Energia Eolica

Outubro 25 2012

O projeto Windfloat, uma turbina eólica flutuante colocada pela EDP em alto mar, ao largo da Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, é de "relevante interesse público", segundo despacho hoje publicado em Diário da República.

 

O despacho viabiliza, assim, a utilização pela Windplus ("joint venture" promotora do projeto que inclui a EDP, a Principle Power, a A. Silva Matos (ASM), a Vestas Wind Systems A/S, a InovCapital e o Fundo de Apoio à Inovação) de 964 m2 de terrenos na freguesia de Aguçadoura integrados na Reserva Ecológica Nacional (REN).

Assinado pelos secretários de Estado da Energia, Artur Trindade, e do Ambiente e do Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo, o despacho justifica a decisão com o facto de o local da instalação do projeto ter sido determinado pela localização de estruturas pré-existentes no âmbito de um projeto de produção de eletricidade a partir da energia das ondas.

Também valorizado é o facto de os planos Diretor da Póvoa de Varzim e de Ordenamento da Orla Costeira Caminha-Espinho não obstarem à concretização do projeto, assim como o reconhecimento "por unanimidade" da sua utilidade pública municipal pela Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim e os pareceres favoráveis da Administração da Região Hidrográfica do Norte e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N).

No despacho ressalva-se, contudo, a necessidade de cumprimento pelo projeto de determinados "condicionamentos" impostos pelo Estudo de Incidências Ambientais, sob pena de os promotores serem obrigados a "repor os terrenos no estado em que se encontravam".

A torre eólica flutuante do projeto "Windfloat" foi inaugurada em junho pelo Presidente da República, Cavaco Silva, e assume-se como o "primeiro projeto de energia eólica `offshore` do mundo em que todo o processo de montagem final, instalação e preparação da entrada em funcionamento decorreu em terra, num ambiente controlado".

A partir de 2014, a EDP, que tem os direitos assegurados da comercialização desta tecnologia, poderá avançar para a construção de um mini-parque, com cerca de cinco unidades, que valide conceitos a uma escala maior.

Dois anos depois, a empresa pretende avançar com a comercialização do equipamento.

fonte:http://www.rtp.pt/

publicado por adm às 23:16
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Novembro 30 2011

A eléctrica portuguesa anunciou hoje que colocou com êxito a primeira torre eólica do mundo em alto mar.

A EDP, a InovCapital e a Principle Power informaram que conseguiram colocar com êxito a primeira torre eólica no alto mar, o primeiro projecto deste tipo a nível mundial

Em comunicado, a EDP disse que este sistema, denominado 'Windfloat', está equipado com um aerogerador de dois 'megawatts' ao largo da costa da Aguçadoura, em Portugal e que esta instalação "representa o início de um novo sector na indústria eólica 'offshore' (no mar)" .

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 23:00

Setembro 09 2011

O projeto de energia eólica “WindFloat”, da EDP, um investimento de 20 milhões de euros que vai ser testado na Póvoa de Varzim, poderá permitir a criação de cerca de “oito mil postos de trabalho” em Portugal.

A convicção é do diretor do departamento EDP Inovação que, hoje de manhã, participou numa sessão de esclarecimento para apresentação desta estrutura que está a ser montada na Lisnave, em Setúbal, e que dentro de pouco tempo vai ser submersa ao largo da Póvoa de Varzim.

Além de “mudar a forma como Portugal tira proveito da sua costa marítima”, João Gonçalo Maciel acredita que a energia eólica poderá ainda “revitalizar vários setores da economia nacional”, como a “construção e a reparação naval”, ao criar milhares de postos de trabalho, 'valorizando ainda as empresas nacionais e internacionais'.

Já a nível europeu, prevê-se que esta indústria sustente, nos próximos anos, cem mil empregos.

Após a instalação ao largo da costa da Póvoa de Varzim, o “WindFloat” será “monitorizado” por um período de cerca de dois anos, de forma a “garantir a sua operacionalidade”, frisou João Gonçalo Maciel.

A partir de 2014, a EDP, que tem os direitos assegurados da comercialização desta tecnologia, poderá avançar para a construção de um mini-parque, com cerca de cinco unidades, que “valide conceitos a uma escala maior”.

Dois anos depois, poder-se-á avançar com a “comercialização” do equipamento, uma vez que a EDP está a apostar na “criação de competências que possibilitem iniciar uma capacidade produtiva nesta área”.

Para este projeto, a líder do projeto conta ainda com parcerias da americana Principle Power Inc, o fabricante de turbinas dinamarquês Vestas, a metalomecânica A. Silva Matos S.A., bem como o fundo de capital de risco do Estado português, InovCapital S.A.

O financiamento para a instalação desta estrutura foi assegurado pelas empresas envolvidas e contou ainda com um subsídio a fundo perdido do Fundo de Apoio à Inovação.

O “WindFloat” é uma tecnologia semi-submersível, semelhante a uma plataforma petrolífera com três pilares, sendo que num deles é instalada a torre eólica, com uma turbina.

Tem a vantagem de ser totalmente montada em terra e, posteriormente, será rebocada até ao local onde produzirá energia, ou seja, a seis quilómetros da orla litoral, a cerca de 60 metros de profundidade, na Póvoa de Varzim.

As freguesias mais próximas desta estrutura serão Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, e Apúlia, Esposende.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 22:26

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