Verde.

Segundo Abraão Lopes, as ferramentas essenciais para a montagem do parque no Monte de São Filipe, que representa um investimento de 16 milhões de euros já estão no país, acrescentando que o parque, representará cerca de 25 por cento do total da produção do país.

Abraão Lopes, que falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Porto da Cidade da Praia para receber os 11 novos aerogeradores, salientou que o parque vai produzir cerca de 110 «gigawatts» (GW) de energia por ano.

"Os aerogeradores vão instalar cerca de 10 «megawatts» (MW) de potência nominal na cidade, o que significa uma composição muito grande em termos de capacidade instalada", referiu, lembrando que o projeto prevê a construção de parques idênticos nas ilhas de São Vicente (6 MW), Sal (8 MW) e Boavista (2,4 MW).

O Parque Eólico a ser instalado na Praia é cofinanciado pelo Governo de Cabo Verde, Electra, InfraCo, Finnfund, BAD e BEI.

O custo do projeto global a ser instalado nas ilhas de Santiago, São Vicente, Sal e Boavista ronda os 63 milhões de euros, e contribuirá, segundo os responsáveis, para uma potência a ser instalada à volta de 28 MW, o que significa uma taxa de penetração das energias renováveis na rede elétrica nacional de mais de 25 por cento.

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/L

publicado por adm às 21:28

Junho 09 2011

O total da potência instalada renovável atingiu 9 784 MW, no final de Março de 2011, de acordo com informação da Direcção Geral de Energia e Geologia. O aumento, relativamente a Fevereiro, verificou-se na potência instalada eólica. 

A produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energias renováveis, decresceu 16 por cento no 1º trimestre de 2011, relativamente a igual período de 2010. Este decréscimo resulta sobretudo do comportamento da componente hídrica, que reduziu 22 por cento neste período, verificando-se, em Março, uma descida mais acentuada (de 34 por cento) relativamente ao mês homólogo do ano anterior do que a registada em Fevereiro. 

A produção eólica, no 1º trimestre de 2011, decresceu nove por cento relativamente a igual período do ano anterior, registando-se, contrariamente ao que se verificou com a produção hídrica, um decréscimo menos acentuado em Março (-4 por cento) relativamente ao mês homólogo do ano anterior, do que o registado em Fevereiro (-18 por cento). 

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 22:27

Junho 07 2011

Washington apresentou uma demanda diante da OMC contra esse programa em dezembro, argumentando que a China o usava para dar subsídios "proibidos pelas regulações da OMC".

 

O ministro do Comércio Exterior americano, Ron Kirk, anunciou nesta terça-feira que a China renunciou a um programa de subsídios de sua indústria eólica denunciado por Washington diante da Organização Mundial do Comércio (OMC).

"A China colocou fim a alguns subsídios para quipes eólicas", indicou o secretário de Comércio Exterior americano Ron Kirk, em comunicado.

"Os Estados Unidos estão contentes com o fato de a China ter encerrado esse programa de subsídios", completou Kirk.

Washington apresentou uma demanda diante da OMC contra esse programa em dezembro, argumentando que a China o usava para dar subsídios "proibidos pelas regulações da OMC", já que as empresas beneficiárias devem "utilizar peças e componentes fabricados na China, antes dos estrangeiros".

Washington afirma que o montante da ajuda fechada no programa varia de 6,7 milhões a 22,5 milhões de dólares por empresa, e que o total "pode alcançar várias centenas de milhões desde 2008".

fonte:http://www.d24am.com

publicado por adm às 23:17

Junho 04 2011

O parque eólico do planalto do Graminhais, na ilha de S. Miguel, Açores, deverá entrar em produção em Setembro deste ano, segundo a garantia do director regional da Energia, José Vieira, durante as comemorações do Dia Mundial do Ambiente. O projecto, que é o maior parque eólico do arquipélago, funcionará com uma potência instalada de nove megawatts (MW).

Com capacidade para garantir cerca de 10 por cento das necessidades de consumo de electricidade da maior ilha açoriana, o parque do Graminhais integra-se no plano de aproveitamento de energias renováveis do arquipélago.

A meta do Governo Regional é reduzir em 75 por cento a dependência de energias de origem fóssil. Daí que, além do novo parque da ilha de São Miguel, estejam também planeadas expansões de potência nos parques eólicos da Terceira, Santa Maria e Graciosa. No Faial, o parque actual será desmatnelado e substituído por uma nova infra-estrutura.

Entre as iniciativas de aproveitamento de energias renováveis está também o projecto ambicioso para a ilha Graciosa, promovido pela empresa alemã Younicos.

Em 2012, espera-se que a ilha tenha como principal recurso energético as energias solar e eólica. A empresa alemã vai aproveitar este projecto para testar novas tecnologias, especialmente ao nível do armazenamento de energia de fonte renovável em baterias.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

publicado por adm às 20:01

Junho 02 2011

O maior parque eólico dos Açores, que está a ser construído no planalto do Graminhais, em S. Miguel, deve entrar em produção em setembro, com uma potência instalada de 9 megawatts (MW), anunciou hoje o diretor regional de Energia.

 

A implantação do novo parque eólico, com capacidade para garantir cerca de 10 por cento das necessidades de consumo de eletricidade da maior ilha açoriana, integra-se no plano de aproveitamento de energias renováveis no arquipélago, que hoje foi apresentado a um grupo de estudantes na Central Geotérmica do Pico Vermelho.

O diretor regional de Energia, em declarações à Lusa à margem desta iniciativa integrada nas comemorações do Dia Mundial do Ambiente, revelou ainda que, até ao final do ano, deverá estar concluído o projeto que permitirá duplicar para 9 MW a potência instalada no parque eólico da Serra do Cume, na Terceira.

fonte:Diário Digital / Lusa 

 

publicado por adm às 22:40

Maio 31 2011

O Brasil aposta no potencial dos seus ventos para ampliar o leque de opções e garantir a sustentabilidade no fornecimento de energia e o investimento em energia eólica ganhou força nos últimos dois anos.

Atualmente, a energia eólica no Brasil possui aproximadamente 1,1 GW (gigawatt) de potência instalada, o equivalente a quase uma usina nuclear brasileira (Angra 1 tem 0,65 GW e Angra 2 tem potência de 1,35 GW). O coordenador de Tecnologia e Inovação em Energia do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Eduardo Soriano, lembra que a primeira turbina eólica para geração de energia elétrica conectada à rede foi instalada na Dinamarca em 1976.

“Hoje existem mais de 30 mil turbinas eólicas no mundo. Elas também começaram a crescer em tamanho. Antes elas cabiam numa sala; hoje os postes que seguram as turbinas podem ter até 120 metros de altura”, observa.

Preço da energia eólica

Apesar do crescimento recente, utilizar o potencial dos ventos ainda é novidade no Brasil. O primeiro leilão de comercialização de energia, voltado exclusivamente para fonte eólica, foi realizado em 2009. O resultado foi a contratação de 1,8 Gigawatt (GW), distribuídos em 71 empreendimentos de geração eólica em cinco estados das regiões Nordeste e Sul.

Já no leilão de 2010, foram contratadas mais 70 usinas eólicas, com potência total de 2 GW, também distribuídos em vários estados.

Um dos motivos que estão estimulam o investimento em energia eólica no Brasil é o preço competitivo no mercado em relação às outras energias. Segundo Eduardo Soriano, as primeiras instalações tinham preços cerca de duas a três vezes maiores na comparação com o custo atual.

“Nos últimos anos, houve leilões específicos para energia eólica. Os primeiros preços beiravam R$ 300,00/megawatts hora. No leilão de 2009 foi em torno R$ 148,00 e no leilão 2010 foi de R$ 130,00. Então se pode ver que houve uma redução de preços da energia eólica no Brasil e ela está entrando de uma forma muito competitiva”, informa o especialista.

Outro ponto favorável à energia eólica é a necessidade de compor matrizes energéticas mais limpas, renováveis e menos poluentes. O Brasil já é um dos países que têm mais energias renováveis na sua matriz energética: em torno de 45% da energia produzida no Brasil vem de fonte renovável, sendo 90% na geração de energia elétrica.

A energia eólica contribui para a manutenção dos altos índices de energias renováveis da matriz energética brasileira, mas na avaliação de Soriano, ela não pode ser encarada com uma solução definitiva e o Brasil não pode desprezar outras opções. Ele alerta que é fundamental para um país não depender de uma só fonte de energia.

“[É necessário] diversificar as fontes. Vamos supor que o vento pare. Não vai ter energia?”, indaga. “Então é preciso ter uma diversificação, um pouco de energia eólica, hidráulica, termonuclear, termelétrica, carvão e óleo. É preciso ter as várias fontes funcionando em conjunto para que se possa ter uma segurança energética”, sustenta.

Por conta da instabilidade dos ventos, a energia eólica compõe o sistema brasileiro de distribuição de energia e não chega a atender uma cidade específica. É conectada às várias linhas de distribuição de energia espalhadas pelas diversas regiões brasileiras.

Além da região Nordeste, os ventos do Sul do país e também do Rio de Janeiro concentram os ventos com potencial para a geração de energia, especialmente, na faixa do litoral. Ao contrário de locais como a Dinamarca, que possui usinas eólicas no mar, no Brasil elas estão instaladas em terra.

Investimento e pesquisa

O investimento governamental também incentiva o crescimento do setor. As primeiras instalações surgiram a partir de um programa do Ministério de Minas e Energia, o Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica), que subsidiou a energia eólica no Brasil, além de outras alternativas como a geração a partir da bioenergia e a energia hidráulica de pequeno porte.

Desde 2002, o MCT investe recursos em pesquisa, principalmente na produção de peças, parques e sistemas para geradores eólicos, tais como: conversores, elementos mecânicos de torres, sistemas de controle, aerogeradores de pequeno porte, pás etc.

Em 2009 e 2010, o ministério implementou editais de subvenção econômica com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), direcionado para empresas, nos quais foram aprovados 14 projetos envolvendo recursos da ordem de R$ 25 milhões (incluindo as contrapartidas empresariais).

Tais investimentos, aliados aos incentivos governamentais para a implantação da energia eólica na matriz energética, têm alavancado no Brasil o mercado de peças e partes, o que está contribuindo com o aumento dos índices de nacionalização dos aerogeradores que estão sendo produzidos no país por diversas empresas. Alguns itens como pás, estão sendo exportados para diversos países do mundo.

Profissionais na área de energia

Agora o grande desafio a ser superado é a falta de mão-de-obra especializada e de laboratórios capacitados. Para isso, o MCT deve lançar, ainda neste ano, um edital, no valor em torno de R$ 15 milhões, para formar recursos humanos de alto nível (pós-graduação, mestrado e doutorado) e criar laboratórios nos diversos estados, com prioridade para os locais com projetos em energia eólica.

A carência de profissionais na área de energia é uma situação preocupante na avaliação de Eduardo Soriano. De acordo com ele, está faltando engenheiros e técnicos no mundo inteiro na área de projetos, de implantação e de operação de energia eólica. O que representa uma deficiência que precisa ser suprida para dar suporte a esse crescimento da energia eólica.

“Para ser competitivo, não basta ter só ventos, equipamentos e uma política de implantação de energia eólica. Precisamos ter também recursos humanos e laboratórios pra dar suporte a esse crescimento da energia eólica no Brasil”, reforça Soriano.

fonte:http://www.institutocarbonobrasil.org.br/

publicado por adm às 22:40

Maio 30 2011

A Sinovel Wind Group Co., maior fabricante de gerador de energia eólica da China, apresentou sua turbina eólica de 6 megawatts desenvolvida independentemente pelo país, que pode ser utilizada em usinas em terra, em alto-mar e em zonas entre marés, anunciou nesta segunda-feira Tao Gang, vice-presidente da companhia.

É a primeira deste tipo produzida no país. Até a China concluir a produção de sua turbina, a Alemanha era o único país que havia desenvolvido independentemente a turbina, a maior do mundo em termos de capacidade, e também é o único país que realizou o teste do modelo em ambiente natural.

Com lâminas de 128 metros de diâmetro, o modelo tem uma maior capacidade de captura do vento e é mais eficaz na utilização de recursos eólicos que outras turbinas, declarou Tao.

Ele disse que a produção local da turbina acelerará o desenvolvimento de energia eólica no mar na China.

Considerando a crescente escassez de recursos terrestres e metas de redução de emissões, os países europeus e os Estados Unidos estão promovendo o desenvolvimento da energia eólica no mar.

Ao longo da próxima década, a Grã-Bretanha e a França planejam instalar 7,6 mil turbinas eólicas no mar, cada unidade com uma capacidade de mais de 5 megawatts.

A China também está se dedicando à exploração nesta área. Sua primeira usina eólica no mar de 100 megawatts entrou em operação em Shanghai em agosto de 2010, com 34 turbinas de 3 megawatts instaladas, todas fabricadas pela Sinovel.

No mesmo ano, o país concluiu o concurso público para usinas eólicas no mar totalizando 1 gigawatts em capacidade na Província de Jiangsu, leste do país. A construção das usinas eólicas começará este ano.

A Sinovel pretende desenvolver turbinas de 10 megawatts, revelou Tao.

Até o final de 2010, a capacidade instalada cumulativa nacional de energia eólica somou 44,7 gigawatts, a maior no mundo, representando 23% do total mundial, segundo dados da Comissão de Energia Eólica da China.

fonte:http://portuguese.cri.cn/

publicado por adm às 22:21

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